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Autor Tópico: Carinho e cuidados prolongam vida de cães Ricardo Belens  (Lida 865 vezes)

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Offline Claram

 

       Carinho e cuidados prolongam vida de cães
 



  • O estudante João Gilberto e sua cadelinha Menina Grande, 13 anos
    A bióloga Carla Paixão, 29 anos, que cria a cadelinha Puppy, confessa que vê a poodle como "um verdadeiro membro da família". E assim como qualquer familiar que atinge a terceira idade, a pequena Puppy, que este mês está completando 20 anos - o equivalente a aproximadamente 89 anos humanos -, necessita de cuidados especiais para manter a qualidade de vida.
 Apesar de a expectativa de vida da raça poodle ser de 12 a 15 anos, a dona da cadelinha Puppy associa a boa alimentação e o carinho recebido pelo animal como fatores que influenciaram para a longa vida da pequena - e bem tratada - companheira.
 "Puppy nunca foi de dar trabalho", conta a bióloga Carla. "Dificilmente precisávamos levá- la a o veterinário, exceto por rotina, semestralmente. Sempre demos muito carinho e atenção a ela, que tem um acompanhamento constante", explica Carla.
 Exames
 De acordo com Carla Paixão, devido à idade avançada de Puppy, o animalzinho tem ido ao veterinário agora com frequência bem maior. A periodicidade tem sido mensal, para a realização de frequentes exames de checape.
 "Os avanços da ciência têm favorecido muito para aumentar a expectativa de vida dos animais domésticos", acredita a dona, que tem cuidado de Puppy com grande dedicação nos últimos
 anos.
 "Antigamente, era mais difícil, entretanto, hoje, qualquer coisa que aconteça com o animal podemos procurar ajuda no veterinário", pontua.
 A veterinária Júlia Toríbio concorda com Carla e diz que a medicina animal evoluiu muito nos últimos anos, o que favoreceu o aumento da expectativa de vida de muitos animais domésticos.
 
 
Júlia e sua cadelinha Puppy (Foto: Arquivo Pessoal)
 Recursos
 "Nos dias de hoje temos uma gama de artifícios para melhorar a vida do animal, que vão desde exames com imagem, procedimentos laboratoriais e tomografia, até recursos como ecodoppler, holter e radiologia digital, que ajudam a diagnosticar doenças que não eram nem detectáveis", enumera a médica veterinária.
 
 Ainda de acordo com Júlia, os tutores estão buscando oferecer o melhor para o animal, que passa a fazer parte da família como um ente querido e que é alvo de investimentos.
 
 "Percebemos que o número de animais em idade avançada, que frequentam as clínicas para consultas, aumentou significativamente nos últimos anos", observa Júlia.
 
 E acrescenta: "O cão passou a se tornar alvo de atenção especializada, e, com isso, o proprietário tem buscado oferecer o melhor para ele".
 Meia-idade
 Segundo a veterinária Júlia, o animal merece uma atenção especial a partir da chamada "meia-idade". Este período chega quando atinge a metade do tempo médio de vida, que varia de acordo com a espécie e o porte do animal. A especialista cita como exemplo o terrier-brasileiro (ou fox-paulistinha), uma raça de cão que vive em média 17 anos.
 
 Portanto, o acompanhamento periódico é indicado a partir dos oito anos e meio, e pode ser feito anualmente. Já no terço final da expectativa de vida do animal, por volta dos onze anos e meio, as consultas devemser mais frequentes, sendo indicadas a cada seis meses.
 
 "Uma alimentação adequada influi bastante, também, na qualidade de vida do animal. Além de rações adequadas para a idade do animal, existem suplementos chamados nutracêuticos, que podemser adicionados à alimentação e que são benéficos para o coração, circulação, pele e pelos", indica a veterinária.
 Menina Grande
 O graduando em administração João Gilberto Casado, 24, também nutre uma verdadeira paixão por sua poodle Menina Grande, 13. Apesar de ainda não ter superado a morte do ancião
 
 Bob, antigo mascote que faleceu aos 16 anos, em setembro passado, João tem a atenção principal para Menina Grande, "estrela" de um grupo de 11 cachorros que ele cria em casa.
 
 "Ela já está cega, mas, apesar disso, não sofre com a locomoção pela casa, pois gravou todos os caminhos e sabe onde ficam a comida, a água e onde fazer as necessidades. A única preocupação em relação à idade é sempre ficar de olho para nenhum cachorro maior machucar ela", explicou o estudante.
 Da rua
 Apaixonado por animais, todos os cachorros que João tem em casa foram acolhidos na rua e tratados por ele e pela mãe, Antônia Maria Casado, 62 anos.
 "A alimentação dela sempre foi feita com ração. Mas Menina Grande adora comer chocolate branco. Quando ela pede, não resisto e dou um pedaço. Meus cachorros são considerados da família. Quando perco algum, ou quando ficam doentes, entristeço da mesma forma que um parente", confessou.


fonte: http://atarde.uol.com.br/bahia/salvador/noticias/carinho-e-cuidados-prolongam-vida-de-caes-1577988
 

 



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