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Autor Tópico: Terapia de estimulação elétrica reestabelece movimentos em pacentes paralisados  (Lida 1198 vezes)

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Terapia de estimulação elétrica reestabelece movimentos em pacentes paralisados
 

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lesão na medula espinhal, Terapia de estimulação elétrica 0Abordagem utiliza rajadas minúsculas de eletricidade que despertam músculos paralisados e melhoram capacidade de agarrar objetos.

Nova abordagem de tratamento utiliza rajadas de eletricidade para despertar músculos paralisados, reduzir deficiência e melhorar capacidade de agarrar objetos entre pacientes que sofrem de paralisia por por lesões na medula espinhal. O procedimento foi desenvolvido por pesquisadores do Toronto Rehabilitation Institute, no Canadá, que defendem que a terapia de estimulação elétrica funcional (FES) apresenta resultados consideravelmente melhores do que as terapias atualmente disponíveis.

Como funciona

A terapia FES utiliza impulsos elétricos de baixa intensidade gerados por um estimulador elétrico de bolso.

Ao contrário dos sistemas FES permanentes, a nova abordagem, desenvolvida pelo pesquisador Milos R. Popovic e seus colegas, é para tratamento de curto prazo.

O terapeuta utiliza o estimulador para que os músculos se movam nos membros de um paciente. A ideia é que depois de muitas repetições, o sistema nervoso possa “reaprender” a proposta e, finalmente, ativar os músculos por conta própria, sem o dispositivo.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=G_TNANnUITQ[/youtube]
Before § After stimulation therapy (Lorraine)

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=zDY7OMqIbrI[/youtube]
Before § After stimulation therapy (George)

O estudo aleatório, que se acredita ser o primeiro de seu tipo, envolveu 21 pacientes de reabilitação que não podiam agarrar objetos ou executar muitas atividades diárias. Todos receberam terapia ocupacional convencional cinco dias por semana durante oito semanas. No entanto, um grupo de 9 pessoas também recebeu uma hora de terapia de estimulação diária, enquanto outro grupo de 12 pessoas tinham uma hora adicional de terapia ocupacional convencional apenas.

Os pacientes que receberam apenas a terapia ocupacional tiveram uma “melhora suave” em sua capacidade de agarrar, mas o nível de melhoria alcançado com a terapia de estimulação foi, pelo menos, três vezes maior usando a Spinal Cord Independence Measure, que avalia o grau de incapacidade em pacientes com danos na medula espinhal.

Com base em seus resultados, os autores do estudo recomendam que a terapia de estimulação deve ser parte do processo terapêutico para pessoas com lesão medular incompleta cuja função da mão é prejudicada.

Popovic e sua equipe praticamente já concluíram o protótipo de seu estimulador, mas precisam de apoio financeiro para levar adiante. Eles acreditam que o dispositivo pode estar disponível para os hospitais dentro de um ano.

Uma das limitações do estudo é que a equipe não conseguiu fazer com que todos os participantes permanecessem no estudo durante os seis meses de avaliação de seguimento. No entanto, seis indivíduos que receberam a terapia FES foram avaliados seis meses após o estudo. Todos tiveram a função da mão melhor após seis meses do que no dia em que iniciaram o estudo.

Popovic salienta que a terapia FES deve complementar, e não substituir, as terapia ocupacionais existentes.

Outro estudo, agora em curso, irá determinar se a terapia de estimulação pode melhorar a capacidade de agarrar objetos em pessoas com lesões crônicas incompletas da medula espinhal (a longo prazo).

“Este estudo demonstra que, ao estimular os nervos periféricos e músculos, você pode realmente “reciclar” o cérebro”, disse Popovic. “Alguns anos atrás, nós não acreditávamos que isso fosse possível.”

Fonte: Isaude.net

 

 



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