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CAC vai lutar pela medalha de bronze na Champions
Equipa portuguesa defronta Marselha este domingo na etapa de Odivelas


Goalball
• Foto: DR

O Clube Atlético e Cultural (CAC) perdeu este sábado nas meias-finais frente ao Fen Tigers (6-7) e vai disputar no domingo a medalha de bronze da EGCA Champions League de Goalball, etapa de Odivelas, diante do Marselha, que dará acesso à fase final da prova em Berlim.

Já o FC Porto caiu nos quartos de final diante do Gotemburgo (5-7), formação sueca que disputa este domingo a final diante o Fen Tigers.


Fonte: Record
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CAC estreia-se na Liga dos Campeões de Goalball com vitória
Portugueses batem ASCND Marseille no primeiro jogo do dia



CAC estreia-se na Liga dos Campeões de Goalball com vitória sobre ASCND Marseille
• Foto: DR

O Clube Atlético e Cultural estreou-se esta sexta-feira na EGCA Champions League – Odivelas Qualification Stage com uma vitória na sua primeira participação na competição, numa jornada em que assume igualmente o papel de clube anfitrião.

A jogar em casa, perante uma bancada bem composta, repleta de olhares atentos e muito apoio, o CAC entrou determinado e demonstrou grande atitude competitiva, garantindo um resultado positivo nesta estreia histórica na principal prova europeia de clubes de goalball.


O CAC entrou na competição com uma vitória frente ao poderoso ASCND Marseille, pelo resultado final de 8–4. Após uma primeira parte que terminou empatada a dois golos, a equipa regressou mais forte na segunda metade e, com o apoio do público, que contou com a presença entusiasta de muitas crianças nas bancadas, fechou o marcador em 8–4, num ambiente de grande energia.

Os golos do CAC foram apontados por João Mota, com três golos, e Javier Serrato, com cinco golos.

O C.A. Cultural integra o Grupo B da competição, juntamente com o ASCND Marseille (França), o FSBU Gothenburg (Suécia) e o BSI Copenhagen (Dinamarca).

O CAC volta a entrar em campo às 15h30 e novamente às 19h55, dando continuidade à sua participação nesta edição da Champions League.


Fonte: Record
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Outros / RePlay – Laboratório de Jogos Inclusivos no Núcleo de Inclusão
« Última mensagem por migel em 21/02/2026, 17:23 »


RePlay – Laboratório de Jogos Inclusivos no Núcleo de Inclusão

No dia 26 de janeiro, o Palavras Infinitas – Núcleo de Inclusão, Comunicação e Media promoveu a atividade RePlay – Laboratório de Jogos Inclusivos, uma iniciativa que teve como objetivo pensar a forma como os jogos de mesa se podem tornar mais acessíveis para todas as pessoas. No dia 20, das 15h30 às 18h30, há uma sessão de jogos em que os protótipos inclusivos desenvolvidos serão testados.

A atividade surgiu a partir das sessões de jogos de mesa regulares no Núcleo de Inclusão, nas quais uma das participantes recriou o jogo “Quarto”, utilizando apenas papel e recortes para criar diferentes formas. Mas faltavam ainda alguns detalhes para tornar esta versão do jogo mais inclusiva, e foi a partir da reflexão nestas adaptações que se realizou este laboratório, propondo um espaço de criatividade e colaboração entre os convidados.

Esta sessão – em que estiveram presentes cerca de vinte pessoas – reuniu docentes e estudantes de Design de Produto da Universidade do Minho, especialistas em acessibilidade, criadores e aficionados de jogos e a equipa do Núcleo de Inclusão, Comunicação e Media.

O encontro começou com um momento de acolhimento e enquadramento, seguido de uma roda inicial de partilha, onde cada participante refletiu sobre a sua relação pessoal com os jogos — da infância aos formatos digitais e analógicos — e sobre o significado que estes assumem atualmente nas respetivas vidas.

