Liftech

Rehapoint
Autopedico

Invacare
TotalMobility

Anuncie Aqui

Autor Tópico: Comemorações do Dia Europeu das Pessoas com Deficiência 2021  (Lida 6780 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Offline Fisgas

 
Exmos. Senhores
Hoje celebra-se o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, que muito entusiasma a nossa associação. Sendo que nos debruçamos sobre a causa das pessoas com deficiência auditiva, portadoras de próteses e implantes auditivos, em Portugal. É caso para salientar, que a nossa preocupação sempre foi a surdez, a respectiva tecnologia de reabilitação auditiva, a terapia auditiva-verbal, e a acessibilidade, das pessoas portadoras de hipoacusia.
Queremos agradecer, em primeiro lugar, a CNOD - Confederação Nacional de Organizações de Pessoas com Deficiência -, de que somos filiados há muito tempo, a oportunidade que nos dá e permite ressalvar, defender diariamente, os direitos das pessoas com deficiência auditiva, em sermos mais uma voz activa na sociedade em Portugal.
Queremos agradecer aos nossos parceiros e profissionais da saúde auditiva, o excelente profissionalismo com que têm tratado as pessoas com deficiência auditiva, que necessitam do seu apoio, ou de recorrer aos seus serviços.
Queremos agradecer aos nossos sócios a confiança depositada na associação, apesar dos últimos anos ter sido mais difícil o contacto físico, mas sempre estivemos disponíveis para um contacto mais próximo através das plataformas digitais.
Temo-nos centrado na Pessoa com Deficiência Auditiva, sem esquecer os direitos fundamentais e transversais a todas as deficiências, que permitam a melhorar integração na sociedade, na vida pessoal e profissional.
Sempre foi da nossa essência, lutar pela desigualdade de oportunidades que as pessoas com deficiência auditiva têm, em detrimento das pessoas sem deficiência!
A nossa associação vai a caminho dos 11 anos de actividade, e temos consciência, que há muito por fazer.
Desejamos sinceramente, os votos de um ótimo dia tão especial, agradecendo a V. Exma. atenção e consideração.
Melhores cumprimentos

