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Autor Tópico: Entrevista com Tomás Amaral “Flechinha”  (Lida 988 vezes)

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Entrevista com Tomás Amaral “Flechinha”
« em: 17/10/2024, 19:08 »
 
Entrevista com Tomás Amaral “Flechinha”

16 de Outubro de 2024
Atletas



Todos o conhecem no Restelo, no Estádio e no Pavilhão. O Belenenses é como uma segunda família para o Tomás, que cresceu entre jogos das equipas azuis. Foi atleta do minibásquete do Belenenses e mais tarde passou a jogar a variante do basquetebol em cadeira de rodas. Foi internacional Sub-22 e medalhado nos jogos europeus.

No sábado estará com a equipa da APD, no jogo das seniores femininas a contar para a CN1 2024/2025. Fomos conversar com o Tomás, que já não é o “miúdo” que cresceu conosco, no basquetebol do Belenenses. É um adolescente à beira da idade adulta, que nos falou da sua experiência no basquetebol e no clube.

ENTREVISTA

Tomás, jogas basquetebol desde muito pequeno. Começaste nos “minis” do Belenenses e depois passaste a jogar na variante de cadeira de rodas. Como tem sido o teu percurso na modalidade?
Tem sido um percurso evolutivo que muito me satisfaz. Inicialmente, sentia-me muito bem no Belenenses e tenho muito a agradecer nesse aspeto ao Professor San Payo Araújo, à Treinadora Rita Oliveira e ao Treinador António Rocha. Mas depois, a certa altura, a modalidade de BCR passou a fazer mais sentido para mim e tem sido uma experiência muito enriquecedora.


Com a treinadora Rita Oliveira.
Como surgiu na tua vida a hipótese de jogares no desporto adaptado?
A principal responsável pela minha entrada no desporto adaptado (a par do meu Pai) é a treinadora Teresa Xavier, que me viu num torneio em que ainda jogava pelo Belenenses, e decidiu ir falar sobre a minha “passagem” para o desporto adaptado aos treinadores Rita Oliveira e António Rocha, que abraçaram logo a ideia também e tentaram sensibilizar o meu Pai para a mesma. A certa altura lá fui experimentar e acho que me adaptei logo muito bem.



És sócio e adepto do Belenenses desde sempre e acompanhas com muita atenção as nossas equipas. Jogaste aliás nos minis com atletas que agora estão nas equipas seniores do Clube. Como vês a realidade atual do basket do Belenenses?
É muito interessante ver como ao longo dos anos a formação do nosso basquetebol foi crescendo, de tal maneira que isso é bem visível nos jogos das equipas seniores com cada vez mais apoio. Vejo cada vez mais atletas a quererem representar o nosso clube nesta modalidade e isso deixa-me muito satisfeito. Naturalmente que a evolução das equipas seniores será também ela determinante para a modalidade. Nesse aspeto, é excelente ver jogadores da nossa formação a chegarem à equipa Sénior, sendo que não podia deixar de destacar o Francisco Fernandes com quem joguei em sub 12.


Com Miguel Dias e Francisco Fernandes, nos Sub12 do Belenenses
No próximo sábado vais ter a oportunidade de jogar basket em cadeira de rodas pela primeira vez no Pavilhão que é um género de “segunda casa” para ti. Estás ansioso?
Jogar na minha segunda casa que é o pavilhão Acácio Rosa deixa me muito contente, mas também emocionado, é um sonho que se cumpre. Vou-me sentir certamente muito feliz por poder partilhar o que faço e a minha experiência no basquetebol adaptado com pessoas do Belenenses de quem gosto muito e sempre me acolheram muito bem.





Fonte: https://belenensesbasket.wordpress.com/2024/10/16/entrevista-com-tomas-amaral-flechinha/?fbclid=IwY2xjawF-K8dleHRuA2FlbQIxMQABHTKVao8eD0e1gTlaWJPl4dpqPuc5i_S4SZ-pnBZsoMZSLtRHr_h_cW297w_aem_LdzMfzmvpZy9h4ASeMc6ew
 

 



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