A sessão teve como principais objetivos criar um espaço seguro de escuta e troca, reconhecer experiências diversas com jogos, identificar barreiras e oportunidades de inclusão e iniciar processos de redesign acessível, culminando na produção das primeiras ideias e protótipos testáveis.

Durante o RePlay, os alunos de design trabalharam em conjunto com os participantes do Núcleo de Inclusão, abordando diferentes estratégias para transformar jogos tradicionais em experiências inclusivas. A sessão permitiu tornar visíveis barreiras frequentemente ignoradas no design de jogos e reforçou a importância da colaboração entre teoria, prática e experiência vivida.

A sessão foi marcada pela troca de ideias e pela dinâmica de toda a atividade, que culminou na definição de três conceitos. Os alunos aceitaram o desafio de desenvolver os respectivos protótipos em contexto académico.


Como resultado desta colaboração, está previsto que, no dia 20 de fevereiro, durante a próxima sessão de jogos de mesa, os alunos tragam os protótipos inclusivos impressos em 3D, inspirados nas ideias geradas no Replay.

Ainda vais a tempo de participar. Aparece e faz parte desta iniciativa que mostra como a criatividade e a colaboração podem transformar diversas atividades do dia a dia em experiências inclusivas, de diversão e acessíveis a todos.


Fonte: https://forumdeficiencia.guimaraes.pt/?p=3538
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CERCIGUI lança Questionário de Auscultação da Comunidade

Participe e faça ouvir a sua voz através do questionário que a Cercigui se encontra a promover no sentido de auscultar a comunidade desta organização vimaranense, uma iniciativa que visa melhorar continuamente a qualidade dos serviços prestados.

A participação e a opinião da comunidade são fundamentais para reforçar a participação ativa das pessoas  e o desenvolvimento de respostas cada vez mais ajustadas às necessidades reais dos clientes da Cercigui. Neste sentido, este questionário assume-se como um importante instrumento de escuta e avaliação, permitindo à Cercigui identificar oportunidades de melhoria e consolidar boas práticas.

A instituição convida toda a comunidade a colaborar através do preenchimento do questionário, contribuindo assim para a construção de serviços mais eficazes, inclusivos e alinhados com as expectativas dos cidadãos a quem dá resposta.

As respostas são totalmente anónimas, sendo garantida a confidencialidade de toda a informação recolhida. A Cercigui agradece, por isso, a máxima sinceridade no preenchimento.

Para preencher o questionário aceda à hiperligação AQUI  https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScVWhFHfOAj7o3hPEsTKULQ9DQ4E7qrAxh0CLeMKEH0HzEl2g/viewform?fbclid=IwY2xjawQCcc1leHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEekgh8-zbBfAoc2JtR6PtbXJsXFP9qh1mnq38djHvvI7X1iyHkZ2R9lzybgA4_aem_nFFPtsvMsHHfuSGRz--7XQ


Fonte: https://mailchi.mp/b3e4d1698c8e/forum-municipal-das-pessoas-com-deficiencia-newsletter-agosto-17446112?e=34a05473ea
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Deficiência Visual / Qual é o lugar do braille num mundo cada vez mais digital?
« Última mensagem por migel em 21/02/2026, 17:17 »
Qual é o lugar do braille num mundo cada vez mais digital?


Leitores de ecrã, inteligência artificial e diversos dispositivos electrónicos multiplicam as formas de acesso à informação, mas reacendem uma questão: que lugar ocupa hoje o braille na vida das pessoas cegas? As vozes de Ana Nascimento, do professor Leonardo Silva, de Filipe Azevedo da ACAPO, e da professora Cristina Bento apontam no mesmo sentido, sem braille, não há verdadeira literacia.

Ao longo dos tempos, o braille tem sido o principal meio de acesso à leitura e à escrita para pessoas cegas. Baseado em seis pontos em relevo, permite representar letras, números, sinais e símbolos, garantindo o contacto direto com a forma escrita através do tato.