A Direção da Associação OUVIR
 

Online migel

 
DIA INTERNACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA



Não esperam que cases. Nem sequer que arranjes um companheiro amoroso. Um companheiro "normal" é uma utopia (e se arranjares, qualquer um serve que a namorado "normal" não se olha ao dente). Que não tenhas filhos. Já dás trabalho demais ao desgraçado que fizer o favor de te amar, olha agora ainda teres filhos.
Não esperam nada de ti, pessoa com deficiência, para além de não teres escaras causadas pelas úlceras de pressão e o aumento da necessidade de ires ao hospital mais do que as consultas de rotina. Não esperam que fodas (foder tendo uma deficiência é tão abstracto como uma pintura de Miró). E se, eventualmente, foderes (ou no caso seres fodida/o) que não reclames prazer, que digas que o prazer está na cabeça e não precisas de procurar andrologistas nem ginecologistas, dá o jeito e agradece a sorte de alguém ter "pegado" em ti.
 Não esperam que tenhas a tua casa. Que saibas cozinhar. Que queiras viver sozinho. (Como sozinho? E se te acontece alguma coisa?) Que tenhas carta de condução, carro e queiras ir onde te der a real gana.
Não esperam que te separes, divorcies (já teres a sorte de ter casado uma vez é de jogar os bracinhos aos céus!).
Não esperam que engravides e páras de parto normal ou cesariana. Não projectam que dês de mamar, isso está tão longe de ser assunto como o novo planeta que acabaram de descobrir. Ou que escolhas que não queres dar de mamar. Não esperam que os teus filhos nasçam sem deficiência como se a deficiência- qualquer que seja- fosse algo contagioso.
Não esperam que repitas a maternidade ("um já é a sorte que é, quanto mais?!").
Não esperam que corra bem. Não desejam que te corra mal. Só não esperam nada.
 Não esperem que tenhas sucesso escolar ou sequer que aprendas a ler. Para quê ler? Nunca vais conseguir trabalhar. Não esperam que sejas "alguém na vida". Não esperam que decidas a área que queres seguir, não esperam que te recuses a seguir um curso técnico-profissional que não te levará a lado nenhum, porque não te resta muito mais que frequentares a escola em regime ocupacional, coleccionando cursos que nunca te abrirão qualquer porta para o mercado de trabalho.
Não esperam que te vistas bem. Não esperam que pintes as unhas ou te maquilhes. Não esperam que vistas roupas bonitas ou gostes de moda. Não esperam que sigas as tendências das revistas. Não esperam mais do que te cobrires para esconderes o corpo imperfeito, as talas a aparecer, as ortóteses a dar de si. Não esperam que uses cores nas roupas porque não vale a pena chamar a atenção, "a cadeira de rodas já dá tanto nas vistas".
Não esperam que faças investidas sexuais, não esperam que rejeites que os teus pais te infantilizem até teres 50 anos, que as miúdas te chamem de maninho e 'migo para todo o sempre e que a sociedade rejeite que és um ser sexuado.
Não esperam que te preocupes em ser magro, gordo, alto ou baixo. Não esperam que faças desporto. Não esperam que faças a depilação ou que pintes o cabelo. Não esperam que te embebedes, que experimentes um charro ou que fumes.
Não esperam que sejas heteressoxual, gay, lésbica, poliamoroso, feminista, vegetariano, ambientalista, que tenhas um partido, uma religião, que faças parte de uma claque de futebol, que dances ou que tenhas qualquer causa por que lutar, que não a da deficiência! Não esperam que vás a discotecas, festivais de Verão e festas.
Não esperam que trabalhes. Que ganhes salário. Que descontes para a Segurança Social. Que prefiras não viveres do subsídio de 300 euros e corras o risco de trabalhares e de seres despedido. Não esperam que sejas promovido. Que tenhas um cargo importante ou posições de liderança. Que reclames se te exploram, que faças greve, que não estejas grato para todo o sempre por alguém ter feito o favor de te ter empregue tendo uma deficiência, porque o emprego para as pessoas com deficiência está na pasta da responsabilidade social e nunca na dos recursos humanos.
Não esperam que te irrites quando te perguntam se estás melhor porque uma deficiência não é uma doença.
Não esperam que te importes quando não têm respostas sociais e te internam, ainda jovem, em centros de dia ou em lares de idosos. Não esperem que não gostes de fazer tapetes de Arraiolos, pintares postais solidários ou passarem o dia de forma "ocupacional".
Não esperam que reclames porque tens que esperar dois anos pela chegada da cadeira de rodas que foi prescrita quando eras mais miúdo e entretanto cresceste e já não tens certeza de que se te vá servir porque tem que te servir. É uma ajuda técnica, um produto de apoio, é o possível e tens é que dar vivas por viveres num sistema social, mesmo que obsoleto, atraso e incumpridor. Tens que te contentar porque "é o que temos".
Não esperam que te passes da marmita. Que te zangues nas redes sociais porque não podes ir para a rua em manifestações porque não há acessibilidades que te permitam sequer ultrapassar os degraus do teu prédio. Não esperam que te envolvas na política, que pertenças a partidos, a grupos cívicos, a associações, que queiras fazer parte da mudança e que não permitas que outros usem um espaço que é teu para defenderem os teus direitos, não contigo mas no teu lugar e na tua vez.
Não esperam que estejas zangado porque a pandemia piorou a tua qualidade de vida, ainda mais, porque "assim como assim já estavas habituado a estar em casa: não te custa tanto, não é?"
Não esperam nada. E convém não levantares muitas ondas. Não esperam que mandes alguém para o caralho no trânsito, que chames a polícia se estacionarem nos lugares reservado a cidadãos com mobilidade condicionada, que não admitas que te chamem coitadinho, rodinhas, deficiente e que te resumam à tua deficiência. Não esperam que te recuses a ser visto como uma "inspiração" nem que te recuses a ser "especial". Não esperam que lhes faças um pirete quando te querem objectificar e compensar-te pelo funciomento exclusor da sociedade chamando-te de "herói, valente, corajoso, guerreiro" só porque respiras e acordas todos os dias para a vida, sem teres feito algo de notável.
Não esperam nada de ti.
Nada. Não esperam que te importes em ser feliz mas apenas em agradecer o facto de estares vivo. E que isso, por si só, chegue para preencher a tua vida.
Não esperam que queiras, de facto, uma vida e que não te contentes com uma sobrevida.
Não esperam nada.
Mas nós esperamos tudo de nós. E esperamos que eles cheguem lá Para entenderem não do que somos capazes mas apenas quem somos.
Esperamos que percebam quem somos nós.
Por eles? Por eles esperamos nós.




