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Online Nandito

 
A tecnologia tem um propósito: humanizar. Com ela, a Fundação MEO impacta centenas de milhar de pessoas

SAPO Digital Studio
10 Fevereiro 2026 20:23




Inovação com impacto, rumo à inclusão. A missão assumida pela Fundação MEO chega a cada vez maior número de pessoas de todas as idades. Para nos ligar melhor.

Imagine querer pedir um copo de água ou contar como foi o seu dia e o seu corpo não deixar. Para muitas pessoas, esta era a realidade até entrarem num Espaço com Sentido. Em 2025, estes espaços promovidos pela Fundação MEO apoiaram 378 pessoas.

Assumindo ainda com mais empenho e diversidade a sua vontade de pôr soluções tecnológicas ao serviço de quem delas pode tirar mais partido, ajudar a ultrapassar desafios e abrir as portas da sociedade a quem enfrenta limitações diárias, no último ano a Fundação MEO reforçou a sua missão de forma clara, afirmando-se como motor de transformação social em Portugal.

Se a inovação e a responsabilidade social são compromissos assumidos e praticados no dia-a-dia, a tecnologia é a ponte desse ecossistema da cidadania que aproxima todas as pessoas. E esta conjugação é precisamente o campo de ação em que a Fundação MEO aposta.

Focada em três pilares estratégicos – Inclusão, Literacia Digital e Arte – a Fundação traduziu os seus projetos em resultados que comprovam que a inovação pode (e deve) ser colocada ao serviço da dignidade humana. Equipados com tecnologias e softwares especiais, como computadores que se controlam apenas com o olhar, a Fundação MEO vem dar voz a quem não consegue falar, garantindo, por exemplo, que o atendimento ao público se tornasse acessível a pessoas surdas, cegas ou com mobilidade reduzida.

Promover a inclusão e a participação ativa de pessoas com limitações motoras, neurológicas, cognitivas e sensoriais é o objetivo do projeto Espaço com Sentido, que deu em junho, na Unidade Local de Saúde do Algarve (Hospital de Faro), os primeiros passos para se criar uma rede que cubra todo o país e seja capaz de transformar a realidade de muitos.

"Acreditamos no poder da tecnologia para transformar vidas, mas acreditamos acima de tudo no poder das pessoas." O mote dado pela Fundação MEO dá vida a este projeto de integração e inclusão através de ferramentas tecnológicas (computadores, tablets, smartphones e outros equipamentos complementares) ou respostas à medida como o mobiliário e adaptação do espaço, de forma a garantir conforto e funcionalidade, que a Fundação MEO também assegura) e pessoas capazes de as pôr ao serviço de quem mais precisa, de forma a abrir-lhes portas para uma vida mais simples e acessível.

Mais do que um serviço clínico, os Espaços com Sentido são uma resposta humanizada e transformadora, que se traduz num espaço que associa a tecnologia e a funcionalidade mas é também um local de dignificação da pessoa. Ali se realizam, pela mão de especialistas clínicos, avaliações individualizadas e se orienta os utentes e as famílias na escolha e utilização dos produtos de apoio e equipamentos mais adequados — sejam necessidades de natureza motora, sensorial ou cognitiva. “Cada intervenção é guiada por uma lógica de capacitação: queremos devolver autonomia, não impor soluções. Queremos adaptar o ambiente à pessoa, e não o contrário. E fazemos isso com base numa avaliação rigorosa, colaborativa e sensível à diversidade funcional de cada indivíduo. Este espaço é um catalisador de autonomia e de participação ativa, ajustado a diferentes contextos de vida — do hospital ao domicílio, da escola à comunidade”, resume Clarisse Mendes, coordenadora do Núcleo de Produtos de Apoio da ULS Algarve e Coordenadora de Qualidade da CMRSul.

Desenvolvido em parceria com instituições especializadas em saúde, reabilitação e educação, o programa (gratuito para todos os utentes, já que os custos são suportados pelas entidades parceiras ou por financiamento público) Espaço com Sentido já chegou também ao aTOPlab do Politécnico de Leiria, ao Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão e à Associação do Porto de Paralisia Cerebral.

