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Autor Tópico: Sondagem Legislativas 2019  (Lida 3030 vezes)

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Online Ana-S

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #15 em: 10/08/2019, 19:18 »
diria 85% correto   :p

Pronto, pronto só falhei no Neo...  :D

Não concordando com toda a sua politica, mas sem duvida para a nossa luta é a melhor opção, assim sendo voto BE  ;)

Concordo Sininho!
« Última modificação: 10/08/2019, 19:24 por Ana-S »
 
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Online migel

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #16 em: 12/08/2019, 14:27 »
Mais uma pessoa com deficiência na lista do BE, é ele Eduado Jorge, pertence a faz parte dos corpos sociais da UDF e é aqui super-moderador, grande ACTIVISTA pelos nossos direitos ..




Discurso de Eduardo Jorge, mandatário apresentação candidatura Fabiola Cardoso BE distrito Santarém

Boa noite a todas e a todos, e obrigado pela vossa presença!


Abraço à candidata  Fabiola Cardoso (imagem página facebook Catarina Martins)

Finalmente no meio de vós. É um prazer, e uma grande emoção estar convosco e fazer parte deste ato de cidadania. É muito reconfortante sentir-me em casa.

Um agradecimento especial à Fabíola Neto Cardoso e à Catarina Martins!

Foi com muita surpresa, mas com confessado orgulho, que recebi o convite para exercer o papel de mandatário distrital do BE, para as eleições legislativas do próximo dia 6 de outubro, aceitei o convite da futura deputada Fabíola Cardoso, por três razões principais:

. É candidata pela principal força política, que sempre esteve ao lado das pessoas com deficiência, e presente nas minhas lutas, como activista social pelos direitos das pessoas com deficiência;

. É companheira de partido das principais pessoas que sempre me apoiaram incondicionalmente, e que comigo estiveram presentes na maioria das lutas que travei, e das minhas várias acções de protesto, e por último

. É ela própria, uma lutadora incansável de causas, seja a causa feminista e LGBT, a causa ambiental que está cada vez mais na ordem do dia, ou outras.

Aceitar ser mandatário da candidatura da Fabíola Cardoso, para um ser livre como eu, que sempre evitou envolver-se em iniciativas de âmbito partidário, não deixa de ser, além de um desafio, uma responsabilidade acrescida.

Conheço muito bem as minhas limitações, e não me refiro somente ás físicas, mas espero, e tudo farei, para desempenhar o papel para o qual fui desafiado, de uma forma mobilizadora no sentido de contribuir para que os resultados a obter, a eleição da Fabíola Cardoso, sejam adicionar valor a um grupo parlamentar imprescindível pela diferença, solidariedade, a irreverência, o não conformismo, o ”não mais do mesmo”, em suma, o factor decisivo para que o próximo governo não seja um governo de maioria absoluta, e seja um governo mais equilibrado e ao serviço de todos e para todos, sempre condicionado nas suas acções e medidas.

Pela minha experiência de ativista, e pela parte que me toca, maiorias absolutas em nada têm contribuído para melhorar a vida das pessoas. A história passada e recente dá-me razão e também o confirma.

Se depender de mim, a Fabíola Cardoso será eleita deputada, e não tenho dúvidas que desempenhará o seu papel de deputada na Assembleia da República, tão bem quanto todos os outros papéis que desempenhou ao longo da sua militância cidadã, e que fizeram dela uma referência no ativismo, e um exemplo de que as ideias retrógradas não passam disso mesmo, quando confrontados com o empenho e a persistência de quem nunca desiste daquilo cuja força maior é a força da razão.

Realço mais uma vez as razões que me trouxeram ao papel que aqui represento.

Para quem possa não saber, tal como estou, sou o resultado de um acidente de automóvel tido em 1991, atirado por via disso para o desconforto que é viver, dependente de 3ºs e na maioria das vezes à margem da sociedade, e por favor. Esse fato transformou-me num ser atento e inconformado que não aceita os nãos com facilidade, e consequentemente num homem de causas e num ativista pelos direitos das pessoas com deficiência.

