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Autor Tópico: Tentou vacinar o seu gato e não conseguiu? Falta de vacinas só deverá estar normalizada no próximo a  (Lida 294 vezes)

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Online Nandito

 
Tentou vacinar o seu gato e não conseguiu? Falta de vacinas só deverá estar normalizada no próximo ano

Marta Pedreira Mixão
Texto MadreMedia
30 out 2021 08:23


A falta de vacinas para gatos já dura há alguns meses e a rutura começa a verificar-se também em relação aos cães. Este é apenas mais um dos efeitos indiretos da pandemia e a situação só deverá ficar regularizada no fim do primeiro trimestre de 2022.



Fonte imagem: 24.sapo.pt
 
As vacinas que estão disponíveis atualmente não chegam para o número de gatos a vacinar e “vêm a conta-gotas”, afirmou Jorge Cid, bastonário da Ordem de Médicos Veterinários (OMV) ao SAPO24.

Uma das explicações para a rutura é a crescente procura, motivada pelo aumento das adoções de animais de companhia durante a pandemia.

“De algum tempo para cá, tem havido uma grande dificuldade na aquisição de vacinas dos gatos. Têm estado esgotadas e vêm a conta-gotas. Houve um aumento de consumo a nível da Europa, devido ao grande número que adoções durante a pandemia e, portanto, há mais gatos a serem vacinados”, explica o bastonário.

Jorge Cid associa ainda a rutura à “quebra de produção devido à pandemia", cujo impacto se fez sentir "quer ao nível dos recursos humanos, quer nas matérias-primas e nos transportes. Houve mais procura, menos produção e [o stock] esgotou”.

O médico-veterinário Luís Asseiro de Sá, da Clínica Veterinária Vale d'Álvaro, confirma ao SAPO24 as dificuldades no acesso às vacinas.

"Relativamente às vacinas polivalentes para gatos, houve uma rutura grande ao nível do fornecimento para os Centros de Atendimento Médico-Veterinários (CAMV), imaginando nós que por falta de produção", diz o médico veterinário, assegurando que, no que tem conhecimento, “nunca foi explicado qual o motivo para isso”.

“O que foi notório foi o facto ser transversal a todos os grandes produtores de vacinas para animais, pelo menos ao nível europeu”, refere, acrescentando que, no seu caso, "o stock tem vindo a ser reposto gradualmente ao longo deste mês de outubro".

Apesar de a maior escassez se verificar nas vacinas para gatos, "nas dos cães também já se começa a sentir”, confirmou o bastonário. Jorge Cid assegura, porém, que no caso da vacina da raiva – transmissível a humanos – “não tem havido grandes problemas” e que a rutura se verifica principalmente "nas chamadas vacinas múltiplas”, que visam "várias doenças" – a vacina polivalente protege contra a rinotraqueíte viral felina (uma doença do tipo gripal causada por um herpesvírus), calicivirose felina (uma doença de tipo gripal acompanhada de inflamação da boca, causada por um calicivírus) e panleucopenia felina (uma doença grave causada por um parvovírus semelhante ao vírus responsável pela parvovirose canina).

“Nessas é que tem havido uma quebra grande. Os laboratórios não estão a conseguir fazer face às encomendas, há rutura de stocks e depois cada laboratório vai pondo [vacinas] no mercado a ‘conta-gotas’, e vai rateando segundo os pedidos que têm e distribuindo ‘o mal pelas aldeias’”.

Sobre a forma como os CAMV estão a organizar e a dar resposta a esta rutura, Jorge Cid afirma não ter essa informação, mas refere que “todos os clínicos farão o seu protocolo vacinal conforme o seu critério clínico”. O bastonário faz um paralelismo em relação à vacina da covid-19 e da gripe, relembrando que “também não havia para todos e, portanto, foram elencados grupos de risco que seriam os prioritários e depois quando houvesse [maior disponibilidade de vacinas] seriam os outros a seguir”.

“Em cada CAMV, a direção clínica estabelece as prioridades, segundo o seu critério clínico, o que também varia muito de CAMV para CAMV. Há uns que tinham stocks maiores e e conseguem ainda fazer face à procura, outros não. Portanto, tem de se definir um critério, segundo a prática clínica, já que dificilmente há vacinas para todos”, remata.

O bastonário considera ainda que “não é expectável que essa situação melhore ou esteja resolvida antes do fim do primeiro trimestre de 2022, princípio do segundo”.



