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Autor Tópico: Alzheimer  (Lida 108978 vezes)

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Online Pantufas

Re: Alzheimer
« Responder #30 em: 21/12/2015, 12:02 »
 
Exercícios físicos podem reduzir riscos do Alzheimer
Ao sair do sedentarismo, idosos podem diminuir sintomas de predisposição à doença



Estudo acompanhou 300 idosos que não tinham o hábito de praticar exercícios físicos e apresentavam comprometimento cognitivo leve. ( Foto: Divulgação )

Uma pesquisa desenvolvida em Rio Claro, no interior paulista, comprovou que, ao sair do sedentarismo, um grupo de idosos conseguiu reduzir sintomas característicos de uma predisposição ao Alzheimer, doença degenerativa que afeta os neurônios e leva à demência. A constatação está na tese de doutorado de Carla Manuela Crispim Nascimento, formada em educação física, trabalho conjunto da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR).

“A nossa ideia foi a de trabalhar com uma terapia não farmacológica que auxiliasse na prevenção da doença porque, uma vez diagnosticado, [o Alzheimer] não tem mais o que fazer já que a evolução [do mal] é contínua”, explicou a pesquisadora. Ela recomenda que as pessoas observem sempre se episódios de déficit de atenção estão atrapalhando atividades diárias e, caso esse problema cresça de forma a prejudicar o dia a dia, o ideal é procurar auxílio médico, como um neuropsiquiatra.

Entre 2010 e 2013, Carla e mais cinco pesquisadores atuaram no projeto “A influência de marcadores genéticos específicos sobre os efeitos do exercício físico na inflamação e no neurotrofismo em idosos com comprometimento cognitivo leve”, que selecionou 300 pessoas, com idade entre 60 e 75 anos, que não tinham o hábito de praticar exercícios físicos e apresentavam quadro clínico de comprometimento cognitivo leve.

Nessa condição, a pessoa manifesta alguma dificuldade de memória, mas sem grande impacto na rotina diária. De acordo com a pesquisadora, essa perda está relacionada ao desenvolvimento de placas amilóides, que são cadeias de proteínas levadas ao cérebro pela corrente sanguínea. “Ao aderir ao tecido neural, essas placas ocupam o lugar das células saudáveis, impedem a chegada de oxigênio e interrompem a função dos nerônios”, explicou.

Os pesquisadores observaram que os processos inflamatórios comuns em quem se encontra nesse estágio, bem como a perda de memória, entre outras deficiências cognitivas, tiveram sensível melhora após uma dinâmica de quatro meses de exercícios físicos. As atividades foram aplicadas três vezes por semana com duração de uma hora em cada um dos dias.

“O trabalho mostra que a atividade física estimula respostas biológicas do sistema nervoso que podem conferir maior resiliência contra as perdas que ocorrem em função da idade e da presença da patologia da doença de Alzheimer”, concluiu Orestes Vicente Forlenza, professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de São Paulo (FMUSP) e pesquisador no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP.

No entanto, Forlenza adverte que não se pode afirmar que será possível evitar o Alzheimer por meio da atividade física, mas observa que o exercício pode sim “fortalecer o indivíduo e melhorar sua sobrevida funcional diante da doença”.

Testes

O pesquisador relata que, antes e depois da intervenção com a prática de exercícios físicos, os idosos foram submetidos a testes para medir as concentrações de neurotrofinas e citocinas (mediadores pró e anti-inflamatórios). “Clinicamente, os pacientes são submetidos a testes cognitivos (que medem memória, atenção, capacidade visuo-espacial, de abstração, etc) e ao exame neuropsiquiátrico”, explicou.

Segundo Forlenza, o comprometimento cognitivo leve “é uma situação de risco para a demência, particularmente o Alzheimer, mas não é sinônimo da doença em estágio incipiente”. A identificação do Alzheimer é feita por meio de métodos bioquímicos, entre os quais pela análise do liquor e de imagens cerebrais.

Anualmente, de acordo com o especialista, 10% dos pacientes que apresentam esse quadro acabam atingindo um grau de demência, mas uma proporção significativa não apresenta evolução para o Alzheimer, já que “os sintomas podem ter várias causas distintas, algumas delas reversíveis, como a depressão e os distúrbios metabólicos”.

O estudo já foi apresentado em dois congressos fora do Brasil – nos Estados Unidos e na França – e publicada em duas revistas estrangeiras.


