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Autor Tópico: Cancro Geral  (Lida 8726 vezes)

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Offline Pantufas

Re: Cancro Geral
« Responder #15 em: 05/07/2017, 09:12 »
O cancro, como doença, não vamos conseguir eliminar", diz especialista
4 jul 2017 22:58

    Cancro Fátima Cardoso


O cancro é uma doença que não é possível erradicar, embora seja tratável, defendeu hoje a diretora da Unidade da Mama do Centro Clínico Champalimaud, apontando como um dos desafios da investigação clínica a resistência de tumores aos tratamentos.

Fátima Cardoso falava à Lusa, no final da sessão "Ciência e cancro: desafios para a investigação", no encontro Ciência '17, que termina na quarta-feira, no Centro de Congressos de Lisboa.

"O cancro, como doença, não vamos conseguir eliminar", frisou, assinalando que se trata de "uma doença das células que se alteram".

Para a médica, é possível viver com alguns cancros, tratá-los e matá-los. Mas a cura da doença, no sentido generalizado do termo, considera que não é possível.

"São alterações nossas", no organismo, suscitadas, em grande parte, por "diversas agressões ao longo da vida", sublinhou, referindo que o cancro se tornou numa epidemia, não no sentido de doença infecciosa, porque não o é, mas devido ao "número de casos que não pára de aumentar".

Segundo estatísticas citadas pela oncologista, em média uma em cada duas pessoas adultas poderá vir a ter um cancro nos próximos 15 anos.

O estilo de vida, a alimentação, o abuso de álcool e tabaco são fatores que potenciam o aparecimento da doença.

Como desafios para a investigação clínica, Fátima Cardoso elencou a resistência de certas células cancerígenas aos tratamentos e a terapêutica direcionada para cada tipo de doente, para que os tratamentos sejam mais eficazes mas menos tóxicos.



fonte: sapo24
 

Online migel

Re: Cancro Geral
« Responder #16 em: 29/10/2017, 08:46 »
Cancros do cólon e mama dos que mais passam de pais para filhos

Natacha Cardoso/ Global Imagens


Só 5% a 10% dos cancros são hereditários. Na clínica de risco do IPO de Lisboa já foram avaliadas mais de dez mil famílias. Plano de seguimento é feito de acordo com o risco avaliado

Maria de Jesus Moura recorda as palavras de uma jovem na casa dos 30 anos quando soube que tinha uma alteração genética que aumenta substancialmente o risco de cancro da mama. ""Ganhei um cartão de saúde". A partir do momento em que soube que tinha a mutação pôde fazer a cirurgia profilática para não vir a ter esta doença, com a consciência que poderia vir a ter outras." A psicóloga trabalha de perto com a clínica de risco familiar do IPO de Lisboa, unidade criada em 2006 dedicada ao risco de cancro familiar e com três consultas organizadas: mama e ovário, cólon e reto e melanoma. Entre 5% e 10% dos cancros são hereditários.

"A maioria é esporádico e dependente de fatores ambientais. Mas existem alguns casos, que rondarão entre os 5% e os 10%, em que há uma alteração genética que constitui uma doença hereditária. Os casos em que isto é mais frequente são os casos do cancro do cólon e reto e da mama. Um pouco por causa disso justifica-se a existência destas consultas de risco familiar", explica ao DN Isabel Claro, responsável pela consulta do cólon e uma das coordenadores da clínica do IPO de Lisboa.

O risco de cancro familiar está hoje em debate na Fundação Calouste Gulbenkian, numa conferência promovida pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, que vai juntar especialistas nacionais e internais e pretende alertar profissionais de saúde e população em geral para a existência de alterações genéticas. O risco de transmissão à descendência é de 50%.

As consultas de risco familiar do cólon e da mama já existem desde a década de 1990 no IPO de Lisboa, a do melanoma desde 2011. Durante todo este tempo a unidade já avaliou mais de 10 mil famílias. Pesa a história de vida individual e a da família para decidir se o risco é baixo, moderado ou elevado e se se justifica um estudo genético. Na maioria dos casos o risco é baixo e por isso as pessoas são encaminhadas para o médico de família com um plano de seguimento adequado e com a indicação que perante qualquer alteração façam novo contacto. As pessoas com alterações genéticas são sempre seguidas na clínica. Percebe-se porquê. No caso do cólon há alterações genéticas que aumentam o risco de cancro para percentagens superiores a 50% quando o risco da população geral é de 5%.

