Deficiente-Fórum
..:: Deficiente-Forum - Modalidades Desportivas ::.. Responsável: Fisgas => Outros => Tópico iniciado por: Fisgas em 05/11/2011, 19:22
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Brasil se prepara para repetir o 1º lugar do Rio 2007
(http://www.vidamaislivre.com.br/uploads/noticias/esporte/guadalajaraparapan.jpg)
Delegação Brasileira já está de malas prontas para o Parapan de Guadalajara. Disputas começam no dia 13/11.
Publicada em 04 de novembro de 2011 - 14:30
Duzentos e vinte três atletas estão prontos para representar os mais de 190 milhões de brasileiros nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara, México. Entre os dias 12 e 22 de novembro, eles disputarão medalhas e títulos em 13 modalidades: Atletismo, Basquete em Cadeira de Rodas, Bocha, Ciclismo, Futebol de 5, Goalball, Judô, Halterofilismo, Natação, Tênis de Mesa, Tênis em Cadeira de Rodas, Tiro com Arco e Vôlei Sentado.
A meta do Brasil é repetir o primeiro lugar no quadro geral de medalhas, conquistado na última edição, Rio 2007, quando garantiu 228 medalhas (83 ouros, 68 pratas e 77 bronzes). Na primeira edição dos Jogos, na Cidade do México 1999, o País conquistou 180 medalhas (92 de ouro, 55 de prata e 33 de bronze), alcançando o segundo lugar geral. Em 2003, em Mar del Plata, repetiu o vice com 164 (80 ouros, 53 pratas e 31 bronzes).
O Parapan será classificatório para os Jogos Paraolímpicos de Londres 2012 em algumas modalidades, como é o caso do Basquete (Canadá e Estados Unidos já têm vaga), do Goalball, do Halterofilismo (vencedor de cada categoria de peso), Tênis de Mesa (o campeão de cada categoria) e Vôlei Sentado (somente o campeão conquista vaga).
No Tiro com Arco e no Tênis em Cadeira de Rodas, a pontuação no Parapan vale para o ranking internacional, qualificatório para as Paraolimpíadas.
Fonte: http://www.cpb.org.br (http://www.cpb.org.br)
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A 75ª edição dos Jogos Abertos do Interior
A 75ª edição dos Jogos Abertos do Interior, a se realizar entre os dias 7 e 19 de novembro na cidade de Mogi das Cruzes, localizada na Região Metropolitana de São Paulo, contará com a participação de 450 esportistas de Santo André. Deste total, os homens levam razoável vantagem numérica: são 201 integrantes da delegação feminina e 249 da masculina.
Santo André participará pela 1º divisão e, num total de 25 modalidades, disputará 24: atletismo, atletismo para deficientes, basquetebol, biribol, bocha, capoeira, ciclismo, damas, futebol, futsal, ginástica artística, handebol, judô, karatê, luta olímpica, malha, natação, natação para deficientes, taekwondô, tênis, tênis de mesa, voleibol, vôlei de praia e xadrez.
Histórico dos jogos
A história dos Jogos Abertos do Interior começou em 1936, ano que marca a organização da primeira edição da competição, em Monte Alto, Interior de São Paulo. À frente dessa empreitada estavam Horácio “Baby” Barione, ex-jogador de basquete de importantes clubes da capital paulista, e Manuel Carvalho Lima, então presidente da Associação Montealtense.
Com o nome de “Campeonato Aberto do Interior”, a competição reuniu seis cidades que disputaram jogos de basquete. O título ficou com a cidade mineira de Uberlândia, que jogou contra Franca, Mirassol, Monte Alto, Olímpia e Piracicaba.
SERVIÇO:
75º Jogos Abertos do Interior
Data: de 7 a 19 de novembro de 2011
Local: Mogi das Cruzes - SP
Fonte: http://www.reporterdiario.com.br (http://www.reporterdiario.com.br)
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Jogos Abertos 2011: Natação ganha quatro medalhas no 1º dia
A natação bauruense, representada pela equipe da Associação Bauruense de Desportos Aquáticos (ABDA)/Semel, garantiu quatro medalhas - três ouros e uma prata - para Bauru, na categoria PCD, para pessoas com deficiência, ontem, no primeiro dia de competições dos Jogos Abertos de Mogi das Cruzes. Thiago Pestana foi ouro nos 100m livre e 50m peito e prata nos 50m borboleta. Já Lucas Simões ficou com a medalha de ouro nos 50m livre em categoria diferente da disputada por Thiago. As provas da natação têm sequência hoje.
O judô masculino competiu ontem por equipe. Bauru passou por Araraquara vencendo por 3 a 0 e perdeu para Osasco pelo mesmo placar. Osasco, por sua vez, perdeu para Rio Claro e, com esse resultado, Bauru não foi classificada para a repescagem para tentar seguir na competição. Hoje, o judô masculino compete somente no katá, com dois atletas.
Já o vôlei feminino de Bauru, tricampeão da competição e representado pela equipe do Iesb Preve/Semel, começou bem a defesa do título ao vencer, ontem, Santana de Parnaíba por 2 sets a 0 na estreia. As parciais foram 25/19 e 25/15. Hoje, as bauruenses enfrentam Taquaritinga, às 9h, e amanhã, no mesmo horário, Mauá.
Também nesta quarta-feira foi realizado o Congresso Específico do Boxe. Bauru estreia amanhã, quando Tiago Donizetti Idelfonso, categoria médio (75 kg), luta com atleta de Rio Claro, e Leonardo Mendonça, meio médio (69 kg), enfrentará o vencedor do combate envolvendo atletas de Campinas e Itu. Também compõe a equipe Maira Grava (60 kg).
A abertura oficial dos Jogos Abertos de Mogi das Cruzes, em sua 75ª edição, será nesta sexta-feira, 11, às 20h. As competições seguem até o dia 19, quando a solenidade de encerramento e premiação das cidades campeãs inclui a cerimônia de passagem da bandeira dos Jogos de Mogi das Cruzes para Bauru, que sediará os Jogos no próximo ano.
As modalidades de Bauru classificadas para os Jogos Abertos 2011 são: atletismo masculino, biribol, boxe masculino, boxe feminino, kickboxing, damas, judô masculino, ginástica artística masculina, ginástica artística feminina, malha, tênis masculino, tênis feminino, tênis de mesa masculino, xadrez masculino, xadrez feminino, vôlei feminino e natação masculina e feminina. Bauru compete na segunda divisão.
Amanhã, embarcam as equipes da malha e do tênis de mesa masculino. No sábado, seguem para Mogi a damas, futsal masculino, xadrez masculino e feminino, ginástica artística masculina e feminina. Na próxima terça-feira, a equipe do kickboxing e, no dia seguinte, o time de biribol e a equipe de atletismo. A delegação bauruense é chefiada por Claudio Zuicker Yamamuro e Saint Clair Garrido, ambos da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semel). Mais de 16 mil atletas, de 226 municípios devem passar por Mogi das Cruzes até o final dos Jogos.
Fonte: http://www.jcnet.com.br/detalhe_esportes.php?codigo=217922 (http://www.jcnet.com.br/detalhe_esportes.php?codigo=217922)
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Parapan: Experiência e energia de sobra na equipe masculina de tênis em cadeira de rodas do Brasil
É comum escutar no meio do esporte que um atleta com mais de 30 anos já está velho e deve começar a pensar sua aposentaria. No entanto, basta assistir a um treino da equipe brasileira de tênis em cadeira de rodas para esta tese cair por água abaixo.
Sob os efeitos da altitude de 1.500 metros e um calor escaldante, que fazia repórteres e fotógrafos buscarem qualquer cantinho de sombra como se fosse o último chocolate da Páscoa, Carlos Alberto e Maurício Pomme, ambos com 41 anos, treinaram por duas horas ininterruptas na manhã de quinta-feira.
Carlos Alberto, conhecido como Jordan, devido à passagem de mais de uma década pelo basquete em cadeira de rodas, já participou de nove Mundiais e duas Paraolimpíadas pelo tênis em cadeira de rodas e explica o segredo de tanto fôlego.
“É preciso cuidar da alimentação, dormir cedo, abrir mão de muitas coisas boas da vida... O segredo é a vontade de estar em quadra, de melhor ainda mais, de ganhar jogos importantes.”