Ana Nascimento, pessoa cega desde nascença, teve contacto com o braille ainda no infantário, na Ilha da Madeira. “Era com esse código que eu ia trabalhar no ensino primário e por aí adiante”, recorda, sublinhando que aprender braille foi uma necessidade incontornável: “Tive mesmo que aprender o braille para conseguir fazer a escolaridade toda”.

Ao contrário do áudio, o braille possibilita o contacto direto com a grafia, sendo especialmente relevante no contexto educativo, em que ouvir não substitui o ato de ler e escrever.

Importa esclarecer que o braille não é uma língua, mas sim um código de leitura e escrita que pode ser aplicado a diferentes idiomas, como a língua portuguesa. Nesse sentido, o braille funciona como uma ponte de acesso à língua, permitindo às pessoas cegas ou com baixa visão, não só ler e escrever, mas também interagir com tudo o que a linguagem representa: comunicação, conhecimento, cultura e participação plena na sociedade.

Na perspetiva de Ana Nascimento, uma pessoa cega que não domine o braille enfrenta limitações profundas. “Fica à parte do mundo por não conseguir interagir com os conteúdos”, afirma, associando a leitura à participação social e ao acesso ao conhecimento.

Esta perspetiva é partilhada por Leonardo Silva, também ele cego e professor com experiência no ensino a alunos cegos e com baixa visão. Para o docente, o braille tem demonstrado capacidade de adaptação, integrando-se no digital através de linhas braille e outros dispositivos. Ainda assim, sem o domínio do braille, “não é possível falar de verdadeira literacia”, apenas de um acesso parcial à informação.

No contexto educativo, esta valorização é igualmente defendida por Cristina Bento, professora na Escola Rodrigues de Freitas, no Porto. Para a docente, o braille é “absolutamente fundamental” na aprendizagem, por permitir desenvolver competências reais de leitura e escrita. “A tecnologia pode facilitar o acesso à informação, mas o braille continua a ser essencial para consolidar aprendizagens”, sublinha.

Ainda assim, Leonardo Silva reconhece uma diminuição do uso do braille entre os alunos, associada ao imediatismo do áudio. Para o professor, o áudio deve ser encarado como complemento e não como substituto, por não permitir a compreensão plena da escrita, da ortografia ou da estrutura textual.

As fragilidades identificadas encontram eco na análise da ACAPO. Filipe Azevedo sublinha que o braille continua a ser um pilar essencial da autonomia e da cidadania. No entanto, alerta para o risco de afastamento precoce da escrita braille entre as novas gerações, motivado pela facilidade das soluções tecnológicas e pela falta de acompanhamento especializado.

Cristina Bento alerta também para os limites do áudio: “Ouvir não é o mesmo que ler”. O recurso excessivo pode comprometer a consolidação da ortografia e da estrutura das palavras. À semelhança de outros docentes, aponta ainda o atraso e a falta de materiais em braille como um problema persistente, que coloca os alunos cegos em desvantagem. A estas dificuldades soma-se o elevado custo dos mesmos, desde impressoras braille a equipamentos do quotidiano, reforçando a ideia de que a inclusão continua, muitas vezes, dependente da capacidade económica dos utilizadores.

Contudo, nem todas as pessoas com deficiência visual dominam o braille. Algumas recorrem a softwares de ampliação, enquanto outras, mesmo sendo cegas, não o utilizam devido a fatores como a idade em que surgiu a deficiência visual ou dificuldades no processo de aprendizagem. A crescente utilização das novas tecnologias veio reforçar alternativas de acesso à informação, muitas vezes mais rápidas e imediatas.

Ana Nascimento considera estas situações diferentes, reconhecendo que quem perde a visão em idade adulta não pode ser considerado analfabeto, por já ter tido contacto prévio com a escrita.

A madeirense assume que, no quotidiano, a presença do braille continua a ser irregular. Ana Nascimento aponta a escassez de informação em braille em produtos comuns, como embalagens ou prazos de validade, sendo a medicação uma das poucas exceções.

