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Autor Tópico: Aquarismo  (Lida 6161 vezes)

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Offline Aislin

Aquarismo
« em: 17/09/2011, 22:29 »
Você sabe como surgiu o Aquarismo?




Surgiu na Antigüidade, quando os homens pescavam nos rios e mares para alimentar sua família ou comunidade. Saber quais espécies eram melhores ou piores, quais podiam ou não ser consumidas, quais eram ou não venenosas, já constituía, por assim dizer, uma forma muito rudimentar de Aquarismo.

Há 4000 anos os egípcios começaram a desenvolver algumas técnicas para manterem peixes vivos em cativeiro, para consumo. Já conheciam o vidro e projetos para construção de tanques, que foram utilizados com eficiência. A manutenção dos espécimes era por pouco tempo, pois não havia técnicas avançadas para limpeza e oxigenação constantes para manter o ritmo biológico dos tanques equilibrado.

Aristóteles descreveu 115 espécies de peixes do Mar Egeu, e considera-se essa época como precursora do surgimento da Ciência que hoje conhecemos como Ictiologia, ou seja, o estudo dos peixes. Sua classificação era muito rudimentar, baseando-se nas cores, no tamanho ou formato dos espécimes. Tal procedimento o fazia classificar como diferentes peixes da mesma espécie, por vezes.

Não havia interesse em cultivar peixes como ornamento no Mundo Antigo, por isso não podemos dizer que houve algum desenvolvimento no Aquarismo.

Nas viagens que fez pelo Oriente no séc. XIII, Marco Polo observou e nos escreveu que os chineses já possuíam o hábito e técnicas muito avançadas de cultivo de peixes em cativeiro, e é desta época que temos notícia de que espécies estavam sendo criadas com finalidade ornamental. Havia o cultivo de exemplares selvagens, para consumo, e a partir de algumas dessas espécies selvagens, através de cruzamentos selecionados (dominavam a Genética?), chegaram a uma espécie um pouco mais sofisticada e com pouca beleza, um pouco mais “domados”, e que hoje chama-se Carassius auratus (note-se que totalmente diferente do que conhecemos hoje). Alguns espécimes foram levados para o Japão, onde também já havia habilidosas técnicas de cultivo písceo. Os japoneses melhoraram a espécie, e a tornou o peixe mais popular para ornamentação. Era muito resistente emais bonito. Hoje, C. auratus é conhecido como peixe-japonês (Kínguio).

No Japão houve o desenvolvimento do cultivo de carpas, Cyprinius carpio, espécie-prima do peixe-japonês, onde também foram muito melhoradas. Desenvolveram as Nishikigoi, que significa, aproximadamente, carpa ornamentada com brocado.

Ainda hoje ambas as espécies são alvo de muitos aficcionados pelo aquarismo, sendo cada vez mais aperfeiçoadas, fazendo alguns exemplares alcançarem exorbitantes cifras (carpas senis com uma coloração perfeita, em campeonatos, chegam à casa dos milhares de dólares).

A primeira obra publicada sobre técnicas de criação de peixes ornamentais chama-se “Livro dos peixes vermelhos”, foi escrita pelo chinês Chang Chi En Tê, cujo título original é “Chu Sha Yu P’u”.

Com o advento da criação da Taxonomia por Linnaeus, que é a ciência das leis de classificação científica, permitiu-se que os peixes fossem classificados por gênero e espécie, tendo-se assim mais facilidade para o seu estudo.

O Aquarismo continuava se aperfeiçoando, mas ainda contava com técnicas muito rudimentares. Lamparinas de querosene ou bicos de gás eram colocados sobre os aquários, com o intuito de aquecer os pobres peixes. Nessa época (sécs. XV ao XIX) não havia eletricidade. Principalmente na Europa, muito também na China e no Japão, espécies tropicais estavam sendo domesticadas, e o “hobby” estava se tornando cada vez mais popular.

Quando surgiu a eletricidade, no século XX, os aquários começaram a dar aos peixes mais conforto, pois já estavam inventando alguns aquecedores rudimentares, junto com uma iluminação precária. De 1900 em diante, o Aquarismo conhece um desenvolvimento considerável.

Nos Estados Unidos, aquaristas como William Thorton Innes (hoje considerado pai do aquarismo) fizeram surgir a “Primeira Sociedade de Aquariofilia de Peixes Tropicais”. Neste país o aquarismo conheceu um grande desenvolvimento.

Na Europa, surgem os primeiros aquários públicos.Uma boa gama de espécies já era conhecida, e os europeus e americanos já tinham tecnologia e idéias suficientes para montarem lindos aquários. Vegetação aquática já era utilizada e os materiais que podiam compor a decoração eram muito estudados.

