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Autor Tópico: Europa quer menos 20 milhões de pobres até 2020  (Lida 933 vezes)

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Offline Eduardo Jorge

 
"Não queremos que fique por 2010 esta luta contra a pobreza. Por isso, a estratégia 'Europa 2020', que a Comissão Europeia apresentou para o crescimento económico da Europa, fixou o objectivo de reduzir pelo menos em 20 milhões o número de pessoas que vivem em risco de pobreza e assim criar uma Europa mais justa, mais coesa e solidária", salientou Durão Barroso, na conferência 'Portugal Solidário', organizada pela TSF e a decorrer no Palácio da Bolsa, no Porto.

Numa gravação de pouco mais de quatro minutos, transmitida no início da conferência , o presidente da Comissão Europeia destacou ainda a importância do papel das Instituições Particulares de Solidariedade Social na luta contra a pobreza e exclusão social. "Sei bem, até por experiência própria quando trabalhava em Portugal, o notável papel das instituições particulares de solidariedade", recordou. Em Portugal, realçou, "há uma grande reserva de boa vontade e se conseguirmos mobilizar essas vontades para ajudar os cidadãos mais pobres, podemos ter resultados notáveis".

Durão Barroso recordou que a União Europeia designou 2010 o Ano Europeu Contra a Pobreza e Exclusão Social, frisando que esta é uma campanha que não se extingue. "A plataforma europeia de combate à pobreza e exclusão social que a comissão vai adoptar nos próximos dias vai também basear-se no resultado deste ano europeu de combate à pobreza e exclusão social e vai definir um quadro para reforçar parcerias com intervenientes da sociedade civil", salientou. Sobre a iniciativa 'Portugal Solidário', que resulta de uma parceria entre a TSF e a Mota-Engil, Durão Barroso sublinhou ser este um "excelente exemplo das parcerias que se podem conseguir" entre a comunicação social e as empresas.

"Isto é especialmente importante no período em que vemos na Europa em geral, Portugal em especial, que os cidadãos estão a sofrer efeitos da crise económica e muitos se confrontam com exclusão e mesmo com situações de pobreza", referiu.

Fonte: Jornal Económico
 

Offline Sininho

Re:Europa quer menos 20 milhões de pobres até 2020
« Responder #1 em: 21/11/2010, 22:13 »
 

Nós devemos viver em dimensões diferentes... ou então sou eu que tenho uma vista muito curta!! então é criando desemprego, aumentando impostos para pessoas e colectivos, retirando apoios sociais e aumentando dívidas externas que se combate a pobreza?

Bem sei que espera que seja a sociedade civil a dar uma grande ajuda, mas repare que ela está já também a ficar deficitária... porque o número de desempregados, de desprotegidos... está a aumentar e a procura de apoios para uma refeição diária é notícia todos os dias!!

Caminhamos, não, corremos! de uma forma alarmante para um ciclo de pobreza.

Queira o bem, plante o bem e o resto vem...
 

Offline Tullio

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Re:Europa quer menos 20 milhões de pobres até 2020
« Responder #2 em: 21/11/2010, 22:38 »
 
A pobreza sempre foi uma pedra nos sapatos dos governantes, mas...
Os políticos pelo menos aqui na "america latina" não fazem com que isso deixe de ser um grande problema
Boa sorte nessa campanha

Pelo menos tem um projeto ai!!!  :(
A necessidade e a mãe da invenção

 

Offline Sininho

Re:Europa quer menos 20 milhões de pobres até 2020
« Responder #3 em: 22/11/2010, 14:59 »
 
Entrevista de Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome.

Com a actual crise, as situações de pobreza e de carência alimentar vão continuar a agravar-se?


Enquanto houver desemprego e desemprego sem esperança, enquanto a máquina da economia não recomeçar a funcionar gerando riqueza no verdadeiro sentido, com acréscimo do PIB, não é possível contrariar este fenómeno da pobreza. O desemprego é o principal flagelo que atinge qualquer sociedade, porque retira um dos seus maiores recursos, que é o factor trabalho, de todo o cenário económico. Portanto, não há este contributo de numerosíssimas pessoas que estão ainda em idade activa. Quanto maior for o desemprego, mais pobres há.

 O que é esperado dos poderes públicos perante este flagelo?

Os estudos servem, exactamente, para fornecer dados quantitativos que permitam ajustar as políticas. Um estudo deste tipo, em que se faz um perfil de três características diferentes de pobreza, vai permitir, tenho a certeza, adequar com mais exactidão as políticas e as soluções às necessidades.


Vão fazer propostas concretas sobre a forma como as estratégias devem ser ajustadas?

Nós não temos de fazer propostas concretas. Temos de dar dados que permitam a quem decide fazê-lo, com base em números mais reais.


A ajuda que existe é suficiente?

O estudo relativo às instituições revela que se trata de um tecido produtivo vastíssimo, mas que está a atingir o limite da ajuda que pode prestar e, no próximo ano, que vai ser um ano em que as instituições vão ter mais pedidos, vai ser necessário serem mais inovadoras, uma vez que os recursos vão ser mais escassos.

in JN
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