Aceitar ser mandatário da candidatura da Fabíola Cardoso, é uma forma de encontrar harmonia nas diferenças, que, parece-me, faz parte da prática bloquista. As, e os bloquistas que me são próximas, são todas elas pessoas singulares na sua forma de estar na vida, livres da tutela impositória dos partidos tradicionais, com cabeças e cérebros pensantes. Admiro todo esse leque de pessoas por isso mesmo, pelo empenho e abnegação, pela entrega aos outros e às causas que defendem.

Como é o caso da ex deputada Helena Pinto. Como esquecer a sua visita á minha casa com a finalidade de conhecer a minha realidade, e a audição que promoveu na Assembleia da República, e posteriormente a apresentação de um projeto de resolução para a implementação da Vida Independente em Portugal, uma das minhas mais recentes batalhas? Na altura o projeto foi recusado pela maioria PSD/CDS, mas se neste momento a assistência pessoal é finalmente uma realidade, muito se deve ao BE.

Como ficar indiferente á visita da sempre atenta coordenadora do BE, Catarina Martins, na minha última ação na Assembleia da República, única membro de um partido a fazê-lo, para além do deputado Jorge Falcato, e também todo o apoio dado na altura pelo BE?

Como ficar indiferente ao trabalho em prol dos outros deste grande homem que faz o favor de ser meu amigo, e que ali se encontra Duarte Arsénio. Este homem dedica-se de corpo e alma ao Centro de Apoio Social da Carregueira cuja direção preside, sem receber nada em troca. É geralmente o primeiro a chegar e último a sair. Gere os conflitos como poucos de quase 70 colaboradores. É inspirador ver a maneira como defende os direitos humanos, e defende o BE. Tem lutado contra ventos e marés não abdicando dos seus princípios.

Obrigado Duarte Arsénio por essa tua firmeza de caráter, continuares a defender os teus princípios, e não optares pelo caminho mais fácil. Tens sido um grande exemplo para mim. Eu acredito em ti, e em outros como tu, porque vós que tanto me têm dado, são o Bloco. Como já te disse várias vezes, não consigo entender as razões porque não te encontras a ocupar um cargo político. A política precisa de pessoas como tu.

E o Armindo Silveira? Como é possível com tão pouco conseguires tanto. Já és uma referência para os injustiçados do concelho de Abrantes. Parabéns amigo.

São essas as minhas principais razões de aceitar estar aqui, na qualidade de mandatário, convicto de que as lutas são permanentes, constituídas de batalhas, nem sempre ganhas, na procura permanente de uma sociedade mais justa, fraterna, livre, tolerante e mais igualitária para todos.

Boa sorte Fabíola Cardoso!

Boa sorte Bloco de Esquerda!



Enviado por mail
 
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Offline Pantufas

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #17 em: 15/08/2019, 11:24 »
Bloco de esquerda, pelos motivos que a grande maioria vota.

 
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Offline rui sopas

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #18 em: 22/08/2019, 15:40 »
Bloco entregou esta quinta-feira a lista de Lisboa

JORGE FALCATO - SOU NOVAMENTE CANDIDATO

porque muito ficou por fazer nesta legislatura que agora acaba.


Na entrega da lista do Bloco distrito de Lisboa, Mariana Mortágua mostrou-se confiante com a perspetiva de crescimento do partido. E Diana Andringa, a mandatária distrital, sublinhou que aceitou assumir este papel porque o Bloco “tratou de assuntos que mais ninguém tinha tratado”.

22 de Agosto, 2019 - 14:11h


Entrega da candidatura de Lisboa. Legislativas 2019. Foto de Paula Nunes.

Mariana Mortágua está confiante nos resultados que o Bloco vai ter nas próximas legislativas. Assume mesmo que há uma “perspetiva de crescimento e que as pessoas reconheçam o trabalho que temos feito até aqui”.

