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Autor Tópico: Badminton Adaptado  (Lida 4771 vezes)

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Online migel

Badminton Adaptado
« em: 18/08/2012, 21:54 »
Badminton Adaptado.



É um jogo curioso e rápido, com registro de peteca atingindo 200 km por hora. É jogado em uma quadra que mede 13,40m x 6,10m, dividido por uma rede com a altura variando de acordo com a categoria. O jogo tem duração máxima de 3 gamesvencendo quem atingir 21 pontos primeiro (caso empate em 20 a 20 o jogo é prolongado até que se tenha feito 2 pontos de diferença, atingindo no máximo 30 pontos). O Badminton é jogado em 140 países e sua federação surgiu em 1934.


Badminton Adaptado foi reconhecido em 1996 pelos fundadores da Associação Internacional de Badminton para Deficientes. Atualmente existe mais de 30 países filiados a referida associação, tendo como principal objetivo a difusão do esporte pelo mundo e a inclusão do mesmo nas Paraolimpíadas. Foi trazido para o Brasil pelo professor Létisson Samarone de Brasília – DF (Diretor do Badminton Adaptado no Brasil)


As adaptações estão relacionadas às categorias, nivelando os atletas de acordo com suas deficiências, equiparando-os. No Badminton Adaptado há 10 categorias: 3 categorias para cadeirantes (W1, W2 e W3 – W de Wheelchair: cadeira de rodas em inglês) e 7 para andantes (S1, S2, S3, S4, S5, S6 e S7 – S de Standing: andantes em inglês). Para saber em qual categoria o atleta se enquadra, é necessário passar por uma classificação funcional feita por avaliadores capacitados.


Categorias do Badminton Adaptado


Wheelchair (cadeira de rodas)
- Na categoria Wheelchair (cadeira de rodas) se enquadram os atletas com grande e pequenos comprometimentos e que fazem obrigatoriamente uso de cadeiras de rodas para se locomover. Nesta modalidade o uso da cadeira esportiva é obrigatório não podendo o atleta competir com a sua cadeira usual. Um ponto positivo destas é que, após estudos, ficam compatíveis com a funcionalidade do atleta, pois, irá valorizar suas potencialidades e amenizar os seus comprometimentos.
Nas competições desta categoria, algumas regras são diferentes para favorecer os jogadores, tais como:
- A rede tem a altura diminuída (1,40m), bem como o saque pode ser feito com a raquete na linha da axila.
- A cadeira de rodas é considerada parte do jogador, neste caso, se a peteca atingir alguma parte da cadeira é considerado como se tivesse atingido parte do jogador, sendo portanto falta.
- Quando a peteca está em jogo, os pés dos atletas devem permanecer em contato com o suporte para os pés. Em nenhum momento, do jogo, o jogador pode colocar os pés em contato com o chão.
- Uma cadeira de rodas pode ser equipado por um apoio da roda traseira, que pode se estender além das rodas principais.
- Nesta categoria há a disputa de duas modalidades: Simples e duplas, masculino e feminino.


Standing (andantes)
- Na categoria Standing (andantes) se enquadram os atletas com comprometimento nas duas pernas, comprometimento em apenas
uma das pernas, comprometimento em um dos membros superiores, com amputação ou má formação em uma das pernas, com ou sem prótese, jogando de muleta ou não e portadores de hemiplegia.
- Nesta categoria as regras se são semelhantes às regras do Badminton convencional. Como a altura da rede, 1,55m, a quadra, a altura da raquete no momento do saque ( na cintura), entre outras.
- Também, na categoria standing há a disputa de duas modalidades: Simples e duplas, masculino e feminino.




Fonte: educopediaef
 

Offline Fisgas

Parabadminton
« Responder #1 em: 04/11/2013, 11:08 »
 Atleta paraplégico de Brazlândia participa de campeonato na Alemanha 


Morador da cidade embarcaou neste domingo para disputa     

      
 


Só este ano, o atleta disputou duas etapas do campeonato nacional, uma em Curitiba e outra em Fortaleza Antônio Marques/GDF    Após fazer parte de um programa do Centro Olímpico de Brazlândia (DF), Marcelo Alves, morador da cidade que ficou paraplégico em 2007, pode participar, neste domingo (3), do campeonato mundial de Parabadminton na Alemanha, modalidade do Badminton voltada para pessoas com deficiência. 

