| PCP e BE questionam governo sobre Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul
| | | | (https://deficiente-forum.com/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.regiao-sul.pt%2Fimages%2Fpix.gif&hash=de075a6f9bc4558a9854db076b04f190) | | Os grupos parlamentares do PCP e do Bloco de Esquerda (BE) questionaram esta semana o governo sobre a situação do Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul (CMFRS), localizado em São Brás de Alportel.
Trata-se de uma unidade especializada da rede de referenciação hospitalar de medicina física e de reabilitação do Serviço Nacional de Saúde, abrangendo o Algarve e o Baixo Alentejo.
Há um ano, depois do fim do contrato de concessão a um grupo privado, o centro passou a ser gerido pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, tendo perdido 18 profissionais de saúde e encerrado várias camas de internamento.
Em consequência, diz o PCP no seu requerimento, “passou-se de uma situação em que não existia lista de espera para uma situação em que 27 utentes aguardam tratamento e a capacidade de resposta em ambulatório reduziu-se em 30%”.
O PCP entende que uma unidade de referência e desta importância “deverá ser gerida por entidades públicas colocando-a ao serviço das populações”, referem os deputados Paulo Sá (eleito pelo círculo de Faro), Carla Cruz e Paula Santos.
Os deputados do BE, Cecília Honório (eleita pelo círculo de Faro) e João Semedo, sublinham que a atual situação “põe em causa o normal funcionamento desta unidade de saúde” e defendem que a gestão do centro “deve manter-se na esfera pública”.
"Não é aceitável que se depaupere uma unidade de saúde, atrofiando progressivamente a sua capacidade de resposta para depois utilizar esta argumentação como motivo para justificar a sua entrega ao setor privado. O que é público pode e deve ser gerido pelo público", frisam os deputados do Bloco.
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve garantiu recentemente que o governo se prepara para dar autorização para a abertura de concurso que permita preencher as vagas em aberto.
“Posso dizer o que oficiosamente sei, que é que vai ser dada autorização. O 'timing' em si não sei dizer, porque não posso fazer futurologia. De qualquer das maneiras, sei que iremos ter num curto espaço de tempo autorização” para contratar os profissionais em falta para substituir aqueles que saíram por “motivos legítimos”, afirmou João Moura Reis, presidente da ARS/Algarve.
Esta autorização que permite “a contratação de efetivos para preenchimento de vagas não depende só da tutela, depende também do Ministério das Finanças”, acrescentou Moura Reis. | | (https://deficiente-forum.com/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.regiao-sul.pt%2Fimages%2Fpix.gif&hash=de075a6f9bc4558a9854db076b04f190) | | [/t][/t][/t] |
|
|