Fonte: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/vida/online/exercicios-fisicos-podem-reduzir-riscos-do-alzheimer-1.1458921
 
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Offline pantanal

Re: Alzheimer
« Responder #31 em: 23/12/2015, 20:47 »
 
Hillary anuncia plano para combater Alzheimer até 2025

NOVA YORK (Reuters) - A pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton anunciou nesta terça-feira uma série de propostas para combater o Alzheimer e buscar uma cura até 2025, incluindo um aumento do financiamento para a pesquisa sobre a doença e enfermidades relacionadas.
Hillary pediu investimento de 2 bilhões de dólares por ano, durante o período de uma década, para as pesquisas. Segundo sua campanha, isso significa um aumento de quatro vezes em relação aos 586 milhões de dólares no ano passado.
A proposta poderá ajudar a estimular a pesquisa sobre uma doença que não só tem exercido pressão sobre as famílias de classe média --peça central de sua campanha--, mas que deve pesar substancialmente sobre os gastos públicos com o envelhecimento da população dos EUA.
"Devemos isso a milhões de famílias que ficam acordadas à noite preocupadas com seus entes queridos afetados por esta terrível doença e enfrentando a dura realidade...e fazer investimentos de pesquisa que vão prevenir, tratar eficazmente e chegar a uma cura possível em 2025", disse Hillary em comunicado.
O Alzheimer é uma doença cerebral irreversível e progressiva que eventualmente destrói a capacidade de realizar as tarefas mais simples. Mais de 5 milhões de norte-americanos devem ter a doença, que o Instituto Nacional sobre Envelhecimento disse ser a sexta principal causa de morte nos EUA.
(Por Luciana Lopez e Bill Berkrot; com reportagem adicional de Jonathan Allen)



Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/hillary-anuncia-plano-para-combater-alzheimer-ate-2025-18354609.html#ixzz3vB9UsKfn



 

Online Pantufas

Re: Alzheimer
« Responder #32 em: 04/01/2016, 16:48 »
 
Descobertos três subtipos diferentes de Alzheimer

 
Variações do Alzheimer

A doença de Alzheimer, que os cientistas pensavam ser uma doença única, pode na realidade tratar-se de pelo menos três subtipos distintos de demência.

"Como os sintomas variam de pessoa para pessoa, tem havido suspeita há anos de que o Alzheimer representa mais de uma doença," pondera Dale Bredesen, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA).

"Quando os exames de laboratório foram além dos testes mais comuns, descobrimos estes três subtipos diferentes," explicou.

Os exames mostraram que uma das três variações do Alzheimer, o subtipo chamado cortical, parece ser uma condição fundamentalmente diferente das outras duas.

"As implicações essenciais disto é que o tratamento ótimo pode ser diferente para cada grupo, pode haver diferentes causas, e, para os ensaios clínicos [de medicamentos] futuros, pode ser útil estudar os grupos específicos separadamente," disse Bredesen.

Descoberta questiona novas terapias para tratamento de Alzheimer
Tipos de Alzheimer

Os três subtipos de Alzheimer identificados pelos novos exames são:

Inflamatório - apresenta um aumento na proporção de biomarcadores, tais como a proteína C-reativa e a albumina do soro, em relação à globulina.
Não-inflamatório - estes biomarcadores não registram aumento, mas estão presentes outras anormalidades metabólicas.
Cortical - afeta indivíduos relativamente jovens e aparece mais amplamente distribuída pelo cérebro do que os outros subtipos da doença de Alzheimer. Normalmente não parece causar perda de memória no início, mas as pessoas com este subtipo da doença tendem a perder capacidades linguísticas. Muitas vezes é diagnosticado incorretamente porque geralmente afeta pessoas que não têm um gene relacionado ao mal de Alzheimer e está associado com uma deficiência significativa de zinco.
Teorias

Os resultados, que envolveram exames metabólicos de 50 pacientes, ao longo de dois anos, foram publicados no periódico científico Aging.

Se esses resultados se confirmarem em exames envolvendo um número maior de pacientes, poderá ser necessário segmentar as pesquisas envolvendo a doença e, eventualmente, desenvolver tratamentos diferenciados para cada tipo.

Na verdade, muitos pesquisadores afirmam que é necessário desenvolver uma nova teoria sobre a Doença de Alzheimer, uma vez que ainda não existem tratamentos depois de décadas de pesquisas com base na teoria atual sobre as placas beta-amiloides.


fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=subtipos-alzheimer&id=11080
 

Offline Fisgas

Re: Alzheimer
« Responder #33 em: 26/01/2016, 17:01 »
 
Inflamação no cérebro pode ser parte essencial do Alzheimer
Redação do Diário da Saúde

Inflamação no cérebro pode ser parte essencial do Alzheimer


Células microgliais (verde) se acumularam e proliferaram (vermelho) ao redor de uma placa de amiloide beta (azul). [Imagem: Universidade de Southampton]

 
Células imunes

Bloquear um receptor no cérebro responsável pela regulação das células do sistema imunológico pode proteger contra as alterações de memória e comportamento observadas na doença de Alzheimer.

