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Autor Tópico: Autismo  (Lida 6602 vezes)

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Offline Oribii

Autismo
« em: 12/12/2015, 17:25 »
 
Cinco sinais precoces de autismo



Especialistas revelam quais os sinais a que os pais devem estar atentos uma vez que podem indicar que a criança sofre de autismo.

   
Para conseguir os melhores resultados no tratamento do autismo, um diagnóstico e intervenção precoces são absolutamente importantes para melhorar as probabilidades de a criança desenvolver capacidades cognitivas essenciais e funções de alto nível mais tarde na sua vida.


Depois de falar com especialistas o Huffington Post revela os cinco sinais precoces de autismo a que os pais devem estar atentos a partir dos 12 a 18 meses de idade da criança, uma vez que é nesta altura que geralmente a condição se manifesta.

1. A criança não responde pelo seu próprio nome. Uma criança saudável irá responder, geralmente virando a cabeça, quando a pessoa que cuida dela a chama pelo nome. Apenas 20% dos bebés que depois foram diagnosticados com autismo respondiam quando alguém dizia o seu nome.

2. Não se envolve na ‘atenção partilhada’. Esta partilha de atenção é um sinal primordial de competências linguísticas, porque sugere a capacidade de partilhar algo com alguém. Como quando a criança vê algo e olha para a manhã como que a confirmar se ela viu o mesmo que ele, partilhando assim a ‘experiência’.

3. Não imita o comportamento dos outros. Os bebés com autismo têm menos tendência para copiar o comportamento dos outros – como rir, acenar ou bater palmas, por exemplo – do que a generalidade dos bebés.

4. Não brinca ao faz de conta. Geralmente as crianças começam a brincar ao faz de conta (fingir que são mães de um boneco ou que são o bombeiro que vai num carrinho, por exemplo) por volta dos dois ou três anos de idade. As crianças com autismo, no entanto, têm menos tendência para se relacionarem assim com os objetos.

5. Não respondem emocionalmente. Enquanto os bebés são tipicamente muito sensíveis às emoções dos outros, os bebés autistas têm menos tendência para sorrir em resposta ao sorriso de outra pessoa, ou a chorar quando veem outra criança a chorar.

Os especialistas recomendam que esteja atento a estes sinais especial entre os 12 e os 18 meses de idade da criança e que fale com o pediatra caso eles se verifiquem.




POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 
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Online migel

Re: Autismo
« Responder #1 em: 24/10/2016, 15:34 »
 
Pessoas com autismo têm decisões mais lógicas
Em causa está a forma como lidam com as emoções, diz um estudo.

   
As pessoas com autismo têm decisões mais lógicas do que aquelas que não padecem desta condição.


Quem o diz é Punit Shah, investigador do King’s College London, num artigo publicado no The Conversation. Segundo o cientista, as pessoas com autismo reagem de uma forma mais fria e distante às próprias emoções, o que faz com que não se deixem influenciar pelas mesmas na hora de tomar decisões.

Num estudo realizado recentemente, Shah e os seus colegas conseguiram ainda provar que a ‘cegueira emocional’ - incapacidade de desligar as emoções – faz com que as pessoas não consigam ter um pensamento lógico e coerente, acabando por tomar decisões mais emocionais e com um maior risco de estarem erradas. Além disso, as pessoas que não conseguem abstrair-se do que sentem dificuldade em controlar o próprio batimento cardíaco, deixando-as numa situação de stress igualmente capaz de interferir com a capacidade lógica de pensar.


Por seu turno, diz o investigador, as pessoas com autismo foram capazes de monitorizar os próprios batimentos cardíacos, não se deixando afetar pelo meio ambiente. “Em vez de usar a intuição e emoção como as pessoas sem autismo, eles [as pessoas com autismo] não seguem o coração e não usam a informação emocional como guia para as próprias decisões”, explica.