 O atleta disse que, se for campeão, mostrará para o mundo a bandeira de sua Região Administrativa.   

 — Quero levar o nome da minha cidade para onde eu for. Esse resultado mostra que a pessoa com deficiência pode superar seus limites. É uma vitória nas quadras e, mais que isso, uma vitória na vida.


 Este ano, o atleta disputou duas etapas do campeonato nacional, uma em Curitiba e outra em Fortaleza. Na categoria de dupla, ficou em segundo lugar e, na disputa individual, foi campeão brasileiro.   

 O Badminton é um esporte milenar e o segundo mais praticado no mundo. Semelhante ao tênis, o jogo acontece em uma quadra, onde uma rede separa os dois campos. Pode ser jogado individualmente ou em dupla e cada jogador utiliza uma raquete.
  fonte: R7
« Última modificação: 21/09/2015, 12:01 por migel »
 
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Offline Fisgas

Badminton é novidade nos Jogos Paralímpicos Tóquio 2020
« Responder #2 em: 12/11/2014, 16:49 »


            Badminton é novidade nos Jogos Paralímpicos Tóquio2020       
                     
                                                         

O badminton integra a lista de 16 desportos já definidos para o programa dos Jogos Paralímpicos Tóquio2020, sendo esta a primeira vez da modalidade neste evento.
De acordo com um comunicado do Comité Paralímpico Internacional (IPC), publicado no site do Comité Paralímpico Português (CPP), realizou-se no início de outubro uma reunião após uma reunião em Berlim que serviu para determinar quais as primeiras 16 modalidades dos Jogos de Tóquio2020.
Esta lista poderá vir a ser alterada em nova reunião agendada pra janeiro, podendo chegar às 23 modalidades.
O badminton é a modalidade nova na lista divulgada pelo IPC.


Fonte: Plural & Singular
 

Offline salgado18

Re: Parabadminton
« Responder #3 em: 05/07/2016, 16:39 »
Com três anos de parabadminton, Laíse Santos projeta metas dentro da modalidade


Por Jade Araújo3 de Julho de 2016, 11:03
Fotos: Wilson Nanaia


A peteca e a raquete tem significados marcantes na vida de Francisca Laíse Santos. A atleta de parabadminton do Instituto Federal do Piauí (IFPI) disputou no mês de junho a II etapa do Brasileiro de Badminton, em Curitiba. A atleta não disputou a primeira etapa no início do ano por falta de verbas para custear a viagem. Assim, o ginásio do IFPI pode conter toda a garra e determinação de Laíse. Com treinos regulares a atleta encaixa o badminton na sua vida que também contém estudos e trabalho.

Laíse Santos começou dentro da modalidade a convite de um amigo que desejava começar a parte inclusiva dos esportes dentro do Instituto Federal. E de uma conversa de corredor, Laíse resolveu aceitar e começou a praticar.  Em poucas petecadas sem compromisso, Laíse já pode sentir que seria algo para vida toda. Mas Laíse continuava descrente até começar a acumular títulos e um ano depois de ter começado na modalidade, se tornou campeã nacional na etapa realizada em Teresina no ano de 2014.

- Nas primeiras petecadas que dei meu amigo falou: “olha, você tem talento”. E eu totalmente descrente disse que não, pois havia acabado de começar. Com três meses fui convidada para participar do primeiro nacional e jogando com homens fiquei em terceiro lugar. Diante disso fui para a segunda etapa e já haviam mulheres. Joguei e fiquei em terceiro. Depois disso decidi focar e tentar virar campeã em casa. Passei um ano treinando e consegui – contou.

No currículo, com mais de três anos dentro da modalidade, Laíse coleciona as conquistas do esporte que a incluiu socialmente. Pentacampeã brasileira, campeã Pan-Americana em 2015 e mais recentemente, a II etapa do Brasileiro de parabadminton com bronze nos jogos da categoria absoluto WH2 e prata, com Aurélia Nunes (IFPI) nas duplas femininas e prata com duplas mistas junto a Gabriel Janini.

