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Autor Tópico: Policial civil de S. José que agrediu deficiente é investigado  (Lida 1507 vezes)

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Offline Tullio

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O delegado Damasio Marino, que responde processo na Justiça por agredir um cadeirante em São José dos Campos, é investigado por suspeita de enriquecimento ilícito e  violência doméstica contra a sua mulher Olga de Fátima Prianti Marino, 4 6 anos.

A investigação preliminar, em curso pela Corregedoria da Polícia Civil, está nas mãos das delegadas Telma de Souza Barbosa e Marines Greghi de Carvalho. Após agredir o cadeirante, no dia 17, Marino foi afastado do 6º DP (Distrito Policial), por  um período inicial de 30 dias.
“O dossiê que eu tenho em mãos está muito bem instruído e deve virar um processo em breve. Não vamos demorar para chegar ao fim”, afirmou a delegada Telma, que conduz a investigação das denúncias de corrupção contra o delegado.

Se as suspeitas forem confirmadas, o delegado deverá sofrer punição nas esferas administrativa e criminal. E os problemas de Marino, acredite leitor, não param por aí não...

Agressão/ A funcionária pública  e ex-companheira do delegado, Olga Prianti Marino, recebeu  ameaças em cartas anônimas na semana passada, feitas com colagens de jornais e revistas. Uma delas dizia ‘Olga, queremos o seu fim de verdade’. A segunda mensagem dizia que Olga estava ‘à morte’ e pedia para ela não ir mais à Corregedoria da Polícia Civil.

“Não sei quem é o autor disso, mas estou com medo. Quero proteção da justiça”, disse.

Violência/ Olga, que ainda é casada oficialmente com Marino, contou ao BOM DIA que apanha do marido desde 2005, quando este teria começado a beber com mais frequência. Ela  disse que sua vida ‘se tornou um inferno’ desde que Marino começou a se envolver com a atual companheira dele.

“Os irmãos dela já quebraram o meu dedo e tentaram me linchar. As agressões físicas são frequentes”, contou Olga, que registrou boletim de ocorrência em todas as ocasiões.

Defesa  nega acusações contra Damasio e diz  não haver provas

Luis Antonio Lourenço, advogado de Damasio Marino, afirmou que as suspeitas de corrupção e violência doméstica que recaem sobre o delegado são infundadas e que Olga Prianti Marino quer apenas os ‘holofotes’. “Essa mulher sofre de distúrbios emocionais sérios e passa por tratamento. Nunca existiu nenhum tipo de agressão ou ameaça contra ela”, disse o advogado. Ainda segundo Lourenço, os laudos médicos apresentado por Olga não condizem com as acusações.
Na última quinta-feira, a delegada Marines Greghi de Carvalho opinou pelo arquivamento do processo de violência doméstica contra Marino, mas a decisão final será tomada pelo delegado-corregedor Antônio Álvaro de Sá Toledo. A delegada e corregedora assistente, Telma de Souza Barbosa,  afirmou ao BOM DIA que não arquivaria um caso com ‘provas flagrantes de violência’, como as contra o delegado Marino.
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