Eduardo,
É sem dúvida lamentável, que órgãos de soberania, que legislam e promulgam leis de âmbito social, quando indagados sobre questões primentes se limitem a duas linhas de texto, encaminhando o cidadão para outros órgãos públicos ou privados, quando todavia deveriam ser eles próprios a responsabilizar-se politica e socialmente pelo impacto das burocracias e dos intraves administrativos e legais que reproduzem... ou seja, haver um interesse sincero em prestar ao cidadão o seu bem-estar, dizendo por exemplo: "pese embora não ser da nossa competência, do exposto por V. Exa. considerou-se enviar a sua missiva para esta e para aquela instituição para que se possa resolver a situação que expõe com a maior brevidade e no seu menor prejuízo de forma a conguirmos alcançar os seus intentos com sucesso..." mas isto é uma história da Terra do Nunca... é um patamar já muito á frente!
Resta-nos a todos e a si Eduardo, nunca baixar os braços e nunca calar a voz, procurando sempre nem que seja sozinhos soluções para os nossos problemas e procurar outros caminhos quando nos batem a porta!
Bem-haja!