Sobre a lista que encabeça esclarece que é uma “lista de continuidade”, dada a avaliação positiva feita sobre o trabalho realizado pelos parlamentares do Bloco, mas também uma lista que não tem medo de apresentar “novas caras” que representam as lutas que o Bloco foi acompanhando.

“Não estou mais ou menos de acordo com os direitos laborais conforme os períodos eleitorais”

Questionada sobre o processo de luta dos motoristas de matérias perigosas, a deputada bloquista começou por sublinhar que a primeira preocupação “do Bloco é que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados acima de tudo.” Já a segunda preocupação é “que se encontre um acordo”, destacando-se que “ambas as partes devem estar disponíveis para negociar sem pré-condições” e que a mediação do governo deve ser “imparcial e justa”.

Quando os jornalistas insistiram em perguntar sobre consequências eleitorais da greve, Mariana Mortágua foi peremptória: “não estou mais ou menos de acordo com os direitos laborais conforme os períodos eleitorais”

É importante que o país se mobilize com o que se passa na Amazónia

A propósito dos incêndios na Amazónia, a dirigente bloquista declarou que “é importante que o país se mobilize, que o governo se mobilize, que as forças políticas se mobilizem” para responder a “uma catástrofe de dimensões mundiais”.

Mariana Mortágua sabe que “a desflorestação e a devastação da Amazónia não começou hoje” mas também sabe que o “processo tem-se agravado, em particular desde a eleição de Bolsonaro”. Isto porque o atual presidente brasileiro “já demonstrou várias vezes que está mais interessado com os interesses do agro-negócio e com os interesses da exploração mineira do que com a proteção das comunidades indígenas da Amazónia ou do que as ONGs que têm protegido a Amazónia até hoje”.

Bolsonaro promoveu um “ataque às comunidades indígenas” através do “favorecimento destas grandes empresas que querem a Amazónia para a sua exploração e para o seu negócio e que beneficiam com estes incêndios porque podem depois ir lá fazer o seu lucro e implantar o seu negócio”.

Para além da “mensagem de apoio às comunidades da Amazónia”, é preciso compreender que a Amazónia é “um problema do mundo”. Daí que sejam necessárias “ações que pressionem o governo brasileiro a tomar medidas de proteção da Amazónia” e a parar “com este ataque que põe o lucro e os grandes interesses à frente do interesse ambiental mundial”.

O Bloco tratou de assuntos que mais ninguém tinha tratado


Diana Andringa é a mandatária distrital da lista do Bloco em Lisboa. No ato de entrega afirmou que é mandatária porque o Bloco “respeita as pessoas mais velhas” e porque se identifica com os pontos de vista do partido.

A jornalista considera que o Bloco “é um partido extremamente importante” que “marcou muito a política em Portugal, tratou de muitos assuntos de que nunca ninguém tinha tratado” e “mostrou que as mulheres não devem estar na sombra”.



Esquerda Net
 
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Offline rui sopas

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #19 em: 22/08/2019, 15:42 »
Aproveito para dizer que meu voto sem duvidas nenhumas vai para o bloco de esquerda  :music:
 
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Offline SLB2010

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #20 em: 26/08/2019, 18:19 »
4.3 Pelo direito à vida independente das pessoas com deficiência

O problema:
O desemprego registado decresceu 19,3% entre 2016-2017 na população geral, mas apenas 2% entre a população com deficiência. Entre 2011-2017, o desemprego decresceu 34,5% entre a população geral, mas aumentou 24% entre as pessoas com deficiência.

Em 2016, as pessoas com deficiência representavam apenas 0,5% dos recursos humanos das empresas com mais de 10 trabalhadores e trabalhadoras. 71% tinha um grau moderado de incapacidade.


