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..:: Deficiente-Forum - Inclusão Social ::.. Responsável Ana-S => Duvidas & Ajudas => Solidariedade => Tópico iniciado por: migel em 10/02/2023, 14:37
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GNR campeão do mundo precisa de cadeira de rodas adaptada
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Filipe exibe medalhas conseguidas do remo ao andebol, passando pelo ciclismo
Foto: Miguel Pereira/Global Imagens
GNR campeão do mundo precisa de cadeira de rodas adaptada
Ana Correia Costa
Ontem às 17:50
Equipamento custa entre 4500 e 5500 euros, e todos podem contribuir (particulares ou empresas). Pode-se ajudar através de donativos para o NIB 0010 0000 2804 3240 0010 3. O percurso desportivo do militar pode ser acompanhado na página de Facebook "Filipe Cerqueira - Atleta Remo".
Se o esforço e a dedicação de Filipe Cerqueira pudessem ter uma medida, ela seria a do estendal de medalhas que o militar da GNR conquistou ao longo dos últimos anos. Do remo ao andebol, passando pelo ciclismo, é fácil perder-lhes a conta: elas desfilam, a par dos troféus, no pequeno ginásio doméstico onde o guarda de Amarante treina com afinco o corpo e a mente para se posicionar no primeiro lugar dos pódios.
E, no ano passado, Filipe esteve mesmo entre os melhores - da Europa e do mundo - no andebol adaptado, modalidade em que Portugal se sagrou campeão europeu e mundial. Mas, para manter este nível e poder treinar precisa de uma cadeira de rodas adaptada que o ordenado não lhe permite adquirir.
"Não tenho uma cadeira minha. A que uso é emprestada, e sempre que sou chamado para os estágios tenho de pedi-la ao clube. É uma cadeira que não está adaptada a mim e não tem as minhas medidas; tanto dá para mim como para outro. Não são as condições ideais. Quero dar tudo, e procuro ter as melhores condições", vinca o atleta de 38 anos, que precisa de cerca de cinco mil euros para adquirir o equipamento. "Para mim, é um valor impensável, porque tenho muita despesa", refere o militar, que é pai de um menino de três anos.
"Chegamos ao patamar de campeões mundiais e europeus, e, se quero continuar a ser um atleta presente nestes palcos, isso depende de mim mas, também, das condições que tenha. Se tivesse uma cadeira minha, em Amarante consigo ter pavilhões onde posso treinar. A rodagem é muito importante, o drible, ter a baliza... Mesmo sozinho, consigo fazer mais do que se não tiver um aparelho", aponta o GNR, que está dependente da cedência de uma cadeira por parte da equipa que representa, do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro, do Hospital Rovisco Pais.
Fonte: JN