Toda a experiência, porém, não evita o friozinho na barriga antes de uma competição importante como o Parapan de Guadalajara.
“O frio na barriga é o que nos faz continuar treinando e jogando. O dia em que deixarmos este sentimento é porque está na hora de parar.” – afirmou Jordan.
Parceiro de Jordan na conquista da medalha de ouro nas duplas em 2007, nos Jogos do Rio de Janeiro, Maurício Pomme também esbanja energia e força de vontade na busca pelo bi, nas duplas, e por bons resultados no simples.
“Estamos preparados para o desgaste. Treinamos todos os dias para isso e acabamos ficando casca-grossa. A partir do momento em que se veste a camisa do Brasil, você tem que entrar em quadra com a faca nos dentes e na busca por fazer sempre o melhor.”
Quem só tem a ganhar com a experiência da dupla Jordan/Maurício é o “garoto” Daniel Alves, terceiro integrante da equipe masculina de tênis em cadeira de rodas em Guadalajara.
“Como estou começando agora, a experiência deles é muito importante para mim. Só de observá-los em quadra já aprendo bastante”, declarou Daniel, com 25 anos recém completados.
Os três tenistas consideram os argentinos e os americanos como os rivais mais fortes na disputa por medalhas no tênis em cadeira de rodas, que terá início no dia 13 de novembro.
http://diversao.terra.com.br (http://diversao.terra.com.br)
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Conheça mais sobre as 13 modalidades que o Brasil vai participar no Parapan de Guadalajara
(http://www.vidamaislivre.com.br/uploads/noticias/esporte/guadalajaraparapan.jpg)
Entre os dias 12 e 20/11, 223 atletas vão representar o Brasil nos Jogos Parapanamericanos de Guadalajara e esperam repetir o bom resultado do Parapan do Rio.
Publicada em 11 de novembro de 2011 - 14:30
Entre os dias 12 e 20 de novembro, 223 atletas vão representar o Brasil nos Jogos Parapanamericanos de Guadalajara 2011. Eles competirão em 13 modalidades e esperam repetir o bom resultado do Parapan do Rio, quando o país alcançou o primeiro lugar no quadro geral de medalhas.
Para entrar no clima e ficar mais por dentro dos Jogos, que tal ler um pouco mais sobre cada uma das modalidades? Veja:
Atletismo
Nos últimos Jogos Parapanamericanos no Rio de Janeiro, em 2007, o Brasil terminou em primeiro lugar geral, com 25 medalhas de ouro, 27 de prata e 21 de bronze, totalizando 73 medalhas na modalidade. Em Guadalajara, a equipe quer melhorar essa marca. Terezinha Guilhermina, Lucas Prado, Shirlene Coelho, Odair Santos e Yohansson Nascimento são destaques mundo afora. Alan Fonteles e Jenifer Santos são apostas juvenis.
Basquete em Cadeira de Rodas
Desenvolvido por americanos como forma de reabilitação para soldados da Segunda Guerra Mundial, o Basquete em Cadeira de Rodas rapidamente se disseminou ao redor do mundo e já é praticado em mais de 80 países. No Parapan do Rio 2007, o Brasil conquistou o 4º lugar no feminino e o 3º no masculino.
Bocha
Acredita-se que a Bocha surgiu ainda na Grécia Antiga, como exercício de paciência, tática e habilidade. Hoje, a modalidade é praticada em mais de 50 países ao redor do mundo. O Brasil conta com grandes atletas e busca medalhas em Guadalajara.
Ciclismo
O ciclismo paraolímpico surgiu, primeiramente, como um esporte apenas para deficientes visuais. Com o tempo, a tecnologia avançou e novos equipamentos foram criados, possibilitando a inserção de atletas com outros tipos de deficiência. É dividida em Trilha e Pista. Os brasileiros mais renomados são Soelito Gohr, Lauro Chaman e João Schwindt.
Futebol de 5
Praticado por quatro atletas deficientes visuais (jogadores de linha) e um não deficiente (goleiro), o Futebol de 5 é muito forte no Brasil. Nossa seleção é bicampeã mundial e ouro nos Jogos de Pequim 2008. No Parapan o objetivo é claro: o topo do pódio, como aconteceu nos Jogos do Rio 2007.
Goalball
Criado com o objetivo de reabilitar soldados que perderam a visão durante a Segunda Guerra Mundial, o Goalball rapidamente se disseminou e hoje é um dos esportes mais populares do Movimento Paraolímpico, sendo praticado em mais de cem países. É o único esporte do programa criado exclusivamente para o esporte adaptado.
Halterofilismo
Com atletas de mais de cem países competindo em torneios internacionais, o halterofilismo é um dos esportes que cresce mais rápido atualmente. A classificação para a modalidade é feita unicamente através do peso. Portanto, atletas com diferentes deficiências competem juntos pela mesma medalha.
Judô
O Judô para Cegos é a única arte marcial do Programa e sempre reserva grandes emoções para o público. O brasileiro Antônio Tenório é um dos grandes atletas do mundo.
Natação
A tradição brasileira dentro das piscinas é notável. No Parapan do Rio 2007, o Brasil ficou em segundo lugar geral da modalidade, perdendo apenas para o Canadá, com 39 medalhas de ouro, 30 de prata e 29 de bronze. Os medalhistas paraolímpicos Clodoaldo Silva, Daniel Dias, Andre Brasil e Edênia Garcia são alguns nomes de peso.
Tênis de Mesa
No Parapan do Rio 2007, o Brasil foi campeão geral da modalidade com 26 medalhas, sendo 11 de ouro, sete de prata e oito de bronze. O objetivo é repetir a grande campanha em Guadalajara, no próximo mês de novembro.
Tênis em Cadeira de Rodas
O Tênis em Cadeira de Rodas foi criado há mais de 35 anos e ainda hoje é um dos esportes paraolímpicos que mais cresce no mundo. A principal diferença para o tênis tradicional é que a bola pode quicar até duas vezes. Carlos Jordan, Maurício Pomme e Natália Mayara são alguns dos grandes nomes do Brasil na modalidade.
Tiro com Arco
Uma distância de 70m separa os atletas do alvo, que mede 1,22m de diâmetro, sendo formado por dez círculos concêntricos. Em cada tentativa, a concentração é fundamental para os arqueiros. A modalidade surgiu como uma atividade de recreação e reabilitação para seus praticantes – em princípio, lesionados medulares - e já conta com história de mais de 50 anos.
Vôlei Sentado
O Voleibol Paraolímpico é um esporte muito recente, se comparado com outras modalidades. Inventado na Holanda nos anos 1950, é uma combinação do vôlei tradicional com o esporte alemão Sitzbal, que as pessoas praticavam sentadas. Sua popularização foi rápida: já estava presente na Paraolimpíada de Arnhem, em 1980, e hoje é praticado em mais de 50 países.
Fonte: http://www.cpb.org.br (http://www.cpb.org.br)
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Para-atletas dão lição de vida e são esperança de medalha para o Brasil
(http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2011/11/44561204bbf4cadf7cd5443c7f9bbaa60aa96f90-300x225.jpg)
Conheça duas histórias de superação no esporte brasileiro. São lições de vida que podem render também medalhas para o país.
Planos? São muitos. “Quero tanta coisa, até difícil de falar. Em relação à paracanoagem, eu quero estar em 2016 representando o país e buscando a medalha de ouro”, comenta Fernando Fernandes, atleta da paracanoagem.
Fernando Fernandes ganhou fama no Big Brother Brasil 2. Em 2009, ele sofreu um acidente de carro e perdeu os movimentos das pernas.
A canoagem surgiu como forma de fisioterapia e o levou a disputar competições pelo mundo. Fernando é campeão sul-americano e mundial. “Não são deficientes praticando esporte. São eficientes praticando esporte em alto nível”, destaca.
Às vezes é um reencontro. O esporte, deixado para trás por causa de uma deficiência, volta à vida de quem, por exemplo, sofreu um acidente. Foi assim com o Marcos Alves, mas essa reaproximação demorou um pouco mais. Foram 17 anos sem montar, depois que uma queda de um cavalo o deixou paraplégico.
Antes do acidente, Marcos disputava campeonatos de salto. Hoje ele monta no triciclo para ensinar.
