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Autor Tópico: Regras travam GNR paraplégico Sofre acidente fora de serviço e é obrigado a provas físicas.  (Lida 1386 vezes)

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Regras travam GNR paraplégico Sofre acidente fora de serviço e é obrigado a provas físicas.



 Por Manuel Jorge Bento

Filipe Cerqueira caiu num buraco quando praticava BTT com colegas da GNR de Amarante, a 4 de fevereiro de 2011. Estava de folga. Ficou paraplégico. Após reabilitação, voltou ao serviço em janeiro de 2012. No ano passado, concorreu para progredir na carreira para cabo da Guarda e não foi dispensado de provas físicas. "É uma injustiça", disse José Alho, da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda. "Existem regras, no estatuto do militar, em que a pessoa com deficiência pode ser dispensada de todas ou algumas provas físicas, mas só se o militar adquiriu a deficiência em serviço. Acho cruel não existir nada que o permita ao militar que estava no seu descanso, a promover a forma física e que, por infelicidade, teve um acidente", afirmou Filipe Cerqueira, de 32 anos. "Pedir igualdade com os camaradas que concorrem ao pelotão cinotécnico ou de intervenção seria absurdo. Mas eu concorri a categorias em que o desempenho no serviço se iria manter. Apenas iria progredir na carreira", indicou o militar - que já foi paraquedista e cumpriu missão no Kosovo. "Consigo fazer qualquer coisa que outro militar faz no posto. Só não estou nas patrulhas", acrescentou. Questionada na Assembleia da República pelo Bloco de Esquerda, a ministra Constança Urbano de Sousa referiu que, "à primeira vista, parece um caso discriminatório". O Ministério da Administração Interna indica que, "genericamente, este é um assunto que está a ser analisado em sede de proposta de revisão do Estatuto da GNR".

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/regras_travam_gnr_paraplegico.html


Fonte: CM
 

Online migel

 
Militar da GNR paraplégico tem de fazer provas físicas para subir na carreira


17-05-2016 12:29 | Norte
Porto Canal (VYP)

Filipe Cerqueira tem 32 anos, é militar da GNR e já prestou serviço no Kosovo como pára-quedista. Em 2015, fez o pedido para progredir na carreira. Até aqui tudo bem. O problema surge quando, pelo facto de ser paraplégico, Filipe não consegue ser promovido porque lhe pedem provas físicas, avança o JN.

No dia 4 de fevereiro de 2011, Filipe Cerqueira estava de folga, logo fora do serviço, e foi praticar BTT com colegas da GNR de Amarante, quando caiu num buraco e ficou paraplégico. Depois de reabilitado, Filipe Cerqueira voltou ao serviço no mês de janeiro de 2012.

No ano passado o militar da GNR do posto de Amarante decidiu concorrer a Cabo da Guarda e assim progredir na carreira militar. Depois do pedido, Filipe Cerqueira não foi dispensado de provas física, apesar de se deslocar em cadeira de rodas.

Filipe Cerqueira, em declarações ao JN, afirma que no estatuto militar existem regras que permitem que pessoas portadoras de deficiência podem ser dispensadas de todas, ou parte das provas físicas requeridas para os candidatos a subir na carreira militar. Contudo, essas regras aplicam-se apenas aos militares que contraíram deficiência em serviço.

Apesar de estar paraplégico, Filipe diz poder fazer o mesmo serviço que os outros militares fazem no posto.

Na Assembleia da República, o Bloco de Esquerda questionou a Ministra da Administração Interna, Constança Urbano, que afirma que “à primeira vista, parece um caso discriminatório”. O Ministério da Administração Interna indica que o assunto está a ser analisado “em sede de proposta de revisão do Estatuto da GNR”.


Fonte: Porto Canal
 

 



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