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Autor Tópico: Diabetes  (Lida 115983 vezes)

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Online migel

Diabetes
« em: 22/06/2010, 21:57 »
 
Diabetes tipo 2 duplica risco de cancro genital na mulher e diminui o da próstata


 
O estudo demonstrou que, de facto, a diabetes parece ter um efeito preventivo sobre doenças como o cancro da próstata; contudo, a interacção da doença com as hormonas femininas parece aumentar o risco, tornando órgãos como o útero e os ovários mais propensos a certos tipos de tumores.

A diabetes tipo 2 pode reduzir o risco de cancro da próstata no homem, mas, infelizmente, duplica os riscos de cancro genital na mulher, alerta um estudo publicado na revista "Cancer Causes & Control".
Este novo estudo, co-liderado pelos cientistas Gabriel Chodick e Varda Shalev da Universidade de Tel Aviv, em Israel, não é o primeiro a relatar esta relação de risco para a mulher, mas é um dos maiores realiados até ao momento e é o primeiro a determinar a diferença estatística no risco de cancro para homens e mulheres.
Para o trabalho foram avaliados 16.721 diabéticos, tendo sido feita a diferenciação entre sexos e definidos os riscos de cancro relativamente a cada grupo. Quando o estudo comelou, em 2000, nenhum dos pacientes tinha cancro. Ao longo dos 8 anos de estudo, os investigadores documentaram 1.639 casos de tumores diferentes entre pessoas com diabetes, os quais foram comparados com os ocorridos num grupo de controlo composto por 83.874 pessoas não diabéticas.
O estudo demonstrou que, de facto, a diabetes parece ter um efeito preventivo sobre doenças como o cancro da próstata; contudo, a interação da doença com as hormonas femininas parece aumentar o risco, tornando órgãos como o útero e os ovários mais propensos a certos tipos de tumores.
Apesar destes dados, os investigadores dizem não haver motivo para pânico, já que a incidência de cancro do colo do útero e do ovário é relativamente baixa. No entanto, advertem os médicos para que tenham em conta os resultados do estudo e considerem a avaliação do historial clínico a longo prazo, de modo a prescreverem precocemente exames de rotina destes tumores a mulheres diabéticas.
A diabetes 2, caracterizada por níveis elevados de glicose no sangue em decorrência da insuficiência de insulina, ocorre geralmente na fase adulta. Muitas vezes, pode ser controlada com uma dieta saudável, prática de exercício físico e administração de medicação oral.

Fonte:Correio dos Açores

« Última modificação: 05/09/2015, 19:14 por migel »
 
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Online Neo

 

O diabetes Tipo 1 (DM1) é uma doença auto-imune caracterizada pela destruição das células beta produtoras de insulina. Isso acontece por engano porque o organismo as identifica como corpos estranhos. A sua ação é uma resposta auto-imune. Este tipo de reação também ocorre em outras doenças, como esclerose múltipla, Lupus e doenças da tireóide.

A DM1 surge quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz apenas uma quantidade muito pequena.) Quando isso acontece, é preciso tomar insulina para viver e se manter saudável. As pessoas precisam de injeções diárias de insulina para regularizar o metabolismo do açúcar. Pois, sem insulina, a glicose não consegue chegar até às células, que precisam dela para queimar e transformá-la em energia. As altas taxas de glicose acumulada no sangue, com o passar do tempo, podem afetar os olhos, rins, nervos ou coração.

A maioria das pessoas com DM1 desenvolve grandes quantidades de auto-anticorpos, que circulam na corrente sanguínea algum tempo antes da doença ser diagnosticada. Os anticorpos são proteínas geradas no organismo para destruir germes ou vírus. Auto-anticorpos são anticorpos com “mau comportamento”, ou seja, eles atacam os próprios tecidos do corpo de uma pessoa. Nos casos de DM1, os auto-anticorpos podem atacar as células que a produzem.

Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o DM1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença. Mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Pode ser algo próprio do organismo, ou uma causa externa, como por exemplo, uma perda emocional. Ou também alguma agressão por determinados tipos de vírus como o cocsaquie. Outro dado é que, no geral, é mais freqüente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.

Sintomas

Pessoas com níveis altos ou mal controlados de glicose no sangue podem apresentar:
• Vontade de urinar diversas vezes;
• Fome freqüente;
• Sede constante;
• Perda de peso;
• Fraqueza;
• Fadiga;
• Nervosismo;
• Mudanças de humor;
• Náusea;
• Vômito




Fontes: diabetes.org.br e vocesabia.net
 

Offline Sardinha

 
Açúcar a mais alvo de alertas Programa Nacional para a Diabetes defende mais controlo.



