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Apresentações & Regras / cuidar dos cuidadores
« Última mensagem por Catarina V em 20/08/2017, 17:57 »
Gostaria de criar um espaço onde fosse possível partilhar experiências entre cuidadores informais: mães, pais, irmãos.
Aguardo o vosso feedback!

Obrigada
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Apresentações & Regras / Bem vindo Catarina V
« Última mensagem por Neo em 20/08/2017, 17:49 »
Bem-Vindo Catarina V ao Deficiente-Forum.  

Agradecemos a tua inscrição no nosso Fórum e esperamos poder ajuda-lo no que for preciso, também esperamos poder aprender muito com a sua sabedoria e disponibilidade para o que seja necessário.

Faça agora sua apresentação neste post.

Obrigado
A Administração
3
Bicicleta e camisola amarela de Raúl Alarcón em leilão solidário


FILIPE AMORIM/GLOBAL IMAGENS


A bicicleta e a camisola amarela autografada pelo ciclista espanhol, vencedor da Volta a Portugal, vai ser leiloada até 15 de setembro, com o valor a reverter para o projeto de desporto adaptado da Associação Salvador

Além da bicicleta e camisola do ciclista do W52-FC Porto, o leilão vai disponibilizar também as camisolas autografadas do vencedor da classificação por pontos, Garcia de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé), da montanha, Amaro Antunes (W52-FC Porto), e da juventude, Krists Neilands (Israel Cycling Academy).

O valor angariado com os leilões promovidos pela plataforma online de angariação de fundos eSolidar vai reverter para a Associação Salvador, que tem como objetivo o desenvolvimento de projetos que melhorem a integração e qualidade de vida das pessoas com mobilidade condicionada.

 
Fonte: DN
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Delegados de saúde vão fiscalizar lares em fim-de-semana muito quente

Francisco George justifica as determinações com a "previsão do aumento das temperaturas no continente".
LUSA 18 de agosto de 2017, 18:12 Partilhar notícia

Nuno Ferreira SantosFoto


O director-geral da Saúde ordenou nesta sexta-feira que os delegados de Saúde visitem, no fim-de-semana, lares de idosos e unidades de cuidados de saúde, face ao previsto aumento da temperatura em Portugal continental.


"Determino que os delegados de Saúde de todas as regiões visitem, durante o fim de semana, lares e unidades prestadoras, no quadro do plano de contingência [sazonal]", escreve Francisco George numa de quatro mensagens enviadas nesta sexta-feira à rede nacional de delegados de Saúde.

Francisco George ordenou ainda a entrada em funcionamento de "medidas imediatas" previstas no plano de contingência, como a "identificação de abrigos climatizados nas unidades prestadoras de cuidados" de saúde.

O director-geral da Saúde justifica as determinações com a "previsão do aumento das temperaturas no continente", com as máximas a poderem atingir, entre sábado e segunda-feira, os 37º C a 44º C em alguns distritos.

Nas mensagens, Francisco George lembra ainda a necessidade de protecção contra os efeitos negativos do calor intenso e refere que os cidadãos podem obter informação na página da Direcção-Geral da Saúde na Internet (www.dgs.pt) ou através da linha Saúde 24 (808 24 24 24).


Fonte: Publico
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Papel dos professores de Educação Especial não muda, garante Governo

Sindicatos e associações mostraram dúvidas sobre qual seria o papel dos docentes especializados face à forma como está redigida a proposta da nova lei.


O papel dos professores de Educação Especial não vai sofrer alterações quando entrar em vigor o novo modelo para o sector, que está neste momento em discussão pública. A garantia é dada ao PÚBLICO pelo Governo e surge depois de sindicatos e associações terem demonstrado dúvidas sobre qual seria o papel dos docentes especializados face à forma como está redigida a proposta da nova lei.


O papel dos professores “parece muitas vezes diluído” e a precisar de clarificação, concorda o presidente da associação Pró-Inclusão, David Rodrigues. Ao contrário do que acontecia na lei de 2008, que ainda está em vigor, a proposta actualmente em discussão pública não inclui especificações relativas ao serviço docente, não referindo quais são as atribuições que devem ser desempenhadas por docentes de Educação Especial.

