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..:: Deficiente-Forum - Temas da Actualidade ::.. Responsável: Nandito => Bem - Estar, Saude e Qualidade de Vida => Primeiros Socorros & Banco de Sangue => Tópico iniciado por: Claram em 16/02/2012, 20:44

Título: Cordão umbilical: Banco público vai ser gerido por instituto do sangue
Enviado por: Claram em 16/02/2012, 20:44
Cordão umbilical: Banco público vai ser gerido por instituto do sangue


O Banco Público de Sangue do Cordão Umbilical (LUSOCORD), com futuro incerto por falta de pessoal, vai ser mantido e gerido pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), de acordo com a lei orgânica hoje publicada.De acordo com o Diário da República, o IPST tem por missão "garantir e regular, a nível nacional, a atividade da medicina transfusional e de transplantação e garantir a dádiva, colheita, análise, processamento, preservação, armazenamento e distribuição de sangue humano, de componentes sanguíneos, de órgãos, tecidos e células de origem humana".

O IPST sucede nas atribuições a Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação, com exceção das atribuições transferidas para a Direção-Geral da Saúde (DGS), e os Centros de Histocompatibilidade do Norte, Centro e Sul.

Entre as várias atribuições deste instituto está a manutenção e gestão do Banco Público de Sangue do Cordão Umbilical (LUSOCORD).

Este banco tem atravessado diversas dificuldades por falta de pessoal, tendo no final do mês ficado sem os dois funcionários que, nessa altura, viram os seus contratos chegar ao fim.

Desde então, e de acordo com Helena Alves, da direção do LUSOCORD, o trabalho deste banco tem sido assegurado com o apoio de três estagiários que receberam formação para tal.

Em declarações à Lusa, Helena Alves disse ver como "um sinal positivo" a definição do futuro do LUSOCORD em Diário da República, nomeadamente através do IPST.

"O ministro da Saúde já tinha dado uma indicação de que o banco é para continuar", lembrou, referindo-se a afirmações de Paulo Macedo no sentido do LUSOCORD ser mantido.

Paulo Macedo referiu ainda que é necessário averiguar as condições em que este material está a ser colhido e preservado, ao que Helena Alves responde com a garantia de que todos os procedimentos de segurança são realizados.

Diário Digital / Lusa