 Por Teresa Oliveira Há um milhão de portugueses com diabetes e dois milhões em risco de vir a sofrer da doença. O excesso de açúcar na alimentação potencia as doenças cardiovasculares, o cancro e a obesidade. Por isso, José Manuel Boavida, coordenador do Programa Nacional para a Diabetes, defende a inclusão de alertas nas bebidas com elevado teor de açúcar, mas também nos produtos com sal, a par do que já acontece com os maços de tabaco. "Há países que utilizam rótulos amarelos ou vermelhos nos alimentos com adição de açúcar. Esta é uma hipótese, pois a adição é tão ou mais grave quanto a do tabaco, porque as crianças começam cedo a consumir alimentos com açúcar", explica. José Manuel Boavida reclama ainda o fim da publicidade nas rádios e televisões, entre as 7 e as 22 horas, a alimentos nocivos, e que deve ser proibida a utilização de personagens que aliciam os menores. "Deve ser proibida a comercialização destes produtos com a oferta de brindes ou de super- -heróis", exemplifica. A diabetes mata quase cinco mil portugueses por ano.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/acucar_a_mais_alvo_de_alertas.html


Fonte: CM
« Última modificação: 05/09/2015, 19:14 por migel »
 

Offline Sardinha

Comer rapidamente aumenta o risco de diabetes
« Responder #3 em: 05/09/2015, 19:05 »
 
Comer rapidamente aumenta o risco de diabetes
R7 Página Inicial
 
Endocrinologista alerta para a necessidade de cuidar do local onde se faz as refeições e também a forma como se ingere os alimentos

Que comer rápido demais faz mal à saúde, todos sabemos. Mas um estudo realizado pela Universidade de Ciências da Lituânia Saúde revelou que fazer as refeições com pressa não só possibilita ganhar peso com facilidade como também aumentar as chances de desenvolver diabetes.

O estudo acompanhou 702 pessoas, que ao preencher um questionário detalhado sobre seus estilos de vida falavam sobre hábitos de dieta, exercícios e se fumavam. Uma das perguntas era a forma como faziam suas refeições diárias - se comiam mais rápido ou lentamente. Estes participantes foram pesados e medidos para calcular o índice de massa corporal e determinar se eram obesos.

Ao longo da pesquisa, foi descoberto que aqueles que comiam mais rapidamente do que a maioria das pessoas apresentavam duas vezes e meia mais chances de desenvolver diabetes tipo 2. Já os participantes do estudo que já apresentavam diabetes eram mais propensos a ter um maior índice de massa corporal, disseram os pesquisadores.

Para o endocrinologista do hospital Sírio Libanês, Renato Zilli, “tanto o ambiente como a forma como as pessoas se alimentam influenciam no aparecimento de doenças”. O especialista explica que comer freqüentemente em locais agitados, como por exemplo em fast foods, é um risco.

“As pessoas deveriam fazer suas refeições em locais calmos e mastigar lentamente, porque a agitação faz com que comam rápido e não prestem a atenção no que estão ingerindo”, diz. Segundo ele, ao se alimentar em lugares tranquilos conseguimos mastigar mais vezes, o que favorece o processo de digestão e nos faz comer menos. “Isso acontece porque o sistema digestivo tem a oportunidade de enviar um sinal para o cérebro de que está cheio e não precisa ingerir mais nada”.

O médico lembra que a prevalência de diabetes tipo 2 aumentou em todo o mundo, tornando a doença uma pandemia mundial. “Hoje existem 382 milhões de diabéticos em todo o mundo e a estimativa é que em 2035 esse número aumentará até 55%, passando para 592 milhões”, diz o médico. “Só no Brasil, o número de portadores da doença chega a 12 mil, cerca de 6,2% da população”. Para Zilli, a pesquisa mostra que a doença, então, tem não só relação com a genética, mas também com o ambiente em que a pessoa vive. Por isso é fundamental identificar fatores de risco que podem ser mudados, fazendo com que haja redução das chances de uma pessoa desenvolver a doença.