“Ele consegue, realmente, passar para os alunos dele o que você tem de fazer e nos encoraja a acreditar que a gente é capaz de fazer”, destaca uma jovem.
Um dia, de tanto insistir, uma aluna conseguiu fazer Marcos voltar a montar. Ele descobriu o hipismo adaptado. Na prova, ele guia o animal, que precisa fazer alguns movimentos na pista. Desse jeito, Marcos ganhou medalhas em Parapanamericanos e Paraolimpíadas.
“Ter a oportunidade de novo de estar em cima de um cavalo, que sempre foi tudo para mim, foi muito bom. Isso dá um algo mais na sua vida muito grande. O dia a dia de dormir e saber que amanhã eu tenho mais”, diz Marcos Alves, atleta do hipismo adaptado.
“Quando eu estou em cima do caiaque, parece que o caiaque são as minhas pernas. Eu consigo flutuar. Eu falo que consigo flutuar e andar sobre as águas”, compara Fernando Fernandes, atleta da paracanoagem.
Fonte: Bom Dia Brasil
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Brasil começa bem, mas perde para o Canadá no basquete
(http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/619/464/img.terra.com.br/i/2011/11/13/2109681-6174-rec.jpg)
Brasil não era o favorito, mas deu esperanças após bom início
O confronto era complicado e o Brasil não era o favorito, mas o bom início da Seleção Brasileira feminina, que abriu 9 a 2 no placar contra o Canadá, chegou a dar esperanças de vitória na estreia do basquete em cadeira de rodas no Parapan de Guadalajara. Contudo, as canadenses, comandadas pela pivô Janet McLachlan, cestinha da partida com 27 pontos, se recuperaram e chegaram à vitória por 67 a 49 (27 a 23).
A paraense Lia, cestinha do Brasil na partida ao lado de Débora, acredita que faltou equilíbrio para a equipe. "Ainda não tem nada perdido. Cada jogo é um aprendizado e não podemos repetir os erros que cometemos hoje", disse ela, que promete ir com tudo atrás da medalha. "O campeonato está apenas começando e vamos em busca do nosso objetivo, que é a medalha, sem cabeça baixa", afirmou.
As brasileiras voltam à quadra nesta segunda-feira para enfrentar El Salvador às 17h30 (de Brasília). Já a equipe masculina estreia na competição às 13h (de Brasília), contra a Guatemala.
A Seleção Brasileira feminina de basquete perdeu do Canadá por 67 a 49, neste domingo, na estreia do basquete nos Jogos Parapan-Americanos
Próximo jogo das brasileiras será nesta segunda-feira, às 17h30, contra El Salvador
Os homens do basquete brasileiro também entram em quadra nesta segunda-feira e estrearão contra a Guatemala
Fonte: http://esportes.terra.com (http://esportes.terra.com)
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Brasil brilha no Parapan e conquista três ouros no 1º dia da natação
(http://www.vidamaislivre.com.br/uploads/noticias/esporte/natacao_ronaldosantos.jpg)
A natação brasileira entra ainda com um maior favoritismo no segundo dia de disputas, nesta segunda-feira.
Publicada em 14 de novembro de 2011 - 11:30
O Brasil brilhou no primeiro dia da natação nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara. Neste domingo, a delegação brasileira conquistou três ouros na competição com Ronaldo Souza, nos 400 m da categoria S7; Caio Oliveira, nos 100 m peito da categoria S8; e a equipe de revezamento 4x50 m livre 20 pontos, formada por Ronystony Cordeiro, Adriano de Lima, Clodoaldo Silva e Daniel Dias. Com as premiações, o País lidera o quadro de medalhas da modalidade.
Ronaldo Souza Santos é o primeiro medalhista de ouro da natação brasileira nos Jogos Parapan-americanos. Após conquistar duas pratas no Rio de Janeiro, em 2007, o atleta foi o campeão dos 400m livre na categoria S7 neste domingo. O brasileiro ficou à frente do mexicano Enrique Perez e do canadense Jean-Sebastien Lapointe na prova.
Ronaldo teve poliomielite quando estava com um ano e meio de idade. Começou a praticar natação em 2000, por incentivo de um amigo, e disputou o seu primeiro torneio, o Campeonato Aberto de Mar del Plata, no ano seguinte. A segunda medalha de ouro veio com Caio Oliveira. Nascido com uma má-formação nos membros inferiores, o atleta começou a nadar aos 5 anos de idade por recomendação médica, e obteve a consagração neste domingo. o Brasileiro, de apenas 18 anos, superou o canadense Sergeant-Tsonos Christopher e o argentino Lucas Poggi para subir no lugar mais alto do pódio.
Já o time brasileiro de revezamento venceu a última prova do dia. A equipe brasileira chegou à frente de mexicanos e argentinos e consagrou novamente Clodoaldo Silva. O competidor, um dos maiores da história do paradesporto brasileiro, somou o 12º ouro na carreira, somente em pan-americanos.
A natação brasileira entra ainda com um maior favoritismo no segundo dia de disputas, nesta segunda-feira. André Brasil; o veterano Genezi - que esteve na Paraolimpíada de Barcelona, em 1992; os irmãos Renato e Regiane Nunes e Letícia Lucas e Gabriela Cantagalo estão em Guadalajara como favoritos ao ouro.
Com informações da Gazeta Esportiva
Fonte: http://esportes.terra.com.br/ (http://esportes.terra.com.br/)
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Brasil estreia com vitória no basquete masculino em cadeira de rodas
(http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cs/2000/2665/0/331/301/401/img.terra.com.br/i/2011/11/14/2110531-6556-rec.jpg)
Miranda participou da boa estreia do Brasil no Parapan
A Seleção Brasileira masculina de basquete em cadeira de rodas estreou bem nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara. Nesta segunda-feira, o time venceu a Guatemala por 95 a 20, com atuações destacadas do pivô Leandro de Miranda e do armador Paulo César Baixinho. A competição dá uma vaga para os Jogos Paraolímpicos de Londres, em 2012.
"O Brasil venceu o primeiro jogo e vamos firmes buscar o sonho paraolímpico. Qualquer obstáculo que vier, tentaremos superar. É botar a bola na cesta e conquistar esse feito", apontou Leandro. O Brasil pode conquistar a vaga para os Jogos de 2012 mesmo se terminar com o bronze, desde que Estados Unidos e Canadá, já classificados, fiquem com prata e ouro.
"Teremos pela frente Argentina e Estados Unidos, adversários mais fortes. Mas a garra e a tática demonstradas em quadra apontam que o Brasil pode sim conquistar outras vitórias e chegar a Londres", disse a treinador Maria de Fátima. A Seleção Brasileira volta a quadra nesta terça-feira, contra a Argentina, às 20h (de Brasília).
Fonte: http://esportes.terra.com.br (http://esportes.terra.com.br)
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Depois de ignorar o Pan, Globo envia equipe a Guadalajara e coloca Parapan no Jornal Nacional
(http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/files/2011/11/parapan.jpg)
foto: o nadador Daniel Dias comemora uma das duas medalhas de ouro que conquistou em Guadalajara.
Realizado em Guadalajara, os Jogos Parapan-Americanos estão merecendo da Rede Globo um tratamento bem diferente do que a emissora deu ao Pan-2011, disputado na mesma cidade, na segunda quinzena de outubro.
Como se sabe, a Globo praticamente ignorou o Pan, cujos direitos de transmissão foram adquiridos pela Record. Nos dois primeiros dias da competição a emissora carioca chegou a utilizar, de forma irregular, imagens cedidas por uma agência de notícias.
Já o Parapan tem merecido reportagens diárias no “Jornal Nacional” e em outros programas jornalísticos da Globo. O motivo é simples: os direitos de transmissão dos Jogos foram adquiridos pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), que os repassou, sem custo algum ou qualquer exigência, para todas as emissoras brasileiras.
O procedimento repete o ocorrido nas Paraolimpiadas de Atenas e Pequim, quando o CPB comprou os direitos dos Jogos e os sublicenciou para todas as TVs.
Desde 2004, para aumentar a visibilidade do esporte paraolímpico brasileiro, o CPB tem investido na área de comunicação, convidando jornalistas e empresas de comunicação a acompanhar as grande competições internacionais. A novidade é que em Guadalajara TV Globo, Sportv, Record, SBT (duas equipes), além de uma equipe da TV Brasil, vieram por conta própria.