Em 1922 o Brasil conhece sua primeira exposição de peixes, na Exposição da Independência, na qual os japoneses exibiram seus belíssimos exemplares de carpas e kínguios em aquários, causando impacto e despertando interesse de muitas pessoas. Essa atividade por aqui era inédita.

Na Alemanha já havia um considerável desenvolvimento aquarístico: aquecedores aperfeiçoados, primeiros filtros desenvolvidos e criação de peixes em cativeiro (o que ocorria também nos Estados Unidos).

Em 1934, um alemão radicado no Brasil fundou a primeira loja especializada em peixes ornamentais.

Atualmente a tecnologia aquarística mundial encontra-se muito aperfeiçoada e em franco desenvolvimento, principalmente nos Estados Unidos e Alemanha (detentores de tecnologia de ponta), o que nos permite criar de um simples peixe-japonês até um complexo aquário marinho com delicadíssimas espécies de corais, esponjas, outros invertebrados e peixes.

***

Desde quando surgiu o Aquarismo até bem pouco tempo atrás, a grande maioria dos peixes que víamos nos aquários eram capturados em seu hábitat. Com a demanda cada vez maior, algumas das espécies mais comercializadas foram reproduzidas em cativeiro, como kínguios, carpas, lebiste (Poecilia reticulata), espada (Xiphophorus helleri) etc.

As técnicas foram sendo cada vez mais aperfeiçodas, e hoje temos criações profissionais de várias espécies. Porém, algumas espécies como neon (Paracheirodon spp.), aruanã (Osteoglossum bicirrhosum), poraquê (Electrophorus electricus) etc. não compensa criar em cativeiro, pois a produção e o índice de sobrevivência são muito baixos, além do alto custo. O homem decide, então, retira-los em larga escala de seu hábitat sem, no entanto, tomar os devidos cuidados para a preservação da espécie. De cada 4000 neons retirados da Amazônia, por exemplo, menos de 500 conseguem viver mais de 1 ano em aquários. É uma proporção assustadora, ainda mais quando pensamos que, desses 4000 espécimes, 2000 morrem antes de serem vendidos. Isso porque a metodologia empregada na captura e transporte é totalmente arcaica, sem contar que muitos coletores não se importam com a saúde e bem-estar desses peixes, importam-se somente com o maior lucro possível. Outro exemplo que merece ser citado é o do aruanã: para comercializa-lo, os “peixeiros” capturam os alevinos ainda com saco vitelínico. Com todo o stress que sofrem durante a viagem, apenas 25% dos peixes capturados sobrevivem. Desses, apenas 20% conseguem viver mais de 6 meses em aquários. Ou seja, de 100 animais capturados, apenas 5 sobrevivem. Felizmente, notamos que as autoridades estão fazendo o possível para reverter essa situação, ainda que as ações sejam demasiadas vagarosas, em termos legais.

Nós aquaristas devemos ter uma grande variedade de espécies em nossos aquários, mas também devemos nos preocupar, sobremaneira, com a perpetuação dessas espécies. Aperfeiçoar as técnicas de reprodução em cativeiro e os métodos de captura são apenas dois dos itens a serem melhorados.

Você pode começar a preservar a existência das espécies, por exemplo, não comprando peixes em extinção, ainda mais com procedência ilegal ou duvidosa. Adquira essas espécies de criadouros legalizados pelo Ibama. Faça sua parte, sendo um aquarista consciente!

***



 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #1 em: 17/09/2011, 22:32 »





A Escolha do Aquário 

A escolha do aquário ideal é a decisão mais importante ao iniciarmos na aquariofilia. Em razão disto, apresentaremos abaixo algumas considerações para que o candidato a aquarista aprenda antes de tudo a usar o bom senso, que é a chave de tudo, inclusive do sucesso neste hobby.

Ao nos depararmos com os diversos tamanhos e modelos de aquários disponíveis em lojas de aquariofilia, surgem inúmeras dúvidas quanto adquirirmos um aquários grande ou pequeno, retangular ou sextavado, alto ou baixo. O fato é que todos são interessantes em suas formas e tamanhos, tendo muitos inclusive uma melhor utilização em razão dessas características. Todavia, existem normas básicas e imprescindíveis que garantirão condições para que o aquarista consiga obter com mais tranqüilidade o perfeito equilíbrio biológico tão necessário para que os peixes e plantas se desenvolvam satisfatoriamente.

Mas quais seriam os critérios necessários que o aquarista deveria ter em mente ao adquiri-lo e os porquês dos mesmos?

Primeiramente o aquarista deverá responder as seguintes perguntas:
Quero montar um aquário marinho ou doce?
Com qual tipo de peixe pretendo habitar o meu aquário?
Qual o espaço que disponho em minha residência?
E, quanto posso investir?

Essas são as perguntas que culminarão no enquadramento inicial da escolha de um aquário. Todavia, existem outros fatores que abordaremos e que serão somados aos anteriores complementando assim os dados necessários para que o aquarista realize uma boa escolha na hora de adquirir seu aquário.

