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Autor Tópico: Tudo em relação a "Vida Independente"  (Lida 68746 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo em relação a "Vida Independente"
« Responder #135 em: 02/06/2021, 08:53 »
 
Relatório Mensal MAVI - Abril de 2021
Atualizado: 01/06/2021



A atividade mensal dos Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI), que integram o projeto-piloto do Modelo de Apoio à Vida Independente (MAVI), é reportada ao Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P., tendo por base o preenchimento das grelhas de monitorização por parte de cada uma das instituições.

De acordo com as referidas monitorizações, em abril de 2021, nos 35 projetos em funcionamento, foram apoiadas 894 pessoas, das quais 396 na Região Norte, 175 na Região Centro, 111 na Região Alentejo (682 pessoas apoiadas no território POISE), 39 na Região do Algarve e 173 na Região de Lisboa.

Das 894 pessoas apoiadas, 454 são do género feminino e 440 do género masculino, entre os 17 e os 93 anos, sendo a idade média de 45 anos.

Desde o início do projeto até ao dia 30 de abril de 2021, foram prestadas um total de 1.391.222 (um milhão, trezentas e noventa e uma mil duzentas e vinte e duas) horas, das quais 1.047.530 (um milhão e quarenta e sete mil quinhentas e trinta) horas foram prestadas no território abrangido pelo POISE, 127.530 (cento e vinte e sete mil, quinhentas e trinta) horas na Região do Algarve e 216.162 (duzentas e dezasseis mil, cento e sessenta e duas) horas na Região de Lisboa.

No mês de abril, o número de PIAP’s ativos (894), ultrapassou o valor mais alto atingido desde o início do projeto, de 884 PIAP’s ativos, registado nos meses de novembro e dezembro, podendo este aumento estar relacionado com o plano de desconfinamento, iniciado a 15 de março.

Fonte: inr.pt   Link: https://www.inr.pt/noticias-eventos/-/journal_content/56/11309/545767
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Re: Tudo em relação a "Vida Independente"
« Responder #136 em: 04/06/2021, 11:30 »
 
“Deficiência e Vida Independente em Portugal” – o testemunho de Rosa Bernardo, cliente da ARCIL

2021-05-13 By Arcil Activities, Atividades, News, Notícias


No passado dia 5 de maio celebrou-se o Dia Europeu da Vida Independente, data que assinala e a todos/as recorda a importância de lutar para garantir que esta seja uma realidade para todas as pessoas, com e sem deficiência.

Esta data serviu mote para o lançamento do filme-documentário “Deficiência e Vida Independente em Portugal: lugares, corpos e lutas” (VER AQUI). Produzido pelo Centro de Estudos Socais da Universidade de Coimbra, a produção procura sensibilizar para a importância da vida independente para pessoas com deficiência, bem como incitar à discussão e reflexão sobre esta temática em Portugal.

O filme-documentário, convoca experiências e reflexões de pessoas com deficiência no nosso país, cujo percurso ilustra os princípios da vida independente. Entre os testemunhos recolhidos está o de Rosa Bernardo – cliente da ARCIL há cerca de 26 anos e rosto familiar de todos/as os/as que visitam a receção da ARCIL – que deixa o seu testemunho sobre a deficiência e vida independente em Portugal:

“É um documentário necessário que vem agitar as águas, e, acima de tudo, sensibilizar as pessoas para a nossa situação. É preciso que se perceba as nossas necessidades e dificuldades, e que veja a realidade tal como ela é.”

Rosa reforça a importância de se desenvolverem soluções para que as pessoas com deficiência vivam efetivamente de forma independente na comunidade – “Viver com deficiência não é ser a coitadinha, porque aquilo que eu consigo fazer sozinha, eu quero fazer sozinha! No fundo, se vivemos todos/as na mesma comunidade, deveremos todos/as ter direitos iguais. Todas as pessoas com deficiência deveriam conseguir viver de forma independente, com liberdade de escolha e controlo sobre as suas vidas”.

Na última década, a Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência registou avanços significativos, mas não os suficientes para permitir a independência na vida de todas as pessoas com deficiência. “O Governo deve e tem de aumentar os apoios à vida independente das pessoas com deficiência, por forma a permitir que tenhamos uma assistência pessoal”. Muitas pessoas com deficiência como a Rosa, encontram-se dependentes de outras pessoas para realizar inúmeras tarefas do dia-a-dia. Sem o apoio necessário nessas tarefas – que podem ser tão básicas como a higiene pessoal ou a alimentação – estas mesmas pessoas ficam em risco de exclusão de qualquer participação social em condições de igualdade de oportunidades.