DR. RENATO ZILLI
Médico endocrinologista do Hospital Sírio Libanês com experiência profissional de mais de 10 anos, especializado em obesidade, diabetes e tireoide. Focado em mudança de comportamento, integrando medicina, coach médico, psicologia e nutrição. Faz parte do corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês. Integra a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Sociedade Brasileira de Diabetes e EndoSociety, dos Estados Unidos.

R7
« Última modificação: 05/09/2015, 19:15 por migel »
 

Offline Claram

Re: Diabetes
« Responder #4 em: 07/09/2015, 11:13 »
 
'Não à Diabetes!' vai rastrear um quarto da população

Um quarto da população adulta dos municípios da Grande Lisboa, Alto Trás-os-Montes, Lezíria do Tejo e Frente Atlântica vão ser rastreados à diabetes, no âmbito do Desafio Gulbenkian "Não à Diabetes!", que é hoje apresentado.




Estes serão os primeiros cidadãos rastreados no âmbito deste projeto, embora preveja que toda a população venha a ser abrangida por esta medida preventiva.


Trata-se do Desafio Gulbenkian "Não à Diabetes!", que junta autarquias e instituições de saúde locais, regionais e nacionais, e tem dois objetivos: evitar que 50 mil pré-diabéticos desenvolvam a doença nos próximos cinco anos e identificar, no mesmo período, 50 mil diabéticos que desconheçam ser portadores da doença.
Os indivíduos identificados no rastreio como potencialmente diabéticos ou pré-diabéticos serão encaminhados para os centros de saúde, onde serão desenvolvidos programas educativos para promover a adoção de estilos de vida saudáveis.
Este projeto - que será coordenado pela Associação Protetora dos Diabéticos em Portugal - decorre do estudo 'Um Futuro para a Saúde - Todos temos um papel a desempenhar', apresentado pela Fundação Calouste Gulbenkian em 2014.
Portugal é o país europeu com a taxa de prevalência de diabetes mais alta: 13% da população com idade entre os 20 e os 79 anos, segundo o relatório de Saúde de 2014, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).



Fonte: Noticias ao minuto
 

Offline Claram

Re: Diabetes
« Responder #5 em: 07/09/2015, 11:16 »
 
Dois milhões em risco de desenvolver diabetes




Plano pretende mudar estilos de vida de portugueses.

Existem apoios suficientes para os diabéticos em Portugal? SIM NÃO Um novo projeto na área da saúde tem como objetivo evitar que 50 mil pessoas desenvolvam diabetes. O plano destina-se a pessoas com mais de 35 anos e que apresentam já um elevado risco de ter a doença. O projeto é apresentado hoje na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e tem uma duração de cinco anos. O plano prevê a adoção de estilos de vida saudáveis, como a mudança dos hábitos alimentares e a prática de exercício físico. Numa primeira fase, o projeto envolve instituições de saúde e as câmaras de Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos. Depois abrangerá os doze concelhos da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, seguindo-se a Grande Lisboa. Descubra mais sobre a diabetes João Raposo, diretor clínico da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, entidade que participa no projeto financiado pela Gulbenkian, afirmou ao CM que o primeiro passo é a identificação das pessoas de maior risco através de um questionário. "Existem dois milhões de pessoas no País com hiperglicemia, o que representa um risco elevado de virem a desenvolver diabetes. O projeto abrange os que se encontram com um maior risco de doença", explica. Depois de preencherem um questionário, a ser distribuído nos centros de saúde, farmácias, empresas e outros locais públicos, serão identificadas as pessoas que estão em maior risco para integrarem o projeto, de forma voluntária.


Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/detalhe/2_milhoes_em_risco_de_desenvolver_diabetes.html




Fonte: CM
 

Offline Sardinha

Re: Diabetes
« Responder #6 em: 08/09/2015, 09:39 »
 
Ministro diz que custos por diabético tratado devem baixar Um quarto da população vai ser rastreada.



