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Autor Tópico: Crise afecta termalismo no norte alentejano  (Lida 1123 vezes)

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Crise afecta termalismo no norte alentejano
« em: 24/07/2011, 18:30 »
 
Crise afecta termalismo no norte alentejano



O termalismo no norte alentejano vive momentos difíceis provocados pela crise, mas também pela “confusão” criada nos utentes sobre os programas terapêuticos e os de bem-estar, segundo um agente do setor.

 

“A baixa no número de aquistas deve-se ao facto de haver outros destinos de férias e as pessoas estarem assustadas devido à crise”, considera Manuel Fontainhas, responsável pelas Termas de Cabeço de Vide, no concelho de Fronteira (Portalegre).

 

Segundo o responsável, que exerce também o cargo de presidente da junta de freguesia da localidade, autarquia que tutela as termas, no mês de junho registou-se uma “baixa de 15 por cento” de aquistas, em relação ao período homólogo de 2010.

 

Com uma lotação, este mês, que ronda os 60 por cento, as águas das Termas de Cabeço de Vide são de “excelente qualidade” para doenças respiratórias, reumáticas e de pele.

 

O Complexo Termal de Cabeço de Vide foi inaugurado em 2007, contando com um conjunto de balneários capacitados para receber sete mil pessoas.

 

Observando que a maior parte dos clientes é portuguesa, Manuel Fontainhas lamenta o facto de existir, atualmente, uma “confusão” na opinião dos utentes sobre as ofertas do setor, situação que está também a afastar as pessoas.

 

“Os próprios empresários das termas começaram a fazer SPA´s (programas de bem-estar e de lazer) nos balneários termais e, na minha opinião, começaram a confundir os utentes das termas”, diz, em declarações à Agência Lusa.

 

“A cura termal não é uma cura de um dia ou dois, ou de um pacote. Isso é uma moda e há uma confusão sobre este aspeto”, explica.

 

O diretor clínico das Termas da Fadagosa, em Nisa, Carlos Vinagre, prefere destacar o número de pessoas que procuram o espaço para desenvolver programas de bem-estar e lazer, mas também lamenta o fato de existir uma “baixa” na procura dos programas terapêuticos.

 

“Nos programas de bem-estar, que temos, nós tivemos mais de 800 pessoas no ano passado. Este ano, os números são idênticos, pois temos programas bastante acessíveis. No ponto de vista terapêutico, este ano nós temos uma baixa em relação ao ano passado”, diz.

 

“O que nos está a afetar neste momento são os programas terapêuticos, porque o Estado comparticipa muito mal esses programas, pois são 14 dias de tratamento, são estadias pesadas, o que significa que as pessoas têm que alugar casa, restauração por conta própria e ainda têm que pagar o tratamento”, acrescenta.

 

No entanto, o responsável lembra a elevada procura que os programas de ordem terapêutica tiveram no último mês de junho.

 

Inaugurado em junho de 2009, num investimento superior a 10 milhões de euros, envolvendo como valência inovadora um centro de internamento para reabilitação física e motora, o complexo das águas termais de Nisa é indicado no tratamento de doenças reumáticas, respiratórias, pele, recuperação motora e alterações do colesterol e ácido úrico.

 

O complexo termal é composto por uma clínica de reabilitação e consultório médico, oferecendo ainda serviços complementares na área da psicoterapia, cessação tabágica, aconselhamento nutricional, hidroterapia termal, massagens, SPA Termal, sauna e banhos turco e ginásio, entre outras valências.


Fonte: http://www.ionline.pt
 

 



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