Rosa afirma que o controlo sobre a forma como quer viver é muitas vezes condicionado em pequenas situações do dia-a-dia: “No meu caso, apesar de ser bastante autónoma no meu quotidiano, necessito de apoio para as transferências e higienes pessoais”. Sendo este apoio prestado em determinadas horas do dia, definidas pelo Serviço de Apoio Domiciliário de que a Rosa usufruiu, surgem, naturalmente, limitações e situações de incompatibilidade com a condição de vida independente: “Se eu quiser fazer alguma atividade social – como por exemplo jantar com amigos, ir ao cinema ou ao teatro –, não tenho liberdade para o fazer, pois estou dependente do serviço que me é prestado, uma vez que não tenho família de retaguarda”.

Fica clara a ideia de que deveria ser a própria pessoa a decidir todos os pormenores da sua vida e da assistência prestada, desde as tarefas, aos horários, passando por quem cumpre o serviço e como o faz.

Para que exista igualdade de oportunidades é necessário assegurar que as incapacidades serão superadas através do apoio de uma terceira pessoa, na figura do/a Assistente Pessoal.  Sem a existência de apoios adequados e sem a garantia de Assistentes Pessoais disponíveis e qualificados, o medo sobre o futuro torna-se um pensamento constante e avassalador: “Tenho 50 anos e custa-me pensar que se não tiver o apoio de uma terceira pessoa no meu dia-a-dia, posso ter de ir para um lar por não ter autonomia suficiente para comandar a minha vida”.

Nesta conversa com Rosa Bernardo, é reiterada a necessidade de se criarem e reforçarem formas de apoio à vida independente, como a assistência pessoal, e de se exigir que as comunidades estarão adaptadas às necessidades de cada indivíduo. “É importante referir que a Vida Independente é um direito de todas as pessoas com deficiência ou incapacidade, independentemente do nível de incapacidade ou da intensidade dos apoios necessários”.




Fonte: https://arcil.org.pt/noticias/deficiencia-e-vida-independente-em-portugal-o-testemunho-de-rosa-cliente-arcil/?fbclid=IwAR24HyNP7_kZdZU2_0EBAdtNAz2Hz5wMJIyFcQePFF9YS2Osxjx-rY36oNE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

Online Nandito

Re: Tudo em relação a "Vida Independente"
« Responder #137 em: 14/06/2021, 09:45 »
 
Modelo de Apoio à Vida Independente
Atualizado: 11/06/2021



No dia 9 de outubro de 2017, foi instituído o Modelo de Apoio à Vida Independente através da publicação do Decreto-Lei n.º 129/2017.

Com a ratificação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em julho de 2009, a República Portuguesa comprometeu-se a promover, proteger e garantir as condições de vida dignas às pessoas com deficiência, assumindo a responsabilidade pela adoção das medidas necessárias para garantir às pessoas com deficiência o pleno reconhecimento e exercício dos seus direitos, num quadro de igualdade e oportunidades.

É assim que nasce este Modelo e que tem como filosofia uma mudança de paradigma nas políticas públicas de inclusão das pessoas com deficiência na medida em que procura inverter a tendência para a institucionalização e dependência familiar, de modo a promover a autonomia, autodeterminação e participação ativa na sociedade destas pessoas, através da disponibilização de assistência pessoal

A implementação do Modelo é feita através de projetos piloto dinamizados pelos Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI), que são estruturas responsáveis pela disponibilização de assistência pessoal às pessoas com deficiência.

Encontram-se em funcionamento 35 Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI) em todo o território continental, que apoiam atualmente quase 900 pessoas com deficiência, em diversas atividades e contextos.

Cerca de 900 pessoas são apoiadas por mais de 600 assistentes pessoais, mediados por 96 elementos das equipas técnicas dos CAVI.

No passado dia 5 de maio comemorou-se o Dia Europeu da Vida Independente e este Instituto assinalou a data dando início ao Evento de Boas Práticas MAVI (Modelo de Apoio à Vida Independente) que contou com 5 sessões nos dias 5, 6, 12, 13 e 19 de maio.

Na primeira sessão contámos com a presença de Ana Sofia Antunes, Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, e ouvimos os testemunhos de cinco pessoas destinatárias de assistência pessoal, moderadas por Ana Luísa Correia do CAVI da APN.