Por Teresa Oliveira Paulo Macedo disse esta segunda-feira de manhã que é necessário baixar os custos por cada doente diabético tratado, uma vez que a prevalência da diabetes vai continuar a crescer e mais pessoas vão precisar de tratamento. O ministro da Saúde falava na apresentação do projeto ‘Não à Diabetes’ promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, que vai envolver 160 municípios e conta com o apoio da Associação Nacional de Farmácias. Este projeto fará a avaliação de 25% de toda a população adulta de cada concelho, através de um questionário de avaliação de risco. O ministro revelou que, no primeiro semestre deste ano, os medicamentos para a diabetes, excluindo as insulinas, "aumentaram 5,5% em termos de embalagens vendidas, enquanto cresceram cerca de 15% em termos de custos". "Esta relação é totalmente impossível de manter face aos crescimentos previstos. Se sabemos que vamos ter mais pessoas a tratar é preciso que, por tratamento, se consiga ter menores custos ", afirmou Paulo Macedo. Para o responsável pela pasta da Saúde, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) está disponível para tratar mais doentes, mas os custos só serão comportáveis caso haja uma redução do preço por tratamento. O tratamento da diabetes e das suas complicações representa 10% da despesa de saúde em Portugal, o que corresponde a cerca de 1% do Produto Interno Bruto, segundo dados da Gulbenkian. Caso não se inverta esta situação, os gastos diretos com a diabetes podem chegar aos três mil milhões de euros, representando 15% da despesa de saúde dentro de duas décadas. Para os especialistas, o número de casos de diabetes diagnosticados pode duplicar em 10 anos, passando dos atuais 60 mil novos casos para os 120 mil. E neste caso, diz o estudo da Gulbenkian, os serviços de saúde não terão capacidade para atender, acompanhar e tratar com qualidade um número tão elevado de doentes. Segundo João Raposo, da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, existem cerca de dois milhões de portugueses com pré-diabetes que é importante identificar para evitar que desenvolvam a doença. Portugal é o pais com a taxa de prevalência de diabetes mais alta: 13% da população com idade entre os 20 e os 79 anos.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/detalhe/custos_por_diabetico_tratado_devem_baixar_para_abranger_mais_doentes.html


Fonte: CM
 

Offline Sardinha

Re: Diabetes
« Responder #7 em: 08/09/2015, 15:39 »
 
Lote de medicamento genérico para diabetes é suspenso no Brasil



A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no Brasil) determinou a suspensão de um lote do medicamento genérico cloridrato de metformina, fabricado pela empresa Prati-Donaduzzi. O remédio é indicado para tratamento de diabetes.

A medida vale apenas para o lote 13L829 do produto de dosagem 850 mg, cuja validade vai até Novembro de 2015.

Em nota, a agência informou que decidiu suspender o produto após «resultados insatisfatórios» numa análise feita pelo instituto Adolfo Lutz. O laudo apontou que os comprimidos tinham manchas irregulares e pontos de cor preta.

A empresa deverá recolher todo o stock do lote no mercado.


Diario Digital
 

Offline Sardinha

Re: Diabetes
« Responder #8 em: 09/09/2015, 14:45 »
 
Diabéticos vão ter formações em grupo para controlar doença


Paulo Macedo avisa que os custos por diabético tratado devem baixar para abranger mais doentes


Direção-Geral da Saúde quer apoiar doentes acabados de diagnosticar. Projeto da Gulbenkian aposta na prevenção.

Todos os dias são diagnosticados 160 casos de diabetes em Portugal. É a essas pessoas que a Direção-Geral da Saúde quer chegar através de formações em grupo dadas nos centros de saúde já no próximo ano. O objetivo é que os novos doentes participem em ações de seis horas para melhorar a literacia e controlar a doença pela alimentação, tratamento ou prevenção de complicações como as amputações. Este é um dos dois programas inéditos no combate a uma doença que afeta mais de um milhão de portugueses.

A Fundação Calouste Gulben-kian apresentou ontem um projeto que vai identificar 50 mil pré-diabéticos e formá-los para que evoluam para a doença. A aposta na prevenção da doença é uma das intenções da Direção-Geral da Saúde, que vai apoiar o programa da Gulbenkian e desenvolver já no próximo ano o ABC Diabetes. "É importante que os doentes sejam diagnosticados mais cedo e que desde logo iniciem com toda a força o seu tratamento", disse ao DN o diretor do Programa Nacional para a Diabetes, José Manuel Boavida. Para evitar que haja uma desvalorização da doença e se deixe arrastar até uma fase em que há sintomas e complicações, a DGS fez uma parceria com a Ordem dos Enfermeiros, para fazer estas consultas de grupo. "É um programa de ajuda que ficará a cargo dos enfermeiros, mas será em grupo e não individual. Sabemos hoje que é muito mais eficaz devido à comunicação entre pares, com pessoas na mesma situação. A medicina tem sido muito baseada no medicamento."