Noticias ao minuto
 

Online migel

Re: Autismo
« Responder #2 em: 24/10/2016, 15:37 »
 
O Filipe, os seus heróis e os seus esqueletos



Filipe Cerqueira na apresentação das obras em exposição  |  JORGE AMARAL/GLOBAL IMAGENS

 
Autista, Filipe Cerqueira, de 27 anos, vai já na sua terceira exposição em que mostra os retratos de atores e personagens do cinema e da animação. E as suas selfies, em que é só ele e os seus esqueletos

"Eu gosto de ser simplesmente o Filipe com os meus ossos e a minha caveira no corpo." A frase está inscrita num autorretrato de Filipe Cerqueira, mas o artista faz questão de a ler enquanto conduz meia dúzia de amigos numa visita guiada à exposição que até dia 28 de outubro tem, em nome próprio, na Galeria Abysmo, em Lisboa. Partilham o dia-a-dia na Cercica do Livramento, perto do Estoril, e esta foi uma manhã diferente. Com diferentes graus de autismo, o interesse e reação às explicações que Filipe dá junto a cada um dos quadros variam. Nada que altere a concentração de Filipe Cerqueira que desde 2013 dedica grande parte do seu tempo, em casa e na Cercica, ao desenho, pintura e, mais recentemente, às montagens de imagens em computador.

Em jeito de gigantes vinhetas de banda desenhada, desfilam pelas duas salas da galeria diferentes referências cinematográficas e de banda desenhada de Filipe Cerqueira. Mas, como nota João Paulo Cotrim, da Abysmo, "o interesse dele é centrado em aspetos pouco óbvios, como produtores, realizadores e atores que faziam as vozes dos desenhos animados".


JORGE AMARAL/GLOBAL IMAGENS
É precisamente por aí que começa a visita: um retrato de Arnold Stang, ator cómico norte-americano "que ficou conhecido sobretudo pelo filme O Mundo Maluco [It"s a Mad, Mad, Mad, Mad World], de 1963, e também por fazer a voz de Top Cat [série de televisão da Hanna-Barbera]. E ainda por ser a voz do [anúncio aos cereais] Cheerios. Morreu em 2009".

Durante quase uma hora, junto a cada um dos quadros, sem precisar de ler as falas das suas "vinhetas", Filipe Cerqueira, vestindo uma t-shirt branca na qual se encontram representados os atores que deram vida aos Três Estarolas (Curly Howrd, Larry Fine e Moe Howard), vai desfiando de memória nomes e datas, interpelando os amigos e acrescentando informação à que já consta dos seus quadros e, aqui e ali, imitando vozes. Como a de barítono de Bing Crosby ou dando vida a alguns personagens, como o Popey, arrancando risos aqui e ali.

Visivelmente agradado mas impassível na missão de apresentar a sua exposição, vai apresentando as personagens que retrata, quase todos eles já distantes da memória do grande público: ou porque há muito faleceram ou porque, quase todos, faziam vozes ou produziam séries de desenhos animados.
E porquê este interesse? "Porque sei muito sobre desenhos animados e atores dos anos 1930 a 1960. E isto é para os mais novos de Portugal conhecerem os artistas dessa época", explica. Os trabalhos de Filipe, de 27 anos, são, por isso, uma batalha contra esse esquecimento e, ao mesmo tempo, uma atividade criativa que o autismo não o impede de fazer de forma única e plena de originalidade. Algo que faz de forma mais sistemática desde 2013, diz, apesar em 2007 ter tido a sua primeira exposição, de banda desenhada, no Restelo. Em 2015, através da exposição O Sr. Cerqueira and the Heart Breakers, mostrou os seus quadros na galeria Cruzes Canhoto, no Porto.

E chega à Abysmo através de um acaso. "Um amigo ofereceu-me uma pintura do Filipe e eu depois fui à procura dele, para conhecer o trabalho", conta João Paulo Cotrim. Dando-se a coincidência de o livro de Valério Romão, autor editado pela Abysmo, ter o seu romance Autismo entre os seis finalistas do prémio de literatura francesa Fémina, na categoria romance estrangeiro. O vencedor é conhecido no dia 25 de outubro, sendo que Gonçalo M. Tavares, com Matteo perdeu o seu emprego, também faz parte do lote dos finalistas.


JORGE AMARAL/GLOBAL IMAGENS
Para além das incursões no mundo cinematográfico e televisivo, as "selfies", como Filipe Cerqueira chama aos seus autorretratos, formam um núcleo deste universo criado por Filipe Cerqueira. "Mostram a relação dele com a sua consciência. É muito curioso e é sempre difícil ter acesso a esse mundo", salienta João Paulo Cotrim, vincando o aspeto único destes trabalhos. São autorretratos em que Filipe se representa junta a algumas das personagens que admira - como o Bucha e o Estica, o Tom Cat ou os Três Estarolas -, a dançar com o esqueleto - "é para eu resolver as ideias", explica - ou a "ouvir a voz da minha consciência a falar, o que faço só quando estou sozinho porque se não as pessoas pensam que estou a falar sozinho", conta.

