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Autor Tópico: “Normas da DGS ignoram completamente o desporto para deficientes”  (Lida 175 vezes)

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“Normas da DGS ignoram completamente o desporto para deficientes”


O Comité Paralímpico de Portugal (CPP) considerou esta quarta-feira que as normas divulgadas pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) para a retoma de parte da actividade desportiva “não respondem às necessidades” e ignoram o desporto para pessoas com deficiência”.

“As normas ignoram completamente o desporto para deficientes, a maioria das quais estão em grupos de risco”, afirmou o presidente do CPP, José Lourenço, (...) lamentando que o documento divulgado na terça-feira pela DGS “não faça qualquer menção ao desporto adaptado”.

José Lourenço lembrou que as normas que agrupam as várias modalidades tendo em conta o risco de contágio do novo coronavírus não consideram qualquer modalidade adaptada, dando como exemplo o boccia, o goalball e o râguebi em cadeira de rodas, que estão sob a alçada da Federação Portuguesa para Pessoas com Deficiência.

O presidente do CPP entende também que o documento “não é nada explícito” no que se refere às modalidades que estão sob a alçada das federações de modalidade.

“O andebol ou o basquetebol em cadeira de rodas são, naturalmente, diferentes da modalidade praticada por pessoas sem deficiência”, afirma, reiterando: “Não há preocupação com o grupo de risco que é o das pessoas com deficiência.”

O líder do movimento paralímpico considerou que, além de não responderem às necessidades do desporto, as normas “colocam em causa a viabilidade do próprio desporto, porque as camadas jovens e de formação não são contempladas”.

“Admitimos que possam existir muitos atletas que vão deixar a prática desportiva e trocá-la por outras actividades”, afirmou, lembrando que “no desporto para pessoas com deficiência o recrutamento é muito difícil”.

José Lourenço alertou também para o problema dos custos dos testes à covid-19, previstos pela norma, em função do grupo de risco no qual a modalidade se encontre inserida.

“Não foram dados apoios extra e agora os clubes e associações ainda se vêem confrontados com os custos elevados, tendo em conta a cadência de testes que é expectável que se faça”, sublinhou, lembrando que o “movimento associativo é feito, na sua maioria, de gente voluntária”.

Perante o que considera ser “um documento que não responde às necessidades”, o CPP defende uma “classificação urgente da norma” e a “criação de uma linha de apoio que permita que os clubes possam assegurar os testes, sem nunca descurarem a saúde”.

A DGS actualizou na terça-feira as normas para a retoma das competições de modalidades desportivas colectivas, incluindo o râguebi e os desportos de contacto no grupo de alto risco.

A actualização das normas permite a retoma de modalidades como o futebol não profissional, andebol, futsal, basquetebol, voleibol e hóquei em patins, encarregando as federações e os clubes de avaliarem o risco de contágio de covid-19 e de “elaborar um regulamento específico para a prática desportiva, em contexto de treino e em contexto competitivo, de acordo com a estratificação de risco da modalidade”.

Fonte: Público
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Offline rodrigosapo

CDS Quer Saber Quanto Retoma A Prática Do Desporto Adaptado E Dos Escalões Mais Jovens E Quando Haverá Público No Desporto


Ago 29, 2020, 18:20 Pm1030
Os deputados do CDS João Pinho de Almeida e Ana Rita Bessa questionaram o Ministro da Educação e a Ministra da Saúde sobre a retoma da prática desportiva nos escalões mais jovens, se há previsão de data para haver público nos eventos desportivos e em que ponto estão as orientações para a retoma da prática do desporto adaptado.

João Pinho de Almeida e Ana Rita Bessa querem saber se a Direção-Geral da Saúde (DGS) e a Secretaria de Estado da Juventude e Desporto (SEJD) estão a trabalhar nas orientações para a retoma da prática do desporto adaptado, se o Comité Paralímpico de Portugal e/ou as federações vão ser consultados e acompanhar a sua elaboração e quando poderá o desporto adaptado retomar a sua prática em todas as suas modalidades.

Depois, querem saber se a SEJD e a DGS estão a trabalhar nas orientações para a retoma da prática do desporto de escalões mais jovens e quando é que estes escalões vão poder retomar a sua prática em todas as suas modalidades.

Questionam depois se estão a trabalhar nas orientações para a permissão de público nos recintos desportivos e qual o horizonte temporal para que tal se concretize e, também, se a SEJD e a DGS equacionaram a autorização de presença nos recintos desportivos a pessoas que direta ou indiretamente trabalham nas diversas modalidades, se sim, porque é que essa autorização ainda não foi concretizada, se não, quando será.

Finalmente, os deputados do CDS querem saber que solução e/ou alternativas tem o Governo para apresentar aos pequenos clubes que, sem poderem competir, correm sérios riscos de fechar portas, destruindo assim o esforço de muitos anos de implementação do desporto infantil/juvenil em Portugal.

A Orientação 036/2020, de 25 de agosto, emitida pela Direção-Geral da Saúde para a prática do ‘Desporto e Competições Desportivas’ motivou várias reações de descontentamento por parte de federações desportivas, levando mesmo a Confederação do Desporto de Portugal (CDP) a solicitar com caracter de urgência uma audiência com a Secretaria de Estado da Juventude e Desporto.

Também o Comité Paralímpico de Portugal lamentou que as normas não respondam às necessidades e ignorem o desporto para pessoas com deficiência, a maioria das quais estão em grupos de risco.