Os cientistas acreditavam que a doença de Alzheimer atrapalharia a resposta imune do cérebro, mas novos experimentos reforçam evidências de que a inflamação no cérebro pode de fato dirigir o desenvolvimento da doença.

Os resultados sugerem que, reduzindo essa inflamação, a progressão da doença pode ser interrompida.

Microglia

Os pesquisadores da Universidade de Southampton (Reino Unido) usaram amostras de tecido de cérebros saudáveis e de cérebros com a doença de Alzheimer, todos da mesma idade.

Ao contar a quantidade de um tipo específico de célula imune, conhecida como microglia, verificou-se que elas eram mais numerosas nos cérebros com a doença de Alzheimer. Além disso, a atividade das moléculas que regulam a população de microglia está diretamente correlacionada com a gravidade da doença.

Experimentos em animais de laboratório então mostraram que, bloqueando o receptor responsável pela regulação da microglia, conhecido como CSF1R, as habilidades cognitivas melhoram e se evita a proliferação das células microgliais conforme a doença progride.

Além disso, o inibidor impediu a perda de pontos de comunicação entre as células nervosas do cérebro associadas com a doença de Alzheimer, e os camundongos tratados demonstraram menos problemas de memória e comportamentais em comparação com os animais não tratados.

Mais importante, o número de microglias saudáveis necessárias para manter a função imunológica normal no cérebro foi mantida, sugerindo que o bloqueio da CSF1R só reduz o excesso de microglia.

Amiloides beta

O que o estudo não descobriu foi uma redução correlacionada do número de placas amiloides no cérebro, uma característica da doença de Alzheimer. Isso apoia estudos anteriores que defendem que outros fatores podem desempenhar um papel mais importante no declínio cognitivo do que o crescimento das placas amiloides beta.

Proteína beta-amiloide do Alzheimer pode ter efeito benéfico
"O próximo passo será trabalhar em estreita colaboração com nossos parceiros na indústria para encontrar uma droga segura e adequada que possa ser testada para ver se ela funciona em humanos," disse o Dr. Diego Gomez-Nicola, que liderou o estudo publicado na revista Brain.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=inflamacao-cerebro-parte-essencial-alzheimer&id=11114
 

Offline Claram

Re: Alzheimer
« Responder #34 em: 02/02/2016, 13:14 »
 
Descoberto mecanismo que evita perda de memória no Alzheimer
Redação do Diário da Saúde

Descoberto mecanismo que evita perda de memória no Alzheimer
As proteínas beta-amiloides recrutam PTEN em excesso para as sinapses, atrapalhando a formação da memória.

 
Plasticidade sináptica

Acaba de ser descoberto um mecanismo capaz de impedir a perda de memória associada à doença de Alzheimer.

Os neurônios comunicam-se uns com os outros por conexões sinápticas - nas sinapses, a informação é trocada entre um neurônio e os seus vizinhos.

Essas conexões não são estáticas, sendo continuamente moduladas em resposta à atividade que estiver sendo executada pelo neurônio.

Esse processo, conhecido como plasticidade sináptica, é um mecanismo fundamental para a aprendizagem e a memória, nos seres humanos e em todos os animais.

São alterações na plasticidade sináptica as responsáveis pela diminuição da memória em distúrbios cognitivos, tais como a doença de Alzheimer. Mas os mecanismos precisos pelos quais essas alterações ocorrem ainda precisam ser desvendados.

Proteger as sinapses

Shira Knafo (Universidade do País Basco) e José Esteban (Universidade Autônoma de Madri) descobriram agora que, na doença de Alzheimer, a plasticidade sináptica é alterada por uma proteína já conhecida, mas que vinha sendo originalmente associada com a supressão de tumores: a PTEN.

Em 2010, o mesmo grupo havia descoberto que a PTEN é recrutada pelas sinapses durante a plasticidade sináptica normal. Agora, eles descobriram como este mecanismo de recrutamento fica descontrolado durante a doença de Alzheimer.

Um dos agentes patológicos da doença, as proteínas beta-amiloides, disparam PTEN em excesso nas sinapses, desequilibrando os mecanismos de plasticidade sináptica e enfraquecendo a formação da memória.

Preservar a memória no Alzheimer

A boa notícia é que a equipe encontrou um meio de evitar que a PTEN seja levada às sinapses em resposta à ação das proteínas beta-amiloides.

Usando um camundongo geneticamente modificado para funcionar como modelo da doença de Alzheimer, os pesquisadores desenvolveram uma substância para proteger as sinapses do excesso de PTEN. Em resposta ao fármaco, os neurônios se tornaram resistentes à beta-amiloide, e os camundongos com Alzheimer preservaram sua memória.