Na segunda sala surgem variantes: retratos de amigos, noras e algumas figuras portuguesas (Aníbal Cavaco Silva, Herman José e António Branco, o homem por trás do palhaço Batatinha). Há outros quadros ou montagens com personalidades nacionais, como o João Baião. Mas esses "estão no meu blogue, senhorcerqueira.blogspot.pt, vou sempre lá pondo coisas." E atualizando informação, como quando um dos seus retratados morre, por exemplo. Informação atualizada, algo que se percebe ser importante para Filipe Cerqueira e que agora pode fazer através do seu blogue. Mais um contributo "para arrumar as ideias".

Frames
Filipe Cerqueira
Galeria Abysmo, Rua da Horta Seca, n.º 40, R/C, Lisboa
De segunda a sexta, das 10.00 às 13.00 e das 14.30 às 19.00

 

Fonte: DN
 

Offline Fisgas

Re: Autismo
« Responder #3 em: 17/02/2017, 10:09 »
 
Nova pesquisa detecta autismo em crianças menores de 2 anos

A doença, que é diagnosticada aos 2 ou 3 anos, já deixa sinais no cérebro aos 6 meses. A esperança é que o tratamento possa começar mais cedo também.

Ciência consegue detectar autismo em crianças menores de 2 anos


(iStock | Liudmila_Fadzeyeva)

Há diversos sinais que podem indicar se uma criança possivelmente é autista – dificuldades na fala, distanciamento emocional, regressão de algumas fases do desenvolvimento, hábitos repetitivos. Mas, até agora, o diagnóstico da doença só podia ser feito depois dos 2 ou 3 anos de idade. Até agora. Pela primeira vez, cientistas descobriram que o autismo deixa sinais visíveis – e detectáveis por meio de exames de imagem – no cérebro antes mesmo de o bebê completar um ano.


A pesquisa, publicada na prestigiosa revista Nature, foi feita com 106 crianças que já tinham um irmão ou irmã mais velhos com a doença. Os pesquisadores fizeram ressonâncias magnéticas nos cérebros dos caçulas aos 6, 12 e 18 meses de idade – e perceberam algumas alterações. Bebês que mais tarde seriam diagnosticados com autismo apresentavam uma superfície cerebral maior já aos 6 meses de idade, uma medida que se confirmava nos semestres seguintes. A superfície maior do cérebro depois também se tornava um volume cerebral maior – algo que, a ciência já sabia, é uma característica de pessoas com autismo. Os exames conseguiram prever com 80% de acerto quais as crianças que desenvolveriam a doença.

Ter a capacidade de descobrir o transtorno tão cedo é um avanço e tanto, porque possibilita que pais comecem antes com os tratamentos – terapia, fonoaudiologia, acompanhamento médico. Há diversos graus de autismo e ele não tem cura, mas crianças com o tratamento adequado podem levar vidas funcionais e satisfatórias. Como se sabe, os cérebros de bebês são extremamente maleáveis, o que traz esperança para que as terapias que comecem antes do 1 ano de vida sejam ainda mais eficientes.

O exame, no entanto, não será indicado para todo mundo. Ele vai ser especialmente importante para famílias que já possuem casos da doença. Ter um irmão mais velho com autismo faz com que as chance de o caçula desenvolva o transtorna seja de quase 1 em 5.

“Com esse novo método, poderemos identificar as criancas que desenvolverão autismo mesmo antes de os sintomas começarem a aparecer”, disse Joseph Piven, um dos autores do estudo, e professor de psiquiatria da Universidade da Carolina do Norte-Chapel Hill, na divulgação da pesquisa.


Fonte: http://super.abril.com.br/saude/ciencia-consegue-detectar-autismo-em-criancas-menores-de-2-anos/
 

Online migel

Re: Autismo
« Responder #4 em: 17/03/2017, 10:58 »
 
Há um novo método que permite identificar o autismo

Cientistas criaram um novo método de análise de biomarcadores metabólicos que permite identificar se uma criança tem autismo, facilitando o diagnóstico do distúrbio neurológico
2017-03-16 19:33
   

Autismo. (Foto:Reuters)
        
Cientistas criaram um novo método de análise de biomarcadores metabólicos que permite identificar se uma criança tem autismo, facilitando o diagnóstico do distúrbio neurológico, revela um estudo publicado esta quinta-feira na revista PLOS Computational Biology.