Segundo a MediaGuide, empresa que presta serviços de comunicação ao CPB, outros oito veículos de comunicação brasileiros estão acompanhando os Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara a convite do Comitê Paraolímpico Brasileiro, com as despesas pagas.
http://www.paraplegicos.com (http://www.paraplegicos.com)
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Atletismo ganha 15 medalhas e assume a ponta no Parapan
(http://www.vidamaislivre.com.br/uploads/noticias/esporte/guadalajaraparapan.jpg)
O Brasil soma agora 9 medalhas de ouro, 10 de prata e 4 de bronze, totalizando 23. Nesta quarta-feira, a Seleção volta ao estádio de atletismo para disputar 21 provas.
Publicada em 16 de novembro de 2011 - 14:30
O segundo dia de competição no atletismo foi marcado por conquistas do Brasil. Foram 15 medalhas sendo sete de ouro, seis de prata e duas de bronze. Todos os brasileiros que disputaram finais subiram ao pódio. “É um momento de muita emoção para mim. Eu venci um tumor no cérebro no começo do ano, não pude competir o Mundial da Nova Zelândia e vim com tudo para o Parapan. Esse ouro representa muito para mim e quero mais”, avisou o acreano Thierb Siqueira, 21 anos, que sagrou-se o melhor das Américas nos 400m T12 (baixa visão).
Entre as conquistas de terça-feira, destaque para as mulheres cegas mais rápidas do continente. Terezinha Guilhermina, Jerusa Santos e Jhulia Karol formaram o pódio dos 100m T11 (perda total de visão). Inovação definida no Mundial de Atletismo da Nova Zelândia, os atletas-guia receberam medalha pela primeira vez. “Eu sempre fui à favor. Para mim, o Guilherme (Santana) é parte fundamental das minhas conquistas e também merece a medalha”, ressaltou Terezinha.
O Brasil soma agora nove medalhas de ouro, dez de prata e quatro de bronze, totalizando 23. E vem mais pela frente. Nesta quarta-feira, a Seleção volta ao estádio de atletismo para disputar 21 provas, sendo sete finais e o restante eliminatórias.
“Nossos atletas estão correspondendo às nossas expectativas. Avançamos no quadro geral de medalhas e pretendemos manter essa posição até o fim do Parapan. Viemos para Guadalajara com o objetivo de repetir o primeiro lugar conquistado no Rio 2007 e estamos conseguindo”, afirmou o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons.
Programação desta quarta-feira, 16:
14h - Lançamento de peso F32-34 – FINAL
Bruno Teixiera – 4º atleta
14h20 - 200m T46 – ELIMINATÓRIA
Emicarlo Souza – raia 1
Cleiton Lima Pereira – raia 4
14h25 - 200m T46 – ELIMINATÓRIA
Yohansson Nascimento – raia 2
14h30 – 200m T53 – ELIMINATÓRIA
Arisovaldo Silva (Parré) – raia 5
14h40 – 200m T11 – ELIMINATÓRIA
Daniel Silva – raia 3
14h45 – 200m T11 – ELIMINATÓRIA
Felipe Gomes – raia 3
Lucas Prado – raia 5
14h50 – 200m T11 – ELIMINATÓRIA
Jerusa Santos – raia 3
14h55 – 200m T11 – ELIMINATÓRIA
Jhulia Karol – raia 3
15h – 200m T11 – ELIMINATÓRIA
Terezinha Guilhermina – raia 5
15h05 – 200m T12 – ELIMINATÓRIA
Sirlene Guilhermino – raia 7
15h10 – 200m T12 – ELIMINATÓRIA
Ana Tércia – raia 5
15h20 – 200m T12 – ELIMINATÓRIA
Thierb Siqueira – raia 7
16h – Arremesso de peso F54-56 - FINAL
Elizabeth Gomes – 2ª atleta
16h03 – 400m T54 – FINAL
Thiago Souza – raia 3
16h08 – 400m T46 - ELIMINATÓRIA
Yohansson Nascimento – raia 5
Emicarlo Souza – raia 8
16h13 – 400m T46 - ELIMINATÓRIA
Cleiton Lima Pereira – raia 7
16h15 – lançamento de disco F57/58 – FINAL
Bruno Rodrigues Teixeira – 12º atleta
Claudiney Batista dos Santos – 13º atleta
17h13 – 1500m T12/13 - ELIMINATÓRIA
Yeltsin Jacques – raia 2
18h15 – 100m T46 – FINAL
Sheila Finder – raia 4
18h45 – 200m T11 – FINAL
Daniel Silva – se classificado
Felipe Gomes – se classificado
Lucas Prado – se classificado
18h55 – 200m T12 – FINAL
Thierb Siqueira – se classificado
Fonte: http://www.cpb.org.br (http://www.cpb.org.br)
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Atleta supera limites do corpo para conquistar medalhas nos Jogos Abertos
(http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2011/11/515033cedbcadd450edb81eb03aa1f91.jpg)
Ser atleta, acima de tudo é saber superar limites e tentar conquistar o lugar mais alto do pódio. Geralmente, este é o pensamento de todos os que praticam qualquer modalidade esportiva e brigam por uma medalha. Em dia de provas de atletismo para os portadores de deficiência, além de encontrar pessoas que estão tentando quebrar as barreiras e os limites do esporte, é possível também encontrar histórias de superação e força de vontade.
Minutos antes de subir ao pódio, para receber a terceira medalha de ouro, a cadeirante Rachel de Campos, integrante da delegação de Santa Barbara D’Oeste, fez questão de contar um pouco de sua história e dizer que a competição para ela era acima de tudo a sensação de estar viva e ver o quanto a vida vale a pena.
Há quatro anos, Rachel sofreu um acidente de trabalho e teve uma lesão gravíssima na coluna cervical, que fez com que ela perdesse os movimentos nos membros inferiores. “Depois do acidente fiquei um ano e três meses internada em um hospital na minha cidade sem condições de me mexer ou executar qualquer tarefa do dia a dia. Depois da alta meus braços estavam muito fracos. Foi quando decidi entrar na hidroterapia”, lembrou.
Das sessões de terapia para as competições como atleta de natação pcd foi um pulo. “Nem imaginava que saberia nadar. Estimulada pelo meu técnico comecei a praticar a natação e consequentemente o atletismo. Hoje estou aqui, superando meus limites e conseguindo elevar o nome da minha cidade ao lugar mais alto do pódio”, completou.
Viúva e mãe de três filhos, a atleta de 42 anos disse que não pensa em parar e muito menos abandonar o esporte. “Depois do acidente não imaginava que poderia ter uma nova vida. E foi justamente esta sensação que tive quando recebi a minha primeira medalha. A de renascer e aprender a conviver com as minhas limitações sem reclamação. Hoje aprendi a ser feliz do jeito que sou e pretendo chegar muito longe ainda como atleta”, finalizou.
Fonte: Jogos Abertos 2011
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Dupla brasileira consegue bronze no tênis em cadeira de rodas
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Dupla brasileira conquistou medalha de bronze no tênis em cadeira de roda
Foto: Bruno de Lima / FOTOCOM.NET / CPB /Divulgação
Reduzir Normal Aumentar Imprimir Maurício Pomme e Carlos Santos garantiram mais uma medalha para o Brasil nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara nesta quarta-feira. No tênis em cadeira de rodas, disputa por duplas, eles venceram os colombianos Eliecer Oquendo e Maurício Vega por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 6/1.
Veja o quadro de medalhas dos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara
Os brasileiros tiveram dificuldade no primeiro set e chegaram a ficar atrás no placar, mas conseguiram a virada para fechar por 7/5. O segundo set foi o mais tranquilo, com seguidas quebras de saque para confirmar a vitória e a conquista da medalha de bronze. O lugar ao pódio foi garantido em 1h17 de confronto.
Competem no tênis em cadeira de rodas qualquer pessoa que tenha deficiência relacionada a locomoção. Se isso impede de participar de competições regulares de tênis, então tornar o atleta habilitado a competir com o uso das cadeiras de rodas
Fonte: http://esportes.terra.com.br (http://esportes.terra.com.br)
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Brasil passa de 100 medalhas e mantém a ponta
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Natação, atletismo, ciclismo e bocha conquistam mais oito ouros para o país. Segundo colocado, Estados Unidos, têm 66 medalhas no total, com 28 de ouro.