Fonte: Texto de Liliana Sintra facebook
 

Offline andarilho

 
PAN defende incentivos para melhorar acessibilidade a pessoas com deficiência
MadreMedia / Lusa
3 dez 2021 15:19

Câmara do Porto tem 800 casas adaptadas a mobilidade condicionada e 200 famílias à espera
O PAN tenciona propor na próxima legislatura a criação de benefícios fiscais para incentivar as empresas de comércio e serviços a adaptarem as suas instalações para melhorar a acessibilidade a pessoas com deficiência, anunciou hoje a porta-voz.

No final de uma iniciativa na Avenida da Igreja em Lisboa, para assinalar o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, Inês Sousa Real frisou que “são muitas as barreiras que as pessoas com mobilidade condicionada têm de ultrapassar” no seu dia a dia.

“Desde as dificuldades de acesso a farmácias, mercearias, supermercado, ao multibanco, a par do acesso a transportes públicos que nem sempre têm as plataformas elevatórias a funcionar”, exemplificou.


Em declarações à Lusa, Inês Sousa Real disse que o PAN aguarda a concretização de uma recomendação aprovada no parlamento para que seja instituído o dia nacional das acessibilidades e anunciou que na próxima legislatura as políticas da inclusão serão uma prioridade do partido.

Entre outras medidas, o PAN irá propor a criação de benefícios fiscais para incentivar as empresas de comércio e serviços a tornarem os seus estabelecimentos acessíveis às pessoas com mobilidade condicionada.


A deputada do Pessoas-Animais-Natureza defendeu que o decreto-lei 163/2006, que instituiu o regime da acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos, carece de ser “aprofundado” e que deve haver meios para uma efetiva fiscalização.

Por outro lado, prosseguiu, em articulação com autarquias locais, devem ser identificados percursos estratégicos na cidade e os locais prioritários cujo acesso aos cidadãos com mobilidade condicionada está neste momento dificultado.

“Seria importante que quem pensa a cidade e constrói a cidade, os engenheiros responsáveis pelo planeamento das cidades, pudessem perceber de facto as dificuldades das pessoas com mobilidade reduzida ou condicionada, e não só as pessoas com deficiência”, sugeriu.

Sapo24
 

Online migel

 
APN - Associação Portuguesa de Neuromusculares

No âmbito das comemorações do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, que se assinala hoje, a APN denuncia que a falta de acessibilidades continua a condicionar negativamente a vida das pessoas com deficiência, no nosso país.
De acordo com um estudo, desenvolvido pela APN, é possível aferir que 56.1 por cento dos inquiridos não consideram acessível o acesso à informação sobre os seus direitos; e 60.1 por cento avançam que as respostas sociais existentes não se adequam às diferentes fases da sua vida ou evolução da doença, sendo que a maioria considera existir uma menor proteção social na área dos apoios financeiros.
No que diz respeito às acessibilidades nos transportes públicos, 70.3 por cento dos inquiridos consideram que é o local onde existe uma grande dificuldade de acesso, sendo que 50.7 por cento já apresentaram alguma reclamação ou sugestão para a sua melhoria, e na sua maioria não foram verificadas quaisquer alterações.
No respeitante aos estacionamentos para pessoas com mobilidade reduzida, 84.5 por cento dos inquiridos consideram que estes não são devidamente utilizados. A preocupação com as questões das acessibilidades condiciona a participação social, como por exemplo férias, espaços de cultura e lazer, de cerca de 64.9 por cento dos inquiridos.

Saiba mais em: http://apn.pt/.../acessibilidades-condicionam.../



Facebook



 

Online migel

 
3 de dezembro "Dia Internacional das Pessoas com Deficiência " a convite da Senhora Professora Ana Cristina do Agrupamentos de Escolas Dr. Correia Mateus estive com alguns atletas a comemorar este dia. Obrigado Luiz Ramos, Alexandre Conde, e Nuno Nogueira. E um agradecimento especial à Dona Aida Pereira  que nos fez o favor de conduzir a carrinha com as cadeiras de rodas um BEM HAJA a todos

 

Online migel

 
«A MESMA AMBIÇÃO»: FC PORTO ASSINALA O DIA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Clube portista juntou os atletas da secção de Desporto Adaptado aos jogadores de diversas modalidades

2021-12-03 12:45



O FC Porto assinala o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado a 3 de dezembro, com a divulgação de várias imagens em que junta os atletas da secção de Desporto Adaptado do clube aos jogadores de diversas modalidades.