A segunda sessão contou com a abertura de Humberto Santos, presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional para a Reabilitação, e com a participação de cinco familiares, moderados por Guida Oliveira do CAVI da APC Viseu. A sessão de encerramento esteve a cargo de Dulce Barros em representação da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo.

A terceira sessão contou com a abertura de António Travassos em representação do presidente da CCDR do Algarve e com a participação de cinco assistentes pessoais, moderados por Ângelo Barata do CAVI da ADM Estrela. O encerramento da sessão contou com o contributo de Marina Van Zeller, vice-presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional para a Reabilitação.

Na quarta sessão contámos com a presença de Domingos Lopes, Presidente da comissão diretiva do POISE, e com a participação de cinco elementos de equipas técnicas de CAVI, moderados por Vítor Carvalho do CAVI da Coopcuidar. O encerramento contou com o contributo de Filipe Ferreira, Secretário Metropolitano da AML.

No último dia do evento a sessão de abertura contou com a presença de Humberto Santos, presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional para a Reabilitação, e 4 relatores de diferentes CAVI que apresentaram as conclusões de cada uma das sessões anteriores, moderados por Fernanda Sousa. O encerramento contou com o contributo da Ana Sofia Antunes, Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência.

Os contributos apresentados foram bastante ilustrativos do caminho trilhado no âmbito destas matérias e da sua importância para sociedade, e particularmente, para todas as pessoas envolvidas.

Trata-se de um Modelo que tem mudado a vida das pessoas com deficiência e seus familiares, na medida em que tem proporcionado a realização de diversas atividades de forma autónoma, mas também dos próprios assistentes pessoais, atendendo ao que foram os depoimentos apresentados.

Mas o Modelo de Apoio a Vida Independente, é o início de um processo, de um trajeto em que todos sem exceção temos consciência que existe sempre mais por fazer, mas com certeza é um privilégio e orgulho fazer parte deste momento inédito que faz toda a diferença na vida das pessoas.

Se não teve oportunidade de assistir em direto, pode fazê-lo AQUI. Todas as sessões transmitidas podem ser visualizadas no Canal de YouTube do INR.

Fonte: inr.pt   Link: https://www.inr.pt/noticias-eventos/-/journal_content/56/11309/549266
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Re: Tudo em relação a "Vida Independente"
« Responder #138 em: 30/06/2021, 11:22 »
 
Projetos-piloto de apoio à vida independente vão ser prolongados por mais 6 meses
A razão deste prolongamento, até ao final de 2023, é para garantir que não há quebra no financiamento destes projetos na transição entre quadros comunitários de apoio, explicou a secretária de Estado.


Agência Lusa
Texto
05 mai 2021, 09:57 

A estimativa da responsável é a de que este prolongamento do financiamento sirva para "apoiar quase mais 200 pessoas"
▲A estimativa da responsável é a de que este prolongamento do financiamento sirva para "apoiar quase mais 200 pessoas"

ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA


Os projetos-piloto de apoio à vida independente vão ser prolongados por mais seis meses, até final de 2023, devendo beneficiar mais 200 pessoas com deficiência, adiantou a secretária de Estado para a Inclusão das Pessoas com Deficiência.


Em declarações à agência Lusa, quando se assinala o Dia Europeu da Vida Independente, Ana Sofia Antunes disse que foi aprovada a alteração à portaria que apoia estes projetos-piloto, “no sentido de garantir que eles vão ter mais seis meses de duração e vão prolongar-se até quase ao final de 2023″.

A razão deste prolongamento, explicou a secretária de Estado, é para garantir que não há quebra no financiamento destes projetos na transição entre quadros comunitários de apoio, uma vez que essa transição deveria ocorrer em 2021, mas “vai muito provavelmente passar para 2023”.

Os nossos projetos-piloto têm 3 anos de duração e existia aqui um receio elevado de que esta transição dos projetos piloto para o modelo definitivo de vida independente, que contamos aprovar ao longo de 2023, pudesse haver interregno da prestação de apoio por causa da diferença entre os dois quadros comunitários”, adiantou Ana Sofia Antunes.


Desta forma, garantiu a secretária de Estado, “não vai haver interrupção da prestação” que atualmente beneficia 881 pessoas através do apoio de 638 assistentes pessoais “com contrato de trabalho ativo”.

