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Autor Tópico: Exposição solar e cancro de pele  (Lida 3414 vezes)

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Online migel

Exposição solar e cancro de pele
« em: 31/08/2010, 23:51 »
 
Exposição solar e cancro de pele    
 
     
 
Existe uma relação comprovada entre exposição solar e cancro da pele. Proteja-se e desfrute do sol em segurança. 
     
   
  De acordo com inúmeros estudos, o aumento do número de novos casos de cancro da pele está relacionado com a maior exposição às radiações solares ultravioletas. As radiações ultravioletas (UV) são responsáveis por muitas doenças, do cancro da pele às cataratas, passando pela diminuição das defesas do organismo.

A deplecção da camada de ozono, responsável pela “filtragem” das radiações UV, faz com que o risco associado à exposição solar seja maior. As crianças estão entre os grupos mais susceptíveis aos efeitos nocivos destas radiações uma vez que a espessura da pele é menor e o seu sistema imunitário, responsável pela defesa do organismo, ainda não está completamente funcional.

A uma maior exposição solar na infância corresponde um maior risco de melanoma na idade adulta. Daí a importância de prevenir a exposição solar excessiva nas crianças. 

Para prevenir o cancro de pele, deve:

Evitar a exposição solar entre as 11 e as 16 horas;
Nas horas de maior calor, procurar as sombras e os locais frescos;
Usar um protector solar adequado ao seu tipo de pele;
Proteger as crianças com roupa clara, chapéu e protector solar adequado.
Note-se que a exposição ao Sol no campo ou na praia é um aspecto fundamental do lazer e, quando adequada é fonte de saúde: é a partir da exposição solar que o nosso organismo produz a vitamina D, fundamental ao crescimento ósseo.

 
portaldasaude
 

Online migel

Re:Exposição solar e cancro de pele
« Responder #1 em: 31/08/2010, 23:56 »
 
Calor - Recomendações sobre protectores solares   
     
  Exposição prolongada ao sol requer cuidados. Saiba mais sobre protectores solares em publicação do Infarmed. 
     
   
  O protector solar é um produto cosmético a ter em consideração quando se trata da prevenção dos malefícios causados pela radiação solar. No entanto, a sua simples utilização não garante a total prevenção e nem significa que nos podemos expor por mais tempo ao sol. Além disso, só será eficaz se utilizado correctamente.

Em Portugal compete ao Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, IP, supervisionar os produtos cosméticos e de higiene corporal, com o objectivo de garantir a protecção da saúde dos consumidores.


A edição n.º 25 da publicação periódica electrónica "Saiba mais sobre", de Julho de 2010, do Infarmed, é relativa a protectores solares.


Protecção e rotulagem

De acordo com as recomendações da Comissão Europeia, na rotulagem deverá constar a indicação do factor de protecção solar (FPS) reivindicado e a sua categoria de protecção solar (“baixa”, “média”, “elevada” ou “muito elevada”).

A categoria de protecção solar é uma indicação geral para o consumidor, que visa uma avaliação adequada da eficácia do produto e que deverá apresentar-se na rotulagem de forma tão destacada como o FPS.

Desta forma, os protectores solares podem classificar o seu FPS entre:

6 e 10 - Protecção baixa
15 e 25 - Protecção média
30 e 50 - Protecção elevada
Superior a 50 - Protecção muito elevada
O factor de protecção solar é uma menção obrigatória que tem como objectivo ajudar o consumidor a comparar produtos e a escolher o produto certo para uma determinada exposição e para um dado tipo de pele (fototipo).

Por exemplo, os protectores solares com FPS superior a 50 deverão apresentar na rotulagem a indicação “FPS 50+” e categoria “protecção muito elevada”.

Está previsto que os protectores solares devem assegurar um grau mínimo de protecção contra as radiações UVB e UVA, correspondente a FPS 6. Assim, apenas os produtos com FPS igual ou superior a 6 poderão apresentar reivindicações de protecção UVB na sua rotulagem.


Instruções e eficácia

A rotulagem dos protectores solares deve conter instruções de utilização que garantam a eficácia do produto (“aplique o protector solar antes da exposição”) e necessidade de reaplicação do produto para manter a sua eficácia (por exemplo, através da advertência “repita a aplicação frequentemente para manter a protecção, nomeadamente, depois de transpirar, de nadar ou de se secar”).