O método desenvolvido por investigadores do Instituto Politécnico de Rensselaer, nos Estados Unidos, tem por base concentrações de substâncias específicas numa amostra de sangue.

As substâncias (metabolitos) são produzidas por processos metabólicos, um deles conhecido por transsulfuração, que estão alterados nas crianças com autismo. Os processos metabólicos são necessários à formação, ao desenvolvimento e à renovação das células.

Os cientistas usaram amostras de sangue de 83 crianças com autismo e de 76 crianças neurotípicas (sem qualquer distúrbio psíquico significativo) com idades entre os três e os 10 anos.

Os dados recolhidos foram trabalhados com o auxílio de modelos matemáticos avançados e de ferramentas de análise estatística, permitindo identificar corretamente 97,6% das crianças autistas e 96,1% das neurotípicas (que têm processos metabólicos um pouco diferentes das autistas).

Os autores da investigação ressalvam que são necessários mais estudos e pretendem perceber se possíveis tratamentos que manipulem os processos metabólicos poderão interferir nos sintomas do autismo, um distúrbio neurológico que aparece na infância e se caracteriza por comportamentos repetitivos e restritivos e dificuldade de interação social e comunicação.

As causas exatas do autismo continuam desconhecidas e o seu diagnóstico exige uma equipa multidisciplinar de médicos.


Fonte e continuar a lêr: http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/estudo/ha-um-novo-metodo-que-permite-identificar-autismo
 

Offline Sardinha

Re: Autismo
« Responder #5 em: 13/06/2017, 15:04 »
 
Época de exames decorre até setembro

no dia 12 de Junho de 2017

Os jovens que sofrem de fobia social têm maior dificuldade em superar as provas orais na época de exames escolares. Muitos preferem faltar aos exames orais ou desistir para não serem confrontados com o medo de falar em público, de serem avaliados negativamente ou de se sentirem humilhados. A fobia social é muito frequente em idade escolar, no entanto continua a ser desvalorizada, comprometendo o diagnóstico precoce.

Os sintomas mais frequentes da fobia social são o medo persistente, intenso e extremo, a necessidade irracional de fuga, em situações que envolvam uma interação com outras pessoas. Podem surgir também, acompanhados destes sintomas: palpitações, tremores, transpiração excessiva, falta de ar, tensão muscular, boca seca, gaguez, náuseas, dor de cabeça, urgência urinária, rubor facial ou rosto avermelhado.

A fobia social pode ser entendida como uma forma extrema de ansiedade na qual o medo da interação social é tão forte que interfere na capacidade de agir, de falar, de pensar, afetando a qualidade de vida diariamente. Estima-se que cerca de 7,1 por cento da população mundial sofre deste tipo de fobia.

As principais causas para esta doença estão relacionadas com um conjunto de fatores interligados entre o ambiente externo, a origem genética e as experiências complexas de vida, como situações de bullying, rejeição ou conflitos familiares.

As pessoas com fobia social têm também maior propensão a desenvolver depressão ou abuso de substâncias nocivas; evitam, com frequência, as relações interpessoais e procuram o isolamento. Estudos recentes revelam que os jovens com este tipo de fobia têm maior probabilidade de chumbar o ano letivo ou abandonar a escola antes da licenciatura.

Geralmente, a fobia social manifesta-se logo na infância. Os pais devem estar atentos quando as crianças demonstram preocupação em excesso em ir para a escola ou sentem ansiedade exagerada na véspera dos exames escolares.

A deteção atempada e o diagnóstico desta fobia pode ajudar as crianças e jovens a enfrentar o problema e continuar com sucesso os seus estudos. Quando não tratada, esta fobia pode limitar gravemente a autonomia da pessoa. O tratamento deste tipo de fobia envolve uma abordagem cognitivo-comportamental, com acompanhamento psicológico e psiquiátrico.