 


Em 2014, a piauiense entrou para história ao ser a primeira brasileira medalhista internacional da modalidade (Foto: Arquivo pessoal)

 

A volta ao nacional aconteceu esse ano dentro da II etapa, primeira competição que fez em 2016. Dentro da competição Laíse não conseguiu o resultado desejado pois seu condicionamento físico não vinha na melhor forma já que passou 3 meses parada. Mas a paratleta nem pensa em desanimar.

- Não foram os resultados esperados, mas estamos alegres de toda forma. O clima, o frio, e eu ter adoecido logo no começo influenciou muito no resultado. Além disso eu vinha de um bom tempo sem treinar adequadamente. Mas é valido começar o segundo semestre. Acredito que na III etapa vou estar mais afiada, dentro de quadra e mais focada. Estou em um ano importante para mim. Quero conquistar o bicampeonato Pan-Americano. O grande foco para o final do ano é esse. Quero também recupera a etapa perdida do Brasileiro (I etapa), e me recuperar no ranking

O esporte como ferramenta de inclusão sempre é destacado pelos paratletas. E Laíse hoje conta com apoio dentro e fora de quadra para seguir na modalidade que pretende crescer a cada ano. Em 2020, o parabadminton fará parte das Paralimpiadas. Para chegar lá, Laíse foca nas competições nacionais e internacionais que a credencie para disputar sua primeira Paralimpiada.

- Não existe a Laíse Santos sem o parabadminton. O parabadminton de forma inclusiva, social e de auto estima contribuiu para a minha vida. Tenho a família como meu alicerce incentivador do esporte. Ainda tenho pessoas que admiram meu trabalho dentro e fora de quadra. Enfim, não existe idade. O parabadminton vem para agregar deficiências e tipos de pessoas. Nos que trabalhamos com esporte de alto rendimento temos que focar. Em 2020 o badminton já entra nas Paralimpíadas. Então a meta é compor a Seleção Brasileira e participar das Paralimpíadas. Tenho que me fazer vista pelo meu trabalho. São longos 4 anos – avaliou.

Agora Laíse segue seus treinos no esporte que vai leva-lá ao mundo. Com a peteca e a raquete equilibrando sua vida, Laíse tem pela frente a II etapa do Nacional e o Pan-Americano, ambos acontecem no segundo semestre de 2016.

 

 Fonte: http://www.portalaz.com.br/noticias/esporte_local/374826_com_tres_anos_de_parabadminton_laise_santos_projeta_metas_dentro_da_m
 

Offline SLB2010

Re: Parabadminton
« Responder #4 em: 23/05/2018, 10:40 »
Amazonenses conquistam sete medalhas no 2° Nacional de Parabadminton
21/05/2018 às 20:07


 
Jéssica Santos

Mikaela, Yasmin e Johnatta fizeram bonito no Nacional de badminton, após meses de treinamento
Mikaela Almeida (Su5), Yasmin Oliveira (Ss6) e Johnatta Santos (SL4) conquistaram sete medalhas para o Amazonas no 2° Nacional de Parabadminton, realizado no último final de semana, em São Paulo. As próximas competições importantes dos atletas serão o Brazil Internacional, em agosto, e o Pan-americano, no mês de novembro, no Peru.

 
Os três paratletas, que representam o Clube Escola Cacilda Braule, destacaram-se no Nacional de parabadminton. Mikaela conquistou uma medalha de ouro e uma de prata, Yasmin, dois ouros e um bronze, e Johnatta, um ouro e um bronze.

Para o técnico dos paratletas, Fernando Taffarel, os resultados deles representam muito. "Os resultados representam todo o esforço do atletas no treinamento em Manaus, visando essa etapa do nacional, e mostra que estamos no caminho certo. O campeonato foi de grande importância, principalmente para a Yasmin e para o Johnatta, por ser a primeira competição deles, e já voltarem com o ouro. A experiência adquirida é muito importante para futuras competições, e espero que isso os motivem cada vez mais”, destaca.