Até ao dia 30 de abril os 35 centros de apoio à vida independente (CAVI) atualmente existentes puderam candidatar-se a estes novos fundos, que davam a possibilidade de requerer mais financiamento no máximo até mais 25% do valor a que se tinham candidatado inicialmente, para prolongar os projetos de 36 para 42 meses.

“Neste momento podemos dizer que dos 35 CAVI que temos em funcionamento, 23 pediram alargamento, pediram mais prazo e mais verba. As candidaturas ainda não estão totalmente validadas, mas abrangem um valor de cerca de 3 milhões de euros para estes 6 meses adicionais”, revelou a secretária de Estado.


A estimativa da responsável é a de que este prolongamento do financiamento sirva para “apoiar quase mais 200 pessoas”, ou seja, cerca de 25% do número total atual de beneficiários, tendo em conta que o financiamento aumenta em 25%.

“Seria importante que quem está em lista de espera voltasse a contactar o CAVI mais próximo da área de residência para confirmar a inscrição em lista de espera e ver se já conseguem ser abrangidos”, apelou Ana Sofia Antunes.

Adiantou também que a avaliação intercalar prevista na portaria dos CAVI está em fase de concurso público, estimando que ainda em junho seja possível saber quem vai realizar o estudo.

Questionada sobre que balanço faz dos projetos-piloto em curso, a secretária de Estado admitiu que “isto excedeu claramente as (…) expectativas”.


Não é o projeto maior em que nos metemos nem foi certamente a medida mais cara que aprovamos, mas é aquela que claramente nos enche de orgulho porque basta ouvir qualquer uma destas pessoas e perceber o verdadeiro impacto de uma política social na vida de uma pessoa”, defendeu.

“Estas pessoas ganharam liberdade, passaram a fazer coisas que não conseguiam fazer e são, acho que quase todas elas, mais felizes”, acrescentou, sublinhando que a sua atual preocupação é a de conseguir aumentar o número de pessoas com deficiência que beneficiam do projeto.

Sobre o funcionamento destes projetos, a secretária de Estado garantiu não ter conhecimento de casos de pessoas com manifesta insuficiência no número de horas de assistência pessoal, apenas de quem gostaria de ter mais horas, sublinhando que quem foi selecionado teve acesso às horas de que precisavam.

Admitiu que o evoluir do projeto tenha levado algumas pessoas a pedir mais horas que depois o CAVI não tinha disponibilidade para fornecer, mas defendeu que esses casos possam agora ser resolvidos com o prolongamento do financiamento, que poderá servir para alargar o número de horas que a pessoa com deficiência já está a ter.

Dados oficiais, relativos ao mês de março, mostram que havia 307 pessoas que só usufruíam semanalmente de uma a dez horas de apoio, enquanto apenas nove tinha direito a mais de cem horas de apoio semanal, e outras 38 que tinham entre 41 e cem horas.

O decreto-lei que regulamenta estes projetos-piloto define que o limite máximo de horas de assistência é de 40 horas semanais, exceto em casos muito específicos e devidamente fundamentados. Estes casos não poderão ultrapassar os 30% do número total de pessoas apoiadas pelo CAVI.


Fonte: Observador
 

Online Nandito

Re: Tudo em relação a "Vida Independente"
« Responder #139 em: 01/07/2021, 09:15 »
 
Relatório Mensal MAVI - Maio de 2021
Atualizado: 30/06/2021



A atividade mensal dos Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI), que integram o projeto-piloto do Modelo de Apoio à Vida Independente (MAVI), é reportada ao Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P., tendo por base o preenchimento das grelhas de monitorização por parte de cada uma das instituições.

De acordo com as referidas monitorizações, em maio de 2021, nos 35 projetos em funcionamento, foram apoiadas 899 pessoas, das quais 400 na Região Norte, 177 na Região Centro, 109 na Região Alentejo (686 pessoas apoiadas no território POISE), 38 na Região do Algarve e 175 na Região de Lisboa.

Das 899 pessoas apoiadas, 458 são do género feminino e 441 do género masculino, entre os 17 e os 93 anos (Quadro nº 4), sendo a idade média de 45 anos

Desde o início do projeto até ao dia 31 de Maio de 2021, foram prestadas um total de 1.466.846 (um milhão, quatrocentas e sessenta e seis mil e oitocentas e quarenta e seis) horas, das quais 1.102.251  (um milhão e cento e duas mil, duzentas e cinquenta e uma) horas foram prestadas no território abrangido pelo POISE, 133.318 (cento e trinta e três mil, trezentas e dezoito) horas na Região do Algarve e 231.277 (duzentas e  trinta e uma mil, duzentas e setenta e sete) horas na Região de Lisboa.

