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Autor Tópico: Vida difícil para quem se desloca de cadeira de rodas em VFX foto  (Lida 532 vezes)

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Vida difícil para quem se desloca de cadeira de rodas em VFX


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Nas Finanças e no Tribunal os utentes têm de esperar que um funcionário venha à rua falar com eles e lhes arranje um local alternativo para serem atendidos. Associação do concelho de Vila Franca de Xira alerta para falta de fiscalização e de cumprimento da legislação.
   

As acessibilidades em Vila Franca de Xira para as pessoas com mobilidade reduzida são “muito más” e em alguns casos há mesmo serviços públicos e sociais instalados em primeiros e segundos andares onde os utentes têm de ser atendidos na rua, como acontece nas Finanças e no Tribunal, onde os utentes têm de esperar que um funcionário venha à rua falar com eles e lhes arranje um local alternativo para serem atendidos.

O alerta é deixado por Manuela Ralha, presidente da Mithós, associação de apoio à multideficiência do concelho. “Ainda esta semana tive de ir ao tribunal e foi uma guerra. Fui testemunha num processo e fui ouvida no Tribunal de Trabalho porque é o único que tem rampas. Mas mesmo assim estão mal construídas, a pessoa nunca pode sair pela porta da frente porque a rampa vai dar ao vidro. É uma coisa kafkiana, temos de sair pela porta das traseiras”, critica.

O problema não é novo: o estacionamento selvagem nos passeios obriga as cadeiras de rodas a circular pela rua, a altura dos passeios não permite a entrada em cafés, cabeleireiros ou farmácias. Nenhum edifício público tem sinalização em braille ou avisos sonoros para os invisuais.

Em 1997 saiu legislação que dava aos edifícios públicos 10 anos para se tornarem acessíveis. Como o Estado percebeu que ele próprio não ia conseguir cumprir a sua legislação, em 2006 saiu um novo decreto-lei que volta a alertar para a necessidade de tornar acessíveis os espaços públicos. Prevê coimas e sanções, mas não há fiscalização que as aplique. Em breve o “Balcão único” de Vila Franca de Xira também já terá condições de acessibilidade.

Transportes continuam a ser um problema

Quem anda de cadeira de rodas continua a ter imensas dificuldades em apanhar transporte público. “Uma pessoa com deficiência que viva em Vila Franca de Xira e tenha de se deslocar para Lisboa de comboio, por exemplo, está desgraçada. É preciso avisar a Comboios de Portugal (CP) com antecedência, porque só há uma única rampa no concelho para permitir às pessoas aceder aos comboios”, lamenta Manuela Ralha.

A CP diz que não é verdade que só exista uma rampa no concelho e explica que existem vários tipos de rampas, quer nas estações (da competência da REFER) quer nos diferentes comboios que circulam na linha da Azambuja. A CP tem um serviço integrado de mobilidade (SIM) para ajudar esse tipo de passageiros, embora admita que há casos em que, por indisponibilidade de recursos humanos e materiais, alguns serviços não possam ser prestados quando os clientes solicitam. Mas explica que há um crescente treino do pessoal de bordo e dos revisores para ajudarem sempre que possível um cliente com mobilidade reduzida.

A empresa adianta ainda a

O MIRANTE que foram adquiridas “algumas rampas adicionais específicas” para comboios de dois pisos que circulam nessa linha, “estando em curso a sua instalação”. A REFER, por seu turno, explica que tem feito “um grande esforço” para dotar as estações do concelho de elevadores e rampas que permitam um acesso mais fácil e cómodo aos utentes.



 O MIRANTE.
 

 



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