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Autor Tópico: TDT poderá ser comparticipada para grupos carenciados  (Lida 796 vezes)

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Offline zito123

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Os portugueses vão poder esclarecer as suas dúvidas sobre a Televisão Digital Terrestre numa campanha que arranca hoje para explicar a substituição do sinal analógico pelo digital em 2012. A divulgação da Televisão Digital Terrestre (TDT) arranca com uma cerimónia a decorrer no Palácio Foz, em Lisboa, com a presença dos ministros das Comunicações e dos Assuntos Parlamentares.

António Mendonça e Jorge Lacão apresentam a campanha numa cerimónia que contará ainda com intervenções do presidente da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), José Amado Silva, e do director criativo da MSTF Partners, agência de publicidade responsável pela campanha.
O secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e Comunicações, Paulo Campos, disse na quarta-feira à agência Lusa que "a infra-estrutura para a TDT está pronta e, para ajudar a migração para o digital", o Governo vai disponibilizar "subsídios para grupos carenciados previamente seleccionados".

Suportes como a televisão, rádio, imprensa e também o espaço público receberão a campanha, que se deverá prolongar até à substituição definitiva das transmissões analógicas pelas digitais a 26 de Abril de 2012. Quem não tiver televisão por subscrição (cabo, fibra óptica, satélite ou IPTV), terá de comprar um televisor novo, com o sistema MPEG4, ou comprar um descodificador de sinal para cada televisor, à venda a partir de 35 euros.

A TDT, que vai substituir o sinal analógico, permite um serviço de televisão com melhor qualidade de imagem e de som, assim como a transmissão em alta definição e novas funcionalidades, como o guia electrónico de programação, pausa da emissão e gravação de programas para USB, mas estas últimas funções só estão disponíveis em descodificadores mais caros.

Comparticipações de 50 por cento

Terão direito a comparticipações de 50 por cento na compra dos descodificadores as pessoas com grau de deficiência e de pelo menos 60 por cento a quem recebe Rendimento Social de Inserção ou pensões inferiores a 500 euros.

Pelo menos 35 por cento das habitações portuguesas recebe televisão por antena, disse Paulo Campos, sendo que fonte da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) afirmou recentemente que este valor "não chega a 1,5 milhões de lares".

A primeira fase da cessação das emissões analógicas terrestres de televisão – o chamado 'switch off' – começa a 12 de Janeiro de 2012 para os emissores e retransmissores “que asseguram sensivelmente a cobertura de uma faixa litoral do território continental”. A segunda fase acontecerá a partir de 22 de Março do próximo ano e dirige-se às regiões autónomas da Madeira e dos Açores e a terceira fase, a 26 de Abril, será a final e abrangerá os restantes emissores e transmissores.
 

 



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