Filipe Azevedo, secretário da direção da delegação de Braga da ACAPO acrescenta que a ausência de braille manifesta-se também em pequenos detalhes do quotidiano. Filipe Azevedo aponta o exemplo dos elevadores, apesar de os botões incluírem braille, nem sempre existe informação sonora. Como solução simples, sugere a colocação de identificação em braille no exterior do elevador, em cada piso, permitindo confirmar o andar após a saída.

Em Portugal, entidades como a Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) desempenham um papel fundamental na promoção do braille, através de ações de formação, sensibilização e divulgação. No entanto, o ensino do código enfrenta problemas estruturais persistentes, como a escassez de professores especializados, sobretudo nas áreas científicas, os atrasos na disponibilização de manuais adaptados e a inadequação de muitos materiais digitais.

Este cenário revela que o principal problema do braille não reside na sua utilidade, mas na falta de investimento, planeamento e apoio continuado. É neste contexto de coexistência tecnológica e fragilidade estrutural que se coloca a questão da sua atual relevância: estará o braille a adaptar-se aos novos tempos ou corre o risco de se tornar secundário?

Leitores de ecrã, computadores e telemóveis equipados com tecnologias de apoio permitem hoje maior autonomia no quotidiano das pessoas com deficiência visual. Ainda assim, estes avanços levantam uma questão central: poderá o braille ser substituído pela tecnologia?

Embora utilize atualmente mais o computador e os leitores de ecrã, Ana Nascimento rejeita a ideia de que a tecnologia substitua o braille. “Para mim é diferente, porque sou eu que estou a ler”, afirma, destacando a leitura braille como uma experiência ativa e controlada.

A introdução da inteligência artificial (IA) surge, neste contexto, como uma oportunidade. Leonardo Silva defende que a IA pode potenciar o braille, permitindo o acesso tátil a textos gerados digitalmente e facilitando a adaptação de materiais escolares. A descrição automática de imagens em manuais, a revisão do braille impresso ou a utilização de códigos QR associados a conteúdos acessíveis são alguns exemplos. O desafio, considera o professor, passa por garantir que estas ferramentas reforcem a leitura e a escrita em braille, evitando uma dependência exclusiva do áudio.

Neste contexto, a questão deixa de ser se o braille está a morrer e passa a ser se está a ser suficientemente apoiado.

Através dos testemunhos de Ana Nascimento, Filipe Azevedo, Leonardo Silva e Cristina Bento, percebe-se que o braille resiste, adapta-se e mantém a sua relevância, mas encontra-se num equilíbrio frágil entre a inovação tecnológica e a falta de investimento. “Eu tenho medo que o braille se acabe”, refere Ana Nascimento, não por o braille perder utilidade, mas por ser progressivamente deixado para segundo plano.

Fonte: https://mailchi.mp/b3e4d1698c8e/forum-municipal-das-pessoas-com-deficiencia-newsletter-agosto-17446112?e=34a05473ea
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Arranque da Liga dos Campeões de goalball: “FC Porto quer ser uma das melhores equipas europeias”


Artikelbild:Arranque da Liga dos Campeões de goalball: “FC Porto quer ser uma das melhores equipas europeias”
A fase de grupos da Liga dos Campeões de goalball arranca esta sexta-feira, com o FC Porto a medir forças com os ingleses do Fen Tigers (08h00), os alemães do SSG Blista Marburg (12h20) e os italianos do ASD Omero Bergamo (16h40) no Pavilhão Multiusos de Odivelas. Os “quartos” e as meias-finais realizam-se no sábado e a final que atribui o título europeu disputa-se no domingo.

