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Tópico: Traumatismo Craniano (Lida 3276 vezes)
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Traumatismo Craniano
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em:
02/02/2011, 11:35 »
Traumatismo Craniano
Se tem filhos, o mais certo é que já se tenha preocupado com o assunto. Há crianças que são naturalmente precavidas. Outras, conseguem acidentar-se de uma forma nova e espectacular quase todos os dias. Mas os especialistas asseguram que os acidentes são sempre evitáveis.
O traumatismo cranioencefálico é uma expressão comprida que traduz o desespero dos pais ao dizerem: “Doutor, o meu filho bateu com a cabeça.” Os médicos costumam abreviar usando a sigla TCE, que é o termo técnico.
Para facilitar o atendimento médico e para garantir que o seu filho tenha melhor evolução no processo de cura, veja o que pode e deve ser feito.
Como aconteceu
Uma informação importante que deve ser transmitida ao médico é como ocorreu a pancada, ou seja, o mecanismo do traumatismo. Quando a criança está a andar ou a correr e cai por qualquer motivo, diz-se que ela caiu da própria altura, o que difere da queda de uma escada, laje, mesa, bicicleta, etc.. A queda da própria altura geralmente é menos grave do que as outras. Antes de ir ao médico, procure saber todos os detalhes do acidente: de que altura caiu? Rolou pelas escadas abaixo? Bateu com a cabeça contra algum móvel ou objecto pontiagudo? Foi atirada contra um poste ou uma parede?
O mecanismo do traumatismo ajuda o profissional de saúde a prever quais os problemas que o seu filho pode apresentar.
Consciência
O estado de consciência da criança imediatamente após um traumatismo na cabeça também dá informações importantes. Costuma dizer-se que a criança não pode dormir. Não é bem assim.
Logo após um traumatismo, é normal que a criança chore muito por causa da dor e do susto. Depois de um período que pode durar até 60 minutos, geralmente ela acalma-se, mas fica exausta de tanto chorar. Isso é bem visível em crianças pequenas. É natural que, nessa fase, a criança queira dormir. Não existe nenhum impedimento nesse sentido.
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[/float]Se a criança não chora logo após um traumatismo na cabeça, pode significar que a pancada foi muito intensa, a ponto de alterar a consciência.
Há, no entanto, a perda de consciência propriamente dita, na qual a vítima fica completamente inconsciente, sem responder a estímulos. Preste atenção a quantos minutos a criança demora para voltar a si. Isso é indicador da gravidade do caso. Algumas vezes a perda de consciência é transitória; noutras, isso pode durar vários minutos. Os médicos sabem que é difícil quantificar o tempo no momento do acidente. Mas, na medida do possível, faça uma estimativa. É muito diferente uma criança que ficou um ou dois minutos inconsciente, daquela que ficou 15 ou 20 minutos.
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Perda de fôlego
Algumas vezes, a criança pode permanecer de olhos abertos e arregalados, parada e sem falar. Esse quadro é descrito popularmente como “perda de fôlego”. Depois de alguns instantes, ela volta ao normal. A vítima deve ser socorrida sem perda de tempo. Nunca se desespere, pois a criança volta sempre a respirar espontaneamente.
O cuidado que se deve ter nesse caso é apenas para que ela não esteja com algo na boca; por exemplo, alimentos, objectos ou vómitos. Pode haver o risco de aspiração quando voltar a respirar.
Não é raro que, nesse momento, pessoas que estejam perto fiquem descontroladas. Algumas socorrem a criança movidas pelo desespero, começam a gritar e a sacudi-la nos braços. Em tais situações, ela pode chegar às urgências em estado de choque, mais pelo desespero de quem a conduz do que pelo próprio traumatismo.
Concussão cerebral
O traumatismo na cabeça produz uma desaceleração brusca do cérebro, que pode causar alguns problemas. Entre eles, ocorre um edema difuso do órgão sem lesões específicas. Tecnicamente chamado concussão cerebral, tem como sintomas dor de cabeça, sonolência e vómitos.
A dor que a criança sente no local da pancada não deve ser confundida com o outro tipo de dor, que envolve toda a cabeça. Procure que a criança lhe diga o local exacto da dor. Há crianças que, quando se agitam e choram, vomitam imediatamente. Mas o vómito da concussão cerebral, em geral, é um pouco mais tardio e em jacto. A sonolência é um indicador importante. Quando há um trauma grave, ocorre uma alteração da consciência vista como sonolência, mas os médicos sabem diferençar o sono normal dessa condição, onde o que acontece é obnubilação (estado de torpor com obscurecimento e lentidão de pensamento), estupor ou coma.
Sangramento
Outra complicação de maior gravidade é o sangramento intra-cerebral, resultante do rompimento de alguns vasos sanguíneos, no momento da desaceleração brusca do cérebro. Esses casos são diagnosticados através de exames, como a tomografia computorizada e a ressonância magnética. O tradicional raio X do crânio, sempre exigido pelos pais, só permite ver se há ou não fractura nos ossos e não revela a existência ou não de sangramento.
Por essa razão, alguns profissionais não solicitam exames de raio X, preferindo manter o paciente em observação. Caso haja sinais de agravamento da situação, então solicitam a tomografia.
Marco Aurélio Bussacarini
Pediatra
Fonte: S&L
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