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Autor Tópico: Centro de Equoterapia está ameaçado por falta de estrutura  (Lida 1157 vezes)

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Centro de Equoterapia está ameaçado por falta de estrutura

Para atender a demanda, é necessária a contratação de mais três fisioterapeutas e um psicólogo

     
A redução no quadro de profissionais que atuam no Centro de Equoterapia da Polícia Militar, na zona Sudeste de Teresina, tem reduzido o número de atendimentos no espaço. Atualmente, 60 pessoas - entre crianças e adultos - fazem reabilitação no Centro, que já chegou a atender 80 pacientes com paralisia cerebral e autismo. Para voltar a atender a mesma demanda, é necessária a contratação de mais três fisioterapeutas e um psicólogo. Além disso, o espaço espera há dois anos por uma reforma. "O prédio não é tão antigo, mas teve sua estrutura física danificada em 2010. É um ambiente insalubre e quando chove a situação piora", afirma a supervisora técnica, Raquel Azevedo.

Ela acredita que até o final desse ano a reforma será realizada. Pelo menos esse foi um dos pontos acertados durante reunião que ocorreu recentemente. Hoje, o Centro atua com quatro fisioterapeutas, dois fonoaudiólogos e três educadores físicos, todos cedidos por outros órgãos como Secretaria de Saúde, Seid (Secretaria Estadual para Inclusão da Pessoa com Deficiência) e Emgerpi. Em relação à reposição dos profissionais, Raquel disse que o comando da Polícia Militar se comprometeu em resolver o problema.

A reabilitação dos pacientes acontece através da parceria entre a PM e a Seid. A equoterapia é uma atividade que proporciona inúmeros benefícios para pessoas que possuem alguma deficiência física ou mental. "A interação com os cavalos e seus movimentos suaves trazem melho-rias para a coordenação motora e para a autoestima", explica a fisioterapeuta.
Os praticantes da atividade fazem sessões semanais com duração de 30 minutos. Os ca-valos e equitadores são do corpo da Polícia Militar do Piauí, assim como o espaço da cavalaria. Os profissionais atendem de segunda a sexta-feira nos turnos manhã e tarde. Raquel explica que cada pessoa é atendida no período de seis meses a três anos. "Geralmente, eles vêm encaminhados pelo médico ou tomam conhecimento do Centro e nos procuram diretamente", diz.

Os interessados devem obter um laudo médico, pegar a ficha cadastral e apresentar documentos pessoais para entrar na lista de espera. O processo de rea-valiação acontece duas vezes por ano e logo em seguida a convocação dos novos praticantes. A supervisora diz que no momento não há nenhum paciente na fila de espera.

Todos os jovens e crianças atendidas têm tido inúmeras melhorias e precisam do atendimento para dar continuidade ao tratamento

http://180graus.com/geral/centro-de-equoterapia-esta-ameacado-por-falta-de-estrutura-510661.html
 

 



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