Efetivamente, o documento de Orientação 036/2020, de 25 de agosto, não faz qualquer menção ao desporto adaptado.

Em qualquer uma das listas de modalidades especificadas no documento – divididas entre ‘Alto Risco’ e ‘Médio Risco’ – e entre as várias federações mencionadas, não há qualquer referência à Federação Portuguesa para Pessoas com Deficiência que inclui modalidades como o boccia, o goalball ou o râguebi em cadeira de rodas, assim como não existe nada que especificamente mencione modalidades que estão sob alçada de outras federações.

Além de o recrutamento de atletas não ser fácil no desporto adaptado, em que a maioria das associações é mantida por gente em regime de voluntariado, a prática das diversas modalidades é, naturalmente, diferente do desporto praticado por pessoas sem deficiência.

Também, e independentemente de todos os benefícios que a prática de desporto traz à saúde de todos, no caso das pessoas com deficiência representa ainda um peso considerável em termos de inclusão social, quer pela perceção que desperta na sociedade em geral em relação à deficiência, quer pela possibilidade de dar aos atletas adaptados uma maior independência no seu dia a dia.

O fundamental da orientação resume-se a três pontos:

Os escalões seniores podem entrar já em competição e sem restrições;
Os restantes escalões podem jogar já, se tiverem competições internacionais no espaço de 45 dias;
Os outros só podem treinar desde que os atletas respeitem três metros de distância uns dos outros, e não podem competir.
Nestes últimos estão incluídos escalões com atletas entre os 5 e os 18 anos, que representam, no fundo, a esmagadora maioria dos praticantes das várias modalidades. Sendo que, além do mais, o desporto cria hábitos de vida fundamentais ao desenvolvimento saudável e equilibrado de todos, muito particularmente dos mais jovens.

Além disso, face a esta restrição, os pequenos clubes que fazem formação nas diversas modalidades correm sérios riscos de encerrar, porque vivem das mensalidades dos pais destes atletas. A oferta apenas de treinos sem competição poderá fazer com que muitos pais optem por não inscrever os filhos, destruindo deste modo o esforço de muitos anos de implementação do desporto infantil/juvenil em Portugal.

Por outro lado, a DGS continua sem definir as regras para assistência aos jogos e/ou treinos, o que no caso dos pais é mais um argumento contra a inscrição dos filhos nos clubes.

Em todas as modalidades existem casos em que, por exemplo, o número de espectadores raramente chega a mil pessoas, continuando assim a impedir-se a entrada em eventos que, por norma, já pouco ou quase nenhum público têm, quando se trata de espectadores que podem estar afastados mais de dois metros entre si, sem qualquer problema.

Acresce que a restrição de público se estende também a pessoas que direta ou indiretamente trabalham nas diversas modalidades.

O CDS considera, por tudo isto, ser urgente obter esclarecimentos da parte do Governo


Fonte: https://www.noticiasdeviseu.com/cds-quer-saber-quanto-retoma-a-pratica-do-desporto-adaptado-e-dos-escaloes-mais-jovens-e-quando-havera-publico-no-desporto/
 

Offline salgado18

PAN questiona o Governo sobre a ausência de orientações para o Desporto Adaptado

Braga TV 2 dias atrás Notícias Comentários fechadosem PAN questiona o Governo sobre a ausência de orientações para o Desporto Adaptado


Foto: DR

O Grupo Parlamentar do PAN questionou Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação, com a tutela do Desporto, e Marta Temido, ministra da Saúde, sobre a ausência de referência ao desporto adaptado nas orientações “Desporto e Competições Desportivas” divulgadas pela Direção-Geral de Saúde (DGS).

“Pretendemos que o Governo venha, desta forma, proceder ao cabal esclarecimento sobre quais as razões pelas quais não houve lugar à inclusão das modalidades de Desporto Adaptado na Orientação nº036/2020 de 25 de agosto, bem como perceber, por outro lado, para quando podemos esperar essas orientações”, salienta Bebiana Cunha, deputada do PAN.


 
Também José Lourenço, presidente do Comité Paralímpico de Portugal, veio a público referir com preocupação, que as normas da DGS para o regresso à atividade desportiva não só “não respondem às necessidades do desporto, como também colocam em causa a viabilidade do próprio desporto e ignoram completamente o desporto para deficientes, a maioria das quais estão em grupos de risco”.

Como sublinha a deputada do PAN, “para além das questões relacionadas com a promoção da saúde e bem-estar geral dos indivíduos, o desporto é uma ferramenta fundamental de inclusão social. São reconhecidos os ganhos significativos ao nível da confiança, auto-estima, competências de socialização e autonomia. Mas estes desportos tem ainda um outro papel igualmente relevante: o de sensibilizar a sociedade para as capacidades e potencialidades das pessoas com deficiência, promovendo uma melhor integração destas pessoas nos diversos sectores sociais”.

Port fim, Bebiana Cunha reitera que “o PAN espera que o Governo venha também dar nota sobre o número de atletas de desporto adaptado federado em Portugal, assim como sobre qual a estratégia delineada para o apoio das associações e organizações ligadas ao desporto adaptado, dadas as dificuldades económicas acrescidas por que passam devido à Covid-19”.

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Fonte: https://bragatv.pt/pan-questiona-falta-orientacoes-para-desporto-adaptado/
 

 



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