A campanha tem um lema forte: «A mesma ambição».

Wendell, da equipa A de futebol, surge ao lado de Pedro Cardoso, do ténis de mesa adaptado. Tomás Esteves, que representa o FC Porto B, conta com a companhia de Fábio Oliveira, do Goalball.

Os dragões mostram ainda João Soares (basquetebol) com César (futsal), Rui Silva (andebol) com Alice (coccia), Telmo Pinto (hóquei em patins) com Daniel (natação) e Graziele Souza (voleibol) com Daniel (basquetebol).


Fonte: TVI24
 

Offline Pantufas

 
Dia Internacional das Pessoas com Deficiência | Diogo Cancela
3 Dezembro 2021


O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência celebra-se a 3 de dezembro e os Paralímpicos Portugal assinalam a data com o lançamento de um vídeo protagonizado pelo nadador paralímpico Diogo Cancela.

Veja mais: https://paralimpicos.pt/noticia/-/asset_publisher/489668/dia-internacional-das-pessoas-com-deficiencia-%7C-diogo-cancela
 

Offline Pantufas

 
Bibliotecas do Agrupamento de Escolas de Alter do Chão


Foi cumprida, na passada 2.ª feira,  a comemoração do  Dia Internacional da Pessoa com Deficiência/Paralímpico.
A sessão decorreu no Pavilhão Municipal de Alter do Chão e contou com a presença da equipa  de Desporto da APD; variadas turmas do nosso agrupamento escolar estiveram presentes, através dos seus alunos e professores, e muitos tiveram a oportunidade de experimentar algumas modalidades e equipamentos de desporto adaptado...


Facebook 
 

Offline Pantufas

 
HELENA ALBUQUERQUE: “A APPACDM DE COIMBRA TEM UMA DINÂMICA MUITO FORTE, SEMPRE.”

Tocar Podcast: Observatório - Comentário de Helena Albuquerque (03.12.2021)

No espaço de comentário à atualidade do Observatório de 4 de Dezembro, Helena Albuquerque, presidente da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Coimbra, veio falar sobre o trabalho desenvolvido pela associação que preside mas também acerca dos desafios que os portadores de deficiência ainda têm a ultrapassar para a se integrarem na sociedade.

No Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, a RUC recebeu a presidente da APPACDM de Coimbra que, com largos anos de experiência a lidar com pessoas com deficiências intelectuais e a observar a realidade em que se inserem, veio abordar o significado que este dia tem para os portadores de deficiência (motora ou intelectual). Helena Albuquerque falou também sobre como evoluiu a maneira de encarar estes cidadãos por parte da sociedade, referiu os projetos que a APPACDM desenvolve em Coimbra e nas autarquias vizinhas e terminou o seu comentário por apontar que a nossa nação tem ainda um caminho longo a percorrer para dar o apoio necessário aos cidadãos portadores de deficiência.

“A APPACDM de Coimbra, neste momento, ajuda mais de 1000 pessoas com deficiência intelectual”

Num dia em que se celebra a diferença, decidimos trazer a estúdio uma das pessoas que lidera a luta em fazer a diferença na vida de mais de um milhar de cidadãos portadores de deficiência intelectual na zona de Coimbra. Helena Albuquerque referiu que a APPACDM oferece apoio “de uma forma abrangente”, começando logo nos cuidados pré natalidade (acompanhando os pais durante o processo de gravidez), oferece serviços de creche e jardim de infância, acompanha todo o percurso escolar obrigatório sendo que, depois deste percurso, a associação oferece ainda formação profissional e centros de atividades ocupacionais (para problemas cognitivos mais profundos). Uma vez integrados num contexto laboral, a APPACDM continua a fazer um acompanhamento ativo e, para os cidadãos que acabam por não conseguir seguir este rumo e cuja família não consegue oferecer o suporte necessário, existem ainda os lares residenciais.

“Fazendo uma revisão histórica dos últimos anos ligados a esta problemática, a deficiência intelectual é aquela que é mais difícil de integrar e mais difícil de incluir”

Foi assim que Helena Albuquerque lançou uma luz sobre o facto de que os problemas cognitivos se afiguram como uma “deficiência invisível”, e, com esta condição, acabam por ter especificidades que tornam a luta pelos direitos dos seus portadores uma batalha ainda mais complicada do que aquela que os portadores de deficiência sensorial ou motora têm que enfrentar. A presidente da APPACDM explica o porquê desta sua posição.

