Pedro Pauleta mantém a tradição de celebrar o Natal junto daqueles que mais precisam de uma palavra amiga, conforto e solidariedade, repetindo neste ano a visita à Associação de Pais e Amigos de Crianças Deficientes dos Açores, uma instituição que o antigo jogador faz questão de visitar ano após ano.
Foi com grande entusiasmo e alegria que Pedro Pauleta foi recebido por cerca de oitenta pessoas, entre pessoas portadoras de deficiência e auxiliares, distribuindo as tradicionais ofertas acompanhado por jovens que estão a dar os primeiros passos no futebol na Fundação Pauleta.
As ofertas incidiram este ano no vestuário, optando a instituição por preterir os tradicionais brinquedos no sentido de reforçar o conforto e bem-estar dos seus utentes. Ao longo de quase meia-hora o melhor marcador de sempre da selecção de Portugal não teve mãos a medir na distribuição dos presentes.
A passagem pela Associação de Pais e Amigos de Crianças Deficientes dos Açores foi apenas uma das várias paragens ao longo de uma manhã de segunda-feira agitada, pois bem cedo Pedro Pauleta já estava na Casa de Saúde de São Miguel, cumprindo também aqui uma tradição de longos anos, mas em privado.
Depois seguiu para o ATL da Fajã de Baixo, em Ponta Delgada, onde cerca de vinte dos setenta jovens com idades compreendidas entre os 6 e os 15 anos o aguardavam. Aqui, Pedro Pauleta não ofereceu brinquedos mas sim quatro computadores que «chegaram numa boa altura», confidenciou a vice-presidente da instituição, Aldina Gamboa.
As crianças, alegres pela visita, mostraram interesse na vida do ponta-de-lança, colocaram questões e vincaram elogios na hora de abrir as ofertas, não deixando passar a ocasião para recolher os tradicionais autógrafos e a fotografia para a posteridade.
Depois de ter estado pela primeira vez na ilha de Santa Maria em missão solidária, Pedro Pauleta reafirmou em São Miguel que é seu desejo alargar os apoios a outras ilhas dos Açores. «O Natal é um momento importante na minha vida e é uma altura em que a Fundação procura colaborar com algumas instituições dentro das nossas possibilidades», disse.
«Este apoio é uma obrigação moral e é a retribuição do carinho que recebi dos açorianos pois o conforto deles foi muito importante na minha carreira. Espero, para o ano, alargar estas iniciativas a outras ilhas depois de termos ido pela primeira vez a Santa Maria», vincou.
Fonte: RTP Açores