No mês de maio, o número de PIAP’s ativos (899), ultrapassou o valor mais alto atingido desde o início do projeto, de 894 PIAP’s ativos, registado no mês de abril, podendo este aumento estar relacionado com o plano desconfinamento, iniciado a 15 de março.


Fonte: inr.pt       Link: https://www.inr.pt/noticias-eventos/-/journal_content/56/11309/561094
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Online Nandito

Re: Tudo em relação a "Vida Independente"
« Responder #140 em: 01/07/2021, 23:42 »
 
Webinar: Encontro de Partilha do CAVI da Pais-em-Rede Associação
Atualizado: 01/07/2021



Participe no encontro de partilha do CAVI, no seu 2º aniversário, que contará com a presença da Secretária de Estado para a Inclusão das Pessoas com Deficiência na sessão de encerramento.
 
Haverá um intervalo entre o final da sessão de abertura, aproximadamente às 12h15 e o início da sessão da tarde às 13h50.

Consulte AQUI o programa: https://paisemrede.pt/noticias/webinar-encontro-de-partilha-do-cavi-da-pais-em-rede-associacao/


Fonte: inr.pt      Link: https://www.inr.pt/noticias-eventos/-/journal_content/56/11309/562117
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Online salgado18

Re: Tudo em relação a "Vida Independente"
« Responder #141 em: 02/07/2021, 15:32 »
 
A ENIL e o CVI exigem ao Governo que investigue a Cercibeja e a utilização de fundos Europeus



Posted on: 1 July, 2021

A Rede Europeia para a Vida Independente (ENIL) e o Centro de Vida Independente (CVI) exigem ao Governo que investigue a Cercibeja e a utilização de Fundos Europeus

No fim de maio, o diretor da Cercibeja, uma instituição para pessoas com deficiência, no Alentejo, foi preso por suspeitas de abuso sexual de uma mulher com deficiência de 26 anos. Além das alegações de abuso sexual, a ENIL e o CVI encontraram evidências de que esta instituição recebeu Fundos Europeus para vários projetos. Isto aconteceu apesar do compromisso da Comissão Europeia em não investir em instituições, no sentido de apoiar a transição para a Vida Independente.

Portugal tem um longo histórico de dependência no setor privado para prestar serviços às pessoas com deficiência, permitindo instalações segregadoras. Normalmente, estes locais oferecem formação específica para pessoas com deficiência, como jardinagem, ou trabalhos manuais, mais adequados a crianças. Em alguns casos, as pessoas com deficiência trabalham em projetos artísticos gratuitamente, embora estas instituições lucrem com esse trabalho.

Para as pessoas que se encontram presas nestas instituições, denunciar abusos tem consequências. É frequente as pessoas sentirem-se pressionadas para não dizer o que se passa e serem ameaçadas de expulsão, sem qualquer tipo de apoio. Adicionalmente, a elevada dependência em relação a estes profissionais, devido à falta de assistência pessoal e outros serviços baseados na comunidade, torna mais difícil a denúncia, ou a prova, da prática de crimes de abuso sexual.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a violência caracteriza-se como “o uso intencional de força física ou de poder, por ameaça ou efetivo, contra o próprio indivíduo, outra pessoa, ou um grupo ou comunidade, que resulta, ou tem uma elevada probabilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, subdesenvolvimento ou privação” [1]. Os dados obtidos pelo projeto “DECIDE – Deficiência e autodeterminação: o desafio da vida independente em Portugal” mostram que 70% das vítimas de violência são mulheres e 47% têm deficiência intelectual. O tipo de crime é também significativamente diferente entre os dois géneros avaliados, com uma sobrerrepresentação das mulheres a experienciar violação, abuso sexual, tentativa de violação e ofensas à integridade física [2].

A Cercibeja recebeu fundos da União Europeia através de três projetos para “formação profissional de pessoas com deficiência”. Estes projetos, financiados pelo Fundo Social Europeu, foram financiados através dos seguintes programas operacionais: POISE-03-4229-FSE-000115 (2016/2018), POISE-03-4229-FSE-000166 (2017/2020) e POISE-03-4229-FSE-000278 (2019/2022). Detalhes adicionais estão, de momento, indisponíveis e foram requisitados pela ENIL através do mecanismo de “acesso à informação” da Comissão.