Embora esta seja uma pesquisa em estágio inicial, baseada apenas em modelos animais básicos, e ainda sem qualquer estudo de toxicidade e eficácia da nova substância em humanos, ela ajuda a desvendar os mecanismos que controlam a função cognitiva, apontando possíveis caminhos terapêuticos para patologias mentais em que estes mecanismos deixam de funcionar.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=descoberto-mecanismo-evita-perda-memoria-alzheimer&id=11150
 

Offline Fisgas

Re: Alzheimer
« Responder #35 em: 21/02/2016, 10:09 »
 
Curar Alzheimer com recuperação de neurónios



Estima-se que perto de 90 mil portugueses sofram da doença. Por Teresa Oliveira PERGUNTA CM Conhece sintomas de Alzheimer? SIM NÃO António tinha convidados em casa, quando o pai, 73 anos, entrou na sala e começou a urinar. Estava confuso e reagiu com agressividade quando o filho o abordou. Não sabia quem ele era. Este é um caso real, de entre as cerca de 90 mil pessoas que sofrem de Alzheimer em Portugal. Mas é também um cenário que pode estar perto do fim. A comunidade científica mundial está esperançada em que a cura para o Alzheimer possa estar num novo medicamento. Trata-se do LM11A-31, ou C31, uma substância que já curou a doença em ratos. Mais do que tratar sintomas, o C31 visa recuperar os neurónios destruídos. "A atuação do C31 interrompe o processo de degradação dos neurónios. Nesse aspeto, reflete uma nova abordagem", explica ao CM o neurologista Bruno Rodrigues, travando, porém, o otimismo: "É possível que, parcialmente, aconteça alguma recuperação. Resta saber se esse efeito se confirma nos humanos e se isso permite recuperar a memória." O ceticismo prende-se com o facto de os testes em humanos ainda estarem numa fase inicial. "Já aconteceu o mesmo com outros medicamentos, não se confirmando a cura. Também os efeitos secundários podem comprometer uma aprovação", alerta, explicando que o processo de aprovação é moroso. Os efeitos da C31 são uma descoberta do neurologista norte- -americano Frank Longo, da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford. A substância está a ser atualmente testada em 72 pessoas. Exercício físico beneficia a capacidade cerebral O exercício físico tem inúmeros benefícios conhecidos para a saúde. Cada vez mais especialistas defendem que a atividade física regular tem, também, efeitos positivos no cérebro. Estudos demonstram que pessoas fisicamente ativas são menos propensas a sofrer um declínio na sua função mental e têm um menor risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Os especialistas defendem que praticar exercício várias vezes por semana, durante 30 a 60 minutos, melhora a memória, o raciocínio e a habilidade de pensamento (função cognitiva) e atrasa o surgimento da doença de Alzheimer nas pessoas em risco de desenvolver a doença. O Alzheimer ao microscópio

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/cura_para_alzheimer_esta_em_recuperar_neuronios.html


Correio da manhã
 

Offline pantanal

Re: Alzheimer
« Responder #36 em: 24/02/2016, 10:41 »
 
Novo tratamento pode devolver memória a doentes de Alzheimer

23/2/2016,
Um tratamento testado em ratos conseguiu devolver a memória à maior parte dos indivíduos da amostra. A técnica ainda não foi testada em humanos, mas pode representar um avanço na cura do Alzheimer.


Cientistas australianos desenvolveram um tratamento que pode eliminar substâncias neurotóxicas causadoras de perda de memória e de funções cognitivas em pessoas com Alzheimer. A técnica, testada em ratos, conseguiu devolver a memória a 75% da amostra através de uma tecnologia ultrassónica não invasiva. Mas o tratamento ainda não foi testado em humanos.

O desenvolvimento de Alzheimer deve-se normalmente a dois tipos de lesões: placas de amiloides – filamentos de proteínas que se depositam nos tecidos do corpo prejudicando a sua função – e novelos neurofibrilares – que alteram a composição do citoplasma dos neurónios do córtex cerebral. Essas placas depositam-se entre os neurónios formando massas densas de moléculas de proteínas. Os novelos, por sua vez, estão dentro das células e nascem a partir de proteínas deformadas que formam uma massa insolúvel. Essa massa origina filamentos que se emaranham e impedem o transporte de matérias essenciais, como os nutrientes.

Estes investigadores dizem que foram capazes de eliminar estas lesões utilizando uma terapêutica de ultrassom focalizado, que envia ondas sonoras para o interior do cérebro. A sua oscilação é tão rápida que essas ondas conseguem contornar a barreira hematoencefálica (uma camada permeável que protege o cérebro de bactérias) e ativar as células gliais, que protegem os neurónios. Como essas células são as responsáveis pela “limpeza” das células, tornam-se capazes de eliminar as placas de amiloides.

Nenhum dos ratos onde o tratamento foi testado e bem-sucedido apresentou danos colaterais, garantiram os cientistas no comunicado de imprensa. Pelo contrário, ficaram mais capacitados para identificar objetos, recordar espaços que devem evitar e lembrar caminhos em labirintos.