 DN
 

Online Pantufas

Re: Diabetes
« Responder #9 em: 10/09/2015, 10:57 »
 
Metade dos adultos norte-americanos são diabéticos ou pré-diabéticos


Metade dos adultos norte-americanos são diabéticos ou pré-diabéticos
Fotografia © Tiago Salgueiro/Globalimagens

Apesar dos números, doença está a estabilizar no país.
Cerca de metade da população adulta norte-americana tem diabetes ou é pré-diabética, apesar de a prevalência da doença parecer estar a estabilizar após décadas de aumento, revelaram investigadores na terça-feira.
Quase 40% dos norte-americanos adultos era pré-diabético e 12 a 14% tinha diabetes entre 2011 e 2012, de acordo com um novo estudo publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA).
Entre os que tinham diabetes, 36,4% eram casos não diagnosticados. Essa percentagem era mais elevada entre latinos e americanos de origem asiática, aproximadamente metade dos casos.
A diabetes afetou 9,8% da população dos Estados Unidos entre 1988 e 1994, aumentando para 10,8% entre 2001 e 2002 e cresceu novamente para 12,4% entre 2011 e 2012.
Apesar destes aumentos, os investigadores indicam que o crescimento mais recente foi muito ligeiro, o que pode indicar "uma estabilização na prevalência de diabetes" que é "consistente com a tendência de obesidade nos Estados Unidos, que também estabilizou no mesmo período"



Fonte: DN
 

Offline Claram

Re: Diabetes
« Responder #10 em: 11/09/2015, 11:33 »
 
Diabetes: Cirurgia bariátrica é procedimento mais eficaz para controlar tipo 2 da doença


"Cirurgia metabólica é o caminho mais certo para controle, a longo prazo, da diabete tipo 2", diz Josemberg Campos (Foto: Divulgação)


Um estudo publicado pela revista médica inglesa The Lancet revela que a cirurgia bariátrica é o procedimento mais eficaz no controle, a longo prazo, da diabetes tipo 2. Pesquisadores do King’s College London e da Universidade Católica de Roma compararam resultados da cirurgia bariátrica com os de tratamentos tradicionais e identificaram que a cirurgia foi responsável pela remissão prolongada, por pelo menos cinco anos, de metade dos pacientes com diabetes do tipo 2. Os pesquisadores descobriram que nenhum dos 60 voluntários teve êxito apenas com dietas e medicamentos.


De acordo com o estudo, a cirurgia promoveu a remissão prolongada do diabetes em 50% dos casos, conferindo níveis normais de glicose no sangue por cinco anos. E 80% dos pacientes mantiveram os níveis utilizando apenas um medicamento ou nenhum. Outra informação relevante do estudo é que pacientes operados também mostraram menor tendência para desenvolver problemas cardíacos.

A aprovação da cirurgia metabólica para tratamento da diabetes tipo 2 será um dos destaques da programação do 17º Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), que reunirá cirurgiões de todas as regiões do País e do mundo na cidade de Belém, no Pará, entre os dias 20 e 23 de outubro.

“Nosso congresso apresentará vários temas de interesse dos endocrinologistas, cirurgiões e demais profissionais ligados à equipe multidisciplinar da cirurgia metabólica, indicada para o tratamento de casos de diabetes. Especialistas nacionais e internacionais apresentarão estudos e o que há de mais novo no cenário mundial sobre o assunto que, como revelou a pesquisa da revista The Lancet, é o caminho mais certo para o controle, a longo prazo, da diabetes”, comenta o presidente da SBCBM, Josemberg Campos.



fonte: http://blogs.ne10.uol.com.br/casasaudavel/2015/09/09/diabetes-cirurgia-bariatrica-e-procedimento-mais-eficaz-para-controlar-tipo-2-da-doenca/
« Última modificação: 11/09/2015, 11:35 por migel »
 

Offline Raposa

Re: Diabetes
« Responder #11 em: 11/09/2015, 12:57 »
 
Surpresa: cirurgia para obesidade é melhor do que remédio para aqueles que são diabéticos

   
cirurgia para obesos diabeticos

Segundo um relatório publicado na revista “The Lancet” por Francesco Rubino, da Kings College London, no Reino Unido, e seus colegas, a cirurgia de perda de peso é melhor do que medicação para controlar a diabetes tipo 2 em obesos. O artigo é resultado do mais longo estudo a comparar as duas abordagens já feito.
Segundo a equipe, metade dos pacientes tratados com cirurgia no estudo estavam há cinco anos livres de diabetes. “A marca de cinco anos é importante em muitas doenças”, explicou Rubino à agência Reuters. “O fato de que alguns pacientes, em cinco anos, estão basicamente livres da doença é uma descoberta notável”.