Quanto ao formato: existem inúmeros formatos disponíveis no mercado que vão do globo, quadrado, retangular, torre, sextavado, octagonal, etc.

Quanto ao tamanho: o aquarista irá encontrar pequenos aquários do tipo beteira até aquários acima de um metro.

Quanto a altura: baixos, altos e o padrão (esta corresponde a metade do comprimento).

Agora vamos discutir cada aspecto e o porque de cada um:

Formato - O aquário precisa ter um formato que proporcione aos peixes espaço para se deslocarem em seu interior, delimitar seus territórios, etc (apresentar bom comprimento). Outro aspecto importante no que tange ao formato diz respeito a área de superfície da água com o ar, o qual nós chamaremos de espelho d'água. No espelho d'água é que ocorre a troca gasosa dentre elas a eliminação de gases prejudiciais e absorção do oxigênio. Portanto, quanto maior o espelho d'água melhor. Podemos verificar a área de superfície (espelho d'água) multiplicando a largura pelo comprimento do aquário.

Tamanho - O aquário deverá ter a maior capacidade possível, daí quanto maior o aquário melhor será. Em aquário maiores os erros cometidos pelos aquaristas se tornam mais facilmente assimilados e em se tratando do aquarista iniciante onde os erros são mais comuns, torna-se a melhor opção. Deixemos os aquários pequenos para aquaristas mais experientes.

Altura - As plantas no aquário precisam receber uma boa iluminação, e é sabido que quanto maior a lâmina de água menor é a penetração da mesma; fato este que torna difícil a manutenção de plantas. O ideal é que o aquário tenha baixa altura o que melhorará em muito o seu cultivo, além de favorecer o uso de lâmpadas menos potentes, portanto, mais baratas. Aquários muito altos exigem lâmpadas especiais, portanto mais caras.

 importante ressaltar que aquários com modelos e formas diferentes da retangular não são contra-indicados, porém, não preenchem todas as exigências necessárias para a obtenção de um equilíbrio biológico mais rápido e duradouro
 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #2 em: 17/09/2011, 22:33 »
Tipos de Aquários e sua utilização


Juarez Raposo Câmara

No capítulo anterior falamos sobre os diversos modelos de aquários, neste abordaremos os tipos de aquários e suas utilizações a qual podemos classificar da seguinte maneira: comunitário, quarentena, hospital, criação e depósito. Todos esses tipos de aquários obedecem determinadas medidas e decorações de acordo com a finalidade a qual são destinados.

AQUÁRIO COMUNITÁRIO OU ORNAMENTAL: estes são aqueles onde o aquarista põe em prática toda a sua atividade e experiência em criar os ambientes aquáticos, cultivando peixes e plantas. Neste aquário todo o cuidado é pouco só devendo ser introduzido peixes e plantas sadios e equipamentos e objetos devidamente desinfetados a fim de garantir sua integridade. Neste conjunto harmonioso a manutenção do equilíbrio biológico e da saúde de seus habitantes terá como conseqüência o alcance de sua plenitude proporcionando beleza e satisfação ao aquarista com os resultados obtidos.

AQUÁRIO DE QUARENTENA: se todos os aquaristas levassem a sério a importância da utilização deste tipo de aquário certamente 70% do sucesso em aquariofilia estaria garantido. Pois se analisarmos, quem pode assegurar se não o próprio aquarista após a quarentena as condições de saúde do peixe adquirido? Das lojas nacionais que comercializam peixes, acredito que apenas 1% quarentenam seus peixes antes da venda. Geralmente os peixes saem das mãos de seus coletores ou criadores para as mãos dos atacadistas e vão para as lojas em poucos dias sofrendo inúmeras agressões (stress, acondicionamento inadequado, desnutrição, contato com parasitas, etc.) neste trajeto. Aí a maioria dos aquaristas na ânsia de colocar seus peixes recém adquiridos em seus aquários comunitários introduzem peixes debilitados que podem estar transportando inúmeros parasitas que poderá ser fatal para todos os habitantes do mesmo.

A utilização do aquário quarentena está em mantermos os peixes recém adquiridos em um ambiente que lhe seja amistoso para possa se recuperar do stress, desnutrição, etc., além de caso apresente alguma doença que possa ser tratada sem o risco de contaminarmos os peixes saudáveis do aquário comunitário. Este aquário poderá ser um aquário velho ou mesmo um adquirido para este fim tendo em média uns 40 cm de comprimento, filtragem biológica, plantas e pedras, o que dará mais tranqüilidade para o recém chegado. Na realidade este aquário é quase igual ao comunitário, porém mais simples e menor.

