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Autor Tópico: Único centro público de fisioterapia no Algarve pode fechar  (Lida 1187 vezes)

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Offline pantanal

 
Único centro público de fisioterapia no Algarve pode fechar

O Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul não tem meios para manter-se a funcionar com qualidade. A denúncia é feita pela Ordem dos Médicos.
 
  A única unidade pública de fisioterapia no sul do país pode fechar as portas a qualquer momento. Responsáveis da Ordem dos Médicos, do Conselho Distrital do Algarve, alertam que o Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul "vive sob ameaça de encerramento, com o depauperamento dos recursos humanos e técnicos".[size=78%]   


A denúncia, feita esta quarta-feira, pretende revelar "publicamente a situação" para, assim, "sensibilizar o poder político para o desastre que será para o Algarve e outras regiões do Sul do país perderem o centro", lê-se numa missiva enviada às redações. O Expresso contactou os responsáveis pela Administração Regional de Saúde do Algarve e aguarda uma resposta.
Localizado em São Brás Alportel, o Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul está vocacionado para tratar doentes com lesões medulares, traumatismos crâneo-encefálicos, acidentes vasculares cerebrais e outras patologias do foro neurológico, reumatológico, ortopédico, cardiovascular e pneumológico. Abrange, sobretudo, os utentes de reabilitação prolongada dos distritos de Faro e de Beja.
O centro "tem capacidade para 54 camas de internamento e prevista uma média anual de 3200 consultas externas e 44 mil sessões de hospital de dia", consta na informação institucional divulgada na página da unidade na internet. Custou 3,5 milhões de euros e tem sido gerido em modelo de parceria público-privada.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/unico-centro-publico-de-fisioterapia-no-algarve-pode-fechar=f902016#ixzz3LanDG0Cx


Fonte: expresso
« Última modificação: 11/12/2014, 12:51 por migel »
 

Offline Pantufas

 
ARS garante que Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul não vai fechar



Centro-de-Medicina-e-Reabilitação-do-SulA Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve garantiu hoje, em esclarecimento, que o Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, situado em São Brás de Alportel, não corre «qualquer risco de encerramento, nem se verifica a diminuição da qualidade de serviços» aí prestados.

A ARS acrescenta que «a avaliação dos utentes face ao serviço que lhes é prestado no Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul é muito positiva».

Citando o “Relatório de Inquérito aos Consumidores uSPEQ: Terceiro Trimestre 2014?, no que diz respeito à capacidade de resposta do serviço daquele Centro e abrangendo AVC, lesão encefálica, lesão modular e outras patologias, a ARS anuncia que 100% dos inquiridos responderam positivamente com «concordo» e «concordo completamente».

Também as questões «No CMRSul obtive de que necessitava, quando necessitava» ou «Existe pessoal suficiente e disponível para responder às minhas necessidades» obtiveram o pleno das respostas dos utentes do CMFRS.

Sublinhando que estes resultados se devem «a todos os profissionais que desempenham as suas funções com competência, dedicação e profissionalismo», o Conselho Diretivo da ARS Algarve sublinha que «aguarda, a todo o momento, a autorização excecional da tutela para proceder a contratações urgentes de profissionais de Saúde para reforçar a equipa já existente».

São necessários, salienta, três médicos fisiatras, 18 enfermeiros e técnicos de diagnóstico e terapêutica, assistentes operacionais, assistentes técnicos, psicólogos e técnicos de Farmácia.

    ARS Algarve «aguarda, a todo o momento, a autorização excecional da tutela para proceder a contratações urgentes de profissionais de Saúde para reforçar a equipa já existente»

A ARS acrescenta que a atual redução de profissionais em determinadas áreas de atuação se deve «aos mecanismos burocráticos que, se por um lado existem para que a transparência e a igualdade de oportunidades se afirmem na Administração Pública Portuguesa, por outro podem dificultar a contratação urgente que muitas vezes é necessária para a resolução de problemas surgidos repentinamente, sobretudo num setor tão específico e sensível como é o da Saúde».

No entanto, assegura o Conselho Diretivo da ARS, «esta situação é temporária e a qualidade dos serviços prestados não está nem nunca esteve em causa».

Na semana passada, dia 2 de Dezembro, teve lugar uma reunião presidida pelo secretário de Estado da Saúde Manuel Teixeira, entre o Conselho Diretivo da ARS Algarve e a AMAL, onde um dos temas abordados foi precisamente o ponto de situação do Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, tendo os autarcas presentes tido a possibilidade de verem esclarecidas todas as dúvidas sobre este assunto.

O Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, que iniciou a sua atividade em abril de 2007, é uma unidade especializada na rede de referenciação hospitalar de medicina física e de reabilitação do Serviço Nacional de Saúde, que ao longo dos últimos anos muito tem contribuído para a qualidade do SNS na Região do Algarve.

Centro de Medicina e Reabilitação do Sul 2Com a cessação do Contrato de Gestão com a GP Saúde – Sociedade Gestora do Centro de Medicina e Reabilitação do Sul SA, a Administração Regional de Saúde do Algarve assumiu a gestão daquele Centro no dia 23 de novembro de 2013.

No âmbito deste processo e consequente integração na gestão da ARS Algarve, «ficou desde logo garantida, na sua plenitude e integralidade, a continuidade do funcionamento do Centro e dos seus serviços de prestação de cuidados de saúde na área de referenciação hospitalar de Medicina Física e de Reabilitação. Igualmente, e desde sempre, ficou salvaguardada a situação laboral de todos os profissionais que integram este Centro, mantendo-se em vigor os contratos individuais de trabalho, não tendo havido alteração do vínculo laboral estabelecido nem do valor dos salários», acrescenta o esclarecimento enviado às redações.

No âmbito da transição do quadro de pessoal, «foram verificados todos os trâmites legais», não tendo a ARS Algarve procedido a «nenhum despedimento nem a nenhuma outra iniciativa conducente à saída, por que motivo fosse, de nenhum dos profissionais desta unidade provindos da anterior gestão».

«Desde o início da reversão do CMFRSul que, todos os trabalhadores ficaram isentos de quaisquer cortes salariais aplicáveis no domínio da administração pública» e isto, salienta a ARS, «de forma discriminatória com todos os outros trabalhadores desta ARS, sendo o empregador o mesmo».


Fonte: Sul Informação
 

 



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