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Autor Tópico: Inclusão Social das Pessoas com Deficiência em debate  (Lida 1247 vezes)

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Offline Sininho

 
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Seminário organizado pela Associação para a Integração e Reabilitação Social de Crianças e Jovens Deficientes de Vizela - AIREV dá conta de que a “Inclusão Social das Pessoas com Deficiência” está dependente da mudança de mentalidade de pais e das instituições.

Inserido no Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social, o seminário realizado ontem, em colaboração com a autarquia, e moderado pela jornalista da Rádio Vizela, Fátima Anjos, contou com a participação de Sallete Teixeira, Terapeuta da Fala, na Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães que falou da importância da intervenção precoce. “Quanto mais cedo se iniciar a intervenção, maior é o potencial de desenvolvimento de cada criança porque muitas vezes há problemáticas que se fossem identificadas atempadamente teriam outro tipo de intervenção, evitando-se determinadas consequências”, esclareceu a terapeuta.

Se as sociedades antepassadas não aceitavam a deficiência, pouco mudou nos dias de hoje, quando continuam a haver relatos de pessoas deficientes que são vítimas de discriminação, sobretudo ao nível do emprego.

De acordo com Luís Roque, director da CERCIFAFE, “os empresários não são sensibilizados nem têm que estar, porque nós, técnicos, é que temos de mostrar que uma pessoa com determinado tipo de deficiência pode enquadrar-se dentro da política do lucro que a empresa tem.”

Os pais têm um papel preponderante na inclusão social dos filhos deficientes e na mudança de mentalidade da sociedade. No entanto, “muitas vezes os pais são os primeiros descrentes das capacidades dos filhos, quando o demovem de seguir uma profissão, tirar um curso superior. As mudanças só acontecem com muita persistência. É urgente as famílias levarem os filhos para a sociedade e dá-los a conhecer porque se nós pais não dermos o exemplo, não podemos exigir que a sociedade mude”, salientou Margarida Araújo, presidente da Associação Criar Oportunidade à Deficiência, em Santo Tirso, que falou da sua experiência enquanto mãe de um jovem com paralisia cerebral.

Para Alfredo Ribeiro, presidente da AIREV, o concelho de Vizela ainda apresenta muitas barreiras aos deficientes que espera ver contornadas com a localização do novo edifício sede da instituição.

Da parte da autarquia tem sido feito um esforço para que sejam criadas as condições necessárias ao bem-estar das pessoas com deficiência, embora Dinis Costa admita que “em termos arquitectónicos ainda faltam resolver as questões de fundo, no que toca aos acessos à entidades e organismos públicos. Temos de ter essas preocupações e criar condições para que os deficientes tenham toda a qualidade de vida”, concluiu o presidente da Câmara Municipal de Vizela.

radiovizela


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