Na antecâmara desta edição da Champions, o treinador Pedro Filipe manifestou o desejo “ser uma das melhores equipas a nível europeu” e assegurou que “o grupo está motivado e com reais expectativas de conseguir ser bem-sucedido”. “Ciente das dificuldades” que encontrarão perante os “representantes máximos das distintas Ligas”, o técnico apelou aos adeptos: “Lanço o desafio para que nos venham apoiar e ajudar-nos a alcançar o nosso objetivo”.




A Champions de Goalball“É mais uma oportunidade de demonstrarmos a nossa real valia. Se dizemos de peito cheio que somos uma das melhores equipas a nível internacional, é nestes momentos que temos de o provar. Já garantimos a presença na primeira fase, mas o objetivo passa por garantir a presença na fase final e figurar entre as melhores equipas a nível europeu.”

A mesma ambição“Sinto a equipa motivada e com reais expectativas de conseguir ser bem-sucedida. Isso não muda por se tratar de uma competição europeia, porque mesmo que fosse uma competição nacional, acho que seria exatamente igual. A partir do momento em que vestimos esta camisola, temos sempre a mesma responsabilidade. Ao participarmos numa competição como a Champions, sabemos que vamos enfrentar as melhores equipas e isso deixa-nos com um nervoso miudinho, mas a responsabilidade é a mesma.”

Jogar em Odivelas“Era preferível que fosse na nossa cidade, mas sendo no nosso país é sempre uma vantagem e até acaba por ser uma forma de todos os adeptos e simpatizantes nos poderem apoiar. Lanço o desafio para que nos venham apoiar e ajudar-nos a alcançar o objetivo.”

Os adversários à lupa“Nesta primeira fase vamos defrontar três adversários completamente diferentes, de três Ligas distintas, que são os representantes máximos daqueles países e, por isso, sabemos o goalball que vão apresentar. Têm formas de jogar completamente diferentes da nossa, mas temos incidido muito sobre essas questões ao longo das últimas semanas e estamos cientes das dificuldades que eles nos vão colocar, mas também sabemos que lhes vamos causar dificuldades.”

O caminho rumo à final“O sonho é o céu. Nesta primeira fase temos de pensar em passar à próxima e, a partir daí, é sonhar. Temos uma boa equipa, mas também reconhecemos a dificuldade dos desafios que nos vão ser colocados. Temos de confiar em nós, porque temos tudo para ser muito bem-sucedidos. Vamos jogo a jogo para no final tentarmos ser bem-sucedidos.”


Fonte: https://onefootball.com/de/news/arranque-da-liga-dos-campeoes-de-goalball-fc-porto-quer-ser-uma-das-melhores-equipas-europeias-42431245
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Natação / CASTRENSE MARCO MENESES REPRESENTA PORTUGAL EM BERLIM
« Última mensagem por migel em 20/02/2026, 11:16 »


Marco Meneses

CASTRO DAIRE
CASTRENSE MARCO MENESES REPRESENTA PORTUGAL EM BERLIM

A modalidade desportiva de natação adaptada do distrito continua a ser referência nacional e internacional, representando o nosso país com resultados relevantes
O nadador de Castro Daire, Marco Meneses, atleta da classe S11, foi convocado para representar Portugal nas World Para Swimming World Series, que vão ter lugar em Berlim e que irão decorrer entre os dias 5 e 10 de maio, na capital alemã.
A participação integra o pla­no de preparação no âmbito do ‘Projeto de Preparação Olímpica’, reforçando a aposta no percurso internacional do atleta. A convocatória surge como reconhecimento do talento, dedicação e consistência competitiva do nadador do clube O Crasto, que volta a vestir as cores nacionais numa das mais prestigiadas etapas do circuito mundial de natação adaptada.
Em Berlim, Marco Meneses competirá em seis provas: 50 metros Livres 100 metros Livres, 400 metros Livres, 100 metros Costas 100 metros Mariposa e 200 metros Estilos.
A presença de Marco Menezes na etapa alemã das World Series representa uma importante oportunidade de afirmação internacional e de consolidação do trabalho desenvolvido ao longo da época, num contexto de elevada exigência competitiva.
Para o clube ‘O Crasto’, esta convocatória é motivo de orgulho, destacando o percurso de superação e excelência do atleta, que continua a levar o nome da instituição e de Portugal aos mais altos palcos da natação paralímpica mundial.