“Eu acho que se podia fazer mais (…) não tem sido fácil a comunicação com a autarquia de Coimbra”

Quando questionada acerca da preparação da cidade de Coimbra para albergar cidadãos com problemas motores ou cognitivos, bem como das respostas que oferece aos cidadãos portadores de deficiência que nela residem, Helena Albuquerque sublinha que, embora exista trabalho a ser desenvolvido em colaboração com a autarquia e não obstante o protocolo celebrado a nível do tratamento de espaços verdes e de recolha de lixo, não deixa de apelar ao facto de que podia haver mais sensibilidade em relação ao apoio de associações como a APPACDM. Num momento de mudança política na autarquia, Helena Albuquerque revela esperança em que a situação melhore.

“Eu acho que (Portugal) é um país, e digo-o com uma certa tristeza, que ainda tem muito a percorrer”

Foi assim que Helena Albuquerque transmitiu que, no panorama nacional, ainda há um longo caminho a percorrer na luta pela atribuição de plenas condições para que as pessoas com deficiência intelectual possam integrar na sociedade. A presidente da APPACDM, que lida com pessoas com problemas cognitivos, alertou que, embora Portugal tenha nos últimos tempos desenvolvido várias ações no sentido de apoiar os deficientes motores e sensoriais, a deficiência intelectual ainda se afigura, e aqui utilizo uma expressão popular da nossa língua portuguesa, como o “parente pobre” desta família.

Já no término do seu comentário, Helena Albuquerque não deixou de apontar a razão do sentimento de tristeza que nutre por esta falta de apoio que ainda toca os cidadãos portadores de deficiência intelectual.

Para ouvir o comentário da presidente da APPACDM de Coimbra na íntegra, pode escutar o podcast disponibilizado no topo deste artigo.



Foto de © Fernando Fontes / Global Imagens.


Via: https://www.ruc.pt/noticia/2021/12/04/helena-albuquerque-a-appacdm-de-coimbra-tem-uma-dinamica-muito-forte-sempre?fbclid=IwAR3DuXWCX6nWpsKglSqGn-m_fRnvFqYxyRnVRicFUcmDmEdOjw5H8MwcPFI

 
 

Online migel

 
O paternalismo e a negação da agência das pessoas com deficiência são sinal do capacitismo da sociedade.
As políticas para a deficiência não podem ser apenas focadas em medidas economicistas, pois os direitos humanos não se medem em euros e têm de ser para todas as pessoas.
O paternalismo e a negação da agência das pessoas com deficiência são apenas um sinal do capacitismo da nossa sociedade que molda práticas e atitudes do dia a dia.
As políticas para a área da deficiência não podem ser unicamente focadas em medidas economicistas, pois os direitos humanos não se medem em euros e têm de ser para todas as pessoas.
Hoje, Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, partilhamos um excerto do discurso da deputada Diana Santos no comício do Bloco de Esquerda no Barreiro no passado dia 4 de dezembro.


https://www.facebook.com/watch?v=607697960470312

Facebook
 

Online migel

 
PENAMACOR ASSINALA DIAS DA PESSOA COM DEFICIENCIA



Rádio Cova da BeiraPenamacor assinalou os dias Nacional e Internacional da Pessoa com deficiência com o objetivo de dar a conhecer o trabalho desenvolvido pelo desporto adaptado no nosso país e as conquistas alcançadas nos Paraolímpicos de Tóquio, em 2020.
Por Paula Brito em 16 de Dec de 2021
 

As equipas de Educação Especial do Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches (AERS) e do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar (PIICIE) do Município de Penamacor sinalizaram o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, que se comemora a 3 de dezembro, com um conjunto de atividades destinadas aos alunos do 1º ciclo.

 

As crianças tiveram oportunidade de visualizar filmes e fotografias dos atletas que compuseram a Missão a Tóquio 2020 e falar sobre a temática.

 

Foi ainda lançado o repto aos alunos para que, utilizando a imaginação, papel e lápis, desenhassem um “protótipo” de um equipamento que pudesse fazer a diferença e melhorar a performance destes atletas (uns óculos, uma cadeira de rodas especial, entre outros).