O contacto com a clínica é feito por referenciação de um médico ou pelo próprio, através de email. A informação é avaliada, mas há critérios que servem de alerta. No caso da mama a existência de diagnósticos antes dos 40 ou dos 30 anos ou de cancro do ovário ou de cancros da mama com características especiais. No cólon, a existência de "um tumor abaixo dos 50 anos, três familiares na mesma geração com cancro do cólon ou duas gerações, um pai e um filho, um com menos de 50 anos. Já constitui critério para que possam haver situações hereditárias. Um terço das pessoas com cancro do cólon têm um familiar de primeiro ou segundo grau com este tipo de cancro, mas só cerca de 5% são hereditários", explica Isabel Claro.

Na consulta faz-se a história de pelo menos três gerações, sendo que os mais importantes são os familiares de primeiro grau: pais, irmãos e filhos. "A avaliação do risco familiar é um processo dinâmico. Dependemos de informação muito precisa e sempre que há uma alteração o grau de risco pode ser alterado". Tal como o facto de não ser identificada uma alteração genética, não quer dizer que não exista. Novos testes estão a permitir identificar genes suscetíveis de serem responsáveis por hereditariedade.

É a espera pelo resultado do teste genético um dos fatores de maior ansiedade. "De um lado dizem "eu já sabia que ia ter", mas depois há o outro lado da esperança. É 50-50 e talvez não haja nada", diz a psicóloga Maria de Jesus Moura, referindo que a maioria das pessoas reconhece que saber da mutação genética ajuda a lidar com adversidades que possam surgir e reforçar o sentimento que ao estar a ser seguida de perto por uma equipa especializada permite agir a tempo para o não aparecimento da doença ou pelo menos evitar grande sofrimento.

Há o stresse de reviver a doença ou de passar uma operação sem estar doente. E há sempre a preocupação dos filhos. "Não tem de se estar sempre a falar sobre o assunto, mas falar sobre o que aconteceu com algumas pessoas da família, o que acontece com os genes. Quando a criança tem curiosidade ir dando respostas. O importante é que a notícia chegue através dos pais. Não contar pode fazer com que a criança se sinta traída", refere a psicóloga.

Pelas mãos da enfermeira Paula Rodrigues já passaram avós, pais e netos de algumas famílias. É com elas que muitas vezes choram quando fazem a colheita de sangue para o teste ao falarem sobre a família. "Acabam por fazer o luto, porque muitos perderam os pais quando eram muito novos." Se o teste for positivo há sempre telefonemas para saber se precisam de alguma coisa, como estão a lidar com a informação. "Saber da mutação para algumas pessoas é um alívio, porque ficam a perceber porque houve tantos casos de cancro e de morte na família e assim podem conseguir, se não evitar o cancro, evitar a morte", diz a enfermeira.

     
   DN
 

Offline taniaribeiro

Re: Cancro Geral
« Responder #17 em: 06/06/2018, 12:05 »
O cancro do intestino (https://www.naturalthrone.com/blog/artigo/como-prevenir-cancro-do-colon-e-sintomas) é uma patologia que se desenvolve pelo aparecimento de lesões no intestino grosso ou cólon podendo formar pólipos. Os pólipos podem aumentar de tamanho e tornarem-se malignos originando o cancro. Em Portugal, esta doença tem uma mortalidade de 11 pessoas por dia! Uma realidade assustadora e que tem uma incidência de cerca de 7 mil novos casos em cada ano, sendo detetado principalmente a partir dos 50 anos. Deste modo, alerto a população para um dos cancros mais mortais em Portugal.
 