Apesar de receberem financiamento europeu, a maioria das instituições é ainda financiada diretamente por pessoas com deficiência – com 90% do seu rendimento, no máximo. Adicionalmente, os seus serviços tendem a ser subsidiados pelo Estado, através do Orçamento de Estado.

A segregação de pessoas com deficiência e o abuso de poder têm de parar. Os fundos da União Europeia e do Orçamento do Estado têm de deixar de ser usados para instalações segregadoras. As pessoas que vivem em instituições têm de ter acesso à Justiça e aquelas que abusam do seu poder contra as pessoas com deficiência têm de ser punidos.

A ENIL exige ao Governo Português que:

Investigue o alegado caso de abuso sexual na Cercibeja e que leve o/a(s) abusador(as/es) à Justiça;
Providencie o apoio adequado à(s) vítima(s) de abuso e garanta que têm acesso a habitação e suporte comunitário, no sentido de poderem abandonar as instituições;
Pare de usar fundos da UE para serviços em contextos segregadores e para a construção de instalações ou renovação de instalações que segregam pessoas com deficiência;
Financie a Vida Independente, como assistência pessoal, serviços baseados na comunidade e habitação não segregada;
Incorpore a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da ONU, na legislação nacional e preste particular atenção à implementação dos artigos 12 e 19, que são incompatíveis com a prática da institucionalização.
Adicionalmente, exigimos à Comissão Europeia que:

Fiscalize e investigue como, e onde, os seus fundos estão a ser usados, em Portugal e noutros Estados-Membros;
Investigue como os Fundos Europeus foram usados na Cercibeja, tal como todas as ligações com o alegado caso de abuso sexual que ocorreu nesta instituição;
Aplique sanções contra os Estados-Membros que usem Fundos Europeus na construção ou na manutenção de instituições segregadoras de qualquer dimensão.
Texto no site da ENIL: https://enil.eu/news/enil-and-cil-portugal-call-on-government-to-investigate-cercibeja-institution-and-role-of-eu-funds/
 

Online Nandito

Re: Tudo em relação a "Vida Independente"
« Responder #142 em: 10/07/2021, 13:43 »
 
Webinar - Encontro Partilha CAVI Pais Em Rede Braga 2021
Atualizado: 09/07/2021



Comemore o 2º aniversárdio do CAVI de Braga, no dia 10 de julho, entre as 09h00 e as 19h00, que contará com a presença da Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência na sessão de encerramento.

O Webinar "Encontro Partilha CAVI PeR Braga 2021"  será transmitido no Google Meet (Link da videochamada: https://meet.google.com/wrw-tmbj-yer).

Fonte: inr.pt        Link: https://www.inr.pt/noticias-eventos/-/journal_content/56/11309/566361
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Online Nandito

Re: Tudo em relação a "Vida Independente"
« Responder #143 em: 03/08/2021, 10:38 »
 
Seminário “Modelo de Apoio à Vida Independente: Responsabilidades partilhadas”
Atualizado: 02/08/2021



O CAVI da APCVC - Associação de Paralisia Cerebral de Viana do Castelo irá promover um Seminário intitulado “Modelo de Apoio à Vida Independente: Responsabilidades partilhadas”, no próximo dia 22 de setembro de 2021, entre as 09h30 e as 16h00.

É objetivo da Associação que este seminário decorra já em formato presencial, na Sala Couto Viana, da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, caso a situação pandémica se encontre em fase de resolução. Contudo, está previsto o seu planeamento para ambas as hipóteses: formato presencial e online.

Com este evento pretende-se clarificar alguns conceitos do Modelo de Apoio à Vida Independente (MAVI) e refletir acerca da prática dos CAVI em Portugal desde o início da implementação dos projetos piloto, na ótica dos seus beneficiários, assistentes pessoais e equipas de coordenação. Pretende-se também lançar as pontes para o futuro do MAVI em Portugal, para estarmos cada vez mais à altura de responder aos desafios e necessidades dos beneficiários.

Consulte toda a informação no Facebook do CAVI de Viana do Castelo. https://www.facebook.com/CAVI-de-Viana-do-Castelo-1993325034296923/


Fonte: inr.pt         Link: https://www.inr.pt/noticias-eventos/-/journal_content/56/11309/582815
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