 

A par destas atividades, a contadora de histórias Rosa Gonçalves interpretou o conto tradicional "As aves, o porco e o lobo", com o objetivo de sensibilizar a comunidade educativa para a importância de se preservarem valores sociais como o respeito pela diferença.

 

De uma forma criativa e com recurso à sonoplastia, mais especificamente através da música tradicional "O milho da nossa terra", a gravação foi ouvida pelos alunos do 1º ciclo em sala de aula, sendo que, no mesmo dia pelas 19h, foi para o ar na rubrica “A primeira de muitas histórias” da Rádio local Voz da Raia.

 

O grupo de desporto do Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches assinalou a temática no dia 13 de dezembro - Dia Nacional da Pessoa com Deficiência - realizando um conjunto de atividades com os alunos da sede do Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches, tendo sido possível contar com a visita de treinadores de basquetebol da Associação de Basquetebol de Castelo Branco. Uma das atividades realizadas foi a experimentação, por parte de alunos e professores, da prática de basquetebol adaptado com recurso a cadeira de rodas.



Fonte: http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/74542
 

Online migel

 
Inclusão ainda não é a maior prioridade dos municípios da região


Manuela Ralha, vereadora na Câmara de Vila Franca de Xira, em 2017, a ser transportada por dois bombeiros para poder assistir a uma cerimónia pública

A propósito do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, O MIRANTE foi saber junto de sete municípios quais as políticas adoptadas para a inclusão. Concluímos que há cada vez mais medidas adoptadas para o caminho da igualdade mas ainda há muito a fazer no campo das acessibilidades.


Dos municípios consultados, Vila Franca de Xira é o que mais trabalho tem realizado na promoção da igualdade e inclusão de pessoas com deficiência. Uma aposta que se evidenciou desde que Manuela Ralha chegou à vereação municipal. Paraplégica após um acidente de viação, tem sido um dos rostos de uma revolução inclusiva marcada pela adopção de políticas para os cidadãos com deficiência que contrastam com a imagem captada por O MIRANTE no ano de 2017, e que ilustra esta peça, em que surge a ser transportada por bombeiros para poder participar numa cerimónia oficial num primeiro andar sem elevador.

Mação é um dos concelhos onde a inclusão ao nível das acessibilidades ainda não entrou no museu municipal, mas a realidade está prestes a mudar.

A Câmara de Santarém refere que equaciona sempre essas questões em termos de acessibilidade a monumentos, mas nota a existência de constrangimentos legais e patrimoniais no que toca a edifícios classificados.

O Mirante
 

Offline Sardinha

 
Testemunhar a alegria da fé: uma vocação para as pessoas com deficiência

Vatican News

Na mensagem dirigida às pessoas com deficiência por ocasião do Dia Internacional a eles dedicado, o Papa Francisco lembra-nos, citando a Gaudete e Exsultate, que todos nós temos uma vocação universal à santidade.

No terceiro vídeo da série #IamChurch, algumas irmãs da Congrégation des Petites Sœurs Disciples de l’Agneau falam da sua vocação religiosa e da sua vida quotidiana.

Morgane, Camille e Véronique, mulheres com síndrome de Down, repetem por várias vezes: “ Je suis heureuse – eu sou feliz”, desmistificando a ideia comum de que alguém que vive em condição de deficiência esteja fadado a uma vida de sofrimento. O Papa, ainda na sua mensagem, escreve: “Jesus deseja que cheguemos à felicidade para a qual fomos criados. Quer-nos santos e espera que não nos resignemos com uma vida medíocre, superficial e indecisa”.

Véronique, uma das freiras, afirma: “Amo a vida, e sou feliz na minha comunidade. Devemos guardar o sorriso para testemunhar e trazer à nossa volta uma mensagem de alegria.” A fé torna-se, assim, missão de cada um, sem distinção.

#IamChurch é uma iniciativa do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, no âmbito do Ano “Família Amoris Laetitia”.  É uma viagem através cinco vídeos, à descoberta de mulheres e homens, tantas vezes vítimas da cultura do descarte, que, pelo contrário, testemunham uma humanidade sorridente, não vitimista, alegre: o rosto atraente da Igreja.



Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2021-12/testemunhar-alegria-fe-uma-vocacao-para-pessoas.html
 

 



Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco


  •   Política de Privacidade   •   Regras   •   Fale Connosco   •  
     
Voltar ao topo