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Re: Cancro Geral
« Responder #18 em: 15/09/2019, 14:52 »
Cancro: “Quem tem gente conhecida orienta-se. Quem não tem fica à mercê”
14.09.2019 às 19h48


TIAGO MIRANDA

Uma semana depois de o Colégio de Oncologia Médica da Ordem ter denunciado que o Infarmed está a vetar o tratamento inovador de doentes com cancro capaz de travar a evolução da doença e até de salvar-lhes a vida, o presidente, Luís Costa, em entrevista ao Expresso, acusa o

Serviço Nacional de Saúde não está a garantir o melhor tratamento aos doentes com cancro, nem sequer um tratamento por igual. Responsável pela área do cancro no Centro Hospitalar e Universitário de Lisboa Norte e presidente do Colégio de Oncologia da Ordem dos Médicos, Luís Costa reitera a denúncia feita pelo grupo de especialistas há uma semana sobre a recusa do Infarmed de dar fármacos inovadores que podem salvar a vida a doentes com cancro.

O professor acusa o Governo de esconder em argumentos pseudotécnicos o que é uma decisão política: o plafond da Saúde. Afinal, o que pode e quer o país pagar?


Expresso continue e lêr https://expresso.pt/sociedade/2019-09-14-Cancro-Quem-tem-gente-conhecida-orienta-se.-Quem-nao-tem-fica-a-merce?fbclid=IwAR0Xnu5UV1PgloLttSVyufwrbVpG8N_UtT6jsVRAzVtoqkgeWkrMN0n0eBo
 
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Re: Cancro Geral
« Responder #19 em: 04/11/2019, 10:38 »
Liga Contra o Cancro à procura de 60 mil euros

Iniciou-se hoje um peditório de quatro dias para esta organização, que em breve vai abrir uma delegação também no Porto Moniz
PAULA HENRIQUES /MADEIRA /31 OUT 2019 / 09:26 H.
Liga Contra o Cancro à procura de 60 mil euros


Foto Arquivo

60 mil euros é o valor que o Núcleo Regional da Madeira da Liga Portuguesa Contra o Cancro pretende conseguir este ano no peditório que hoje começa e que vai decorrer ao longo de quatro quatro dias em todos os concelhos da Madeira. Segundo o presidente da direcção, outro dos objectivos é levar a Liga a mais concelhos, sendo que o próximo onde vai abrir portas é no Porto Moniz.

O peditório nacional realiza-se uma vez por ano. No ano passado na Madeira as pessoas contribuíram com 40 mil euros. Este ano o presidente espera chegar mais longe. “O nosso objectivo é chegar aos 60 mil euros, eu acho que é um objectivo ambicioso, mas contamos com a solidariedade do povo madeirense para esta nossa missão que é ajudar os doentes oncológicos e a sua família e também alertar a população toda para a prevenção e incentivar a investigação para que a cura esteja mais perto”.

No terreno vão estar entre 330 a 340 voluntários, espalhados por ruas, supermercados, igrejas, cemitérios e outras instituições a “dar o seu melhor e a dar a cara” pela Liga Portuguesa Contra o Cancro e pela causa, que Ricardo Sousa acredita a todos diz respeito.

As ajudas do peditório são transformadas em próteses mamárias e em perucas, que neste momento são dadas gratuitamente aos doentes. No caso do cancro da mama, oferecem uma ou duas próteses e dois sutiãs, independentemente da condição económica. Com as próteses capilares é semelhante, oferecem a todos, até 250 euros. Ajudam ainda os laringectomizados e traqueostomizados com um kit que dá algum conforto e qualidade de vida no dia-a-dia, revelou o dirigente, e ajudam ainda com apoio psicológico e material técnico, como camas eléctricas, elevadores e cadeiras de rodas. Segundo Ricardo Sousa, neste momento a Liga trabalha com cerca de 230 famílias com apoio social mensal, com ajudas técnicas, alimentos e acompanhamento por uma equipa multidisciplinar.

O presidente do Núcleo Regional tem consciência que ainda não chega a toda a gente. Neste momento, diz a liga tem espaços no Funchal, em Machico, no Porto Santo, em Santana e na Ribeira Brava. O próximo destino é o Porto Moniz, onde vão abrir instalações. “Está já apalavrado com a autarquia local e a breve trecho vamos abrir uma nova delegação”, revelou.

Direitos: https://www.dnoticias.pt/madeira/liga-contra-o-cancro-a-procura-de-60-mil-euros-IH5393921
 
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