AQUÁRIO HOSPITAL: como o nome já diz, é aquele onde tratamos os peixes doentes, desprovido de plantas e substrato apenas devemos colocar um filtro externo, luminária, alguma planta plástica e uma ou duas pedras para dar um sentido maior de segurança ao peixe tratado. Costuma-se cobrir as paredes do aquário com cartolina escura deixando apenas a parte frontal para que possamos observar o peixe. Nunca utilize qualquer medicamento diretamente no aquário comunitário pois certamente ocasionará o desequilíbrio biológico prejudicando peixes e plantas; o recomendado é a transferência do peixe infectado ou suspeito para um aquário hospital para que seja submetido a tratamento adequado.

AQUÁRIO CRIAÇÃO: este tem como principal função a manutenção da espécie a que se pretende reproduzir, oferecendo as condições ecológicas idênticas as encontradas em seu habitat de origem. Geralmente se mantém neste aquário apenas um ou mais casais de acordo com a espécie oferecendo caso seja necessário abrigos para proteção dos filhotes. Existem diversas maneiras de montar estes aquários uns preferem montar de maneira artificial outros procuram a mais natural, no capítulo destinado à reprodução falaremos com mais detalhes dando inclusive diversos exemplos de montagem.

AQUÁRIO DEPÓSITO: estes são utilizados por criadores, atacadistas e lojistas para estocar seus peixes ornamentais. São aquários que mantém os peixes por curtos períodos sendo imediatamente lavados e desinfetados para receberem logo depois mais peixes. Infelizmente muitos aquaristas tem estes aquários como referência e costumam superpovoar seus aquários o que os levam a ter inúmeros problemas inclusive a não conseguirem jamais o equilíbrio biológico deste. É importante que o aquarista tenha em mente que seu aquário é o ornamental e este montado de forma correta tem como principal característica a existência de muitas plantas e poucos peixes.

 



Juarez Raposo Câmara

 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #3 em: 17/09/2011, 22:35 »
A Importância do Substrato




(tipos de substratos e seu efeito na água do aquário)

Juarez Raposo Câmara 





 


O substrato além do efeito decorativo serve geralmente de elemento filtrante com função mecânica e biológica (quando da utilização do filtro de placa), fornece às plantas um suporte de fixação a qual retiram dele parte do seu alimento, tem função térmica ajudando a manter a temperatura da água do aquário, entre outras qualidades. 

É fato indiscutível que o substrato na maioria dos aquários, é formado de fragmentos de rochas, os quais chamamos de cascalho. 

O substrato geralmente utilizado é composto por areião sem arestas cortantes, preferencialmente de cor escura que além de avivar as cores dos peixes ajudará a diminuir o stress. Quanto a granulometria do cascalho é muito importante que o mesmo tenha aproximadamente de 4 a 5 mm de diâmetro, pois se for mais grosso irá permitir o alojamento de detritos (restos de comida, fezes dos peixes e etc.), dificultando a remoção quando do sifonamento e em caso contrário, ou seja, se for mais fino irá compactar o substrato dificultando o enraizamento das plantas e contribuindo para o mal funcionamento do filtro de fundo caso esteja usando. Existe no mercado cascalhos naturais e coloridos que podem ser usados sem maiores preocupações por serem coloridos com tinta atóxica, daí não prejudicando a saúde dos peixes e plantas. Todavia se faz necessário que o aquarista adquira tal produto fabricado por empresas idôneas. Outro aspecto importante recai na escolha correta do tipo de rocha que comporá o substrato e a decoração em razão das rochas quando em contato com a água se dissolvem alterando assim a composição química da água do aquário. Tal processo na maioria dos casos tendem principalmente a alterar os valores de pH e durezas, ou mesmo, produzir sais diversos que por sua menor ou maior toxidade podem comprometer todo o equilíbrio biológico. Portanto, devem ser escolhido de acordo com a qualidade da água que pretendemos Ter. Nos aquários de água doce não devemos utilizar areões que tenham material calcários. Se houver dúvidas deve-se fazer o teste de ácido clorídrico ( se houver efervescência é calcário). também não é aconselhável utilizar conchinhas e peças de corais em aquários de água doce, pois certamente acarretará em um aumento expressivo do pH e da dureza da água. 

Para finalizar, apresentaremos abaixo um pequeno resumo quanto a escolha, utilização e efeitos do cascalho em aquários para facilitar o aquarista.

ESCOLHA:   


Procure adquirir cascalhos de granulação de aproximadamente 5 mm de diâmetro e que assim coma as rochas usadas na decoração não apresente pontas e arestas cortantes. 
De preferência por cascalhos e rochas de coloração escura pois quando claros costumas refletir a luz estressando os peixes e tornando suas cores menos atrativas. Rochas claras costumam também dar um aspecto um tanto artificial a decoração do aquário. 
Evite adquiri cascalhos e rochas que alterem a composição química da água do aquário. Para um melhor entendimento no item efeitos do cascalho daremos informações sobre algumas rochas mais comuns utilizadas para confecção de cascalhos para aquários.