Fonte: Observador
 

Online Pantufas

Re: Alzheimer
« Responder #37 em: 06/04/2016, 15:04 »
 
Câmara de Sintra promove Sessão de Sensibilização sobre a Doença de Alzheimer



A Câmara Municipal de Sintra, em parceria com a Associação Alzheimer Portugal vai realizar no dia 06 de abril às 16h45, no Auditório da Escola Secundária de Santa Maria, uma sessão de sensibilização dirigida a professores e à comunidade educativa sobre a problemática das demências, designadamente a Doença de Alzheimer. 

Esta sessão de sensibilização faz parte do Ciclo de Formação "Esquecido na Mente, Guardado no Coração" destinado, essencialmente, aos alunos dos Cursos Profissionais de Técnico Auxiliar de Saúde e Técnico de Apoio Psicossocial da Escola Secundária de Santa Maria do Agrupamento de Escolas Monte da Lua, a quem é concedida a oportunidade de adquirir conhecimentos sobre a problemática das demências e suas implicações na vida dos doentes e seus cuidadores.

Temas como a “Introdução às Demências”, “Os vários tipos de demência e suas características”, “A sobrecarga do Cuidador Familiar e Profissional”, “O Bem-Estar da Pessoa com Demência”, entre outros aspetos, serão abordados nas 15 ações de formação a decorrer até 19 de abril, e constituem uma vantagem na valorização do Plano Curricular destes cursos profissionais, fornecendo aos alunos ferramentas fundamentais para um futuro desempenho profissional.


Fonte: http://www.cm-sintra.pt/camara-de-sintra-promove-sessao-de-sensibilizacao-sobre-a-doenca-de-alzheimer
« Última modificação: 06/04/2016, 15:07 por 100nick »
 

Offline salgado18

Re: Alzheimer
« Responder #38 em: 27/05/2016, 15:17 »
 
Alzheimer pode dever-se a infeções? Sim, dizem cientistas

Um grupo de cientistas de Harvard sugere que a doença de Alzheimer surge quando o cérebro responde a uma infeção. Esta ideia poderá revolucionar por completo a investigação feita até agora.



   
Uma investigação liderada por cientistas de Harvard questiona a mais amplamente aceite versão sobre a origem da doença de Alzheimer e, se se confirmar, deita por terra muitas tentativas de travar a doença que têm sido desenvolvidas.


Há anos que se acredita que a doença de Alzheimer pode ter que ver com a presença de placas beta-amilóides no cérebro – uma vez que estas surgiam sempre nos cérebros das pessoas com Alzheimer e não nas com o cérebro saudável.

Mas os investigadores deste estudo publicado esta semana na revista Science Translational Medicine acreditam ter descoberto que as placas beta-amilóides encontradas nos cérebros das pessoas com a doença são, na verdade, um resíduo do sistema imunitário. Um tipo de antibiótico que é a primeira linha de defesa contra uma infeção, como reporta o New York Time.

Ainda é cedo para revelar uma conclusão final mas este estudo, que está a ser feito em animais, causou um grande impacto entre os cientistas que têm investigado esta doença.

De acordo com a nova hipótese levantada, a doença de Alzheimer ocorre quando um vírus, uma bactéria ou fungo entra no cérebro, passando através de uma membrana - a hematoencefálica – que enfraquece à medida que envelhecemos.

O sistema de defesa do cérebro é rápido a travar o invasor construindo uma espécie de jaula pegajosa formada pela proteína beta-amilóide. O micróbio em questão fica preso nesta jaula como uma mosca numa teia de aranha e morre. Mas a jaula permanece, e é isso que, eventualmente, leva à doença de Alzheimer.

Robert Moir, do Massachusetts General Hospital, liderou a investigação e destaca que as conclusões do estudo sugerem que a visão que se tem tido nos últimos 30 anos é “incompleta”.


Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/595723/alzheimer-pode-dever-se-a-infecoes-sim-dizem-cientistas
 

Offline Sardinha

Re: Alzheimer
« Responder #39 em: 07/06/2016, 11:48 »
 
Cerveja ajuda a proteger cérebro contra Alzheimer



A cevada – que diminui risco de infarto, de pedra nos rins e aumenta o colesterol bom – pode proteger o cérebro por diminuir o acúmulo de proteínas que causam os sintomas do Alzheimer
 Cerveja ajuda a proteger cérebro contra Alzheimer
Um estudo feito na Finlândia mostra que cérebro de quem bebe cerveja – com moderação – tem menos chance de desenvolver sintomas do mal de Alzheimer.

A cevada – que diminui risco de infarto, de pedra nos rins e aumenta o colesterol bom – pode proteger o cérebro por diminuir o acúmulo de proteínas que causam os sintomas do Alzheimer.

