Federação das Associações de Pessoas com Deficiência nasce hoje na Capital A organização dos órgão sociais da Federação já foi delineada, a Associação cabo-verdiana de Deficientes – ACD,a Advic e a Acarinhar – Associação de famílias e amigos das crianças portadoras de paralisia celebrar vão integrar o conselho diretivo da FECAD e a liderança da Assembleia geral deverá estar a cargo da associação de promoção da saúde mental A Ponte, conforme avança Manuel Júlio.
David Cardoso, presidente da Associação cabo-verdiana de Deficientes e que vai integrar a direção da Federação (Foto: Marcos Fonseca) Representantes de seis associações de pessoas portadoras de deficiência reúnem-se hoje (18) na Capital, para elegerem os órgãos sociais da Federação Cabo-verdiana das Associações de Pessoas com Deficiência (FECAD).
Para Manuel Júlio, Presidente da Associação de Deficientes Visuais – (Advic), uma das principais preocupações por detrás da criação desta Federação é conseguir um trabalho articulado e encontrar formas alternativas de garantir a sustentabilidade.
A FECAD terá a missão de representar, promover e defender os interesses comuns a todas as associações que a integram. Segundo Manuel Júlio, será uma forma de unir vozes para enfrentarem os desafios, sobretudo o financeiro.
A organização dos órgão sociais da Federação já foi delineada, a Associação cabo-verdiana de Deficientes – ACD,a Advic e a Acarinhar – Associação de famílias e amigos das crianças portadoras de paralisia celebrar vão integrar o conselho diretivo da FECAD e a liderança da Assembleia geral deverá estar a cargo da associação de promoção da saúde mental A Ponte, conforme avança Manuel Júlio.
Associação de Apoio ao Desenvolvimento Integral da Criança Deficiente (AADICD) e a Associação de deficientes de São Vicente são outras organizações que integram a Federação.
Entre os objetivos da Federação Cabo-verdiana das Associações de Pessoas com Deficiência (FECAD) estão também, a sensibilização das Instituições para o apoio as associações e a inclusão dos deficientes no mercado de trabalho mas também a uma maior pró atividades dos portadores de deficiência.
fonte: REDAÇÃO, com RCV (Miriam dos Santos)