UTILIZAÇÃO:   


Antes de introduzi-lo no aquário, lave-os bem em um balde com água renovando a água até que a mesma fique cristalina, aproveite para retirar partículas estranhas. 
Caso utilize filtro de placa e seu cascalho sejam de uma granulometria que venha a comprometer seu funcionamento, ponha entre a placa e o cascalho uma camada de perlon o que certamente contribuirá para evitar seu entupimento. 
a disposição do cascalho no fundo deve obedecer a uma inclinação, facilita a limpeza, pois os detritos se acumulam na parte da frente do aquário. 
regularmente retire os detritos acumulados no cascalho que costumam com o tempo se decompor prejudicando o equilíbrio biológico do aquário. Utilize para retirar os detritos um sifão, que é facilmente encontrado nas lojas do ramo. Importante: a água sifonada deverá ser desprezada. 

EFEITOS:

Daremos agora alguns tipos de rochas e seu efeito quando no aquário. 

Cascalho de Rio: Formado em sua maior parte por feldspato, apresenta ainda um pouco de quartzo em sua composição - acidifica ligeiramente a água. 
Granito: Encontrado em diversos padrões, é formado por uma composição de quartzo, feldspato e biotita - ocasiona uma ligeira acidificação, quase insignificante. 
Cascalho Guandu: Encontrado em granulações que vão de areia até seixos. Sem pontas e com arestas arredondadas, tem esse nome em razão de ser encontrado com facilidade no rio Guandu. Não altera a composição da água. 
Cascalho colorido: O quartzo é a rocha utilizada para confeccionar o cascalho colorido e como o quartzo é neutro a composição da água não é alterada. 
Pedra madeira: Apresenta um belo efeito ornamental, todavia, esta pedra alcaliniza a água sem com isso endurece-la. 
Dolomita: Composta por carbonato de cálcio e magnésio, pode ser encontrada na cor branca (mais comum) e preta. Alcaliniza e endurece a água. 
Calcita: Apresenta uma cor mel que lembra um pedaço de breu. Quando em pequenos pedaços chega a ser confundida com granito. Alcaliniza e endurece a água. 
Laterita: Trata-se de uma argila contendo um alto teor de ferro. Geralmente é usado nos aquários em pequenas proporções como adubo para as plantas. Já se pode encontrar com uma certa regularidade no mercado. 
 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #4 em: 17/09/2011, 22:36 »
Alguns acessórios e sua utilização

Juarez Raposo Câmara - ALCON


Nesta continuação abordaremos não só alguns acessórios básicos indispensáveis ao aquarista como também alguns produtos químicos que certamente serão de extrema utilidade no dia-a-dia do hobbysta. Tais equipamentos e produtos tendem a facilitá-lo na obtenção do sucesso em seu hobby, evitando alguns transtornos que certamente poderão ocorrer quando de sua utilização. Vejamos abaixo uma pequena relação e comentários de produtos indispensáveis para que o aquarista possa iniciar-se no hobby:


 

 
compressor de ar
manqueira e divisores de ar
pedra porosa
filtro de placa ou testerno
luminária fluorescente
aquecedor com termostato
aquário de quarentena
Puças
anti-cloro
teste de pH
acidificante e alcalinizante
desinfetante para desinfecção de peixes e demais objetos usados em aquário
alimento de boa qualidade   
Compressor de ar - Estes pequenos compressores são indispensáveis para aerizar a água do aquário como também para criar o fluxo de água que movimenta o funcionamento do filtro de placa (fundo), filtro interno e alguns filtros externos. É aconselhável colocar o compressor sempre em um nível superior ao aquário em razão de evitar que, em caso de falta de energia elétrica, ocorra o retorno da água do aquário para o mesmo, o que poderá ocasionar curto-circuito ou mesmo o alagamento do local. Vale alertar ao leitor que estes compressores apenas introduzem no aquário o ar do ambiente onde se encontra, produzindo assim uma movimentação na água, trazendo o oxigênio da parte superficial da água para regiões mais profundas do aquário. Este processo aumenta o oxigênio na água e faz com que outros gases como o CO2 sejam eliminados da mesma.

Seu consumo de energia elétrica é mínimo, não influindo em quase nada na conta de luz

Bomba submersa - Existem diversos tipos de bombas submersas com vazões que vão desde 90l/h até mais de 2.000 l/h, que, como o nome diz, devem ser somente utilizadas submersas no aquário. De comprovada eficiência, apresentam apenas o inconveniente de serem mais caras que os compressores anteriormente abordados.