Publicada em 17 de novembro de 2011 - 14:30
A marca das cem medalhas foi ultrapassada pelo Brasil em apenas quatro dias de Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara: já são 104, sendo 40 de ouro, 30 de prata e 34 de bronze. Um desempenho que levou o país a disparar no quadro geral, já que os Estados Unidos, segundo colocado, têm 66 medalhas no total, com 28 de ouro.
Dos 40 ouros brasileiros, oito foram conquistados nesta quarta-feira. A natação, dona de 50 das 104 medalhas, contribuiu com mais 14, quatro delas de ouro (texto enviado à parte). No Atletismo ganhou mais duas medalhas douradas: Lucas Prado bateu o recorde Parapan-Americano dos 200m T11, com 22s85, e Thierb Siqueira venceu os 200m T12 (texto enviado à parte). Fábio Moraes garantiu o ouro na classe BC4 no último dia de competições da bocha, que volta ao Brasil com dois bronzes, de José Carlos Chagas, na BC1, e Clodoaldo Massardi, na BC3.
Mas o pódio mais comemorado do dia foi no ciclismo de pista, com dobradinha verde-amarela na prova de perseguição da classe C4-5. João Schwindt e Soelito Ghor conquistaram ouro e prata, respectivamente, em uma final emocionante no velódromo de Guadalajara. Os atletas da classe C5 disputaram a eliminatória juntos e, como conquistaram os melhores tempos, se enfrentaram novamente na final.
"A minha primeira prova foi boa, mas sabia que podia ser melhor", disse João. "Hoje fui buscar medalha, mas não esperava o ouro. Fiz o melhor tempo da minha vida na eliminatória e a partir dali vi que podia ganhar. Fui para a final feliz da vida, só não sabia como o meu corpo ia responder. Dei o máximo e consegui conquistar o primeiro lugar", comemorou.
Soelito Ghor, que já conquistara um ouro e um bronze no contra-relógio, ficou muito contente com a prata. "Pra mim essa prata é como se fosse ouro. Nunca foi tão bom fazer um segundo lugar, pois perdi para um brasileiro. Agora vou batalhar para ganhar mais medalhas, pois terei que dividir essas com a minha filha", disse Soelito.
Para o coordenador técnico da modalidade, Romolo Lazzaretti, o resultado foi muito bom, dentro das expectativas. “Estávamos com a meta de ganhar seis medalhas e já conquistamos cinco, três com o Soelito e duas com o João. Ainda vamos disputar a prova de estrada e vamos aumentar esse número”, afirmou.
Abaixo, um resumo da participação do Brasil no quarto dia de competições dos Jogos Parapan-Americanos.
TIRO COM ARCO
Francisco das Chagas Dantas e Patrícia Layolle garantiram vaga nas decisões do bronze na categoria recurvo, a partir das 9h30 (13h30 de Brasília) desta quinta-feira, último dia de provas da modalidade.
FUTEBOL DE 5
A Seleção Brasileira de futebol de 5 goleou El Salvador por 10 a 0, com quatro gols de Marcos Rogério. Com a vitória, o Brasil manteve liderança da competição, com seis pontos e 14 gols de saldo. Os brasileiros Ricardinho e Marcos Rogério são os artilheiros do torneio com quatro gols cada. O Brasil enfrenta o México às 10h (14h) desta quinta-feira.
VOLÊI SENTADO
O Brasil conquistou dois triunfos no dia, sobre México (3 a 0) e Canadá (3 a 1), e garantiu vaga nas semifinais do vôlei sentado, com quatro vitórias e uma derrota, atrás apenas dos Estados Unidos. Nesta quinta-feira, a Seleção Brasileira enfrenta o Canadá, às 16h (20h), em busca de uma vaga na final. Apenas o campeão se classifica para Londres 2012.
GOALBALL
A equipe feminina conquistou sua primeira vitória nos Jogos Parapan-Americanos com estilo: 10 a 0 sobre El Salvador. O destaque foi Gleyse, autora de cinco gols. O resultado classificou o Brasil para as semifinais da competição. A Seleção masculina também goleou: 14 a 4 sobre a Argentina, com nove gols de Alexsander, e garantiu a liderança da fase classificatória. Nesta quinta-feira, o time masculino joga contra El Salvador às 9h (13h) e o feminino enfrenta o México às 14h30 (18h30).
TÊNIS EM CADEIRA DE RODAS
A dupla de tênis brasileira Carlos “Jordan” e Maurício Pomme, ouro nos jogos do Rio de Janeiro, não conseguiu passar pelos argentinos Fernández e Ledesma e disputa a medalha de bronze às 13h (17h) desta quinta-feira, contra a dupla colombiana Oquendo/Vega.
TÊNIS DE MESA
O Brasil teve uma quarta-feira de vitórias no tênis de mesa masculino por equipes, derrotando Venezuela, Colômbia, Argentina, Estados Unidos, México e Cuba nas várias classes em disputa.
Fonte: http://www.cpb.org.br/ (http://www.cpb.org.br/)
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Brasil é eliminado por México e EUA no basquete em cadeira de rodas
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As equipes de basquete em cadeira de rodas do Brasil tiveram uma quinta-feira triste nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara. As Seleções Brasileiras masculina e feminina foram eliminadas ao serem derrotadas por México e Estados Unidos, respectivamente, e estão fora da briga pela medalha de ouro.
Veja o quadro de medalhas dos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara
O time masculino caiu por pouco: foi derrotado pelo México por 60 a 58, deixando a competição ainda nas quartas de final. O adversário dos mexicanos nas quartas será os Estados Unidos. A partida foi equilibrada - no último quarto, por exemplo, os mexicanos fizeram apenas um ponto a mais do que os brasileiros.
Apesar da eliminação, a Seleção teve o cestinha da partida: Leandro de Miranda novamente se destacou, com 23 pontos, 15 rebotes e cinco assistências. Depois dele, o melhor foi Wandemberg, com seis pontos, quatro rebotes e seis assistências. Já entre os mexicanos, Raul Ortega teve o desempenho mais vistoso, com 22 pontos, sete rebotes e cinco assistências.
Assim, o Brasil encerra um campeonato irregular em Guadalajara: na primeira fase, perdeu duas vezes e venceu apenas uma. Já a equipe feminina prometia ir mais longe, depois de ficar em segundo lugar do Grupo A na primeira fase, com duas vitórias e uma derrota. Na semifinal, o time foi derrotado pelos Estados Unidos por 66 a 32.
Durante o primeiro tempo, as brasileiras ainda tentaram acompanhar o ritmo das adversárias, mas os dois quartos finais foram de desempenho muito ruim: no terceiro período, foram 20 pontos das americanas, contra apenas quatro do Brasil. No último quarto, nova lavada: 16 dos Estados Unidos e só 18 da Seleção.
Débora Guimarães foi a jogadora mais eficiente do Brasil na partida, com 14 pontos, dois rebotes e cinco assistências. A cestinha da partida foi a americana Rebecca Marie Murray, que fez 23 pontos, com 11 rebotes e nove assistências, ditando o ritmo da vitória americana.
Fonte: http://esportes.terra.com.br (http://esportes.terra.com.br)
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Brasil ganha três ouros e duas pratas no tênis de mesa por equipes do Parapan
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Brasileiros da categoria C9-10 comemoram a conquista no Parapan de Guadalajara
O quadro de medalhas do Brasil nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara foi recheado pelo ótimo desempenho do País no tênis de mesa nesta sexta-feira. Na disputa por equipes, os brasileiros chegaram ao ouro em três categorias: C1-3, C6-8 e C9-10. Já na C4-5 masculina e feminina, os para-atletas brasileiros conseguiram o segundo lugar do pódio e a medalha de prata.
Veja o quadro de medalhas dos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara
A disputa do tênis de mesa no Parapan é dividida por categorias enumeradas de 1 a 11. Quanto maior o número, maior a dificuldade dos jogadores na disputa. De 1 a 5 compreende atletas cadeirantes, de 6 a 10 reúne atletas andantes e a categoria C11 trata de andantes com deficiência mental.