A Associação Cérebro & Mente tem como principal objetivo promover a saúde mental na população. Para mais informações consulte: http://cerebroemente.pt/


Fonte: https://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/febre-na-gravidez-pode-aumentar-risco-de-autismo-21470523.html
 

Offline AREZ

 



Fonte : SIC - Cristina
 

Online Nandito

Re: Autismo
« Responder #7 em: 31/05/2021, 10:55 »
 
“És autista? E agora?” “Agora a vida continua.” Histórias de pessoas cujos cérebros funcionam como um algoritmo
31 MAIO 2021 9:00 Hugo Séneca


Luís Madeira, líder da Senseware, no escritório de casa, onde faz a maior do trabalho Nuno Botelho

Microsoft, Google, Everis, Critical Software e também universidades portuguesas já trataram de mostrar que as tecnologias podem ser o campo de eleição para a integração de autistas. E parte destes profissionais tem retribuído com memória e capacidade de cálculo e de deteção de padrões que, por vezes, estão acima da média. É sobre essas pessoas que aqui se fala. E também sobre pais que ligam para consultoras para receber notícias que nunca pensaram ouvir nas suas vidas


A ascensão de Luís Madeira conta-se numa penada. Aos sete anos, recebeu um computador IBM e iniciou-se na programação com a linguagem MS-Dos. Por volta dos dez, recebeu um Palm Pilot, quando não havia ainda smartphones e a maioria dos executivos não sabia sequer o que era um assistente pessoal. Aos 15, vendeu o primeiro software para uma corporação de bombeiros. Aos 23, ingressou no departamento de investigação de uma multinacional que haveria de o levar a desenvolver software para a GNR, para a monitorização da qualidade do ar em Londres, para a Agência Espacial Europeia controlar a humidade dos solos, e muitos outros trabalhos. Aos 39, ajudou a fundar a Techsensys que acabou por receber o investimento de uma grande empresa de tecnologias. Aos 42 anos, já com mais de 400 projetos realizados, foi-lhe diagnosticado autismo.

Fonte: expresso.pt    Link: https://expresso.pt/life_style/ciencia/2021-05-31-Es-autista--E-agora--Agora-a-vida-continua.-Historias-de-pessoas-cujos-cerebros-funcionam-como-um-algoritmo-cc7c34a4
« Última modificação: 31/05/2021, 10:57 por Nandito »
"O Senhor detesta o caminho dos ímpios, mas ama quem busca a justiça"  Provérbios 15:9"
 
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Online Nandito

Re: Autismo
« Responder #8 em: 18/06/2021, 09:15 »
 
Dia do Orgulho Autista
Atualizado: 18/06/2021



O Dia do Orgulho Autista, que se comemora a 18 de junho, tem como objetivo combater a falta de conhecimento e os estereótipos sobre as Pessoas com Autismo, bem como mudar a visão negativa dos meios de comunicação quanto ao autismo, de modo a comunicarem que as pessoas com autismo não são doentes, mas possuem características próprias que lhes trazem desafios e recompensas únicas.

A falta de adaptação de muitos dos ambientes sociais, designadamente das famílias e das escolas, contribuem para as dificuldades que as pessoas com autismo podem apresentar no seu dia a dia, fortalecendo as visões preconcebidas sobre elas. Os eventos deste dia visam destacar a identidade, a cultura e o orgulho autista e são organizados por diferentes entidades relacionadas com o autismo.

O primeiro Dia do Orgulho Autista celebrou-se em 2005, por iniciativa da Aspies for Freedom.
Muitos progenitores de pessoas com autismo são críticos, no que se refere a esta comemoração, afirmando que têm orgulho dos filhos, mas não do autismo.

Para os defensores desta efeméride, o Dia do Orgulho Autista foi criado para defender a cultura de identidade autista e combater a visão negativa relativamente ao autismo, fazendo com que muitas Pessoas no espectro das perturbações do desenvolvimento e autismo se sintam como um peso para as suas famílias, o que pode levar a consequências drásticas de depressão e suicídio.

Mais informação aqui. http://www.fpda.pt/

Fonte: inr.pt     Link: https://www.inr.pt/noticias-eventos/-/journal_content/56/11309/552999
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Online Nandito

Re: Autismo
« Responder #9 em: 23/06/2021, 10:21 »
 
Criança autista de 4 anos foge da creche e é apanhada sozinha na estrada

Mãe descobriu que a escola lhe mentiu sobre o sucedido.