A Fenprof considera que o novo modelo de Educação Especial “abre a porta à retirada dos professores do apoio directo aos alunos”, explica a dirigente Ana Simões, sublinhando que, se isso vier a acontecer, “terá graves consequências ao nível do desemprego” dos professores.

A mesma dirigente tem também dúvidas sobre as atribuições que estão destinadas aos professores da área cognitivo-motora na proposta que está em discussão pública até ao final de Setembro. “É clara a missão dos docentes de referência para a surdez e deficiência visual, mas para os outros, não”, afirma Simões.

A resposta do Ministério da Educação a estas dúvidas é, porém, taxativa. “O papel dos docentes de educação especial não se altera."

O ministério desvaloriza também as preocupações demonstradas, numa carta aberta do final do mês passado, por um grupo informal dos Técnicos Especializados Precários, que alertava para a existência de um “vazio legal” nesta revisão relativamente aos alunos com perturbação do espectro do autismo, com multideficiência e surdo-cegueira congénita.

O Governo sublinha que esta “ausência” se prende com a mudança de filosofia do diploma que “é um modelo educativo e não clínico”. As unidades especializadas em situações de autismo e multideficiência serão integradas nos novos Centros de Apoio à Aprendizagem. A proposta em discussão prevê ainda que as respostas educativas sejam definidas em articulação com as Unidades Locais de Saúde, o Sistema Nacional de Intervenção Precoce na infância, as consultas de desenvolvimento do Serviço Nacional de Saúde para os casos em que é necessário um apoio clínico específico.


Fonte: Publico
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Avaliação médica deixa de ser obrigatória na Educação Especial

Pais, professores e especialistas elogiam novo modelo que está em discussão pública, mas têm dúvidas sobre a forma como será posto em prática. A ambição é grande mas e os recursos?


PAULO PIMENTA


Os alunos com Necessidades Educativas Especiais vão deixar de ter que passar por uma avaliação médica anual para medir os seus progressos na escola. O novo modelo para a Educação Especial que está neste momento em discussão pública acaba com a preponderância que têm os critérios clínicos, alargando-se, em teoria, a todos os estudantes e não apenas aos que têm necessidades permanentes. A mudança é elogiada por pais, professores e especialistas, que mostram, no entanto, dúvidas quando à sua implementação.


A Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIFIS), uma metodologia da Organização Mundial de Saúde que avalia o grau de incapacidade de uma pessoa, é um dos instrumentos fundamentais da lei actualmente em vigor. Os alunos tinham que passar por essa avaliação, feita em centros de saúde ou em centros de recursos especializados, para terem acesso às medidas educativas especiais.


O instrumento era também preponderante ao longo do percurso educativo. No final de cada ano lectivo, tinha que ser elaborado um relatório individualizado sobre a melhoria dos resultados escolares do aluno e outros indicadores psicológicos e sociais, tendo por base o CIFIS.

A preponderância de critérios clínicos sobre as medidas educativas foi criticada, desde 2008 – quando a actual lei foi publicada, num Governo que era também liderado pelo PS – por vários especialistas. “Esse era o pecado original da lei”, classifica o psicólogo do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), José Morgado, para quem a alteração agora proposta é “um avanço”.

Parecer médico passa a ser facultativo
No modelo que está em cima da mesa, a identificação dos alunos elegíveis para medidas educativas especiais pode ser feita pelos encarregados de educação, docentes ou técnicos, que têm que justificar essa opção junto da direcção da escola. Um parecer médico passa a ser facultativo e destina-se a casos de problemas de saúde física ou mental com impacto nas aprendizagens.

O fim da utilização da CIFIS articula-se com outra mudança proposta pelo Governo na lei da Educação Especial, que terá agora o nome de regime legal para a inclusão escolar: em teoria, as medidas do novo diploma aplicam-se a todos os alunos, prevendo-se para o efeito um conjunto de medidas de que poderão beneficiar os estudantes que demonstrem dificuldades durante o seu percurso escolar, independentemente de terem ou não o que até agora se classificava como necessidades educativas especiais, que pressupunham a existência de um conjunto de limitações significativas.