Uma discriminação em cima de outras
O risco de pobreza ou exclusão social em Portugal é mais elevado entre as pessoas com deficiência do que entre as pessoas sem deficiência, tanto no grupo dos 16-64 anos (+16 p.p.), como na população com mais de 65 anos (+8,2 p.p.).
O fosso no risco de pobreza ou exclusão social da população com e sem deficiência é mais elevado em Portugal do que na média da União Europeia (+15,7 p.p. entre os 16-64 anos e +5,6 p.p. na população com mais de 65 anos).
O maior risco de pobreza ou exclusão social é experienciado em agregados com pessoas com deficiências graves (36,7%, +15,3 p.p. do que nos agregados sem pessoas com deficiência e +6,4 p.p. do que nos agregados com pessoas com deficiências moderadas).


Fonte: Pinto, P. e Pinto, T., “Pessoas com deficiência em Portugal: indicadores de direitos humanos – 2018”, Observatório da Deficiência e Direitos Humanos

Esta realidade mostra um país em que o discurso sobre os direitos humanos é frequentemente só discurso. A focagem assistencialista das políticas é parte desse problema. É mais que tempo de abandonar definitivamente as políticas assistencialistas e institucionalizadoras que têm sido dominantes e promover uma política baseada nos direitos humanos, que crie todas as condições necessárias ao cumprimento do que está estabelecido na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

É mais que tempo de abandonar definitivamente as políticas assistencialistas e institucionalizadoras que têm sido dominantes e promover uma política baseada nos direitos humanos.

As propostas do PS e da direita
Tanto a direita como o PS perpetuam políticas institucionalizadoras. O governo do PS entregou os projetos-piloto de assistência pessoal / vida independente às IPSS, em vez de reforçar a organização autónoma das pessoas com deficiência, e restringiu o financiamento de tal forma que é impossível os utilizadores e utilizadoras de assistência pessoal mais dependentes terem o número de horas de assistência que necessitam e que estava previsto na lei.

O Bloco propõe:
Estratégia para a deficiência, através de um processo participativo e descentralizado a nível nacional que respeite a opinião das pessoas com deficiência, as suas famílias e as organizações representativas e concretize os direitos inscritos na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência;
Lei de assistência pessoal, financiada pelo Orçamento do Estado, que respeite a filosofia de vida independente cumprindo princípios básicos como o pagamento direto aos e às utentes do número de horas de assistência necessárias à concretização do seu projeto de vida e a livre escolha da assistência pessoal;
Convergência do rendimento disponível das pessoas com deficiência com o valor do Salário Mínimo Nacional no prazo da legislatura;
Diminuição da idade mínima para a aposentação das pessoas com deficiência;
Sim, é possível
A análise SROI (Social Return On Investment) do serviço de assistência pessoal da cidade de Barcelona, no período de setembro de 2011 a setembro de 2012 (ambos os meses incluídos), constatou um coeficiente entre 2,7 e 3,2, ou seja, para cada euro que é investido no serviço geram-se entre 2,7 e 3,2 euros de impacto social. Tomando como referência o intervalo elevado (3,2) durante o período de estudo, o serviço gerou um impacto total no valor de 2,6 M€ a que corresponde um “lucro” de 1,8 M€, descontando o investimento.
« Última modificação: 26/08/2019, 18:23 por SLB2010 »
 
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Offline SLB2010

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #21 em: 26/08/2019, 18:19 »
Eu voto BLOCO de Esquerda  :good:
 
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Online Ana-S

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #22 em: 26/08/2019, 18:32 »
Eu também mas... e em relação à PSI? Ainda não li nada sobre esse assunto  :hum:
 