Na disputa que reúne atletas C1, C2 e C3, Welder Camargo e David Andrade ficaram com o ouro depois de vencer os argentinos Fernando Eberhardt e Gonzalo Agosta por 3 partidas a 0 - as disputas são feitas no sistema melhor de cinco. O bronze ficou com a equipe do México, formada por Jesus Sanchez e Gabriel Zaldivar.
A Argentina, por outro lado, causou a única derrota brasileira em finais nesta sexta. Ezequiel Babes ainda conseguiu vencer uma partida, contra Gabriel Copola, mas, ao lado de Claudiomiro Segatto, ficou com a prata, enquanto o rival celebrou a vitória junto a Ernesto Rodríguez, na categoria C4-5. O terceiro lugar foi conquistado pelos americanos Emmanuel Siu e Andre Scott.
Já na disputa C6-8, Paulo Salmin e Carlo di Franco derrotaram os canadenses Ian Kent e Masoud Mojtahed por 3 partidas a 1 para garantir o título. Cristian Dettoni e Ruperto Morales, do Chile, garantiram o bronze. Entre as mulheres, Maria Pereira e Joyce de Oliveira caíram na final para as mexicanas Maria Arenales e Maria Paredes por 3 a 2.
Encerrando o dia dourado no tênis de mesa, na disputa mais apertada, Alexandre Lazarin e Carlos Carbinatti venceram os americanos Tahl Leibovitz e Wayne Lo por 3 a 2, conquistando o ouro. Eles competiram na categoria C9-10. O bronze foi novamente do México, com Rene Domingues e Miguel Vazquez.
Fonte: http://esportes.terra.com.br (http://esportes.terra.com.br)
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Brasil cada vez mais perto do bi do vôlei sentado no Parapan
(http://www.vidamaislivre.com.br/uploads/noticias/esporte/guadalajaraparapan.jpg)
País acumula 132 medalhas, com 20 ouros a mais que o segundo colocado no quadro geral.
Publicada em 18 de novembro de 2011 - 14:30
Cada vez mais firme na primeira posição do quadro geral dos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara, o Brasil ganhou mais 28 medalhas nesta quinta-feira, sendo 14 de ouro, seis de prata e oito de bronze, acumulando 132 no total – 54 de ouro, 20 a mais que os Estados Unidos, o segundo colocado.
Nesta sexta-feira, o país pode conquistar o bicampeonato do vôlei sentado e garantir a única vaga da modalidade nas Paraolimpíadas de Londres 2012, numa reedição da final do Parapan do Rio, em 2007, contra os Estados Unidos, às 19h (23h de Brasília). Na semifinal, a equipe fez sua melhor exibição na competição e venceu o Canadá por 3 a 0 (25/9, 25/8 e 25/13). “O Brasil foi perfeito técnica e taticamente neste jogo contra o Canadá. Foi a melhor partida que já vi a Seleção jogar. Vamos tentar manter essa postura para vencer os Estados Unidos”, disse o técnico Fernando Guimarães.
Há quatro anos, o Brasil perdeu para os americanos na primeira fase, mas deu o troco na final, conquistando o ouro numa virada histórica. Este ano, a Seleção também foi derrotada pelos americanos na primeira fase e espera devolver o resultado mais uma vez. Gilberto Lourenço, o Giba, estava no elenco do Brasil em 2007. “Sonhamos repetir o Rio. Vamos suar a camisa e buscar esse bicampeonato”, disse Giba após a vitória sobre os canadenses.
Há promessas de ouro também na natação, com Daniel Dias podendo chegar a nove medalhas douradas, e no atletismo, que nesta quinta-feira viveu um momento histórico, com dez ouros e o recorde mundial de Yohansson Nascimento nos 200m T46, com o tempo de 22s34. Yohansson, que já conquistara o ouro nos 100m T46, volta às pistas nesta sexta-feira para disputar os 400m T46, às 14h20 (18h20).
O judô é o último esporte a estrear neste Parapan, e já começa com o astro Antônio Tenório buscando o bicampeonato na categoria até 100 kg. Ouro no Rio, em 2007, Tenório também foi campeão em quatro Paraolimpíadas: Atlanta 96, Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008.
Abaixo, os principais destaques do Brasil nesta quinta-feira em Guadalajara.
FUTEBOL DE 5
A Seleção Brasileira de futebol de 5 aplicou a terceira goleada em três jogos no Parapan. A vítima da vez foi o México, que mesmo com o apoio da torcida não conseguiu evitar mais uma grande atuação brasileira, refletida no placar de 6 a 0. O destaque do jogo foi o atacante Jefinho, que marcou três gols e assumiu a ponta na tabela de artilheiros, com seis.
HALTEROFILISMO
A estreia do halterofilismo brasileiro no Parapan de Guadalajara foi animadora. Em disputa válida pela categoria 48 a 56 quilos, BrunoCarra, com a prata, e Alexandre Gouveia, com o bronze, ficaram atrás apenas do cubano Cesar Rubio, novo recordista parapan-americano com a marca de 151 Kg. Nesta sexta-feira, a disputa será no peso leve feminino (até 60 kg) e médio masculino (até 82,5 kg), a partir das 12h (16h).
TÊNIS EM CADEIRA DE RODAS
Ouro nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2007, a dupla Carlos “Jordan” e Maurício Pomme venceu os colombianos Oquendo e Vega por 2 a 0 (7/5 e 6/1) e conquistou o bronze em Guadalajara. Nesta sexta-feira, a dupla feminina Rejane Cândida/Natália Mayara disputa a medalha de bronze, às 13h (17h), contra as chilenas Mardones e Ortiz.
GOALBALL
A quinta-feira foi de goleadas brasileiras no goalball. Os homens venceram facilmente a equipe de El Salvador por 10 a 0, enquanto as mulheres bateram as mexicanas pelo mesmo placar, com destaque para Márcia, autora de seis gols. As semifinais do goalball são nesta sexta-feira. O masculino enfrenta o México às 11h (15h) e o feminino joga contra o Canadá às 16h (20h).
TÊNIS DE MESA
As equipes brasileiras feminina e masculina de tênis de mesa ganharam a maior parte de suas partidas na quinta-feira e avançaram para adisputa de seis finais nesta sexta-feira, a partir das 10h (14h no Brasil).
BASQUETE EM CADEIRA DE RODAS
Pelas quartas-de-final do basquete em cadeira de rodas masculino, Brasil e México fizeram um duelo emocionante, decidido a favor dos mexicanos somente nos últimos segundos (60 a 58). No feminino, as brasileiras não conseguiram passar pelas americanas na semifinal (66 a 32), e disputam a medalha de bronze no sábado, às 13h30 (17h30), contra o México, valendo vaga nas Paraolimpíadas de Londres, já que Estados Unidos e Canadá, que fazem a final, já estão classificados.
Fonte: http://www.cpb.org.br (http://www.cpb.org.br)
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Brasil vai a duas finais no goalball e consegue vaga paraolímpica
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As seleções brasileiras masculina e feminina de goalball garantiram, nesta sexta-feira, o direito de brigar pela medalha de ouro dos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara. Ambos os times triunfaram na semifinal da competição: os homens passaram pelo México com grande facilidade, enquanto as mulheres encontraram mais resistência, mas não deixaram escapar a classificação contra o Canadá.
Veja o quadro de medalhas dos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara
A Seleção masculina chega à final como favorita ao título, com 100% de aproveitamento. Venceu Canadá, Estados Unidos, México, Argentina e El Salvador com tranquilidade durante a primeira fase e, na semifinal, reencontrou os donos da casa. A vitória foi massacrante: 10 a 0, com quatro gols de Alexsander Celente, quatro de Romário Marques e outros dois de Filipe Silvestre.
A vaga na final garante, também, vaga para a disputa dos Jogos Paraolímpicos de Londres, em 2012. Isso porque o adversário pela medalha de ouro parapan-americana sairá do confronto entre Canadá e Estados Unidos, ambos já classificados para 2012.
Já o time feminino teve mais dificuldades na primeira fase e passou por problemas: foi derrotado por Estados Unidos e Canadá. Nesta sexta-feira, conseguiu a revanche contra as canadenses, vencendo por 7 a 4. Márcia Vieira, com quatro gols, e Cláudia Gonçalves, com três tentos, garantiram a classificação à final.
