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Autor Tópico: Ter um cromossoma a mais é o que menos importa neste grupo de campeões (dentro e fora de água)  (Lida 686 vezes)

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Ter um cromossoma a mais é o que menos importa neste grupo de campeões (dentro e fora de água)



Inês Antunes
Sportinforma
5 nov 2021


O SAPO Desporto foi conhecer parte da seleção que venceu 31 medalhas no Campeonato da Europa para nadadores com Síndrome de Down. Treinam quase todos os dias para atingir a excelência e são um exemplo de superação no desporto e na vida. Já agora, fixe este nome: Vicente Pereira. Com apenas 16 anos, bateu três recordes mundiais e foi considerado o melhor atleta masculino na competição.
Ter um cromossoma a mais é o que menos importa neste grupo de campeões (dentro e fora de água)


Quarta-feira, 3 de novembro. Faltam poucos minutos para as 14h30, hora em que se inicia mais um treino de natação adaptada do Sporting, no Multidesportivo do Estádio José Alvalade. Foi lá que encontrámos quatro dos dez atletas que brilharam no Campeonato da Europa para nadadores com Síndrome de Down (também designada Trissomia 21), em piscina curta, que decorreu no passado mês de outubro, na cidade italiana de Ferrara.

A seleção portuguesa conquistou 31 medalhas (17 de ouro, nove de prata e cinco de bronze), às quais juntou três recordes mundiais e um europeu – só foi ultrapassada no medalheiro pela equipa anfitriã. Um registo impressionante, mas que não surpreende quem contacta diariamente com estes atletas.

“As medalhas acabam por ser o resultado do bom trabalho que eles têm vindo a desenvolver”, começa por dizer Rui Gama, treinador principal de natação adaptada no Sporting e um dos técnicos da Seleção Nacional de Síndrome de Down.

“Algumas marcas ficaram acima da expectativa, mas nós tínhamos essa missão de ir atrás dos recordes do Mundo e da Europa e tentar colocar os nomes dos nossos atletas. Felizmente fomos bem sucedidos”, acrescenta.

E quando se fala em marcas alcançadas nestes Europeus, há um nome que salta à vista. Com apenas 16 anos, Vicente Pereira venceu cada uma das 12 provas em que competiu, bateu três recordes mundiais e conquistou o troféu de melhor nadador masculino da competição, algo inédito para um atleta com idade júnior.

A vontade de vencer está-lhe no sangue. “Quero ser sempre o mais rápido”, conta o jovem nadador do Sporting, com um sorriso nos lábios. Mas já lá chegaremos.


Pode ver a noticia completa aqui: https://desporto.sapo.pt/modalidades/natacao/artigos/ter-um-cromossoma-a-mais-e-o-que-menos-importa-neste-grupo-de-campeoes-dentro-e-fora-de-agua
 

 



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