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Offline Ricsil

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #23 em: 27/08/2019, 14:28 »
Pois bem.No meu caso a idade conta.Na minha infância e juventude,como a minha família mais chegada era de esquerda bem vincada eu também votava à esquerda.No entanto,depois de ter sido internado e comecei a recuperar e a envelhecer fui MUDANDO COMPLETAMENTE na ideologia politica que me identifico.Assim,até aos 24 anos votava no Bloco e depois disso e durante 9 anos votei no PS.Sempre gostei de politica e nunca me abstive em nenhuma votação mas fui mudando gradualmente.Até que veio a FMI e o pais ficou de pântanas.Aqui nos 3 anos de turbulência identifiquei-me completamente com o PSD.Se tivesse sido 1ºministro teria feito o que ele fez.Identifiquei-me tanto com ele que resolvi a partir de 2015 votar SEMPRE no PSD.A minha mágoa maior é que o PSD e CDS sendo tradicionalmente os partidos que mais apoiam as pessoas com deficiência neste caso NADA FIZERAM.Nos chamados temas fracturantes são VIGOROSOS no campo de deficiência NADA FIZERAM.É grave,sem dúvida.Para mim,é imperioso que o PSD faça como o Bloco,isto é,ter várias pessoas com deficiência nos seus quadros partidários seja como deputados seja nas freguesias e câmaras.Só assim é que as pessoas com deficiência teriam simpatia com o PSD.Acho também quem é imperioso fazer as seguintes perguntas ao PSD:Acham justo as pessoas com deficiência não tenham direito a receber TODOS ELES O COMPLEMENTO NA SEU VALOR MÁXIMO???.Acham justo SÓ MEIA DÚZIA DE DEFICIENTES TEREM DIREITO A VALOR MÁXIMO DO COMPLEMENTO???.Acham justo o PS criar o PSI para depois se as pessoas tiverem um bom salário já DEIXAM DE PODER RECEBER O PSI???.É caso para perguntar para que se criou então a PSI??? se não é para autonomizar por completo as pessoas com graus de incapacidade???.O PS criou o PSI mas da maneira como ele está criado é uma CONFUSÃO BUROCRÁTICA ENORME em que a única benesse TOTAL É AS PESSOAS PUDEREM CASAR PORQUE DE RESTO muito pouco trouxe de positivo.Votarei ainda assim no PSD em Outubro porque me identifico com a ideologia que lhe está por detrás,na esperança que no futuro mudem de linha em relação aos deficientes que é uma matéria que é cara ao PSD e que no caso de PSI devia ter sido prioridade como foi o SIMPLEX para a administração pública.Se para o Centro,Centro Direita o que interessa é a pessoa e o individuo então mostrassem e mostrem isso em relação à deficiência no futuro.
 
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Online Ana-S

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #24 em: 27/08/2019, 17:29 »
Votarei ainda assim no PSD em Outubro porque me identifico com a ideologia que lhe está por detrás,na esperança que no futuro mudem de linha em relação aos deficientes que é uma matéria que é cara ao PSD e que no caso de PSI devia ter sido prioridade como foi o SIMPLEX para a administração pública.Se para o Centro,Centro Direita o que interessa é a pessoa e o individuo então mostrassem e mostrem isso em relação à deficiência no futuro.

Não quero de forma alguma influenciar o voto de alguém mas votar "na esperança que no futuro mudem de linha em relação aos deficientes que é uma matéria que é cara ao PSD" é como jogar no euromilhões e esperar que lhe saia o primeiro prémio. Nunca o PSD falou em defesa dos deficientes. Aliás, se bem me lembro foi o PSD que tratou de tirar os 50€ dados aos idosos com pensões baixas. Foi com o PSD que a minha pensão de invalidez tinha aumentos vergonhosos que pouco mais eram do que 1€.
Por isso e apesar de não concordar com todas as ideias do BE, nomeadamente na eutanásia e no aborto, eu voto em quem FAZ realmente a mudança. Porque mesmo com todas as injustiças que existem na atribuição da PSI (e complemento), tenho a certeza absoluta que se o PSD estivesse a mandar, não íamos ter nada disso.
 