Destas instruções de utilização devem também constar indicações sobre a quantidade de produto necessária para garantir a sua eficácia, que poderão aparecer sobre a forma de um pictograma, uma ilustração ou um dispositivo de medição.


Os protectores solares devem ainda apresentar uma explicação sobre os eventuais riscos caso a quantidade aplicada seja reduzida. Podem ainda conter, na sua rotulagem, conselhos gerais sobre as precauções a ter com a exposição solar, incluindo advertências como:


Não permaneça demasiado tempo ao sol, mesmo quando usar um protector solar;
Mantenha os bebés e crianças de tenra idade fora da luz directa do sol;
A sobreexposição solar constitui um risco grave para a saúde.
Por outro lado, na rotulagem de protectores solares deve ser respeitado o princípio da verdade, ou seja, não deverá ser dada a impressão de que a sua utilização confere protecção total contra os riscos decorrentes da sobreexposição à radiação UV.


Desta forma, não deverão ser utilizadas expressões como “ecrã total” ou “protecção total”, nem ser dada a indicação de ausência de necessidade de reaplicar o produto em quaisquer circunstâncias, como, por exemplo, “protecção durante todo o dia”.


Importância da protecção solar

A exposição prolongada ao sol requer alguns cuidados, já que este emite raios UVA e UVB responsáveis por danos causados na pele, que juntos penetram na epiderme e derme, causando alterações que aceleram o envelhecimento da pele, tornando-a flácida e opaca. Favorecem ainda o aparecimento de rugas e manchas.

Prevenir queimaduras e, a longo prazo, o cancro da pele é simples: basta ter alguns cuidados antes e durante a exposição solar.

Usar sempre um protector solar com um factor de protecção adaptado ao tipo de pele - o rosto necessita geralmente de um factor de protecção maior do que o escolhido para o corpo;
Usar o protector solar diariamente, nas áreas mais expostas ao sol;
Aplicar o protector solar 20 a 30 minutos antes de cada exposição solar;
Evitar a exposição solar entre as 12 e as 16 horas (período mais prejudicial segundo a Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo - http://www.apcc.online.pt)
Reaplicar sempre o protector solar a cada 2 horas e após nadar e transpirar, já que a água e a transpiração diminuem a eficiência dos filtros solares;
Usar óculos de sol, chapéus ou bonés que ajudem a proteger o rosto, lábios e olhos;
Não expor crianças muito pequenas directamente ao sol;
Os dias nublados também exigem o uso de filtro solar, pois nestes dias 40 a 60% da radiação solar atravessam as nuvens e chegam à Terra;
Cuidado com a luz reflectida - a luz do sol reflecte na areia, atingindo a pele, mesmo na sombra.

portaldasaude


 
 

Online migel

Re:Exposição solar e cancro de pele
« Responder #2 em: 31/08/2010, 23:58 »
 
Cancro da pele   
     
  Como prevenir e detectar o cancro da pele. Tem elevadas taxas de cura quando diagnosticado e tratado na fase inicial. 
     
   
  O cancro da pele é o tipo de cancro mais frequente nos indivíduos de raça branca (caucasiana). A exposição excessiva ao sol é considerada a causa mais frequente de cancro da pele (cerca de 90 por cento dos casos).

Quais são os tipos de cancro da pele mais frequentes?

Basalioma ou carcinoma baso-celular;
Carcinoma espinocelular ou pavimento-celular;
Melanoma maligno.
O que é o basalioma ou carcinoma baso-celular?

É o tipo de cancro cutâneo mais vulgar. Atinge sobretudo as pessoas de pele clara que se expõem regularmente ao sol: trabalhadores rurais, pescadores, trabalhadores da construção civil, etc. Surge habitualmente depois dos 40 anos e localiza-se preferencialmente nas áreas do corpo mais expostas ao sol: face, pescoço e dorso.

Pode manifestar-se sob a forma de um nódulo rosado e brilhante, de crescimento lento ou de uma ferida superficial, que surge sem causa aparente e que não revela tendência para a cura espontânea.

O tratamento, nas fases iniciais, é muito simples e resulta quase sempre na cura do tumor. Todavia, se for deixado evoluir sem tratamento, pode tornar-se muito agressivo, invadindo os tecidos circundantes, e provocar grandes defeitos e mutilações, sobretudo em certas áreas anatómicas (nariz, pavilhões auriculares, pálpebras, etc.). Mesmo nestas fases é muitas vezes possível curar o tumor recorrendo à cirurgia e à radioterapia. Só que o doente pode ficar desfigurado para o resto da vida.

