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Autor Tópico: Pessoas com deficiência podem se frustrar com 91% dos sites do governo brasileir  (Lida 699 vezes)

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Pessoas com deficiência podem se frustrar com 91% dos sites do governo brasileiro



Apenas 5,02% das páginas da administração pública brasileira beneficiam as pessoas com deficiência.

 Essa porcentagem reflete a quantidade de páginas sem atender a todos os padrões da W3C, consórcio internacional de especialistas que trabalham para o fornecimento e manutenção dos padrões da web.

Para se adequar a tais padrões, os sites precisam, entre outros detalhes, ser acessíveis por qualquer navegador e por pessoas com deficiência. Alguém sem visão, por exemplo, pode utilizar um programa que lê em voz alta aquilo que está sendo exibido na tela do computador. Se o site não for estruturado o suficiente, o software não será capaz de ler a página assim como uma pessoa leria.

Apenas 5,02% das páginas da administração pública brasileira atendem a todas as recomendações da W3C, ou seja, beneficiam as pessoas com deficiência. As outras 4,24% não puderam ser avaliadas. Uma das páginas acessíveis é a do Ministério do Trabalho e do Emprego. Ao fazer o teste com o validador da W3C, disponível no site do consórcio, o site é validado.

O portal do Governo Federal apresenta alguns defeitos, o que significa que esses indivíduos podem encontrar dificuldades ao navegar o site, além de não funcionar adequadamente em qualquer navegador.

O levantamento foi feito pelo CGI.br por meio do Núcleo de Informação e Coordenação do ".br" (NIC.br), do Escritório W3C Brasil e do Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologias de Redes e Operações (CEPTRO). A intenção é fazer um censo da web no país, iniciativa inédita no mundo. Por enquanto, foram levantados apenas os dados de endereços governamentais – no domínio “.gov.br”.

O CGI.br pretende repetir a pesquisa anualmente para acompanhar a evolução dos dados. Também pretendem incorporar mais domínios da internet brasileira ao levantamento e estimular outros países a fazer levantamentos semelhantes, para que os resultados possam ser comparados.
 
Fonte: vida mais livre
 

 



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