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..:: Deficiente-Forum - Inclusão Social ::.. Responsável Ana-S => Preconceito e Descriminação, Exclusão Social => Tópico iniciado por: Eduardo Jorge em 16/12/2010, 20:03
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A polícia chinesa prendeu o proprietário de uma fábrica de produtos químicos que empregava 12 doentes mentais "vendidos" por um asilo, no segundo caso de escravatura descoberto na China nos últimos três anos, revelou hoje a imprensa oficial.
Li Xinglin, patrão da Jiaersi Green Construction Material Chemical Factory, em Toksun, na região do Xinjiang, noroeste da China, foi detido na terça-feira, na província de Sichuan, juntamente com o filho, Li Chenglong. O dono do asilo que "vendia" mão-de-obra para a fábrica, Zeng Lingquan, foi também detido e a fábrica, com cerca de 6.600 metros quadrados, foi encerrada. Li Xinglin considerava o contrato com Zeng Lingquan "um ato de filantropia", disse o jornal China Daily.
Desde 1996, o mesmo asilo, situado na província de Sichuan, sudoeste da China, enviou pelo menos 70 deficientes para trabalhar em Pequim, Tianjin e outras cidades, indicou um responsável local. Registada desde Julho de 2006 como produtora de pó de talco e areia de quartzo, a fábrica foi descoberta há menos de uma semana por repórteres de um jornal local.
Residentes nas imediações contaram que as fábricas da região fechavam no Inverno e os empregados recebiam no mínimo 150 yuan por dia (17 euros), mas na Jiaersi os operários trabalhavam o ano todo, sem receber qualquer pagamento, disse o Xinjiang Metropolis News.
Fonte: DN