Cultura sem limites

A vida de quem passa os dias com limitações físicas não tem de ser restringida por essa incapacidade: inclusão é mesmo isso, é abrir o mundo em todo o seu potencial mesmo a quem encontra muitas portas fechadas ou inacessíveis no caminho. E nessa equação, a Cultura é uma chave de ouro.

A vontade de derrubar esses muros é levada muito a sério pela Fundação MEO, que tem vindo a alargar a sua atuação e alcance para permitir que todos desfrutem de uma enorme variedade cultural e artística. Um ano depois de se estrear no MEO Marés Vivas com uma abordagem inclusiva e de compromisso com a comunidade – com acessos, sinalética e meios para pessoas com mobilidade reduzida, mas também salas de pausa e kits sensoriais para pessoas neurodivergentes e coletes sensoriais para pessoas surdas que também passaram a ter tradução em linguagem gestual dos concertos – a premissa “sentir o que não se ouve, ver o que não se vê” foi levada ainda mais longe.

No ano passado, foram 30 os concertos, desde a MEO Arena aos festivais de verão, que impactaram mais de 150.000 pessoas com a iniciativa “Música com Sentido”. O mesmo aconteceu na sétima arte, com o projeto “Cinema com Sentido”, que permitiu que o escuro de cinema deixasse de ser barreira para quem não vê. Mais de 1.500 espectadores puderam assistir a 26 filmes, através de uma tecnologia de audiodescrição em parceria com a AMPLA, num percurso que culminou com esta presença inovadora no Tribeca Festival Lisboa e que já chega também ao MEO Videoclube.

Estar seguro também se ensina

Se a inclusão toca o coração, a segurança acalma-o. E num mundo cada vez mais digital, a segurança ultrapassa as barreiras físicas e também passa pela literacia. Razão pela qual as atividades da Fundação MEO se fizeram sentir também a estes dois níveis, incluindo sessões de formação e alerta das autoridades para os mais pequenos e quem deles cuida.

Com o programa “Estou aqui! Crianças”, desenvolvido pela Fundação MEO em parceria com a PSP, a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, a Rádio Comercial, a Missing Children Europe, o Instituto de Apoio à Criança e a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, mais de 93.000 pulseiras foram colocadas nos pulsos de crianças só no último ano, trazendo rastreabilidade e alívio aos pais. Se o impensável acontecesse, o reencontro estaria à distância de um código único. A realidade comprova-o: desde 2012, ano do lançamento do programa, foi possível o reencontro rápido de 58 crianças, cujo paradeiro se desconhecia momentaneamente, com as suas famílias.

Porque os perigos nos anos que vivemos não são apenas físicos, em 2025, com os ecrãs omnipresentes e a Inteligência Artificial a fazer parte do vocabulário, a Fundação MEO entrou na sala de aula, não para proibir mas para reforçar o combate à infoexclusão e a atenção para os perigos online.

Projetos de literacia digital que abordaram temas como ciberbullying, fake news e aliciamento online, bem como a parceria contínua com a PSP (Programa Escola Segura) conseguiram impactar, só no último ano, 68.905 alunos.

Para além disso, e porque a inovação é um conceito sempre presente para a Fundação MEO, a peça “Vidas em Scroll”, de Vicente Morais, com Pedro Górgia, Tiago Aldeia e Alexandre Silva, mostrou a 1.500 alunos que uma comédia pedagógica pode incentivar uma presença online mais segura e consciente.

O ano de 2025 serviu também para mostrar talento, com o lançamento do Primeiro Catálogo de Arte Contemporânea da Fundação MEO, que imortaliza a criatividade nacional, “um testemunho vivo da arte portuguesa e da sua capacidade de unir criatividade, tecnologia e futuro”. E ainda deu tempo para lançar a rubrica “Ponto de Vista”, que entrega o microfone a quem transforma o mundo todos os dias para o tornar mais amplo e integrador, através da tecnologia, das artes, da saúde, da educação ou da simples solidariedade.

Os números da Fundação MEO são impressionantes, mas o verdadeiro impacto da sua ação é qualitativo: uma criança que foi encontrada na praia graças a uma pulseira; um fã de música que pôde sentir a música do seu artista favorito pela primeira vez; uma pessoa com mobilidade reduzida que usou os olhos para escrever uma mensagem à família.

Em 2025, a Fundação MEO tornou a provar que a tecnologia consegue servir o seu propósito mais nobre: humanizar.