O diploma de 2008 deixava claro que se destinava a alunos com necessidades educativas especiais “de carácter permanente”, uma expressão que surge várias vezes ao longo do documento. No modelo agora em discussão, “afasta-se a concepção de que é necessário categorizar para intervir”, sublinha-se no preâmbulo da projecto. A ideia será, por exemplo, que uma criança que apresente, num dado momento, especiais dificuldades de aprendizagem, possa ser incluída nas medidas previstas no novo regime de inclusão. José Morgado considera essa solução “positiva”.

Na proposta, o presidente da Associação Nacional de Docentes de Educação Especial Pró-Inclusão, David Rodrigues, nota, de resto, “grandes diferenças na linguagem”. “São conceitos muito actuais e mais em consonância com os documentos internacionais sobre educação inclusiva”, valoriza. David Rodrigues falou ao PÚBLICO a título individual. A associação Pró-Inclusão está ainda a elaborar um parecer para entregar ao Governo sobre a proposta que está em discussão. Todas as instituições contactadas a propósito desta matéria estavam ainda a preparar os seus contributos formais. O Governo alargou o período de discussão pública da nova lei, inicialmente previsto para o final deste mês, até 30 de Setembro.


A concepção do novo modelo de Educação Especial merece elogios da Federação Nacional de Professores (Fenprof): “Assinamos por baixo o preâmbulo da lei”, diz a dirigente Ana Simões.

O “problema” para o sindicato está “no articulado”, isto é, na forma como a nova visão da tutela para o sector se aplicará na prática. É uma posição semelhante à da dirigente da associação Pais em Rede, Luísa Beltão. “A proposta faz sentido, mas precisamos de ser realistas”, diz.

Para a dirigente da associação de pais de alunos com necessidades educativas a lei ainda em vigor “não foi desenvolvida na maioria das escolas”. “Não há uma única escola em Portugal que consideremos inclusiva”, acusa. Por isso, Luísa Beltrão duvida da eficácia de um novo modelo “muito mais exigente” e que vai ser aplicado num sistema de ensino “que não foi capaz de cumprir coisas básicas e continua a marginalizar estas crianças”.

“Algumas pessoas ficaram perplexas com a dimensão da mudança proposta”, admite David Rodrigues. Por isso defende a necessidade de uma solução de “ponte” entre o modelo existente e a ideia do Governo para o futuro.


Para José Morgado, ainda falta “precisão” à nova lei. E dá como exemplo os novos Centros de Apoio à Aprendizagem, que são apresentados como o principal instrumento do modelo. Neste espaço vão reunir-se transversalmente os recursos humanos e materiais existentes na escola que podem ser aplicados à Educação Especial. Substituirão as unidades especializadas previstas na anterior lei, especificamente destinadas a alunos com multi-deficiência, surdo-cegueira congénita ou autismo.

“Como é que as ideias, princípios, orientações são levadas a cabo?”, questiona o psicólogo do ISPA. “Nada me garante que a cultura dos agrupamentos não tenha uma réplica da estrutura em que os meninos passam muito tempo fora da sala de aula."

Ao PÚBLICO, o Ministério da Educação lembra que a proposta está ainda em discussão pública e que o período para recolha de contributos foi alargado precisamente para “recolher todas as opiniões e sugestões de melhoria”. A tutela assegura também que a mudança entre os dois modelos está a ser preparada: “A sua entrada em vigor será precedida de formação e da implementação do manual de práticas previsto na proposta."

Mais com o mesmo?
A proposta que está em discussão pública faz várias referências aos recursos necessários para a aplicação destas medidas. “As medidas selectivas são operacionalizadas com os recursos materiais e humanos disponíveis na escola”, lê-se numa das passagens do articulado. A ideia repete-se, com diferentes formulações, ao longo do documento, e tem sido interpretada como limitação ao reforço de recursos nas escolas para cumprir o disposto na mesma proposta.


É dessa forma que Ana Simões, dirigente da Fenprof, lê o documento: “Para uma verdadeira inclusão são precisos recursos e isso não pode ser feito quando o texto fala que os recursos são os existentes nas escolas e mais nada."