O adversário será as americanas, que venceram o México por 10 a 2. Uma vitória é importante não apenas por conta do título, mas também porque garante uma vaga para a Paraolimpíada de Londres, em 2012. O Parapan distribui uma vaga por categoria do goalball.
O goalball é o único esporte criado exclusivamente para deficientes: em 1946, o austríaco Hanz Lorezen e o alemão Sepp Reindle inventaram a atividade para ajudar na reabilitação de veteranos da Segunda Guerra Mundial. Participam da partida atletas cegos de diversos graus, que fazem arremessos rasteiros em direção ao gol adversário com o objetivo de balançar as redes. Todos os atletas são arremessadores e defensores
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Após jogo difícil, Brasil é bronze no basquete em cadeira de rodas
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Seleção feminina de basquete comemora bronze conquistado
A partida foi disputada contra o México, que jogava em casa e com o apoio da torcida. O jogo foi extremamente complicado, parelho. E apesar disso, a Seleção Brasileira feminina de basquete em cadeira de rodas conquistou a medalha de bronze dos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara neste sábado, ao conseguir placar de 59 a 54.
Veja o quadro de medalhas dos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara
As mexicanas foram bem no primeiro quarto e abriram 16 a 9 sobre o Brasil, que conseguiu se recuperar no período seguinte, fechando o primeiro tempo com 28 a 25. No terceiro quarto, o time comandado pelo técnico Wilson Correia melhorou o desempenho e abriu nove pontos de vantagem. Já no último quarto, o México diminuiu a vantagem, mas não evitou a derrota.
A cestinha da partida foi a brasileira Vileide Brito, que fez 23 pontos, além de 14 rebotes e três assistências. Entre as brasileiras, Lia Maria Soares também se destacou, ao somar 19 pontos, nove rebotes e quatro assistências. Já na equipe adversária, três jogadoras marcaram 12 pontos: Lúcia Vázques e Claudia Miranda e Floralia Estrada.
A Seleção Brasileira feminina teve desempenho irregular no Parapan de Guadalajara e, com duas derrotas na primeira fase, foi eliminada na semifinal pelos Estados Unidos. A medalha de ouro será definida no embate entre os americanos e a seleção da Colômbia, neste sábado.
Masculino vence Argentina e confirma quinta colocação
Na briga pela quinta colocação como "prêmio de consolação" após ser eliminado da disputa por medalhas, a Seleção Brasileira masculina de basquete em cadeira de rodas venceu a Argentina por 77 a 71.
Fonte: http://esportes.terra.com.br (http://esportes.terra.com.br)
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Seleção masculina conquista ouro no goalball; mulheres são prata
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Já confirmada em Londres desde a semifinal, o Brasil ainda conquistou o ouro ao ganhar a final dos EUA
A Seleção Masculina de goalball conquistou, neste sábado, a medalha de ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara. O time, que havia garantido vaga na Paraolimpíada de Londres, em 2012, ao passar pelas semifinais, coroou a boa campanha com uma vitória por 5 a 3 sobre seus principais adversários na categoria.
Veja o quadro de medalhas dos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara
Os brasileiros saíram perdendo no marcador, mas conseguiram empatar a partida antes do fim do primeiro tempo, deixando 2 a 2. Na segunda etapa, abriram 4 a 2, mas os Estados Unidos reagiram, marcando uma vez. Um gol no final garantiu a conquista. Alexsander Celente, três vezes, e Romario Marques, duas, fizeram os gols pelo time brasileiro.
Pelos americanos, Tyler Merren, Joseph Hamilton e Donte Mickens pontuaram para tentar evitar a derrota, mas acabaram com a medalha de prata. Já a Seleção Brasileira feminina teve tristeza dupla neste sábado: perdeu a final ao ser derrotada por 2 a 0, com gols de Asya Miller.
O goalball é o único esporte criado exclusivamente para deficientes: em 1946, o austríaco Hanz Lorezen e o alemão Sepp Reindle inventaram a atividade para ajudar na reabilitação de veteranos da Segunda Guerra Mundial. Participam da partida atletas cegos de diversos graus, que fazem arremessos rasteiros em direção ao gol adversário com o objetivo de balançar as redes. Todos os atletas são arremessadores e defensores.
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Com o Parapan, Brasil tem a melhor participação em uma competição multidesportiva fora do país
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Com 81 medalhas de ouro, 61 de prata e 55 de bronze, o país repetiu o 1º lugar no quadro geral de medalhas conquistado no Rio de Janeiro, há quatro anos.
Publicada em 21 de novembro de 2011 - 11:30
“Cumprimos a nossa missão em Guadalajara.” Assim o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, definiu a participação brasileira na quarta edição dos Jogos Parapan-Americanos. “Essa é a primeira vez que o Brasil vence uma competição multidesportiva fora do país. Isso é uma satisfação imensa. Das 13 modalidades, medalhamos em 12 e ganhamos ouros em nove delas”, destacou.
Com 81 medalhas de ouro, 61 de prata e 55 de bronze, o país repetiu o primeiro lugar no quadro geral de medalhas conquistado no Rio de Janeiro, há quatro anos.
Segundo o presidente do CPB, o país trouxe uma delegação menor para o México e estrategicamente algumas provas não foram abertas. “Mesmo assim, nossos resultados foram melhores do que a última edição do Parapan. O Movimento Paraolímpico Brasileiro está ainda mais forte do que em 2007", avaliou Parsons, ressaltando os recordes batidos por brasileiros em Guadalajara.
“No masculino foram nove quebras de recordes americanos, 37 parapan-americanos e dois mundiais. No feminino foram três recordes americanos e 17 parapan-americanos. Um total de 68 recordes, contra 51 conquistados por brasileiros no Rio em 2007.”
Além das medalhas, o Brasil ampliou o número de vagas nas próximas Paraolimpíadas. “Chegamos a 104 vagas garantidas pelo IPC (International Paralympic Committee) para Londres 2012. Após o Rio 2007, tínhamos 80. Hoje, temos 17 modalidades asseguradas”, afirmou o presidente do CPB.
Segundo Parsons, “todos os jovens conquistaram a vaga por índice técnico e garantiram a medalha, o que prova que o trabalho vem sendo bem feito. Nós já temos mais qualificados que em Atenas (foram 98), isso sem contar a natação. Temos dez em atletismo e esperamos levar 20 atletas da natação. Rugby em cadeira de rodas, modalidade nova, que tem três anos, não irá a Londres, mas ainda brigamos para levar a esgrima e o tiro com arco.”
Andrew Parsons aproveitou o balanço da participação no México para traçar os novos desafios. “Em Pequim tivemos a quarta maior (delegação) dos jogos, com 188 atletas. Talvez em Londres ela seja menor, mas mais qualificada”, projetou.
Em Guadalajara, quatro modalidades carimbaram a passagem rumo ao maior evento do paradesporto mundial: basquete em cadeira de rodas (feminino), goalball (masculino e feminino), tênis de mesa (10 vagas individuais) e vôlei sentado. O futebol de 5 já chegou ao México classificado.
“Depois que fizemos o planejamento estratégico das 20 modalidades de Londres, e agora com canoagem e triatlon para 2016 (no Rio), pensamos em quatro objetivos: o primeiro lugar no Parapan aqui de Guadalajara (conquistado), o sétimo em Londres; o primeiro em Toronto (Parapan, em 2015) e o quinto no Rio, em 2016. Trabalhamos focados em resultados e renovação”, detalhou o presidente.
Edilson Tubiba, diretor técnico do CPB e chefe de missão da delegação brasileira no México, informou que a aclimatação visando aos jogos de 2012 será feita em Manchester por atletas de 17 modalidades. “Menos o hipismo (que será na França) e a vela. Será a primeira vez que uma delegação inteira vai estar junta. Pensamos em tudo para Londres 2012. Desde a alimentação, já que teremos cozinha própria, à assinatura de TV brasileira. Os atletas ficarão bem à vontade em Londres”, previu Tubiba.
Segundo Andrew Parsons, a operação em Guadalajara custou em torno de três a quatro milhões de reais. “Para Londres, pela lei Agnelo-Piva, o fundo deve ser em torno de seis a oito milhões de reais”, antecipou.