Fonte: https://www.diarioviseu.pt/2026/02/19/castrense-marco-meneses-representa-portugal-em-berlim/
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A tecnologia tem um propósito: humanizar. Com ela, a Fundação MEO impacta centenas de milhar de pessoas

SAPO Digital Studio
10 Fevereiro 2026 20:23




Inovação com impacto, rumo à inclusão. A missão assumida pela Fundação MEO chega a cada vez maior número de pessoas de todas as idades. Para nos ligar melhor.

Imagine querer pedir um copo de água ou contar como foi o seu dia e o seu corpo não deixar. Para muitas pessoas, esta era a realidade até entrarem num Espaço com Sentido. Em 2025, estes espaços promovidos pela Fundação MEO apoiaram 378 pessoas.

Assumindo ainda com mais empenho e diversidade a sua vontade de pôr soluções tecnológicas ao serviço de quem delas pode tirar mais partido, ajudar a ultrapassar desafios e abrir as portas da sociedade a quem enfrenta limitações diárias, no último ano a Fundação MEO reforçou a sua missão de forma clara, afirmando-se como motor de transformação social em Portugal.

Se a inovação e a responsabilidade social são compromissos assumidos e praticados no dia-a-dia, a tecnologia é a ponte desse ecossistema da cidadania que aproxima todas as pessoas. E esta conjugação é precisamente o campo de ação em que a Fundação MEO aposta.

Focada em três pilares estratégicos – Inclusão, Literacia Digital e Arte – a Fundação traduziu os seus projetos em resultados que comprovam que a inovação pode (e deve) ser colocada ao serviço da dignidade humana. Equipados com tecnologias e softwares especiais, como computadores que se controlam apenas com o olhar, a Fundação MEO vem dar voz a quem não consegue falar, garantindo, por exemplo, que o atendimento ao público se tornasse acessível a pessoas surdas, cegas ou com mobilidade reduzida.

Promover a inclusão e a participação ativa de pessoas com limitações motoras, neurológicas, cognitivas e sensoriais é o objetivo do projeto Espaço com Sentido, que deu em junho, na Unidade Local de Saúde do Algarve (Hospital de Faro), os primeiros passos para se criar uma rede que cubra todo o país e seja capaz de transformar a realidade de muitos.

"Acreditamos no poder da tecnologia para transformar vidas, mas acreditamos acima de tudo no poder das pessoas." O mote dado pela Fundação MEO dá vida a este projeto de integração e inclusão através de ferramentas tecnológicas (computadores, tablets, smartphones e outros equipamentos complementares) ou respostas à medida como o mobiliário e adaptação do espaço, de forma a garantir conforto e funcionalidade, que a Fundação MEO também assegura) e pessoas capazes de as pôr ao serviço de quem mais precisa, de forma a abrir-lhes portas para uma vida mais simples e acessível.

Mais do que um serviço clínico, os Espaços com Sentido são uma resposta humanizada e transformadora, que se traduz num espaço que associa a tecnologia e a funcionalidade mas é também um local de dignificação da pessoa. Ali se realizam, pela mão de especialistas clínicos, avaliações individualizadas e se orienta os utentes e as famílias na escolha e utilização dos produtos de apoio e equipamentos mais adequados — sejam necessidades de natureza motora, sensorial ou cognitiva. “Cada intervenção é guiada por uma lógica de capacitação: queremos devolver autonomia, não impor soluções. Queremos adaptar o ambiente à pessoa, e não o contrário. E fazemos isso com base numa avaliação rigorosa, colaborativa e sensível à diversidade funcional de cada indivíduo. Este espaço é um catalisador de autonomia e de participação ativa, ajustado a diferentes contextos de vida — do hospital ao domicílio, da escola à comunidade”, resume Clarisse Mendes, coordenadora do Núcleo de Produtos de Apoio da ULS Algarve e Coordenadora de Qualidade da CMRSul.