A pesquisa revelou uma relação surpreendente: os homens que tinham o hábito de beber cerveja tinham uma concentração de placas beta-amilóide menor do que aqueles que não bebiam. Essas placas envolvem os neurônios, impedindo a comunicação entre eles.

E o benefício é exclusivo da cevada: aqueles que bebiam vinho ou destilados não apresentaram redução do acúmulo da proteína.

Os cientistas ainda não entendem de que forma a cerveja se relaciona a um menor acúmulo de placas beta-amilóide mas sabem que todas as explicações para os sintomas do Alzheimer tem relação com o acúmulo dessas estruturas.

Pesquisa

O estudo analisou o cérebro de 125 homens que morreram em Helsinki, de 35 a 70 anos. Os mais velhos tinham uma quantidade maior de placas das proteínas beta-amilóides – o que é normal, considerando que o Alzheimer se manifesta geralmente a partir dos 65 anos.

No Alzheimer, esses neurônios presos se atrofiam e o paciente passa a apresentar distúrbios de memória, de comportamento e de personalidade.

Os cientistas não encontraram relação entre a quantidade de bebida e o tamanho das placas, então não adianta beber mais para aumentar a proteção.

Combo

Outra boa pedida contra o Alzheimer é o café.Se a cerveja dá sinais de que não deixa as placas se acumularem, o café faz uma faxina no cérebro.

Pesquisadores da Universidade Old Dominion, nos Estados Unidos, fizeram testes com ratos no ano passado e a substância reduziu em até 50% a quantidade de beta-amilóide já acumuladas no cérebro dos animais.

Acredita-se que a proteína beta-amilóide seja seja a responsável pela formação de placas nas células nervosas que destroem as sinapses – e desencadear o Alzheimer.

Fonte: http://www.24horasnews.com.br/noticias/ver/cerveja-ajuda-a-proteger-cerebro-contra-alzheimer.html
 

Offline salgado18

Re: Alzheimer
« Responder #40 em: 21/06/2016, 19:11 »
 
Novo exame de sangue detecta Alzheimer em seus estágios iniciais com 100% de precisão

 
Publicado em 14.06.2016   
teste alzheimer



O que torna a doença de Alzheimer tão aterrorizante é a sua inevitabilidade. Não temos vacinas ou medidas preventivas, de forma que ou você tem (ou terá) Alzheimer ou não. E uma vez que você tenha, há pouca esperança de recuperação, porque não temos nenhum tratamento ou cura.
Cientistas podem ter descoberto tratamento para o Alzheimer
Mas e se pudéssemos detectar a doença anos antes que seus sintomas começassem a aparecer, para dar não só aos pacientes a chance de retardar sua progressão, mas também aos pesquisadores uma melhor visão sobre como ela se desenvolve?

 
A “prova de conceito” de um novo exame de sangue acaba de ser concluída, e a equipe responsável relatou “uma precisão sem paralelo” na detecção dos estágios iniciais da condição.
“É comumente aceito atualmente que as mudanças relacionadas ao Alzheimer começam no cérebro pelo menos uma década antes do surgimento de sintomas reveladores”, diz Robert Nagele, membro da equipe, da Universidade de Rowan, nos EUA.
“Pelo nosso conhecimento, esta é a primeira análise de sangue utilizando biomarcadores de auto-anticorpos que podem detectar com precisão a doença de Alzheimer em um ponto mais cedo no decurso da doença, quando os tratamentos são mais suscetíveis a serem benéficos – isto é, antes que uma devastação muito grande do cérebro ocorra”.

O teste

O teste foi concebido para detectar uma fase precoce da doença chamada Leve Comprometimento Cognitivo de Alzheimer (MCI, na sigla em inglês), e distingui-la de casos similares de declínio mental que são causados por outros fatores, como problemas vasculares, depressão crônica, abuso de álcool e efeitos colaterais de certas drogas.
Esse jogo poderá dizer se você tem Alzheimer
Para o teste, Nagele e sua equipe recolheram amostras de sangue de 236 participantes, incluindo 50 que tinham sido diagnosticados com MCI, 50 com doença leve a moderada de Alzheimer, 50 pessoas saudáveis, e o restante tinha sido diagnosticado com doença leve a moderada de Parkinson, uma fase precoce de Parkinson, esclerose múltipla ou câncer de mama.
Os pacientes com MCI tinham sido diagnosticados com base em níveis baixos de beta-amilóide 42 peptídicos no líquido cefalorraquidiano, que tem sido identificado como um predecessor da rápida progressão do Alzheimer.
Para analisar o sangue, o teste utiliza uma série de microarranjos de proteínas humanas – catálogos de 9.486 proteínas únicas – para atrair auto-anticorpos no sangue que podem estar ligados à doença.
Outras doenças