Abaixo, a avaliação do presidente do CPB, Andrew Parsons, sobre o desempenho das modalidades que competiram em Guadalajara.
ATLETISMO
“Conquistamos 27 ouros aqui, contra 25 no Rio 2007. A competição deste ano foi muito mais dura, além de ser fora de casa, com Canadá, Estados Unidos e México em alto nível."
BASQUETE EM CADEIRA DE RODAS
“No feminino, saímos do quarto lugar no Rio para a medalha de bronze em Guadalajara, além da vaga para Londres 2012. No masculino tivemos uma queda. Fomos bronze no Rio e aqui ficamos com o quinto lugar. Isso mostra uma mudança na realidade do basquete nas Américas, e temos cinco anos para trabalhar uma equipe que possa brigar por medalha no Rio em 2016.”
BOCHA
“O segundo lugar, atrás do Canadá, foi um ótimo resultado, pois viemos com uma equipe renovada, com atletas jovens. Fábio Moraes ganhou o ouro na classe BC-4, e ainda tivemos mais dois bronzes, o que ilustra o ótimo trabalho da Associação Nacional de Desporto para Deficiente (ANDE).
CICLISMO
“A modalidade teve uma característica diferente em Guadalajara, pois teve uma junção de classes por coeficientes. Nosso desempenho mostrou que os bons resultados do ciclismo são uma realidade. Vamos para Londres com perspectivas de brigar pelo ouro.”
FUTEBOL DE 5 PARA CEGOS
“Atual campeão paraolímpico, mundial, e bicampeão aqui.”
GOALBALL
“Pela segunda vez na história vamos à Paraolimpíada com as duas equipes. A campanha foi sensacional e iremos brigar por ouro em Londres.”
HALTEROFILISMO
“A modalidade passa por renovação. Temos novos nomes despontando, como o Bruno Carra, que ganhou a prata. Estamos criando sete centros de treinamento pelo país, para difundir a modalidade.”
JUDÔ
“O Brasil ficou em segundo, com dois ouros e o mesmo número de pratas que a vencedora Cuba, com quatro medalhas. Inclusive o Tenório, tetracampeão paraolímpico. Não dá para esperar ouro sempre. Mas ele é um superatleta e não se brinca com um atleta desse nível.”
NATAÇÃO
“O Brasil sobrou nas piscinas. Tivemos 123 provas no Rio, e aqui foram 83. Ganhamos 38% das medalhas de ouro possíveis, com 33 medalhas em Guadalajara. O Brasil é um dos países mais fortes da natação. Daniel Dias é um fenômeno, com 11 ouros. André Brasil ganhou seis ouros, e poderia ser dez, pois quatro provas que disputa não foram realizadas aqui. Vanilton Filho foi medalhista de ouro com apenas 18 anos. Caio Oliveira, também ouro com 18 anos, Talisson Glock, ouro aos 16 anos, além de Joana Silva e Edênia ganhando várias medalhas. Esse panorama nos dá grandes perspectivas tanto para Londres 2012 quanto para o Rio 2016.”
TÊNIS DE MESA
“Fizemos barba, bigode e cabelo e no caso das meninas também as axilas. O Brasil ficou com 12 ouros, enquanto o segundo colocado, o México, ficou com apenas três. Foram 24 medalhas ao total.”
TÊNIS EM CADEIRA DE RODAS
“Carlos Jordan e Maurício Pomme vêm dividindo o protagonismo desde Atenas 2004, mas estamos trabalhando a Natalia Mayara, 2ª do ranking mundial, que não medalhou, para o Rio 2016. Essa será a sua grande chance. Por ser nova, tem 17 anos, apostamos nela como diamante a ser lapidado.”
TIRO COM ARCO
“Única modalidade que não medalhou, mas seria cobrar demais. Estamos tentando dar o máximo para qualificar a modalidade. Os atletas ainda estão na disputa por vaga em Londres, o que seria inédito. Eles ainda terão algumas outras competições para pontuar. Batemos na trave duas vezes aqui, quase conquistamos o bronze, mas perdemos para os americanos.”
VÔLEI SENTADO
“Bicampeão Parapan-americano, em cima dos Estados Unidos, e com vaga garantida para Londres 2012. O Brasil encontrou seu melhor vôlei, de altíssimo nível, o que nos leva a sonhar com uma excelente participação nas Paraolimpíadas.”
Fonte: http://www.cpb.org.br (http://www.cpb.org.br)
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Karla Ferreira Bicampeã no judô no Parapan-Americano 2011, recuperou-se de grave acidente em 2010
(http://portalbraganca.com.br/esporte/wp-content/uploads/2011/11/Karla-judo-parapan.jpg)
Karla Ferreira - Foto: Fernando Maia/Fotocom-CPB
Em julho do ano passado, a judoca Karla Ferreira sofreu um grave acidente de carro, com lesão na medula. Foi operada às pressas e correu o risco de ficar paraplégica. Passou um mês sem andar e outros seis meses se recuperando, até voltar a treinar em meados de março deste ano.
Na tarde deste domingo, o sofrimento foi deixado para trás. Karla deu a volta por cima e conquistou o bicampeonato Parapan-Americano na categoria até 48 kg. Muito emocionada, chorou no pódio, durante o hino. “Os médicos acharam um milagre eu estar lutando de novo, e eu venho e ganhou o ouro? Foi um recomeço”, disse.
Magno Marques também repetiu seu resultado do Parapan do Rio e conquistou uma medalha de prata na categoria até 66kg. “Vim buscar o ouro este ano, mas já estou muito feliz com a prata. É como fazer uma final de Libertadores”, comparou o judoca, santista roxo.
O judô brasileiro terminou os Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara com duas medalhas de ouro, quatro de prata e uma de bronze. O terceiro ouro não veio por um detalhe do regulamento da competição. Michele Ferreira só precisou de duas lutas para despachar a americana Cynthia P. Simon, numa disputa em melhor de três lutas entre as duas judocas. Mas como só havia elas na categoria até 52 kg, a competição não valeu medalha para o quadro oficial.
“Estive nas Paraolimpíadas de Pequim, ganhei o bronze. Lá, tive a sensação de um ciclo cumprido. Aqui, a sensação é de retomada”, disse Michele, que ganhou uma medalha simbólica pela vitória.
Nas contas da comissão técnica brasileira, Magno, Karla e Michele ajudaram a garantir a vaga em suas categorias nas Paraolimpíadas de Londres 2012, assim como os medalhistas dos outros dois dias de disputa: os ganhadores da prata Antônio Tenório, Daniele Bernardes, William Silva de Aquino e Giovana Pilla, e Harley Damião, que leva um bronze para casa. As vagas agora dependem apenas de ratificação, com a divulgação do ranking oficial da IBSA (International Blind Sports Association).
Fonte: www.cpb.org.br (http://www.cpb.org.br)
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A presidente Dilma Rousseff recebeu hoje 85 dos 222 atletas que participaram do ‘Parapan-Americano’ de Guadalajara, no México. Em discurso, Dilma disse que as 198 medalhas e o primeiro lugar em desempenho conquistados pela delegação brasileira comprovam a necessidade de expandir o Bolsa-Atleta, benefício pago ao governo para incentivar a prática profissional do esporte.
‘Dos 222 atletas que estiveram em Guadalajara, 73% recebiam o Bolsa-Alteta. Destes 162, 80% conquistaram medalhas. Isso demonstra que o investimento do país em vocês está para lá de bem atendido e de bem recompensando’, afirmou a presidente. Dilma cumprimentou, especialmente, o nadador André Dias, que conquistou 11 medalhas de ouro.
Presidente Dilma lança o Plano Viver Sem Limite para pessoas com deficiência
A presidente lembrou o Viver Sem Limite-Plano Nacional dos Direitos das Pessoa com Deficiência, lançado na última quinta-feira, que prevê diversas ações nos eixos de saúde, educação, inclusão social e acessibilidade. Dilma afirmou que os para-atletas servem de inspiração para os mais de 43 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência.
‘Vocês provaram para o povo brasileiro que é possível que a pessoa com deficiência ultrapasse os limites e chegue a uma situação que engrandece o Brasil’, declarou.
Fonte: G1 (24/11/11)