Muita alegria e diversão no carnaval antecipado do Ceir Ritmo, música, empolgação e muita alegria preencheram cada centímetro do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) na comemoração do carnaval antecipado da instituição. Pacientes, profissionais e familiares, foram os grandes personagens da festa que transformou os corredores do Centro em via de passagem para o ‘Bloquinho do Ceir’. O bloquinho do Ceir saiu sempre no horário do intervalo, para prejudicar as terapias.
O setor da arteterapia ficou responsável pela confecção dos adereços, como máscaras, colares e o estandate da festa, a musicoterapia providenciou o mini-trio que guiava todo o percurso, e as demais terapias davam suporte aos pacientes, criando métodos que favoreciam a independência das crianças que brincavam o carnaval.
“Ações como essas servem para mostrar que os pacientes podem participar de algo fora de sua rotina diária e muito bem. O fato de possuir algum tipo de deficiência física não impede que a criança brinque o carnaval, ou vá para algum clube e participe de festinhas. Esse evento serviu para mostrar isso para os familiares e cuidadores. O paciente pode muito mais do que nós e a família imaginamos” explica a musicoterapeuta do Ceir, Nydia Cabral.
Os foliões transbordavam empolgação por onde passavam. O percurso do bloquinho foi feito em todas as terapias. Inicialmente concentrados no setor da terapia ocupacional, o bloco angariou foliões na fisioterapia infantil e adulto, arteterapia, hidroterapia, reabilitação desportiva e musicoterapia.
Vai ser difícil de esquecer as dezenas de sorrisos dos participantes da festa, como também a inclusão e interação dos pacientes com terapeutas e familiares, que foram constantes nos dois dias de folia.
Muita alegria e diversão no carnaval antecipado do Ceir
Ritmo, música, empolgação e muita alegria preencheram cada centímetro do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) na comemoração do carnaval antecipado da instituição. Pacientes, profissionais e familiares, foram os grandes personagens da festa que transformou os corredores do Centro em via de passagem para o ‘Bloquinho do Ceir’. O bloquinho do Ceir saiu sempre no horário do intervalo, para prejudicar as terapias.
O setor da arteterapia ficou responsável pela confecção dos adereços, como máscaras, colares e o estandate da festa, a musicoterapia providenciou o mini-trio que guiava todo o percurso, e as demais terapias davam suporte aos pacientes, criando métodos que favoreciam a independência das crianças que brincavam o carnaval.
“Ações como essas servem para mostrar que os pacientes podem participar de algo fora de sua rotina diária e muito bem. O fato de possuir algum tipo de deficiência física não impede que a criança brinque o carnaval, ou vá para algum clube e participe de festinhas. Esse evento serviu para mostrar isso para os familiares e cuidadores. O paciente pode muito mais do que nós e a família imaginamos” explica a musicoterapeuta do Ceir, Nydia Cabral.
Os foliões transbordavam empolgação por onde passavam. O percurso do bloquinho foi feito em todas as terapias. Inicialmente concentrados no setor da terapia ocupacional, o bloco angariou foliões na fisioterapia infantil e adulto, arteterapia, hidroterapia, reabilitação desportiva e musicoterapia.
Vai ser difícil de esquecer as dezenas de sorrisos dos participantes da festa, como também a inclusão e interação dos pacientes com terapeutas e familiares, que foram constantes nos dois dias de folia.