Fonte: http://www.acritica.com/channels/esportes/news/amazonenses-conquistam-sete-medalhas-no-ii-nacional-de-parabadminton
 

Online rui sopas

Re: Badminton Adaptado
« Responder #5 em: 18/08/2018, 15:07 »
Brasileiros garantem quatro ouros no torneio Brasil Internacional 13 de agosto de 2018
 
No torneio Brasil Internacional de Parabadminton, o Brasil terminou com onze medalhas e quatro ouros. Confira todas as medalhas!



O Brasil encerrou, neste domingo (12), sua participação no torneio Brasil Internacional de Parabadminton 2018, realizado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. No total do dia, foram quatro ouros, três pratas e quatro bronzes, totalizando onze medalhas ao todo na competição.


Na classe SS6 (para pessoas com baixa estatura), ouro nas duplas mistas com o brasileiro Vitor Gonçalves Tavares ao lado da peruana Rubi Milagros, contra os peruanos Hector Jesus e Carmen Giuliana, por 2 a 0 (21 x 15; 21 x 16), em 30 minutos de partida.

Ainda na mesma categoria, mas na dupla masculina, mais um ouro brasileiro. Vitor Gonçalves ao lado do americano Miles Krajewski viraram a partida diante do indiano Mark Joseph Dharmai e o japonês Yohei Hatakeyama, por 2 a 1 (16 x 21; 21 x 17; 21 x 18), em quarenta e três minutos de jogo.

Completando o trio dourado, na disputa individual da classe SS6, Vitor Gonçalves venceu o japonês Yohei Hatakeyama, por 2 a 0 (21 x 9; 21 x 13), em um jogo difícil de trinta e cinco minutos.

Na SU5, Eduardo Oliveira e Rogério Júnior Xavier de Oliveira sofreram o revés na final contra os japonêses Gen Shogaki e Tetsuo Ura, por 2 a 0 (21 x 11; 21 x 9), em vinte e dois minutos de partida e ficaram com a medalha de prata.


Na categoria WH1 – WH2 (cadeira de rodas) prata para a dupla brasileira formada por Marcelo Alves Conceição e Julio Godoy, que avançaram até a final, mas ficaram com o vice depois do revés para os japoneses Koukei Jobayashi e Hiroshi Murayama, por 2 a 0 (21 x 15; 21 x 7).


Continue a lêr aqui: https://www.olimpiadatododia.com.br/paralimpiada/85695-brasil-quatro-ouros-brasil-internacional/
 

Offline rodrigosapo

Re: Badminton Adaptado
« Responder #6 em: 06/12/2018, 10:35 »
A Federação Portuguesa de Badminton encontra-se a organizar pela primeira vez o Campeonato da Europa de Equipas Mistas!



O Campeonato da Europa de Equipas Mistas – Fase Grupos irá decorrer de 7 a 9 Dezembro, no Centro de Alto Rendimento de Badminton em Caldas da Rainha e conta com a participação das Selecções Nacionais da Holanda, Suíça, Portugal e Islândia.


Mais informações: https://fpbadminton.pt/portal/
 

Offline hugo rocha

Re: Badminton Adaptado
« Responder #7 em: 21/04/2019, 09:33 »
Campeã surda fala sobre superação no esporte: 'Meu mundo é visual'


Aos 16 anos, Geisa de Oliveira disputa competições regulares e compõe a seleção brasileira de badminton, tendo vencido dois Sul-Americanos
ESPORTES OLÍMPICOS
Eugenio Goussinsky, do R7



Geisa é campeã no badminton
Divulgação/abril-2019

Enquanto a bola de lã flutua no ar, a jovem Geisa Oliveira, 16 anos, assiste atenta aos movimentos leves, do objeto que parece uma peteca, aguardando uma surpresa. Como na vida, às vezes eles traem, e a bola cai sorrateiramente, enganando o praticante de badminton.

Leia mais: Estatísticas interferem no estilo como atletas praticam esportes tradicionais


Atleta disputou competição na Turquia
Divulgação

A diferença, muitas vezes vantagem, é que ela faz isso imersa em um silêncio, que transforma sua surdez na melhor forma de ouvir. Vendo, sentindo. Surda de nascença, Geisa, que também não fala, utilizou o esporte como algo que a ajudou a superar adversidades. E os adversários.