O que é o carcinoma espinocelular?

É o segundo tipo de cancro da pele mais frequente. Atinge igualmente os grupos profissionais que estão permanentemente expostos ao sol, mas de grupos etários mais avançados que no caso do basalioma.

Surge nas áreas do corpo mais expostas (face, pescoço, dorso das mãos e pernas) e quase sempre sobre lesões precursoras (pré-cancerosas). Na maior parte dos casos surge sobre as chamadas queratoses solares ou actínicas, mas também pode originar-se a partir de cicatrizes, pós-queimadura, úlceras e fístulas crónicas ou em pessoas que estiveram muito tempo em contacto com agentes carcinogénicos (tabaco, raios X, arsénico, alcatrão e derivados).

O carcinoma espinocelular é um tumor mais agressivo e de crescimento mais rápido que o basalioma. Manifesta-se habitualmente sob a forma de um nódulo, de crescimento rápido, com tendência para ulcerar e sangrar facilmente. Além de ser localmente invasivo pode, abandonado à sua evolução natural, dar origem a metástases à distância, que podem invadir órgãos vitais e provocar a morte.

Todavia, quando diagnosticado e tratado a tempo tem elevadas probabilidades de cura.

O que é o melanoma?

É o cancro da pele mais perigoso e um dos tumores malignos mais agressivos da espécie humana. Origina-se a partir dos melanócitos da epiderme, células responsáveis pelo fabrico do pigmento natural (melanina) que dá a cor bronzeada à pele. Atinge grupos etários mais jovens que o basalioma e o carcinoma espinocelular.

Ao contrário do basalioma ou do carcinoma espinocelular, que estão relacionados com a exposição crónica ao sol, o melanoma maligno parece estar mais associado à exposição solar intermitente, aguda e intempestiva, muitas vezes acompanhada de queimaduras solares ("escaldões"), especialmente quando ocorridos em idades jovens.

O melanoma maligno pode surgir sobre pele aparentemente sã, em qualquer parte do corpo ou sobre sinais preexistentes. O aspecto inicial do melanoma é variado, mas caracteriza-se, habitualmente, pelo aparecimento de um pequeno nódulo ou mancha, de cor negra de alcatrão, sobre pele aparentemente sã ou sobre um sinal já existente.

O tratamento é quase sempre cirúrgico e, quando efectuado nas fases iniciais, em que o tumor ainda é muito fino (espessura inferior a meio milímetro), atinge elevadas taxas de cura. Todavia, quando o tumor já é muito espesso (espessura superior a quatro milímetros), as probabilidades de cura ficam drasticamente reduzidas, existindo o risco eminente de metastização à distância.

O diagnóstico precoce é, pois, fundamental.

Quais são os sinais de alarme em relação ao melanoma?

Surgimento recente de um sinal de cor negra em pele aparentemente sã;
Modificação de um sinal já existente;
Alteração do tamanho (crescimento recente);
Alteração da forma (contorno irregular);
Alteração da cor (negra, castanha, rosada);
Aparecimento de prurido (comichão);
Aparecimento de inflamação (vermelhidão);
Aparecimento de ulceração (ferida);
Aparecimento de hemorragia (sangra facilmente).
A que sinais se deve dar atenção?

A maioria esmagadora dos sinais da pele (nevos), quer de nascença quer adquiridos, é completamente inofensiva. Porém, existem alguns, com aspecto particular (nevos atípicos) que podem indicar um maior risco de vir a ter um melanoma.

Características dos nevos:

Nevos atípicos: assimétricos, bordo irregular, cor não uniforme, diâmetro superior a seis milímetros;
Nevos vulgares: simétricos, bordo regular, cor castanha uniforme, diâmetro inferior a seis milímetros.
As pessoas com muitos sinais são aconselhadas a fazer o auto-exame da pele cerca de uma vez por mês. Em caso de dúvida, deve consultar um dermatologista.

Quais são os factores de risco?

Pele clara e sardenta;
Cabelo ruivo ou loiro;
Olhos azuis ou esverdeados;
Queimadura solar fácil, bronzeamento difícil;
Antecedentes de queimadura solar;
Exposição irregular e intermitente ao sol;
Muitos sinais espalhados pelo corpo;
Antecedentes de melanoma em familiares.
 
portaldasaude
 

 



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