 
Como a obesidade afeta a vida sexual e amorosa da população
Em 2009, ele e seus colegas escolheram aleatoriamente 20 pacientes obesos com diabetes tipo 2 para receber tratamento médico, 20 para receber um tipo de cirurgia de perda de peso chamada bypass gástrico, e outros 20 para se submeter a uma operação de perda de peso chamada de derivação bileopancreática.
Dos pacientes que passaram por processos cirúrgicos, 80% apresentaram níveis de açúcar no sangue sob controle a longo prazo, contra cerca de 25% dos pacientes tratados somente com medicamentos.
Todos os grupos do estudo tiveram uma redução no risco cardiovascular. Mas os pacientes tratados com cirurgia tiveram um risco 50% menor de sofrer de doenças cardíacas do que aqueles tratados apenas com medicamentos, e eles precisavam de menos remédios para tratar pressão arterial elevada ou colesterol elevado. As melhorias no controle de açúcar no sangue e risco de doença cardíaca não eram relacionadas à quantidade de peso perdido.

Causas incertas

“O que realmente está causando a remissão da diabetes após a cirurgia permanece um mistério”, afirma o pesquisador. O que se sabe até agora é que os intestinos produzem uma série de hormônios envolvidos na regulação do metabolismo. Ele explica que a reconstrução do trato gastrointestinal da cirurgia pode ajudar a restaurar o controle metabólico normal.
Obesidade: 6 mentiras que as pessoas espalham de boca cheia
Como qualquer procedimento cirúrgico, operações de perda de peso apresentam riscos. Um estudo internacional publicado no início deste ano, por exemplo, descobriu que, após dois anos, as pessoas escolhidas aleatoriamente para passar pela cirurgia de bypass gástrico tinham melhor controle de sua diabetes tipo 2 do que as pessoas que recebiam um grupo de medicamentos. Porém, os pacientes operados também tiveram um maior risco de infecções e fraturas nos ossos. E alguns pacientes podem ganhar de volta um pouco do peso que perderam.

Cura?

De acordo com Philip Schauer, diretor do Instituto Bariátrico e Metabólico da Cleveland Clinic, nos Estados Unidos, os médicos estão cada vez mais se referindo a este tipo de cirurgia como “cirurgia de diabetes”, ao invés de cirurgia de obesidade. Schauer, que também é cirurgião bariátrico, não participou do novo estudo.
“Há algumas pessoas, este estudo mostra, que podem entrar em remissão por até cinco anos ou mais”, aponta. “Nós hesitamos em usar a palavra ‘cura’, mas isto é muito, muito próximo de uma cura, quase tão perto de uma cura quanto se pode chegar”.
Cientistas indicam que diabetes tipos 1 e 2 têm causa em comum e poderiam ser curadas
Schauer acrescentou que cerca de metade dos pacientes com diabetes tipo 2 são incapazes de controlar o açúcar no sangue com medidas de medicação e estilo de vida. Com base nas novas descobertas, a cirurgia bariátrica deve ser oferecida a esses pacientes se eles são moderadamente obesos, por exemplo, com um índice de massa corporal (IMC) de 35.
Atualmente, os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA afirmam que os pacientes devem ter um IMC de 40, ou um IMC de 35 com doenças relacionadas com a obesidade, como diabetes tipo 2, para serem elegíveis para a cirurgia de perda de peso. Por isso, segundo ele, muitos planos de saúde se recusam a pagar pela operação, seja para diabetes ou obesidade. “Isso significa que eles estão negando a pessoas um tratamento eficaz”, afirma. Para ele, estes resultados podem fazer com que estas companhias revejam estas posturas. [Reuters]


fonte: http://hypescience.com/cirurgia-de-perda-de-peso-controla-melhor-diabetes-em-pessoas-obesas-do-que-medicamentos/
 

Offline pantanal

Re: Diabetes
« Responder #12 em: 12/09/2015, 14:10 »
 
Campanha tenta combater hipertensão e diabetes em Santarém

Ação começa nesta sexta-feira (11) e segue por todo o mês de setembro.Doenças são algumas das principais causas de mortes no país.