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Online migel

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #25 em: 27/08/2019, 18:14 »
Não quero de forma alguma influenciar o voto de alguém mas votar "na esperança que no futuro mudem de linha em relação aos deficientes que é uma matéria que é cara ao PSD" é como jogar no euromilhões e esperar que lhe saia o primeiro prémio. Nunca o PSD falou em defesa dos deficientes. Aliás, se bem me lembro foi o PSD que tratou de tirar os 50€ dados aos idosos com pensões baixas. Foi com o PSD que a minha pensão de invalidez tinha aumentos vergonhosos que pouco mais eram do que 1€.
Por isso e apesar de não concordar com todas as ideias do BE, nomeadamente na eutanásia e no aborto, eu voto em quem FAZ realmente a mudança. Porque mesmo com todas as injustiças que existem na atribuição da PSI (e complemento), tenho a certeza absoluta que se o PSD estivesse a mandar, não íamos ter nada disso.


Sem duvida Ana, podemos concordar com o PSD em algumas coisas, mas pela nossa luta nunca fez nada de jeito, bem pelo contrário  :D
 
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Offline terraenator

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #26 em: 27/08/2019, 19:59 »
Não quero de forma alguma influenciar o voto de alguém mas votar "na esperança que no futuro mudem de linha em relação aos deficientes que é uma matéria que é cara ao PSD" é como jogar no euromilhões e esperar que lhe saia o primeiro prémio. Nunca o PSD falou em defesa dos deficientes. Aliás, se bem me lembro foi o PSD que tratou de tirar os 50€ dados aos idosos com pensões baixas. Foi com o PSD que a minha pensão de invalidez tinha aumentos vergonhosos que pouco mais eram do que 1€.
Por isso e apesar de não concordar com todas as ideias do BE, nomeadamente na eutanásia e no aborto, eu voto em quem FAZ realmente a mudança. Porque mesmo com todas as injustiças que existem na atribuição da PSI (e complemento), tenho a certeza absoluta que se o PSD estivesse a mandar, não íamos ter nada disso.

Meu amigo o PSD só fez asneiras, atrás de asneiras

1º aumentou o IVA na restauração e com isso amigos que conheço tiveram que fechar restaurantes.
2º foi buscar dinheiro publico para pagar a divida, ou seja, foi buscar o dinheiro da A.D.S.E "que é um sistema de saúde do publico"e assim pagava as contas.
3º arruinou mais o publico, dando os cargos aos amigos e levando o publico á falecia, caso CP, o caso PT que também foi da responsabilidade do Cavaco que era de direita também.
4º causou mais desemprego ao cortar pensões e reformas, quer dizer que o PSD nada entende de economia, porque se entende-se não faria isso, porque a economia é um motor que tem que estar em constante movimento. Um exemplo, se retiram dinheiro a si e a outros, você vai deixar de ir à loja comprar produtos e quem diz 1 pessoa diz varias, o que acontece é que se essas lojas não vendem, não vão poder pagar o salário aos funcionários, sendo que os têm que demitir  e pouco a pouco a loja fecha e com isso gera desemprego e um ciclo vicioso que vai acontecer a curto e a médio prazo.
Agora se houver reformas e pensões para todos e mesmo com o RSI ou a PSI, as pessoas têm dinheiro e vão comprar até produtos que não necessitam e assim o motor chamado economia está sempre a girar e com isso, aquela loja até irá precisar de contratar mais empregados e com isso gera mais emprego e assim todos ficam a ganhar. O problema que temos aqui é que vem uma esquerda e coloca tudo a funcionar como deveria ser, depois vem uma direita e tira tudo o que a esquerda fez e assim sucessivamente.
Não podemos esquecer das maiorias absolutas, isso nunca deve acontecer e são um perigo. Por exemplo o PS é de direita, mas alinhou-se com o BE, se o PS estivesse no poder sozinho, nada de PSI nem complemento nem nada existia, e estávamos piores. Claro se o PS quiser, retira isto da PSI, mas enquanto a esquerda tiver lá em cima a fazer frente, não o vai deixar fazer isso. A grande diferença está ai.
Quanto à PSI e ao resto, pouco a pouco as coisas vão evoluindo para melhor, mas pouco a pouco, se fosse de imediato, este pais já tinha ido à falecia.
Outra coisa porque voto no BE. A linha do Minho nine, Valença nunca foi electrificada  e nunca saiu do papel, essa e outras linhas, até mesmo modernização de linhas. Desde que o BE está na esquerda já houve obra na linha do Minho e o troço até Viana do Castelo está completo e para Valença já estão com a mão na massa, oficinas irão abrir novamente para reparar comboios, mesmo infraestruturas estão  a ser criadas para modernizar zonas que antes não tinham nada.
 
