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Autor Tópico: Desporto para pessoas com deficiência: «É preciso equidade e não igualdade»  (Lida 1248 vezes)

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Presidente do Comité Paralímpico foi um dos convidados do último painel do ‘Braga Sports Summit’

Desporto Adaptado vs Desporto Inclusivo’ foi o mote para a última sessão do segundo dia do ‘Braga Sports Summit’, evento que decorreu no Centro da Juventude de Braga. José Manuel Lourenço, presidente do Comité Paralímpico de Portugal, foi um dos convidados e levantou uma série de problemáticas em relação à sua área de atuação.

"O desporto paralímpico nasceu com a preocupação de reabilitação e de incluir as pessoas na sociedade. No entanto, é importante referir que incluir não é juntar. Muitas vezes a igualdade discrimina, o que é preciso é equidade. Por exemplo, as pessoas em cadeira de rodas não querem subir para este palco da mesma forma como as pessoas que vêm a pé, querem é uma forma de subir que se adeque a elas", começou por referir. O dirigente mostrou-se ainda preocupado com aquilo que tem sido o aumento da média de idades dos atletas portugueses nas últimas edições dos Jogos Paralímpicos e fez a previsão de que, nos Jogos de Los Angeles, em 2028, Portugal não irá conseguir ter mais de 10/12 atletas em prova, muito devido a esta dificuldade que tem existido para o ‘rejuvenescimento’ do quadro competitivo. José Manuel Lourenço concluiu com uma certeza: "Sei que, no futuro, o Comité Paralímpico vai ser integrado no Olímpico. Sei que não vai ser comigo, mas vamos lá chegar".

Por seu lado, Luís Marta vincou a importância que o novo pavilhão do Sp. Braga pode vir a ter para que a modalidade deixe apenas de "sobreviver", vincou a necessidade de haver um maior reconhecimento da sociedade em relação ao bocccia e a importância de ex-atletas se juntarem ao clube na condição de treinadores para passarem conhecimentos a quem entra na modalidade.

Vera Vaz, da Cerci Braga, descreveu o trabalho que tem vindo a ser feito na associação no que à ligação com o desporto diz respeito, realçando a importância do Centro Municipal de Desporto Adaptado, e foi taxativa em relação ao termo que se deve usar na vertente do desporto para pessoas com deficiência. "Prefiro o termo desporto inclusivo ao termo desporto adaptado. Adaptações todos nós precisamos, eu tenho asma e há coisas que não consigo fazer", vincou.

Por fim, Manuel Vieira, da APD Braga, deu ênfase ao trabalho de sucesso que tem vindo a ser feito na secção de basquetebol em cadeira de rodas da associação, explicou quais os custos associados à modalidade- uma cadeira de rodas para competição pode chegar aos 12 mil euros- e reivindicou mais apoios.


Por Diogo Matos


**record.pt**
 
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