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Autor Tópico: Associação de Ocupação Constante quer alargar roteiros turísticos a deficientes auditivos  (Lida 939 vezes)

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Associação de Ocupação Constante quer alargar roteiros turísticos a deficientes auditivos
BRAGA

2016-06-22

Vinte cidadãos com mobilidade reduzida participaram ontem na rota de São João, iniciativa promovida há três anos pela Adoc - Associação de Ocupação Constante. Nesta que é a semana principal das festas sanjoaninas, os participantes percorreram um trajecto devidamente traçado a pensar nas suas dificuldades. “Este ano o percurso é mais pequeno do que nos anos anteriores porque temos participantes com mobilidade reduzida que têm muitas dificuldades em deslocarem-se”, revela Raquel Macedo, coordenadora de projectos da associação.

O percurso teve início na Ponte de S. João, seguindo para a Rua dos Barbosas, passando posteriormente para a via pedonal, junto ao Rio Este, onde os participantes puderam ver os quadros bíblicos referentes às festas sanjoaninas. A rota incluiu ainda uma visita à Capela de S. João, terminando no Parque da Ponte.
Como explica Raquel Macedo, o objectivo desta rota de S.João é dar a conhecer a estes cidadãos “os símbolos e locais mais acessíveis”, destas festividades.

São já 13 as rotas que a Adoc promove a pensar nos cidadãos com mobilidade reduzida. “Começamos precisamente com a rota de S. João. Prosseguimos com a rota da Braga Romana, rota do Barroco, da Semana Santa. Neste moment

 o são já 15 as rotas que levamos a cabo para este tipo de público”, frisa a coordenadora, acrescentando que sendo Braga uma cidade milenar “é uma cidade mais complicada para estes cidadãos porque tem muitas barreiras arquitectónicas. Mas, há sempre maneira de contornar estes problemas”, continua.

Raquel Macedo refere, no entanto, que as novas infraestruturas são projectadas já a pensar nestes cidadãos . “Os desníveis já estão apropriados, por exemplo, para pessoas com cadeiras de roda eléctricas”. Explicando que a Adoc trabalha actualmente com cidadãos com deficiências motoras, mentais e visuais, Raquel Macedo diz que o objectivo da associação é agora chegar aos deficientes auditivos. “É um objectivo mais complicado porque obriga-nos a ter alguém que saiba língua gestual”, prossegue.

Esta é já a terceira vez que Maria do Sameiro participa nesta rota. “É um percurso diferente”, diz. No dia-a-dia as dificuldades de Maria do Sameiro prende-se sobretudo com o “acesso a várias lojas que ainda não têm rampas de acesso”. Mas, em termos gerais, a bracarense diz que Braga, comparativamente a outras cidades, “é das cidades mais bem preparadas para pessoas com deficiência”.


Fonte: Correio do Minho
 

 



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