Desenvolvido em parceria com instituições especializadas em saúde, reabilitação e educação, o programa (gratuito para todos os utentes, já que os custos são suportados pelas entidades parceiras ou por financiamento público) Espaço com Sentido já chegou também ao aTOPlab do Politécnico de Leiria, ao Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão e à Associação do Porto de Paralisia Cerebral.

Cultura sem limites

A vida de quem passa os dias com limitações físicas não tem de ser restringida por essa incapacidade: inclusão é mesmo isso, é abrir o mundo em todo o seu potencial mesmo a quem encontra muitas portas fechadas ou inacessíveis no caminho. E nessa equação, a Cultura é uma chave de ouro.

A vontade de derrubar esses muros é levada muito a sério pela Fundação MEO, que tem vindo a alargar a sua atuação e alcance para permitir que todos desfrutem de uma enorme variedade cultural e artística. Um ano depois de se estrear no MEO Marés Vivas com uma abordagem inclusiva e de compromisso com a comunidade – com acessos, sinalética e meios para pessoas com mobilidade reduzida, mas também salas de pausa e kits sensoriais para pessoas neurodivergentes e coletes sensoriais para pessoas surdas que também passaram a ter tradução em linguagem gestual dos concertos – a premissa “sentir o que não se ouve, ver o que não se vê” foi levada ainda mais longe.

No ano passado, foram 30 os concertos, desde a MEO Arena aos festivais de verão, que impactaram mais de 150.000 pessoas com a iniciativa “Música com Sentido”. O mesmo aconteceu na sétima arte, com o projeto “Cinema com Sentido”, que permitiu que o escuro de cinema deixasse de ser barreira para quem não vê. Mais de 1.500 espectadores puderam assistir a 26 filmes, através de uma tecnologia de audiodescrição em parceria com a AMPLA, num percurso que culminou com esta presença inovadora no Tribeca Festival Lisboa e que já chega também ao MEO Videoclube.

Estar seguro também se ensina

Se a inclusão toca o coração, a segurança acalma-o. E num mundo cada vez mais digital, a segurança ultrapassa as barreiras físicas e também passa pela literacia. Razão pela qual as atividades da Fundação MEO se fizeram sentir também a estes dois níveis, incluindo sessões de formação e alerta das autoridades para os mais pequenos e quem deles cuida.

Com o programa “Estou aqui! Crianças”, desenvolvido pela Fundação MEO em parceria com a PSP, a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, a Rádio Comercial, a Missing Children Europe, o Instituto de Apoio à Criança e a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, mais de 93.000 pulseiras foram colocadas nos pulsos de crianças só no último ano, trazendo rastreabilidade e alívio aos pais. Se o impensável acontecesse, o reencontro estaria à distância de um código único. A realidade comprova-o: desde 2012, ano do lançamento do programa, foi possível o reencontro rápido de 58 crianças, cujo paradeiro se desconhecia momentaneamente, com as suas famílias.

Porque os perigos nos anos que vivemos não são apenas físicos, em 2025, com os ecrãs omnipresentes e a Inteligência Artificial a fazer parte do vocabulário, a Fundação MEO entrou na sala de aula, não para proibir mas para reforçar o combate à infoexclusão e a atenção para os perigos online.

Projetos de literacia digital que abordaram temas como ciberbullying, fake news e aliciamento online, bem como a parceria contínua com a PSP (Programa Escola Segura) conseguiram impactar, só no último ano, 68.905 alunos.

Para além disso, e porque a inovação é um conceito sempre presente para a Fundação MEO, a peça “Vidas em Scroll”, de Vicente Morais, com Pedro Górgia, Tiago Aldeia e Alexandre Silva, mostrou a 1.500 alunos que uma comédia pedagógica pode incentivar uma presença online mais segura e consciente.