Fonte: sapo.pt                    Link: https://sapo.pt/artigo/montenegro-avisa-que-alargamento-de-apoios-a-municipios-nao-pode-ser-leilao-69976ec44c6a066718907724
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Online Nandito

 
"As pessoas não podem adormecer a trabalhar e acordar reformadas"

SAPO
06 Março 2026 16:38



Mónica Chaves, CEO e fundadora da consultora Idade Maior Créditos:SAPO

A fundadora e CEO da Idade Maior debruça-se sobre as consequências do idadismo e o que todos podemos ganhar ao encontrar lugar e utilidade para a geração 50+. É mais um Ponto de Vista que aqui se estreia.


Fonte de imagem: sapo.pt

Veja o vídeo clicando no link oficial da noticia em baixo:

Os 50 são os novos 30. Mas empresas e marcas parecem ter dificuldade em adaptar-se aos novos tempos, em que a geração 50+ sobressai em representatividade, em capacidade financeira, em conhecimento técnico profissional e em energia para trabahar, mas também em vontade e condições físicas e de vida para ter experiências enriquecedoras.

"As pessoas não podem adormecer a trabalhar e acordar reformadas", lembra Mónica Chaves, fundadora da consultora Idade Maior, que realça a importância de preparar as fases seguintes da vida e traçar planos de adaptação e transição. Os conceitos de healthspan e wealthspan são nisso fundamentais, na medida em que se focam na saúde física e financeira que permitirá melhores anos de vida útil "O idadismo prejudica todos, especialmente quem deixa de ser considerado, ouvido, incluído quem deixa de se sentir útil."


Portugal tem das populações mais envelhecidas, mas por praticamente todo o mundo a pirâmide demográfica está a inverter-se. A longevidade alargada e as décadas extra de saúde e atividade abriram um leque de oportunidades, porém as marcas continuam a falar para a cada vez mais exígua fatia de jovens e as empresas ainda se focam numa renovação geracional que passa por mera substituição. O que falta então para as empresas criarem condições que permitam aos mais velhos continuarem a contribuir para enriquecer a organização mas terem mais tempo para elas, para serem donas de parte do seu tempo? Se se fala tanto nas vantagens de equipa paritárias e multiculturais, porque não se aposta mais em equipas intergeracionais? E o que esperam as marcas para falar para quem tem dinheiro e vontade de consumir o que oferecem?

Nesta conversa que constitui mais um Ponto de Vista, Mónica Chaves fala sobre o idadismo, a importância das relações intergeracionais no combate ao isolamento social e deixa um alerta sobre a necessidade de nos prepararmos para a reforma, para melhor aproveitarmos o bónus da longevidade.

Conheça a fundo esta e outras histórias com impacto, no Ponto de Vista, o programa da Fundação MEO que nasceu para dar visibilidade a diferentes perspetivas de vida, nas quais muitas vezes a tecnologia é uma aliada de peso para ultrapassar condições que parecem ser limitações. Porque só conhecendo visões diversificadas se consegue ter um olhar real e pleno sobre o mundo.

Tendo já dado vida a iniciativas como uma mostra de cinema inclusivo, um programa que junta em casa jovens que procuram casa e pessoas mais velhas e sós ou a criação de uma rede que quer provocar uma transformação que se apoia na aproximação da tecnologia às pessoas com deficiência, a Fundação MEO quis pôr soluções tecnológicas ao serviço de quem delas pode tirar mais partido e ajudar a ultrapassar desafios e abrir as portas da sociedade a quem enfrenta limitações diárias. E também com o Ponto de Vista, que dá mais um passo para a inclusão.

"Cada episódio é uma janela para uma realidade diferente, ajudando-nos a contar, com autenticidade, as histórias por trás de projetos como o Espaços com Sentido, Partilha Casa, Cinema com Sentido, entre outros", explica a Fundação MEO, assumindo o objetivo de reforçar "uma Fundação mais próxima, atenta e representativa".


O novo episódio já está disponível nas plataformas da Fundação e aqui, no SAPO e na app SAPO TV. Veja também aqui os restantes episódios.





Fonte: sapo.pt                       Link: https://sapo.pt/artigo/as-pessoas-nao-podem-adormecer-a-trabalhar-e-acordar-reformadas-69ab0117178f20c0b17ca300
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