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Autor Tópico: Federação ameaça falhar competições internacionais por falta de dinheiro  (Lida 1383 vezes)

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Federação ameaça falhar competições internacionais por falta de dinheiro  

A Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência (FPDD) vai cancelar as participações em todas as competições internacionais, caso não sejam saldadas até final do ano as verbas devidas ao abrigo do contrato-programa do Projeto Paralímpico.

Em declarações à agência Lusa, Leila Marques, presidente da FPDD afirmou que relativamente ao ano de 2009 "estão ainda em dívida 30 000 euros" e em relação a 2010 a dívida "ascende a 126 500 euros", de um orçamento anual de 416 000 euros.

A federação enviou hoje uma carta aberta ao Instituto do Desporto de Portugal (IDP), às secretarias de Estado do Desporto e da Reabilitação e ao Comité Paralímpico de Portugal (CPP), a expor a situação.

"Estamos numa grave situação financeira devido ao atraso no cumprimento do contrato-programa, não temos condições para sustentar as participações internacionais", disse Leila Marques, acrescentando: "Enquanto a divida não for saldada, não temos condições para avançar".

A presidente da federação, antiga nadadora paralímpica, acredita que a falta de dinheiro "se deve ao facto de na altura da assinatura do contrato-programa para Londres2012 não ter sido contemplado o número correto de atletas", que atualmente se cifra nos 32.

Leila Marques garante já ter exposto a situação ao CPP, entidade responsável pela gestão do projeto paralímpico Londres2012,

"Eles (CPP) já conheciam as nossas dificuldades financeiras, sabemos que tem estado a negociar junto do IDP uma solução para este problema, mas o que é certo é que a federação mão tem mais como protelar a tomada desta decisão", referiu.

Caso se confirme o cancelamento das atividades internacionais, estarão comprometidas as participações nos Jogos Mundiais da IBSA, Campeonato da Europa de Natação IPC, Taça do Mundo de Boccia, e dos cinco atletas da deficiência intelectual nos Global Games.

Além do cancelamento da participação em provas internacionais estarão também comprometidos os estágios internacionais. As competições nacionais não serão afetadas, porque são da responsabilidade dos clubes.

A FPDD, que tem a seu cargo as modalidades de boccia, atletismo e natação, deixou de gerir a preparação para os Jogos Paralímpicos em 2008, após a constituição do CPP.

O valor global da verba disponibilizada ronda 1,96 milhões de euros, a quatro anos, o que representa um aumento de 50 por cento em relação a Pequim2008

in DN
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Projecto paralímpico Londres 2012 em risco
 

OComité Paralímpico de Portugal (CPP) admitiu que as verbas contratualizadas para o projeto paralímpico Londres2012 têm sido insuficientes para cobrir as actuais despesas devido ao número de atletas envolvidos.

OComité Paralímpico de Portugal (CPP) admitiu que as verbas contratualizadas para o projeto paralímpico Londres2012 têm sido insuficientes para cobrir as actuais despesas devido ao número de atletas envolvidos. “Efectivamente há um défice financeiro. As verbas que foram contratualizadas não estão a ser suficientes para cobrir as despesas do projecto, sobretudo em função dos atletas que neste momento se encontram no mesmo”, disse à Agência Lusa o vice-presidente do CPP. As declarações de Carlos Lopes surgem na sequência de uma carta aberta, na qual a Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência (FPDD) admite cancelar as participações em todas as competições internacionais, caso não sejam saldadas até final do ano as verbas devidas ao abrigo do contrato-programa do Projeto Paralímpico. Carlos Lopes disse que o regulamento do contrato-programa quadrianual, cujo valor total ascende a 1,96 milhões de euros, prevê “7000 euros por ano por atleta, enquanto o de Pequim disponibilizava 5000”. O antigo atleta referiu que o CPP já previa a existência de um défice, pelo que “já está em conversações com o Instituto do Desporto de Portugal (IDP) e com a secretaria de Estado para negociar uma adenda ao contrato-programa”. O vice-presidente do CPP admite que a situação poderá melhorar em 2011, ano no qual a verba prevista é de 672 mil euros, mais 216 mil do que no presente ano. “Estamos convencidos de que a partir de Janeiro de 2011, se tudo correr como está contratualizado, as coisas passarão a uma fase regular”, disse o antigo atleta paralímpico, admitindo, no entanto, que “ficam sempre em causa os défices destes dois anos”. O responsável do CPP referiu que, “numa fase inicial, o défice estava a ter repercussões apenas ao nível da preparação dos atletas, tendo o CPP assegurado a 100 por cento as bolsas”. No entanto, acrescentou: “Para minimizar os constrangimentos, o CPP decidiu fazer uma gestão equilibrada do défice e repercuti-lo de igual forma nas bolsas e nos valores para a preparação”. O vice-presidente do CPP referiu que o “IDP já se comprometeu durante os primeiros meses de 2011 em pagar duas mensalidades, e não apenas uma” e adiantou: “Neste momento, aquilo que o IDP propõe não é uma adenda financeira, é de certo modo pagar mais rapidamente os montantes contratualizados para 2011”. Carlos Lopes garantiu compreender “a posição da federação”, mas lamentou o facto de esta “não ter esgotado todos os canais de comunicação, designadamente a solicitação de uma reunião para debater o assunto”. Segundo Leila Marques, presidente da FPDD, a organização “está numa grave situação financeira” e sem “condições para sustentar as participações internacionais”.



Fonte:Açoriano Oriental


 

 



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