“Se isso acontecer, poder pôr-se em causa a efectividade da lei”, avisa David Rodrigues da Pró-Inclusão.

Apesar da redacção da proposta de lei em discussão, o Ministério da Educação afasta esse cenário. “Isto não significa que as escolas não poderão contratar mais recursos humanos”, garante o gabinete de Tiago Brandão Rodrigues. Os recursos das escolas devem continuar a “ser maximizados”, segundo a mesma fonte, mas pode recorrer-se a recursos adicionais “sempre que justificado”.


PUblico
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Anedotas / Re: Os Recém-Casados, as Calças e a Calcinha
« Última mensagem por migel em 19/08/2017, 18:30 »
grande lição..   :Hee:
8
Anedotas / Os Recém-Casados, as Calças e a Calcinha
« Última mensagem por casconha em 19/08/2017, 13:17 »


Um jovem casal recém-casado estava na suíte de lua de mel na noite de núpcias.
Enquanto eles estavam se despindo para a cama, o marido - que era um grande homem (fisicamente falando) -
jogou suas calças para sua noiva e disse: "Aqui, coloque isso."
Ela vestiu a calça, que tinha o dobro do tamanho do seu corpo.
 "Eu não posso usar suas calças. Ficam enormes em mim", disse ela.
 "Isso mesmo!", disse o marido.
 "Isso é pra você nunca esquecer que eu sou o homem que usa as calças nesta família



Com isso, ela tirou sua calcinha e disse: "Agora sua vez. Vista-a."
Ele colocou a calcinha até onde pôde, mas não conseguia tirá-la por nada.
 "Mas que diabos!", disse ele. "Eu não consigo tirar sua calcinha!"

Ela respondeu: "Isso mesmo, e é assim que vai ser até você mudar sua atitude autoritária".


9
Emprego / Projeto promove a contratação de pessoas com deficiência
« Última mensagem por migel em 19/08/2017, 13:01 »
Projeto promove a contratação de pessoas com deficiência


A Fundação AFID Dif
erença, instituição que apoia jovens com deficiência, crianças e idosos no concelho da Amadora, e a Aproximar são os parceiros nacionais no projeto europeu DESIGN – Disabled Employability Signaling -, um projeto que promove a contratação de pessoas com deficiência.

O projeto DESIGN Programa Eramus+ da União Europeia (UE), que terá a duração de três anos, tem como fim último capacitar serviços de orientação e aconselhamento profissional para colocação no mercado de trabalho normal de pessoas com deficiência quebrando ciclos discriminatórios e preconceitos que as pessoas com deficiência enfrentam.

Para Domingos Rosa, Presidente do Conselho Executivo da Fundação AFID Diferença, “é um dos eixos onde a AFID assenta e, é com orgulho que juntamos à nossa experiência vários casos de sucesso de empresas que contratam pessoas com deficiência. Achamos que esta iniciativa, graças aos parceiros que tem e ao nível de conhecimento que trazem, é um grande passo para todos,” conclui.

Além da AFID e da Aproximar, juntam-se às parcerias da DESIGN, a AFEJI e a ANDICAT – Association Nationale des Directeurs et Caders D’ESAT (França), KFA – Hand in Hand Foundation (Hungria), ASSOC- Asociatia Profesionala Neguvernamentala de Asistenta Sociala e a EaSI – European Association for Social Innovation (Romania) que trazem ao projeto a experiência em trabalho social, formação, aconselhamento e recrutamento. A AERID – Associação Educar, Reabilitar e Incluir Diferenças e a EDP, Energias Portugal são os parceiros associados.

Fonte: DN
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Acessibilidades & Mobilidade / A Praia mais acessível de Portugal
« Última mensagem por migel em 19/08/2017, 12:57 »
A Praia mais acessível de Portugal



A Praia de Valadares Sul foi distinguida com o primeiro lugar no concurso «Praia+Acessível 2016», numa iniciativa promovida pelo Instituto Nacional para a Reabilitação (INR).