Veja também: Atleta surda utiliza experiência de superação em palestras para jovens

Ela se tornou campeã da modalidade, jogando em competições de ouvintes, assim chamados sob o ponto de vista de quem não pode ouvir. Ela se comunica por meio da linguagem de libras, gestual.

Pela seleção brasileira juvenil, Geisa venceu o Sul-Americano por equipes, em 2015 e 2016, ficando com a prata, em duplas, em 2017.

"A dificuldade que tenho é por não ouvir a batida da peteca e os ouvintes acabam tendo mais facilidade, mas nada que não possa superar visualizando... Meu mundo é visua!!!"

As três exclamações indicam entusiasmo. E quem confirma isso é a própria Francisca, sempre ao lado da filha. Além do papel de intérprete, muitas vezes ela dá instruções como se fosse a técnica.

"Fazer o quê? Não tem jeito, às vezes a gente não aguenta e fala. Mas o pessoal já está acostumado, sei que não posso exagerar."

O treinador da seleção brasileira, Manoel Mori, passou a entender melhor a linguagem de libras. Ele também é o presidente da Federação de Badminton do Estado de São Paulo.

Veja também: Conheça a história do Badminton, um dos esportes mais disputados em Guadalajara

E, quando há maior dificuldade de comunicação, às vezes com árbitros, Francisca faz o papel de intérprete.

Autoestima

A mãe conta que a menina, de 1m45 e 47 kg, nem quis fazer exame para realizar um implante, que poderia resolver a falta de audição.

"Ela se aceita como é. Sempre foi decidida. Não se adaptou a aparelhos e me disse: 'Gosto de ser como sou. Amo a linguagem de libras. Não quero falar. Estou bem."

Vinda de Várzea Alegre, no interior do Ceará, ao lado do ex-marido, Gilberto Gil de Oliveira, Francisca se estabeleceu em São Bernardo do Campo (SP), onde Geisa nasceu em 2003.

Os dois avós da menina eram surdos, o que fez a família se preparar. Geisa encara a disputa com quem não é surdo como um desafio, e, ao mesmo tempo, uma integração de mundos. A forma dela de descrever o que acontece no contato entre qualquer pessoa.

"O badminton na minha vida é tudo. Gosto de competir e me sentir incluída."

Nem sempre, no entanto, houve plena aceitação. Francisca conta que a filha já se deparou com algumas situações de preconceito, mas que, assim como aprendeu no badminton, soube superar. Com uma simbólica raquetada.

"Em geral ela é muito bem recebida, mas quando houve alguma situação de preconceito, ela soube tirar de letra, ignorou e prosseguiu em seus objetivos."

Novas descobertas

Tendo começado no esporte aos 7 anos, quando lhe apresentaram a modalidade na Emebe (Escola Municipal de Educação Básica Especial) Neusa Bassetto, em São Bernardo, Geisa, até os 15 anos, só disputava competições com ouvintes.


Geisa já atuou na Surdolímpiadas 2017, na Turquia. Ela também se classificou para o Mundial de badminton 2019, em Taipei, somente com a participação de surdos. Mas, segundo Francisca, a falta de verba pode impedir a ida da atleta.


"Ela está muito ansiosa para ir, mas não sei se haverá condição financeira. Está difícil, não sei se eu conseguirei acompanhá-la, e a participação ainda está em aberto."

Francisca sempre acompanhou de perto a carreira da filha. Aprendeu na prática, mas se interessou tanto pelo esporte que fez um curso e hoje atua como árbitra da modalidade, em competições da  federação.

A nova profissão veio para complementar a sua remuneração como diarista. "Essa atividade da minha filha, acabou também abrindo caminho para eu encontrar uma nova oportunidade."

Conheça as mascotes de todos os Jogos Olímpicos de Verão


Fonte: https://esportes.r7.com/esportes-olimpicos/campea-surda-fala-sobre-superacao-no-esporte-meu-mundo-e-visual-19042019



 

 



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