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Autor Tópico: “Quando chove sinto que estou na rua”  (Lida 874 vezes)

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Offline Eduardo Jorge

“Quando chove sinto que estou na rua”
« em: 26/02/2011, 17:14 »
 
Só os baldes é que me valem. Tenho de ter um em cada canto da sala para apanhar as pingas que caem do tecto. Quando chove até sinto que estou na rua". O testemunho é de Maria Adelaide Cardoso, de 85 anos, moradora do 3º andar de um prédio, na rua Dr. Carlos Felgueiras, no centro da Maia, cujo telhado foi arrancado com a força do vento que se fez sentir durante a semana passada.

A idosa tem mobilidade reduzida e garante que já não tem idade "para andar a apanhar a água do chão, para evitar que vá para o apartamento de baixo". O CM contactou o Espaço Municipal, responsável pelas casas, que garantiu que a situação estará resolvida no final da semana.

"É triste que uma pessoa tenha de estar naquela situação. Parte--me o coração ver uma coisa daquelas e saber que os responsáveis gastam dinheiro em coisas de menor relevo", disse um morador revoltado.

Maria Adelaide vive sozinha mas conta com a ajuda dos vizinhos. "São eles que me ajudam, pois também estão revoltados com o facto de não termos telhado", conta, em declarações ao CM.

Contactado pelo nosso jornal, o administrador do Espaço Municipal, Fialho de Almeida, disse que "o problema estará resolvido no final da semana".

"As pessoas têm de perceber que ainda não se tratou do assunto pois não houve hipótese", disse o responsável, explicando que "as chapas que estão na cobertura já não existem à venda em muitos locais". "Foi preciso encontrar um local onde ainda sejam comercializadas", acrescentou.

Fonte: CM
 

 



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