Os auto-anticorpos são um tipo particular de anticorpos produzidos pelo sistema imune para atingir certas proteínas no organismo. Isto às vezes pode dar errado, e acabar como uma doença auto-imune, mas a forma como eles respondem a diferentes tipos de doenças faz deles um novo candidato muito promissor para a detecção e diagnóstico.
Os investigadores identificaram os 50 melhores biomarcadores de auto-anticorpos para MCI e outras doenças diagnosticadas em seus participantes, e quando os usaram para analisar as amostras de sangue, descobriram que eram 100% precisos na taxa global de precisão, sensibilidade e especificidade na detecção de amostras de sangue com MCI.
Usando este método, o teste também foi bem sucedido na detecção de Alzheimer precoce e moderado (98,7%), da fase inicial do Parkinson (98%), esclerose múltipla (100%) e câncer da mama (100%).
10 Sintomas de Alzheimer
A equipe diz que, embora esses resultados sejam animadores, eles precisam testar o método em uma amostra muito maior e mais diversificada, para ver se a média de 100% oscila com dados adicionais.
Embora saber que você tem Alzheimer mais cedo do que mais tarde não vai impedi-lo de desenvolver a doença por completo, poderia dar aos pacientes a oportunidade de se inscrever para ensaios clínicos de novos medicamentos e tratamentos, planejar cuidados médicos futuros, e até mesmo explorar formas de ajudar a retardar sua progressão, define a equipe de pesquisadores.
O Alzheimer é responsável por 50% a 80% dos casos de demência no mundo, o que mostra que testes como este são extremamente necessários. Talvez, se conhecermos melhor esta doença em seus estágios iniciais, podemos ser capazes de descobrir como ela começa e como preveni-la. [Science Alert]


Fonte: http://hypescience.com/alzheimer-precisao/
 

Offline salgado18

Re: Alzheimer
« Responder #41 em: 24/06/2016, 11:15 »
 
Alzheimer: descoberta forma de eliminar primeiros sintomas

http://www.esquerda.net/sites/default/files/styles/480y/public/alzhiemer_0.jpg?itok=bRSdeqXN
Uma equipa internacional coordenada pelo investigador português, Rodrigo Cunha descobriu como eliminar os primeiros sintomas de Alzheimer em modelos animais o que é considerado como um “avanço extraordinário” no combate à doença.
22 de Junho, 2016 - 17:09h

A Universidade de Coimbra (UC) revelou que esta descoberta foi possível porque “pela primeira vez os cientistas focaram o estudo na causa dos primeiros sintomas da doença”, que são as perturbações na memória, causadas por modificações da chamada “plasticidade das sinapses no hipocampo”.

“O hipocampo desempenha um papel essencial na memória, funcionando como o gestor do gigantesco centro de informação recebida pelo cérebro. Das dezenas de milhões de sinais recebidos, o hipocampo tem de selecionar a informação relevante e validá-la, atribuindo-lhe uma espécie de ‘carimbo de qualidade’. Quando ocorrem falhas, este gestor assume que toda a informação é irrelevante”, revela uma nota da UC, citada pela Lusa.

Recuperação do sistema sináptico

Sendo as sinapses “as responsáveis pela transmissão de informação no sistema nervoso”, ao garantirem a comunicação entre neurónios, “a equipa utilizou um modelo animal duplo mutante - com a modificação de dois genes da proteína APP, que causam doença de Alzheimer em seres humanos - para rastrear toda a atividade destas ligações e identificar o que impede o hipocampo de processar e gerir corretamente” a informação obtida.

Os resultados desta investigação representam “um avanço extraordinário para o desenvolvimento de estratégias de combate à doença de Alzheimer, pois conseguiu-se recuperar o funcionamento sináptico”, sublinhou Rodrigo Cunha.

O investigador considera que, “do ponto de vista ético, é criticável se não se prosseguir para ensaios" em humanos e garante que estes são seguros para os doentes, tendo ainda acrescentado que em Coimbra há “todas as condições para avançar”, embora seja necessário assegurar financiamento.

Este estudo foi realizado ao longo de três anos pelo Centro de Neurociências e Biologia Celular da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e contou com a participação de 15 investigadores portugueses e franceses tendo sido financiado pelo Prémio Mantero Belard de Neurociências da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e pela Association Nationale de Recherche de França.