© Facebook


22/06/21 10:49 ‧ HÁ 23 HORAS POR NOTÍCIAS AO MINUTO
MUNDO INGLATERRA


Veja o vídeo no link da noticia em baixo

Uma criança autista, de quatro anos, fugiu da creche e foi filmada a vaguear sozinha pelas ruas inglesas.

A mãe, Rachael Heslop, denunciou a situação e aquilo que considera ter sido um comportamento irresponsável por parte dos educadores da 2nd Home Childcare, em Waverley Road, Inglaterra.

Segundo estes, o menino terá fugido à professora durante o recreio e teria sido encontrado no parque de estacionamento da escola. Contudo, através de conversas com outros meninos, a mãe foi-se apercebendo de que a situação seria mais grave do que o que lhe estava a ser contado.

Rachel e o marido apelaram para que testemunhas do incidente lhes contassem o que se passou e viriam a receber as imagens de videovigilância captadas no local e que mostravam que o filho Charlie tinha fugido, afinal, para uma estrada principal, onde o perigo era bem maior.

Imagens captadas na rua mostram o menino sozinho na estrada. Dois homens, que passavam num camião, apercebendo-se de que a criança estava sozinha, decidiram parar e prestar auxílio ao menino, tendo-o reencaminhado de volta à creche.

Segundo alega a mãe, a fuga de Charlie aconteceu porque as crianças estavam a brincar numa zona sem gradeamento, quando a escola possui um recreio mais seguro. Acusa ainda a escola de ter tentado encobrir o que se passou.

Já a instituição garante que todas as suas áreas de recreio, externas e internas, são seguras e, embora não reaja às queixas de Rachel, assegura que levará a cabo uma investigação ao sucedido.

Fonte: noticiasaominuto.com      Link: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1780062/crianca-autista-de-4-anos-foge-da-creche-e-e-apanhada-sozinha-na-estrada
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Online Nandito

Re: Autismo
« Responder #10 em: 30/06/2021, 08:48 »
 
Seminário Nacional IVEA – Innovative Vocational Education for Autism
Atualizado: 29/06/2021



A FPDA - Federação Portuguesa de Autismo vai realizar o webinar "Seminário Nacional IVEA – Innovative Vocational Education for Autism", no dia 2 de julho de 2021, das 14h00 às 16h30.

O projeto IVEA (2018/2021) tem como finalidade promover a inclusão dos jovens com autismo através do emprego e foi premiado pela Agência Nacional ERASMUS+. Os resultados finais são um Guia Europeu e uma aplicação para smartphone.

O evento contará com a colaboração de jovens, empregadores e familiares que integraram o projeto.

Programa:

14h00 - Sessão de abertura Fernando Campilho, Presidente da FPDA,

Entidades convidadas (a confirmar)

14h15 - Projeto ERASMUS+ Agência Nacional Erasmus+, Ana Cunha

14h30 - Apresentação do Projeto IVEA Isabel Cottinelli Telmo

15h00 - Avaliação e Impacto do Projeto Universidade Católica Portuguesa

15h10 - Experiência do Projeto IVEA Perspetiva dos jovens, empregadores e familiares

Moderadora - Sandra Pinho

16h15 - Conclusões Debate/Questões

16h30 - Encerramento

A inscrição deverá ser feita através de formulário (no dia anterior ao evento será enviado o link do zoom para aceder ao webinar).
https://forms.gle/27cEM1tuLBfzmPru8

Fonte: inr.pt      Link: https://www.inr.pt/noticias-eventos/-/journal_content/56/11309/559564
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Online Nandito

Re: Autismo
« Responder #11 em: 23/07/2021, 10:03 »
 
WEBINAR | Autismo: Como reconhecer, comunicar e abordar em situações de emergência
Atualizado: 22/07/2021




Esta sexta-feira, dia 23, as 15:00 horas, vamos realizar um webinar com o INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica sobre "Autismo - Como reconhecer, comunicar e abordar em situações de emergência".

Vamos explicar os meltdowns ou crises no Autismo e introduzir uma técnica para desescalar e providenciar apoio aos autistas em caso de emergência (meltdown).

O webinar é livre e vai ser gravado, caso queiram assistir mais tarde.

https://fb.me/e/CDXiFMAv

#autismo #autista

Fonte: inr.pt        Link: https://www.inr.pt/noticias-eventos/-/journal_content/56/11309/578776
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