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Autor Tópico: Representante do IPC aponta Brasil2016 como meta para Angola  (Lida 888 vezes)

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Desporto adaptado
Representante do IPC aponta Brasil2016 como meta para Angola


Luanda  – O Representante do Comité Paralímpico Internacional (IPC) na reunião executiva do Comité Paralímpico Africano (CPA), realizada de 11 a 13 deste mês na Àfrica do Sul, defendeu que 2016 deve ser a meta para afirmação de Angola nos jogos paralímpicos, a decorrer no Brasil, apesar de acreditar numa boa participação na edição de Londres2012.
 
 
 
Em declarações à Angop, no rescaldo da reunião da África do Sul, onde participou na condição de observador, afirmou que Angola é um país ainda jovem na prática do desporto adaptado, mas apesar dos êxitos já obtidos, deve potencializar-se melhor para superar desafios maiores.
 
 
 
Valorizou os feitos conseguidos em África, nos campeonatos do mundo e jogos paralímpicos, mas lembrou que, com maior e melhor organização, nomeadamente no que tange à preparação dos atletas, tendo em conta o cíclo parlímpico, Angola pode catapultar-se para resultados inesperados.
 
 
 
“Todo mundo sabe que não se obtêm medalhas em grandes competições de um dia para o outro. Passa por um trabalho sistemático que pode levar de quatro a oito anos para que o atleta atinja altos níveis competitivos”, frisou. 
 
 
 
O alemão Georg Schlachtenberger reconheceu que Angola possui potencial em termos de atletas, fundamentalmente na modalidade de atletismo, mas reiterou que a meta para uma participação de dimensão superior comparativamente às edições anteriores deverá ser os jogos que a cidade do Rio de Janeiro vai albergar em 2016.
 
 
 
A actividade desportiva adaptada no país iniciou-se em 1994 e seis anos depois Angola conquistou as primeiras medalhas, designadamente no campeonato do mundo de corta-mato, disputado em Portugal, onde conquistou duas medalhas de ouro e duas de prata.
 
 
 
O salto maior sucedeu em 2004 nos jogos paralímpicos de Atenas, onde José Sayovo conquistou três medalhas de ouro e bateu os respectivos recordes nos 100, 200 e 400 metros em atletismo para deficientes visuais (classe t11).



Fonte: ANGOP

 

 



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