Fonte: 24.sapo.pt           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/tentou-vacinar-o-seu-gato-e-nao-conseguiu-falta-de-vacinas-so-devera-estar-normalizada-no-proximo-ano
"O Senhor detesta o caminho dos ímpios, mas ama quem busca a justiça"  Provérbios 15:9"
 

Online Nandito

 
Escassez de vacinas para animais de companhia deve estar normalizada em janeiro


Agência Lusa Texto
10 nov 2021, 14:40


Jorge Moreira, presidente da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica de Medicamentos Veterinários, diz que a falta de vacinas coincidiu com um grande aumento na adoção de animais domésticos.


Fonte imagem: Fonte: observador.pt

A Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica de Medicamentos Veterinários (APIFVET) diz que a escassez de vacinas para animais de companhia deverá ficar normalizada no início de janeiro e aconselha ao não açambarcamento, para evitar futuros desequilíbrios.

Em declarações à Lusa, o presidente da APIFVET, Jorge Moreira, explicou que a escassez de vacinas e medicamentos para gatos e cães que se tem verificado está a ser resolvida e que a indústria fez um reforço da produção. Apelou à “tranquilidade e ao não açambarcamento”.

“Tudo está a ser feito na produção, houve um reforço, as empresas estão a produzir a 100%, mas estamos a falar de produtos biológicos, em que as culturas demoram tempo a crescer. Depois, é preciso fazer análises para confirmar se os produtos estão conformes e tudo isto demora”, disse o responsável.

Jorge Moreira lembra que “só há quatro ‘players’ com importância na produção de vacinas, especialmente para animais de companhia”, frisando que “quando há algum problema nalgum deles, tudo abana”.

Explicou que com a pandemia e a necessidade de produzir vacinas anti covid-19, os materiais foram concentrados e desviados apenas para esse circuito de produção, especialmente frascos, tampas de borracha e cápsulas, e que isto coincidiu com “um ‘boom’ de animais adotados“.

“E isto não aconteceu só em Portugal, foi em toda a Europa”, disse o responsável, acrescentando: “Se tudo correr bem e não houver surpresas, estou convencido de que daqui a mais um ou dois meses a situação estará normalizada”.

“Não pode é haver o síndroma do papel higiénico [referindo-se ao açambarcamento de papel higiénico pelas pessoas no inicio da pandemia]. Até porque as vacinas têm validade de um ano a ano e meio e isso não faz sentido”, sublinhou.

Jorge Moreira apela à calma dos donos dos animais, lembrando que, nos gatos mais velhos, se a vacina for atrasada quatro a seis semanas não há problema, pois a imunidade mantém-se”.

“Nas vacinações iniciais já não se pode falhar”, afirmou, apelando aos donos dos animais para que falem com os veterinários e a estes profissionais que ajudem a definir prioridades na vacinação dos animais.

“Toda a indústria à escala mundial está a ter atrasos, tanto na produção, como no transporte”, afirmou o responsável, explicando que o problema é maior está nas vacinas e que, nos medicamentos para animais, o que acontece é que há princípios ativos que têm algumas falhas “porque as fábricas não os produzem”.

Nalguns casos, como os medicamentos são maioritariamente produzidos na Índia e na China, países onde ainda há problemas com a pandemia que obrigam a isolamentos, impedindo trabalhadores de estarem nas fábricas, a produção acaba por atrasar.

Em comunicado, a APIFVET insiste que, na sequência dos planos desenvolvidos pela indústria farmacêutica veterinária para robustecer o fornecimento de vacinas e outros medicamentos veterinários, “é esperado que as situações de escassez temporária que ocorreram recentemente venham a estar ultrapassadas no curto prazo, ou se revistam de uma natureza pontual”.

“Apesar de poder causar alguma apreensão nos donos dos animais, esta é uma situação que não coloca em causa a saúde pública ou animal futuras”, acrescenta a associação, reafirmando o seu compromisso com todo o setor, “num momento em que começa a assistir a uma normalização das cadeias de produção”.

A APIFVET representa cerca de 90% da indústria farmacêutica de medicamentos veterinários.



Fonte: observador.pt            Link: https://observador.pt/2021/11/10/escassez-de-vacinas-para-animais-de-companhia-deve-estar-normalizada-em-janeiro/
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