As doenças são algumas das principais causas de mortes no país, além de afetar a visão, podendo provocar a cegueira.
Por isso, a campanha vai levar orientação às pessoas para que possam se cuidar e, assim, evitar as doenças, que estão ligadas à falta de alimentação adequada e ao sedentarismo.
A ação vai contar ainda com mini circuito de exercícios físicos, orientados por profissionais especializados, avaliação antropométrica, verificação de pressão arterial e teste de glicemia.
Em nível estadual, as unidades básicas de saúde farão ações específicas de prevenção às doenças cardíacas e renais.


Fonte: G1
« Última modificação: 13/09/2015, 14:35 por migel »
 

Online migel

Re: Diabetes
« Responder #13 em: 13/09/2015, 14:38 »
 
Gel produzido no AM promete curar úlceras em diabéticos
Remédio teve como base estudo realizado por pesquisador do Inpa

domingo 13 de setembro de 2015 - 10:30 AM


Gel para úlcera de diabéticos espera aprovação da Anvisa para ser disponibilizado.
Foto: Amanda Guimarães



Manaus - Um gel capaz de curar úlceras diabéticas. Esse é o novo produto desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa e Bioprospecção da Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), em parceria com a empresa Biozer da Amazônia. O novo projeto, que passou por quatro anos de estudos, agora espera a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para estar disponível nas farmácias de Manaus.

O gel, produzido à base de gengibre amargo (Zingiber zerumbet), foi desenvolvido por meio de um estudo do pesquisador do Inpa Carlos Cleomir,  há 15 anos, e cicatriza as úlceras diabéticas. São feridas crônicas do pé que ocorrem em pessoas por razões diversas, mas que apresentam complicações em portadores da doença, por exemplo.

“Estávamos trabalhando em outro projeto no Ramal do Pau-Rosa, na BR-174, há muito tempo, e pensamos que tínhamos encontrado o gengibre normal, mas não era. A cor, textura, sabor e composição química eram diferentes. Depois disso, começamos a incorporar os extratos para a produção de diversos produtos”, contou o pesquisador.

De acordo ainda com ele, depois de um estudo, ficou comprovado que a planta tinha propriedades anti-inflamatórias, analgésicas, antibacterianas e anticâncer. “As lesões dos pacientes diabéticos começam com um arranhão, corte ou corpo estranho que eles não conseguem mais sentir porque perdem a sensibilidade dos membros inferiores pelo diabetes. Fizemos uma revisão bibliográfica e relatamos que essa espécie tinha atividades farmacológicas importantes em países asiáticos, como curar úlceras diabéticas”, explicou.

O projeto foi desenvolvido por meio de um processo de extração da espécie Zingiber zerumbet. Em seguida, foi realizada uma higienização, armazenamento, lavagem, trituração e associações de extratos de outros produtos semelhantes aos géis fabricados.


Novo gel que promete curar úlceras causadas por diabetes tem como princípio ativo uma  substância extraída do gengibre amargo (Zingiber zerumbet), segundo pesquisa do Inpa. Foto: Amanda Guimarães

O enfermeiro e voluntário do Grupo de Pesquisa e Bioprospecção da Amazônia do Inpa Mauricio Martins desenvolveu o estudo clínico do projeto na UBS José Amazonas Palhano, no bairro São José, zona leste de Manaus. “Existem mais de 1.400 mil espécies de gengibre e a minha atividade era avaliar o estudo terapêutico dos pacientes portadores de úlceras e diabetes. Conseguimos desenvolver isso com êxito e produzir um gel que pudesse fechar as úlceras crônicas, independente da gravidade da doença”, afirmou.

Segundo ele, foram realizados testes durante 90 dias em 27 voluntários com a limpeza nos ferimentos, aplicação tópica do gel e troca de curativo depois de 48 horas. "As pessoas ficavam com a medicação no local durante dois dias e, quando se passavam essas horas, eles retornavam para a nossa equipe multidisciplinar e faziam o processo de tratamento mais uma vez”, explicou.

Mauricio disse ainda que o estudo teve 95% de êxito na cura dos ferimentos e, por isso, foi direcionado para aprovação da Anvisa. “Neste estudo, também se relatou que 40% dos diabéticos possuem risco de amputação de um membro. Vimos que o gel evitou isso e ainda preveniu internações desses pacientes. Estamos esperando que a Anvisa patenteie e aprove o produto o mais rápido possível, pois vai beneficiar muito a população da cidade de Manaus", ressaltou ele.