Fonte: esquerda net
 

Online Pantufas

Re: Alzheimer
« Responder #42 em: 20/09/2016, 16:01 »
 
Alzheimer atinge 50 a 70% das pessoas com demência
         
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 Alzheimer atinge 50 a 70% das pessoas com demência no dia 20 de Setembro de 2016
Cinquenta a setenta por cento dos portugueses com demência sofrem de Alzheimer, disse à agência Lusa a responsável pela consulta de demência do Serviço de Neurologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).
"O número de portugueses [cerca de 160 mil] com demência é uma estimativa adaptada às características da nossa população, com base em estudos efetuados para os países da Europa do sul", precisou a médica Isabel Santana.
A neurologia coordena a exposição científica sobre aquela patologia que é inaugurada amanhã em Coimbra, no Museu Machado de Castro, intitulada "Desenhar o tempo", que se insere nas  comemorações do Dia Mundial da Doença de Alzheimer.
A mostra, que vai estar patente até 31 de outubro, retrata a forma como "se desenha o tempo na demência" e pretende, segundo Isabel Santana, "apenas sensibilizar as pessoas para a doença e nada mais".
Trata-se de uma experiência cognitiva e gráfica que permite compreender o funcionamento do cérebro humano e conhecer as suas fragilidades, de forma a sensibilizar para a importância do diagnóstico precoce da demência e da doença de Alzheimer.
"Esta exposição é dedicada ao Teste do Desenho do Relógio (TDR), um dos testes cognitivos mais populares tanto na deteção como no acompanhamento da evolução de doentes de Alzheimer", explica a neurologista do CHUC.
Os avanços alcançados no diagnóstico cada vez mais precoce têm sido acompanhados pela inovação em fármacos com potencial de prevenção, que podem retardar o aparecimento de sintomas e a progressão da doença.


DD
 

Offline Oribii

Re: Alzheimer
« Responder #43 em: 22/09/2016, 10:47 »
 
Menina cria aplicação para que a avó com Alzheimer não a esqueça



 
Emma Yang tem desde os 8 anos uma paixão tecnologia, tendo desenvolvido a aplicação com uma médica especialista na doença

A avó de Emma Yang tem Alzheimer, doença que afeta 44 milhões de pessoas em todo o mundo. A doença faz com que tenha dificuldade em reconhecer caras, a sua própria família. Emma Yang, de 12 anos, quis arranjar uma forma de se manter na memória da sua avó e para isso criou uma aplicação: Timeless.


DN



 

 

Online migel

Re: Alzheimer
« Responder #44 em: 24/09/2016, 10:09 »
 
Dia Mundial da Doença de Alzheimer assinalou-se a 21 de setembro



no dia 23 de Setembro de 2016

O Museu Machado de Castro em parceria com a Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer, vai promover uma exposição intitulada “desenhar o tempo”, para sensibilizar para a importância do diagnóstico precoce da demência e da Doença de Alzheimer.

A inauguração da exposição está agendada para as 18 horas, no dia 21 de setembro, e insere-se nas comemorações do Dia Mundial da Doença de Alzheimer.

“Esta exposição é dedicada ao Teste do Desenho do Relógio (TDR), um dos testes cognitivos mais populares tanto na deteção como no acompanhamento da evolução de doentes de Alzheimer”, explica Isabel Santana, coordenadora científica da exposição e neurologista responsável pela Consulta de Demência do Serviço de Neurologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

A estimativa de Portugueses com mais de 60 anos e com demência ronda os 160.000 e, destes doentes, 50-70 por cento sofrem de doença de Alzheimer. A perda de memória é geralmente o sintoma inicial e dominante desta patologia neurodegenerativa a qual gradualmente vai afectando outras capacidades cognitivas, acabando por comprometer a autonomia dos doentes no seu quotidiano. A representação do tempo através de  um relógio envolve a ativação de várias regiões cerebrais e a colaboração de múltiplas funções cognitivas (visuais, abstração, conhecimento dos números, capacidades de organização e de execução...), capacidades essas que se vão perdendo progressivamente nas demências. A utilização desta prova na prática clínica implicou a realização de estudos na comunidade que permitiram definir objetivamente os padrões de normalidade de acordo com a idade e a escolaridade e caracterizar os erros mais frequentes nas diversas formas de demência.

A identificação dos doentes com Doença de Alzheimer justifica-se pela disponibilidade de medicação sintomática que permite minorar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos doentes e familiares. Os avanços alcançados no diagnóstico cada vez mais precoce, têm sido acompanhados pela inovação em fármacos com potencial de prevenção ou que poderão retardar o aparecimento de sintomas e a progressão da doença. O envelhecimento activo, baseado em programas que associam actividade física e estimulação cognitiva, é também uma estratégia preventiva com eficácia comprovada e que deve ser implementada na comunidade.

O teste do desenho do relógio é um instrumento neuropsicológico breve e ecológico que reflecte a evolução da doença mas que também tem sensibilidade para revelar os benefícios e reconquistas das novas estratégias de intervenção.

A exposição “desenhar o tempo” é uma experiência cognitiva e gráfica que nos permite compreender o funcionamento do cérebro humano e conhecer as suas fragilidades e estará patente no Museu Machado de Castro até ao dia 31 de outubro de 2016.


PCD
 

 



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