O ano de 2025 serviu também para mostrar talento, com o lançamento do Primeiro Catálogo de Arte Contemporânea da Fundação MEO, que imortaliza a criatividade nacional, “um testemunho vivo da arte portuguesa e da sua capacidade de unir criatividade, tecnologia e futuro”. E ainda deu tempo para lançar a rubrica “Ponto de Vista”, que entrega o microfone a quem transforma o mundo todos os dias para o tornar mais amplo e integrador, através da tecnologia, das artes, da saúde, da educação ou da simples solidariedade.

Os números da Fundação MEO são impressionantes, mas o verdadeiro impacto da sua ação é qualitativo: uma criança que foi encontrada na praia graças a uma pulseira; um fã de música que pôde sentir a música do seu artista favorito pela primeira vez; uma pessoa com mobilidade reduzida que usou os olhos para escrever uma mensagem à família.

Em 2025, a Fundação MEO tornou a provar que a tecnologia consegue servir o seu propósito mais nobre: humanizar.






Fonte: sapo.pt                    Link: https://sapo.pt/artigo/montenegro-avisa-que-alargamento-de-apoios-a-municipios-nao-pode-ser-leilao-69976ec44c6a066718907724
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Atletismo / PORTUGAL NO TOP 6 DO GRAND PRIX NO DUBAI
« Última mensagem por migel em 18/02/2026, 13:17 »
PORTUGAL NO TOP 6 DO GRAND PRIX NO DUBAI

 2 dias ago Helena Santos


Foto: Comite Paralímpico Portugal

Portugal encerrou, sexta-feira, a sua participação no World Para Athletics Grand Prix, realizado no Dubai, com um balanço altamente positivo, fruto das várias medalhas conquistadas e da afirmação de uma nova geração de talentos no atletismo adaptado.


Mamudo Baldé foi um dos grandes protagonistas da delegação nacional, ao conquistar a medalha de ouro nos 100 metros T54, com o tempo de 14,28 segundos.

O atleta arrecadou ainda a medalha de prata nos 400 metros T54, ao registar 46,21 segundos, estabelecendo um novo recorde pessoal.

Também em grande plano esteve Olávio Correia, que arrecadou o ouro no lançamento do peso F32, com a marca de 8,02 metros.

O atleta terminou ainda a sua participação na prova de lançamento do club F32 na quinta posição, com 21,98 metros.

Ivan Pedro garantiu a medalha de prata nos 400 metros T46 (52,19 s), enquanto Carla Mendes subiu ao pódio ao conquistar o bronze no lançamento do peso F20, com 10,74 metros.

Hélder Mestre alcançou igualmente o segundo lugar nos 200 metros T51, com 47,14 segundos, e foi quarto classificado nos 100 metros T51/53, com o tempo de 25,55 segundos.

No lançamento do peso F20 feminino, Mariana Silva (4.ª classificada, com 10,02 m) e Mónica Silva (6.ª, com 8,75 m) evidenciaram elevado nível competitivo.

Na prova masculina da mesma classe, Leonardo Silva terminou na quarta posição, com 10,39 metros.


Fonte: https://www.opraticante.pt/portugal-no-top-6-do-grand-prix-no-dubai/
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Equipa de futsal adaptado do Santa Clara conquista Taça de Portugal
 


É mais uma conquista para o desporto açoriano.

A equipa de futsal adaptado do Santa Clara conquistou a Taça de Portugal, prova realizada em São João da Madeira.

Depois de na meia-final ter derrotado o Clube Desportivo “Os Especiais” da Madeira por 6-2, o Santa Clara venceu, no jogo da final, o Clube Gaia por 4-1.

Conseguiu, assim, revalidar o título que já tinha conquistado no ano passado.

Paulo Borges, treinador do Santa Clara, diz que é um momento de felicidade e enorme orgulho.



Fonte: RTP
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