Magueira e divisores de ar - A mangueira é imprescindível como condutor do fluxo de ar produzido pelos compressores para o bom funcionamento dos filtros de placa e alguns externos. Os divisores de ar são muito importantes para controlar o fluxo do ar e proporcionar outras saídas para a utilização de demais filtros. É aconselhável que o aquarista tenha sempre alguns divisores sobressalentes para o caso de haver a necessidade de substituir algum que apresente defeito. Ambos são baratos e de fácil aquisição.


Pedra porosa - São utilizados para movimentar a água do aquário aumentando assim a quantidade de oxigênio, além de ajudar a eliminar outros gases em razão de movimentação, CO2 por exemplo.


Filtro de placa ou externo - São os tipos de filtros mais baratos e usados. Geralmente sugerimos aos aquaristas a utilização de um filtro que realize a filtragem biológica, daí o filtro de placa é o mais apropriado, principalmente para aquaristas iniciantes, por serem mais baratos e de fácil aquisição no mercado. Falaremos mais detalhadamente no capítulo 8 que tratará dos diversos tipos de filtragem.

Luminária - Bem, trata-se de outro assunto que terá um capítulo próprio, por hora alertaremos para que o aquarista prefira a utilização de luminária para lâmpada fluorescentes. Existem no mercado diversos tipos de lâmpadas para todos os bolsos, que atendem inúmeras finalidades.


Aquecedor com termostato - Equipamento indispensável, principalmente em regiões que apresentem grandes oscilações de temperatura e principalmente baixa temperatura. É importante que o aquarista só utilize aquecedores associados a um termostato, por apresentar uma maior segurança quanto a um aquecimento excessivo. Este é outro assunto que também terá um capítulo mais profundo sobre o assunto.


Aquário de quarentena - Este assunto já foi abordado anteriormente. Todavia, se faz necessário alertarmos sobre a importância da utilização do mesmo quando da aquisição de novos peixes.


Puçás - Encontradas em diversos modelos e tamanhos. São utilizados para capturar os peixes em aquário.


Anti-cloro - Tal produto é indispensável na dispensas de qualquer aquarita. Como todos sabem, a água encanada sofre inúmeros tratamentos com objetivo de torná-las livres de agentes patológicos. Dentre os produtos adicionados na água para seu tratamento verificamos o cloro como produto principal. A quantidade deste gás usada na água não afeta a saúde do homem mas apresenta resultados catastróficos para os peixes. O seu efeito corrosivo danifica as brânquias dos peixes levando-os a morte. Em caso de dúvida o aquarista deverá utilizar o teste de cloro para verificar a sua presença na mesma.


Teste de pH e seus corretores, teste de amônia, nitritos e nitratos, teste de dureza carbonada e total e seus corretores - Estes são testes que os aquaristas mesmo iniciantes não devem desprezar em razão de serem decisivos para obtenção do sucesso no hobby. procure se informar com o lojista de sua confiança sobre estes produtos e sua utilização ou então aguarde mais um pouco no capítulo 9. "A água e suas características (pH, dureza, amônia, nitritos, etc.)". Falaremos detalhadamente sobre os mesmos assim como sua utilização.

Desinfetante - Todos os peixes, plantas e objetos devem antes de ser introduzidos no aquário estarem livres de qualquer agente patogênico ou mesmo parasita que possa a vir a se desenvolver o que poderá levar à morte toda a população do aquário. para uma desinfecção segura o aquarista já encontra no mercado produtos desenvolvidos para este fim. Sugerimos o produto "Clean" da ALCON, que certamente proporcionará uma desinfecção rápida e segura.

Alimentação de boa qualidade - Muitos aquaristas pecam exatamente neste item por achar ser toda ração industrializada igual. A bem da verdade a alimentação é a base de um bom desenvolvimento, sendo ela o reflexo de uma vida saudável, daí, exigirá do aquarista uma atenção especial quanto a este fato. Sugerimos ao aquarista principalmente ao iniciante que utilize a princípio ração em flocos e não exagere quanto a quantidade oferecida. Alimente três vezes ao dia e ofereça uma quantidade suficiente para que seja consumida no mesmo instante, não devendo haver sobras da mesma.


Fica como sugestão a linha de rações da empresa aquarística ALCON por apresentar qualidade e grande aceitação por parte dos peixes


Juarez Raposo Câmara 

 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #5 em: 19/09/2011, 22:46 »





Acará Disco

 

Nome Comum: acará-disco ou peixe-disco
Nome em Inglês: Discus
Nome Científico: Symphysodon discus
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Perciformes
Família: Cichlidae
Género: Symphysodon
País de origem: América do Sul (Brasil)
Comprimento máximo: 15 cm
Reprodução: ovíparo, desova em folhas e pedras
Água: neutra a ligeiramente ácida ( 6,6 a 7,0)
Temperatura: 24 a 28c.
Aquário: médio a grande bem plantado
Comportamento: pacífico e tímido, vive em grupo
Alimentação:Alcon BASIC, Alcon Gold Cichlids Flakes, Alcon Gold Disco Bits, Alcon Blood Worms F.D., Alcon Tubifex F.D..