O prémio é o reconhecimento da aposta que a autarquia tem feito para que as praias do concelho sejam acessíveis a todos, sustenta Miguel Lemos, administrador da empresa Águas de Gaia. São cinco as praias 100% acessíveis do concelho: Miramar, Senhor da Pedra, Canide Norte, Aguda e Valadares Sul.

“Estas praias têm a particularidade de, para além de terem condições especiais ao nível do passadiço para permitir que pessoas com cadeiras de rodas acedam ao areal, dispõem também de um serviço de apoio a banhos através de protocolos que temos com as corporações de bombeiros e com a disponibilização de carros anfíbios que permitem levar pessoas com mobilidade reduzida ao mar”, explica Miguel Lemos.

Nestas praias, a autarquia tem apostado, numa parceria com o Centro de Reabilitação do Norte, em várias iniciativas para pessoas com mobilidade reduzida como o surf e o voleibol adaptados ou passeios na ciclovia para pessoas com mobilidade reduzida com utilização de bicicletas específicas.

O título de praia mais acessível do país é para revalidar, garante o administrador das Águas de Gaia, e a aposta vai continuar com a criação de condições de acesso para pessoas invisuais ou com visão reduzida, através da criação de sinalética específica e da sensorização dos passadiços que vão fornecer informação sobre a localização. O projeto será testado ainda durante esta época balnear numa das cinco praias mais acessíveis do concelho.

Gaia é o segundo concelho do país com mais praias de qualidade
Este ano, o concelho de Vila Nova de Gaia ficou em segundo lugar no ranking “Qualidade de Ouro 2017”, que avaliou as praias portuguesas, com critérios como a qualidade da água.

Mais uma distinção para as praias do concelho, todas com Bandeira Azul, que se estendem ao longo de 18 quilómetros da zona costeira. A limpeza das praias, a melhoria da qualidade da água, as infraestruturas para a prática desportiva e de lazer com os 15 quilómetros de passadiço e 25 quilómetros de ciclovia, têm colocado as praias do concelho de Gaia no mapa pelas melhores razões.

Miguel Lemos garante que, hoje em dia, Gaia é uma referência ao nível do saneamento e que isso reflete a qualidade da água nas praias do concelho. “Quem nos visita sabe que a água das praias de Gaia é efetivamente água de qualidade. A prova disso é que temos bandeiras azuis e todos os anos são revalidadas”, sustenta.

Além disso, continua, é feito um controlo contínuo da qualidade da água do mar através das análises obrigatórias que são feitas pela Agência Portuguesa do Ambiente e também pelo “ Centro Azul” de apoio às praias do concelho. “Durante todo o ano temos uma equipa dedicada a esta área do concelho, portanto isso permite-nos ter o areal das praias mais limpo, os passadiços sempre que possível em boas condições e, se algo de anormal acontecer, seja no mar, no areal ou nos passadiços, nós estamos em permanência em acção aqui na orla marítima”, afirma o administrador das Águas de Gaia.

Para que as 18 praias do concelho continuem a ter um selo de qualidade, a autarquia pede a colaboração de todos os visitantes e concessionários das praias para que reportem anomalias que encontrem nas praias ou nos seus acessos. Podem fazê-lo através do site “Gaia Mais Praia” ou através da aplicação Águas de Gaia.

O administrador das Águas de Gaia acredita que, no futuro, o principal desafio passa por garantir “a manutenção da qualidade das infraestruturas existentes e, sempre que possível melhorar e inovar”. Depois da acessibilidade, a aposta da autarquia para o próximo ano é a melhoria dos transportes para as zonas balneares e a opção de transportes alternativos, amigos do ambiente, adianta o responsável da empresa.

A autarquia está atualmente a trabalhar no processo de certificação da ciclovia que liga as várias praias do concelho para que possa integrar a rede europeia de ciclovias Euroveloe, desta forma, figure na Rota da Costa Atlântica que liga Portugal à Noruega de bicicleta.

Fonte e vídeo: Público  https://www.publico.pt/2017/08/16/conteudo-patrocinado/noticia/a-praia-mais-acessivel-do-pais-fica-em-vila-nova-de-gaia-1782500
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