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Autor Tópico: Prémio para ensino experimental distingue escolas em Gondomar e Torres Vedras  (Lida 240 vezes)

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Prémio para ensino experimental distingue escolas em Gondomar e Torres Vedras

O galardão Portugal País de Excelência em Engenharia, promovido por COTEC Portugal, Ministério da Educação e Ordem dos Engenheiros, distinguiu uma vez mais a capacidade de inovação de escolas e alunos.

Prémio para ensino experimental distingue escolas em Gondomar e Torres Vedras


 © Direitos Reservados
Dinheiro Vivo

"Os engenheiros são treinados para conceber soluções para problemas complexos. Têm a obrigação de partir o problema em problemas mais simples e encontrar soluções para cada um deles", referiu Eduardo Marçal Grilo, ao falar sobre a importância do ensino experimental no último encontro PME Inovação, realizado pela COTEC Portugal. Para o antigo ministro da Educação, num momento em que o ritmo da mudança é cada vez mais rápido, o ensino experimental deve ter um lugar de cada vez maior importância na escola.

Com métodos de aprendizagem baseados em projetos, o ensino experimental promove o espírito científico nas camadas mais jovens da população e permite ainda desenvolver soft skills como a capacidade de cooperação, iniciativa e liderança. "O ensino experimental tem um bocadinho de tudo: inovação, criação e a capacidade de cruzar transversalmente as várias áreas científicas", referiu Marçal Grilo, para quem a possibilidade de cruzar disciplinas, conceitos e conceber projetos que dão resposta a problemas é uma das mais-valias deste tipo de ensino.

A impressão 3 D é uma das ferramentas cada vez mais utilizadas no ensino experimental, já que permite materializar ideias e conceitos. "Sendo uma máquina que o permite fazer com rapidez e com um custo bastante económico, hoje é muito fácil pôr os alunos a materializar as suas ideias e a aprenderem com o erro que, ao invés de ser penalizado deve ser encarado como uma forma de aprender mais", afirmou Aurora Baptista, CEO da Bee Very Creative, também presente no encontro PME Inovação.

A responsável desta empresa portuguesa que integra a equipa criada pela Agência Espacial Europeia para criar a primeira base habitável na superfície lunar, não tem dúvidas quanto às vantagens do ensino experimental. "Um aluno que possa produzir algo relacionado com o que está a aprender não irá esquecer com facilidade ", referiu Aurora Baptista, que destaca o potencial inclusivo como outra vantagem da impressão 3D. "Permite, por exemplo, uma maior interação entre alunos que têm características mais práticas com outros cujas apetências são mais teóricas". E isto ao longo de todo o percurso académico. "É algo que pode ser usado desde o pré-escolar mas que vai ficando mais útil à medida que os alunos têm algum método. E se quem hoje é pequeno, começar a ter acesso a ferramentas destas, não só muda a forma como é educado como irá sempre construir mais, com melhores ideias e melhores soluções", destaca a responsável da Bee Very Creative


O prémio Portugal País de Excelência em Engenharia foi criado com o propósito de desenvolver o espírito científico através do desenvolvimento de projetos que partem de conceitos de engenharia. Ao apresentar o prémio, Marçal Grilo destacou o espírito inovador e criativo das propostas apresentadas, sublinhando a importância do mesmo na atualidade e no futuro. "A recuperação económica que temos pela frente só se faz se houver um grande espírito de engenharia. E para isso é decisiva esta capacidade para inovar", disse.

Os vencedores desta edição foram, Labi9, do Agrupamento de Escolas nº1 de Gondomar, na categoria escolas, e TUPI-Todos Unidos pela Inclusão, do Agrupamento de Escolas de São Gonçalo, Torres Vedras, na categoria alunos. "Este é um projeto particularmente interessante, com a criação de um laboratório de inovação e desenvolvimento de projetos de caráter interdisciplinar", afirmou Marçal Grilo, ao apresentar o vencedor da categoria escolas, sublinhando ainda as parcerias desenvolvidas com entidades como a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), ou a Fábrica Ciência Viva de Aveiro.


Por seu turno, Fernando Silveira, o professor responsável pelo acompanhamento do projeto, destacou o facto de este ser o resultado de um trabalho iniciado há cinco anos, com a participação na primeira edição do prémio. "Ter caminhado para a criação de um laboratório multidisciplinar e a agregação de um clube de ciência viva de âmbito nacional reforçam o nosso trabalho", referiu o docente, que lembrou ainda que o Labi9 trabalha a questão do ensino experimental no primeiro ciclo, a par com os projetos de inovação e empreendedorismo desenvolvidos pelos alunos do terceiro ciclo.

Também o TUPI, robô que transforma sons em língua gestual, criado pelos alunos da escola de Torres Vedras impressionou o júri. "É um projeto muito bem conseguido e que pode ser um grande passo para a simplificação da vida das pessoas com deficiência auditiva", aplaudiu Marçal Grilo.
Jaime Rei, docente de robótica da escola de São Gonçalo e professor orientador do projeto, destacou o papel das alunas envolvidas. "A criação do TUPI permitiu que as alunas envolvidas pudessem ser autónomas e desenvolvessem capacidades no âmbito socioprofissional. E permitiu envolver os alunos na compreensão da robótica e a sua aplicabilidade à realidade, contribuindo para a resolução de problemas concretos através da inovação tecnológica", congratulou-se o professor.


Fonte: https://www.dinheirovivo.pt/especial/revolucao-40/premio-para-ensino-experimental-distingue-escolas-em-gondomar-e-torres-vedras-13108473.html
 
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