Diabéticos: grupo faz tratamento três vezes por semana em UBS

Segundo o enfermeiro e voluntário do Grupo de Pesquisa e Bioprospecção da Amazônia do Inpa Mauricio Martins,  a avaliação do gel foi realizada com tanto êxito na UBS José Amazonas Palhano, no bairro São José, zona leste de Manaus, que ele resolveu reunir um grupo de 12 diabéticos para tratamento com o novo produto três vezes por semana, na unidade.

O técnico de informática Lucyvaldo Barbosa, 35, afirmou que a sua úlcera está totalmente cicatrizada após o tratamento com o gel. “Sou diabético há 11 anos e o ferimento ocorreu no final do ano passado, uma simples furada de vidro, mas que logo infeccionou. Comecei a utilizar o gel em fevereiro, mas hoje já esta totalmente sarado, porque pensei que ia ser até necessário amputar a minha perna, mas graças a Deus, esse gel me ajudou”, afirmou Lucyvaldo.

A aposentada Iris Oliveira, 76, contou que depois de 15 anos encontrou solução para os seus ferimentos nas suas duas pernas. “Eu corri atrás de hospitais, postos médicos durante muito tempo, não conseguia encontrar um remédio que pudesse realizar a cicatrização, mas quando comecei a fazer o tratamento, consegui achar solução em menos de um ano. Hoje só tem marcas”, explicou, emocionada.

De acordo com o metalúrgico Valvino Bastos, 54, a úlcera diabética apareceu em sua perna esquerda através de uma pequena lesão. “Teve um dia que bebi muito e escorreguei de uma calçada. Tentei tratar em casa, mas a cada dia ia piorando mais. Ouvi que estavam fazendo esse tratamento  e corri para cá”, disse.

Segundo ainda Valvino, mesmo estando fazendo o tratamento há pouco tempo, ele já consegue ver a diferença do seu ferimento. “Comecei a fazer o tratamento com gel há pouco tempo, mas diariamente a cicatrização da ferida tem sido algo muito visível para mim porque eu nem conseguia andar direito e hoje já consigo até correr”, contou, aos risos.

Eficácia

O composto Zerumbona, substância extraída dos rizomas do gengibre amargo (Zingiber zerumbet), pode ser também uma arma poderosa na cura do câncer.
O pesquisador do Inpa Carlos Cleomir conseguiu obter um grau de quase 100% de pureza da Zerumbona, capaz de inibir ou bloquear células cancerosas.
Para chegar à conclusão dos efeitos benéficos do gengibre amargo sobre vários tipos de câncer, entre eles os de sangue, cólon, pele e fígado, provocado pela herpes, os pesquisadores do Inpa tiveram que trabalhar durante dez anos, até chegarem a 99,95% de pureza da Zerumbona. A maioria dos centros de pesquisa do Brasil já trabalha com algumas espécies de gengibre.



fonte: http://new.d24am.com/plus/comportamento/produzido-promete-curar-ulceras-diabeticos/139980
 

Online Pantufas

Re: Diabetes
« Responder #14 em: 15/09/2015, 11:08 »
 
Consumidores de canábis têm mais probabilidade de ter diabetes

Um estudo publicado recentemente nos Estados Unidos revela que os consumidores de canábis têm mais probabilidade de vir a desenvolver diabete no futuro.

17:09 Segunda feira, 14 de Setembro de 2015 |

Consumidores de canábis têm mais probabilidade de ter diabetes
O estudo desenvolvido pela Escola de Saúde Pública da Universidade do Minnesota revela que os fumadores de canábis têm 65% mais açúcar no sangue do que os não-fumadores, o que pode leva-los a de ter diabetes tipo 2. 

Os especialistas analisaram mais de três mil norte-americanos e descobriram que as pessoas que consumiram esta droga mais de 100 vezes ao longo da vida têm quase 50% mais de probalidades de se tornarem pré-diabeticos, uma condição que antecede a doença. Segundo os médicos, um em cada dez pessoas com pré-diabetes acaba por desenvolver a doença na sua totalidade.

Este estudo vem contradizer outros feitos anteriormente que diziam que o consumo de canábis podia inclusive reduzir o risco de contrair diabetes. No Estados Unidos a canábis é usada por pacientes de cancro ou esclerose múltipla de forma a reduzir a sensação de dor.



Ler mais: http://visao.sapo.pt/consumidores-de-canabis-tem-mais-probabilidade-de-ter-diabetes=f830382#ixzz3lnguj0V4

In  Visão
 

 



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