O termo acará-disco ou peixe-disco é a designação comum aos peixes teleósteos perciformes da família dos ciclídeos do gênero Symphysodon. De distribuição amazônica, corpo discoidal geralmente com faixas escuras verticais, são peixes ornamentais. São pacíficos, onívoros e gostam de pH ácido.

 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #6 em: 19/09/2011, 23:01 »


Barbo Sumatrono


(Capoeta tetrazona)

País de origem: Ásia (Sumatra e Bornéu)
Comprimento máximo: 7 cm
Reprodução: ovíparo
Água: neutra a ligeiramente ácida ( 7,0 a 6,8)
Temperatura: 22 a 26c.
Aquário: médio a grande bem plantado
Comportamento: pacífico e muito ativo
Alimentação: Larvas e insetos, aceita bem flocos (onívoro), alconBASIC, alconCOLOURS, alconPREMIUMmini sticks, Blood Worms F.D., Tubifex F.D.

 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #7 em: 19/09/2011, 23:05 »




Beijador


(Helostoma temmincki) Família Hestomatidae

País de origem: Ásia (Sumatra, Bornéu, Malásia, etc)
Comprimento máximo: 30 cm
Reprodução: ovíparo
Água: indiferente (6,8 a 7,2)
Temperatura: 24 a 28c.
Aquário: médio a grande
Comportamento: pacífico - peixe de cardume
Alimentação: aceita bem flocos (onívoro) alconBASIC e alconCOLOURS, alconPREMIUMmini sticks, alconVEGETAL.

 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #8 em: 19/09/2011, 23:08 »


Peixe Borboleta Africano

(Pantodon buchholzi)

País de origem: África Central.
Comprimento: 12 cm
Reprodução: ovíparo
Água: neutra a ligeiramente ácida (7.0 a 6,8),
Temperatura: 25 a 28c.
Aquário: médio a grande, bem plantado.
Comportamento: pacífico (predador)
Alimentação: insetos e suas larvas, pequenos peixes, aceita flocos. alconBASIC, alconSHRIMP, Blood Worns F.D. e Tubifex F.D., alconPREMIUMvargesticks



 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #9 em: 22/10/2011, 21:27 »




Nome Comum: Lagostim
Nome em Inglês: European crayfish, noble crayfish ou broad-fingered crayfish
Nome em Alemão: Flus Krebs
Nome em Francês: Écrevisse
Nome Científico: Astacus fluviatilis
Reino: Animal
Filo: Arthropoda
Subfilo: Crustacea
Classe: Malacostraca
Ordem: Decapoda
Familia: Astacidae
Espécie: A. fluviatilis


Muito semelhante a um camarão, o Lagostim com o auxílio de seus cromatóforos (pequenas células armazenadoras de tinta), é capaz de mudar de cor em função das condições ambientais, podendo tornar-se esverdeado ou marrom. Rara são as vezes que passam dos 10 cm, sem contar com as antenas.

Origem: águas limpas e muito oxigenadas da Europa.

Ambiente: não tolera lugares muito quentes ou iluminação intensa. Vive preferencialmente nas zonas de menor turbulência das águas correntes e com bastante vegetação. O aquário deve ser espaçoso, com água fria, inferior a 20 ºC, rica em oxigênio.

Alimentação: em aquários podem ser mantidos com alcon Bottom Fish e alcon Gold Disco Bits .

Comportamento: animal bastante agressivo e de tendências solitárias ao chegar à idade adulta. Possui hábitos manifestamente noturnos. A reprodução é sexual, com sexos separados. Os ovos ao eclodirem liberam um indivíduo com forma semelhante à adulta, não ocorrendo, portanto, a fase larval.
 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #10 em: 27/10/2011, 13:05 »


Abelinha


(Brachygobius doriae)

País de origem: Ásia (Java, Bornéu e Sumatra)
Comprimento máximo: 4 cm
Reprodução: ovíparo
Água: neutra, com um pouco de sal (7,0)
Temperatura: 24 a 27c.
Aquário: médio com tocas.
Comportamento: podem morder a nadadeira dos outros peixes à noite.
Alimentação: larvas de insetos, crustáceos, aceita flocos. alconBASIC, alconSHRIMP, Blood Worms F.D., Tubifex F.D.
 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #11 em: 27/10/2011, 13:07 »


Neon Cardinal ou Tetra Cardinal

País de origem: Norte da América do Sul (Brasil)
Comprimento máximo:5 cm
Reprodução: ovíparo
Água: neutra e ligeiramente ácida (7,0 a 6,8)
Temperatura: 22 a 28c.
Aquário: médio a grande bem plantado
Comportamento: pacífico
Alimentação: aceita bem flocos (onívoro) alconBASIC e alconCOLOURS
 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #12 em: 27/10/2011, 13:09 »


