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Autor Tópico: 1,4 milhões de europeus pedem o fim dos testes em animais para fins cosméticos  (Lida 419 vezes)

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Offline Nandito

 
1,4 milhões de europeus pedem o fim dos testes em animais para fins cosméticos

Por Marketeer   em 12:05, 8 Set, 2022



Fonte de imagem: marketeer.sapo.pt

Quase um milhão e meio de pessoas em toda a União Europeia exigem que as proibições europeias de testes em animais para cosméticos sejam reforçadas e mantidas. O apelo é feito através de uma recolha de assinaturas lançada pela The Body Shop em parceria com a End Animal Testing European Citizens’ Initiative.

Um estudo realizado em 2021 pela European Centre for Alternatives to Animal Testing conclui que 63 dossiês de avaliação da segurança química na base de dados de produtos químicos da UE tinham utilizado os resultados de novos testes em animais para a avaliação dos riscos associados.

«Os cidadãos da Europa tornaram clara a tarefa da Comissão Europeia: deve ouvir os consumidores e a indústria cosmética e acabar com todos os testes de produtos cosméticos em animais. No mínimo, precisamos de uma moratória sobre os testes em animais enquanto a proibição dos testes de cosméticos em animais é reforçada», afirma, em comunicado, Kerry Postlewhite, directora de Relações Públicas da Cruelty Free Europe,  entidade também envolvida no projecto.






Fonte: marketeer.sapo.pt                     Link: https://marketeer.sapo.pt/14-milhoes-de-europeus-pedem-o-fim-dos-testes-em-animais-para-fins-cosmeticos/
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

 
Dois cientistas portugueses são finalistas do prémio mais importante na erradicação dos testes em animais

Por Green Savers   9:15 - 13 Setembro 2022


Fonte de imagem: greensavers.sapo.pt

Esta semana, nos dias 14 e 15 de Setembro, o júri do Lush Prize irá reunir-se para decidir os vencedores do Prémio Lush deste ano. Entre os 65 projectos de 24 países que foram pré-seleccionados, encontram-se os projectos de dois cientistas portugueses.

O Lush Prize é uma colaboração entre a Lush, marca britânica de cosméticos frescos feitos à mão, e a Ethical Consumer, uma organização sem fins lucrativos, que recompensa iniciativas científicas e campanhas que trabalham para pôr fim e substituir testes em animais, particularmente na área da investigação toxicológica. Com uma doação de 250.000 libras, é o maior prémio no sector dos testes sem animais e o único especificamente destinado à sua substituição. Lançado em 2012, o Lush Prize já atribuiu 2,85 milhões de euros a 120 vencedores de 28 países.

Nomeado para a categoria de Ciência, com o projecto A Fast Alternative to Soft Lithography for the Fabrication of Organ-on-a-Chip Elastomeric-Based Devices and Microactuators, está Daniel André Gonçalves Ferreira. A sua área de especialização é a biotecnologia aplicada à investigação do cancro. Apesar dos muitos modelos disponíveis para enfrentar os desafios por detrás da investigação do cancro, observou ao longo dos seus 18 anos de experiência em investigação, uma forte dependência em modelos de estudo com base em animais. Nos últimos 7 anos, trabalhou numa forma acessível de produzir plataformas orgão-em-chip, que normalmente seriam muito demoradas, utilizando apenas o equipamento de bancada disponível. Este trabalho poderia ser uma etapa para disponibilizar a todos os laboratórios o aceso à tecnologia órgão-emchip, substituindo modelos animais por análogos de órgãos miméticos humanos de última geração.

“Esta nomeação e a presença nos finalistas do Lush Prize 2022, é um importante passo no reconhecimento do mérito do trabalho que temos vindo a desenvolver, no contexto da substituição de modelos animais em investigação científica. O facto de esta distinção ser atribuída por uma empresa de cosméticos, é um testamento à universalidade do nosso trabalho, que procura democratizar o acesso à tecnologia de orgão-em-chip a várias áreas de desenvolvimento, tornando-a mais simples e de baixo custo. A nomeação, constitui também uma excelente motivação para que continuemos a trabalhar na procura de novas metodologias que substituam os modelos animais, por modelos mais bio-relevantes, de origem humana”, sublinha Daniel André Gonçalves Ferreira citado em comunicado.

Já Andreia Veríssimo Luís, investigadora da THT Biomaterials GmbH, foi indicada para a Áustria na categoria Jovem Investigador, um prémio que reconhece pessoas com menos de 35 anos de idade que se tenham especializado na investigação sem testes em animais ou materiais animais. O projecto de Andreia Veríssimo Luís visa substituir completamente materiais animais e testes em animais na investigação por materiais derivados da placenta humana. Isto não só melhora a qualidade da investigação, como as proteínas extraídas da placenta humana fornecem um ambiente celular mais realista. Também contribui grandemente para a introdução de materiais alternativos aos animais na investigação e experimentação.

“Infelizmente, a pepsina atualmente disponível no mercado para uso industrial é isolada de suínos, tendo por isso uma origem animal. À luz disto, eu utilizaria a bolsa de £10,000 para nos ajudar a desenvolver uma pepsina sintética humana como alternativa à atualmente disponível de origem animal, a pepsina isolada de suínos. Posso também acrescentar que a pepsina tem uma grande variedade de aplicações, mais notavelmente na preparação de amostras de anticorpos”, refere Andreia Veríssimo Luís citada no mesmo comunicado.

Os vencedores serão anunciados na cerimónia de entrega de prémios a 10 de Novembro.






Fonte: greensavers.sapo.pt                       Link: https://greensavers.sapo.pt/dois-cientistas-portugueses-sao-finalistas-do-premio-mais-importante-na-erradicacao-dos-testes-em-animais/
"A justiça é o freio da humanidade."
 

 



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