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..:: Deficiente-Forum - Temas da Actualidade ::.. Responsável: Nandito => Bem - Estar, Saude e Qualidade de Vida => Primeiros Socorros & Banco de Sangue => Tópico iniciado por: migel em 23/04/2013, 22:22

Título: Cientista portuguesa inventou teste rápido ao grupo sanguíneo
Enviado por: migel em 23/04/2013, 22:22
Cientista portuguesa inventou teste rápido ao grupo sanguíneo


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  Uma investigadora da Universidade do Minho inventou um dispositivo portátil que permite em poucos minutos detectar o grupo sanguíneo da pessoa analisada, tendo sido seleccionada para participar na maior competição tecnológica mundial dirigida a estudantes do ensino superior. Ana Ferraz, aluna de doutoramento na Universidade do Minho, ganhou a final nacional da edição 2013 da Microsoft Imagine Cup e irá representar Portugal na final internacional que decorreráem São Petersburgo, na Rússia, entre 08 e 11 de Julho.
«O procedimento demora no máximo cinco minutos, tem baixo custo e é adequado a situações de emergência. É um sistema bastante pequeno, fácil de transportar e que pode ser usado em diferentes serviços hospitalares, em qualquer ambulância ou até no local do acidente», explicou a investigadora à Lusa.
«A aplicação desenvolvida pode estar no telemóvel, num tablete ou num PC, de onde se envia a mensagem para qualquer laboratório com o resultado do teste», disse ainda Ana Ferraz, acrescentando que, além de detectar o grupo sanguíneo, o dispositivo dá informações rigorosas que podem auxiliar os profissionais de saúde em situações de emergência, reduzindo os riscos de incompatibilidade e erro humano, nomeadamente em situações de transfusão.
«Gostaria de arranjar investidores e poder avançar com a produção deste sistema, criar uma empresa em Portugal, criar postos de trabalho, assegurando também o meu futuro», sublinhou a investigadora, que disse estar confiante de que a sua participação na final mundial das olimpíadas de software, na Rússia, lhe possa trazer vantagens a este nível.
For a Better World é o nome desta solução tecnológica que Ana Ferraz começou a desenvolver ainda na licenciatura, no Instituto Politécnico do Cávado e Ave. Além de rápida e portátil, esta invenção não representa grandes custos: segundo Ana Ferraz, o protótipo custou-lhe «apenas 130 euros».
Diário Digital com Lusa