Peixe-Anjo-Preto

NOME COMUM: peixe-anjo-preto
NOME EM INGLÊS:
NOME CIENTÍFICO: pomacantus arcuatus
FILO: Chordata
SUPERCLASSE: Pisces
CLASSE: Osteichthyes
ORDEM: Perciformes
FAMÍLIA: Chaetodontidae
Tamanho: 40 cm
Diformismo sexual indeterminado


O peixe-anjo-preto, originário do oceano Pacífico, faz parte da subfamília Pomacanthidae, cujos representantes são consideerados, principalmente por suas cores, como os mais belos peixes marinhos do mundo. São, por isso, muito procurados pelos possuidores de aquários, embora esses peixes não se reproduzam em cativeiro.

o peixe-anjo-preto tem dimensões variáveis, podendo chegar a 40 cm de comprimento, com o corpo bastnate alto e muito comprido lateralmente. A boca é pequena e situada na extremidade do focinho que, em alguns gêneros é bem alongado; as mandíbulas são cobertas por um grande número de dentes pequenos. A nadadeira dorsal é longa, composta por um número variável de 9 a 15 raios espinhosos fortes; a nadadeira anal, também longa, tem 3 ou 4 raios espinhosos.

O peixe-anjo-preto não apresenta dimorfismo sexual eidente, isto é, macho e fêmea parecem idênticos, o que não corre com a maioria dos peixes. No aquário, ele convive bem com peixes menores, mas pode brigar com outros de seu tamanho.
 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #13 em: 27/10/2011, 13:11 »


PEIXE-PAPAGAIO



NOME COMUM: peixe-papagaio
NOME EM INGLÊS:
OUTRO NOME: escaro
NOME CIENTÍFICO: Sparisoma abilgaardi
FILO: Chordata
SUPERLASSE: Pisces
CLASSE: Osteichthyes ORDEM: Perciformes
FAMÍLIA: Scaridae
CARACTERÍSTICAS:
Muito variáveis conforme as espécies.
Comprimento: 20 a 45 cm


Certas espécies de peixe-papagaio (também conhecido como escaro) passam a noite dentro de um casulo de muco. À tarde, eles gastam cerca de meia hora para fabricar esse casulo, e outro tanto para sair de manhã. Não se sabe bem para que serve essa espécie de camisola de noite.

Existem 80 espécies de peixes-papagaios espalhados por todos os mares tropicais do mundo. Os peixes-papagaios são sempre sarapintados, de cores muito vivas, mas esse colorido varia muito dentro de cada espécie. Uma característica notável dos peixes-papagaios são as mudanças de forma da cabeça com a idade: os mais velhos apresentam a fronte abaulada e um perfil que lembra um cachalote.

Os peixes-papagaios alimentam-se de algas, mas certas espécies grandes, que vivem solitárias e não em cardumes, comem coral, quebrando ramos inteiros,inclusive o esqueleto calcário, que em seguida é expelido em forma de pó. Os peixes-papagaios têm maxilas possantes e seus dentes são soldados em grandes placas trituradoras. É esta particularidade que dá a sua boca o aspecto de um "bico de papagaio".
 

Offline Aislin

Re: Aquarismo
« Responder #14 em: 27/10/2011, 13:13 »


PEIXE PALHAÇO

Nome Comum: Peixe palhaço
Nome em espanhol: Pez payaso rojo
Nome em Inglês: Red Clownfish or Tomato Anemonefish
Nome Científico: Amphiprion frenatus
Filo: Chordata
Superclasse: Pisces
Classe: Osteichthyes
Ordem: Perciformes
Família: Pomacentridae
Características:
Comprimento: 8 m
Cor: Vermelho-ferrugem, com listras verticais
Cabeça curta, boca pequena, dentes pouco desenvolvidos.

O peixe-palhaço ou anfitrião passa todo o tempo perto das anêmonas-do-mar. Ele se esconde do perigo e dorme no meio dos tentáculos venenosos da anêmona. Às vezes, chega mesmo a roubar alimento da boca de sua protetora, embora também traga comida para um lugar onde ela alcance. Este pequeno peixe, ao contrário de outros, está a salvo dos ferrões da anêmona.

O motivo pelo qual o peixe-palhaço não sofre os efeitos das células urticantes da anêmona ainda não é bem conhecido. Alguns cientistas acreditam que o muco que recobre o peixe protege-o contra o veneno. Entretanto, somente os peixes-palhaços sadios estão protegidos. Os doentes são mortos pela anêmona.

O peixe-palhaço ou anfitrião é encontrado nos oceanos Atlântico e Pacífico. É pequeno, ágil e de colorido brilhante. A fêmea põe seus ovos na base de uma anêmona-do-mar.
 

 



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