Comitê Paraolimpico Brasileiro prepara inovações tecnológicas A ideia é melhorar as performances dos nossos atletas paraolímpicos
O Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INT/MC) estão criando um conjunto de propostas para apoio tecnológico às Paraolimpíadas de 2016. O projeto visa propor soluções que melhorem o desempenho dos atletas que participarão do evento.As Paraolimpíadas são muitas vezes a salvação do Brasil no esporte olímpico, uma vez que o país vem garantindo resultados cada vez melhores em diversas modalidades: 37º lugar em Atlanta, 24º lugar em Sidney e 14º lugar em Atenas e Pequim.
Segundo o site do INT, atletismo, vela adaptada, ciclismo, esgrima, basquete, rúgbi e tênis em cadeira de rodas foram indicadas como as principais modalidades para a pesquisa e desenvolvimento tecnológico e que devem receber maior atenção. Vantagem tecnológica pode significar vantagem competitiva, como é o caso do Sul Africano Oscar Pistorius, conhecido por Blade Runner que, por não ter as duas pernas, usa próteses feitas de fibra de carbono que garantiram a ele o recorde mundial dos 100, 200 e 400 metros rasos.
As equipes de Desenho industrial, Gestão da Produção e do Núcleo de Desenvolvimento Social do instituto apresentaram a proposta para os atletas paraolímpicos e, outra, de tecnologias assistivas voltadas para a inclusão de crianças com deficiência na Rede Pública de Ensino. O esboço deste projeto foi apresentado no Rio de Janeiro na última segunda-feira (28/03), ao secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia, Marco Antonio de Oliveira.
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