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Online migel

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #27 em: 28/08/2019, 10:20 »
Meu amigo o PSD só fez asneiras, atrás de asneiras

1º aumentou o IVA na restauração e com isso amigos que conheço tiveram que fechar restaurantes.
2º foi buscar dinheiro publico para pagar a divida, ou seja, foi buscar o dinheiro da A.D.S.E "que é um sistema de saúde do publico"e assim pagava as contas.
3º arruinou mais o publico, dando os cargos aos amigos e levando o publico á falecia, caso CP, o caso PT que também foi da responsabilidade do Cavaco que era de direita também.
4º causou mais desemprego ao cortar pensões e reformas, quer dizer que o PSD nada entende de economia, porque se entende-se não faria isso, porque a economia é um motor que tem que estar em constante movimento. Um exemplo, se retiram dinheiro a si e a outros, você vai deixar de ir à loja comprar produtos e quem diz 1 pessoa diz varias, o que acontece é que se essas lojas não vendem, não vão poder pagar o salário aos funcionários, sendo que os têm que demitir  e pouco a pouco a loja fecha e com isso gera desemprego e um ciclo vicioso que vai acontecer a curto e a médio prazo.
Agora se houver reformas e pensões para todos e mesmo com o RSI ou a PSI, as pessoas têm dinheiro e vão comprar até produtos que não necessitam e assim o motor chamado economia está sempre a girar e com isso, aquela loja até irá precisar de contratar mais empregados e com isso gera mais emprego e assim todos ficam a ganhar. O problema que temos aqui é que vem uma esquerda e coloca tudo a funcionar como deveria ser, depois vem uma direita e tira tudo o que a esquerda fez e assim sucessivamente.
Não podemos esquecer das maiorias absolutas, isso nunca deve acontecer e são um perigo. Por exemplo o PS é de direita, mas alinhou-se com o BE, se o PS estivesse no poder sozinho, nada de PSI nem complemento nem nada existia, e estávamos piores. Claro se o PS quiser, retira isto da PSI, mas enquanto a esquerda tiver lá em cima a fazer frente, não o vai deixar fazer isso. A grande diferença está ai.
Quanto à PSI e ao resto, pouco a pouco as coisas vão evoluindo para melhor, mas pouco a pouco, se fosse de imediato, este pais já tinha ido à falecia.
Outra coisa porque voto no BE. A linha do Minho nine, Valença nunca foi electrificada  e nunca saiu do papel, essa e outras linhas, até mesmo modernização de linhas. Desde que o BE está na esquerda já houve obra na linha do Minho e o troço até Viana do Castelo está completo e para Valença já estão com a mão na massa, oficinas irão abrir novamente para reparar comboios, mesmo infraestruturas estão  a ser criadas para modernizar zonas que antes não tinham nada.


 :bravo: :bravo:
 
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Offline terraenator

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #28 em: 28/08/2019, 17:23 »
era para o utilizador Ricsil a resposta e não para a  Ana-S, peço desculpas. só agora dei conta do erro
 
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Online Ana-S

Re: Sondagem Legislativas 2019
« Responder #29 em: 28/08/2019, 17:27 »
Eu percebi. Não tem problema  ;)
 
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