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Mamudo Baldé lidera rankings mundiais após Swiss Nationals e mira recorde do mundo em Nottwil

Categorias: FPA Geral Notícias

18 Mai, 2026


A Seleção Portuguesa em Cadeira de Rodas regressou às pistas suíças nos Swiss Nationals (16 e 17 de maio) e consolidou a sua presença no topo do atletismo paralímpico mundial, com Mamudo Baldé a afirmar-se como o melhor do mundo nas provas de velocidade.

Mamudo Baldé foi a figura maior da competição, vencendo os 100m T54 em 13.67 — a apenas cinco centésimos do recorde do mundo (13.62) — e os 200m T54 em 24.43, marca que o coloca no primeiro lugar do ranking mundial em ambas as distâncias. O atleta português está em grande forma e a proximidade ao recorde do mundo nos 100m torna cada corrida numa perseguição à história.

Hélder Mestre competiu nos 100 e 200m T51, terminando em quarto lugar em ambas as provas, com 23.62 e 45.17, respetivamente. Rafael Neto participou nos 100m T54, onde foi nono com 14.75, e nos 400m T54, onde fechou o 12.º lugar com 51.92.

A Seleção não tem tempo para descansar: a próxima paragem é o Nottwil WPA Grand Prix, agendado para 21, 22 e 23 de maio. Com Mamudo Baldé a pressionar o recorde do mundo, as expectativas são altas para mais uma ronda de resultados de elite.



Fonte: https://fpatletismo.pt/atletismo/geral/2026/05/mamudo-balde-lidera-rankings-mundiais-apos-swiss-nationals-e-mira-recorde-do-mundo-em-nottwil/?fbclid=IwY2xjawR4CGlleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeMPsanTRBQS37cr2ZA-YmH0-Ck45yXozi7d--Byf8d3cm9BS0HWDOREhe_GI_aem_TqwV3a9OvzcXXgk1bI6dNA

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Noticias / Re: AINDA A PRESTAÇÃO SOCIAL PARA A INCLUSÃO
« Última mensagem por FerreiraAveiro em Hoje às 15:26 »
 Estranho, aqui abre normalmente. Em anexo printscreen.
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Curiosidades & História / Re: Culinária - Curiosidades e receitas
« Última mensagem por casconha em 17/05/2026, 12:57 »



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Curiosidades & História / Re: Culinária - Curiosidades e receitas
« Última mensagem por casconha em 17/05/2026, 12:46 »



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Curiosidades & História / Re: Culinária - Curiosidades e receitas
« Última mensagem por casconha em 17/05/2026, 12:43 »



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Curiosidades & História / Re: Culinária - Curiosidades e receitas
« Última mensagem por casconha em 17/05/2026, 12:38 »



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Criança de 6 anos com deficiência visual terá sido agredida por colegas em escola de Setúbal

Uma criança com deficiência visual de 6 anos terá sido agredida por colegas na Escola Básica/Jardim de Infância da Azeda, em Setúbal, na passada quinta-feira, denuncia a associação SerEspecial. A vítima está "emocionalmente abalada" e recusa regressar à escola.

Lusa


canva

SIC Notícias

17:55, 05 mai.2026

Segundo um comunicado da Associação de Apoio a Famílias de Crianças e Jovens com Necessidades Especiais, SerEspecial, as agressões terão começado com um aluno a desferir murros e pontapés nas costas e pernas da vítima, sem motivo aparente.

A associação relata ainda que a criança terá sido rodeada por mais seis colegas, com idades entre os 5 e os 7 anos, que continuaram as agressões durante vários minutos, até que uma auxiliar de ação educativa se apercebeu da situação.

Os pais dos alunos envolvidos terão sido informados em momentos distintos, mas, de acordo com a SerEspecial, os encarregados de educação dos alegados agressores foram contactados pouco depois do incidente e os pais da criança agredida só terão sido informados do sucedido por terceiros, quando se deslocaram à escola, cerca das 16:00.

Numa publicação na rede social Facebook, a associação SerEspecial salienta ainda que fonte próxima da família indicou não ser a primeira vez que a criança sofre agressões físicas naquele estabelecimento de ensino.

A associação refere ainda que os agressores terão evitado falar durante o ataque por a vítima os identificar, sobretudo pela voz.

Apesar de não apresentar ferimentos físicos graves, a criança encontra-se “emocionalmente abalada” e recusa regressar à escola, acrescenta a mesma fonte.


A agência Lusa tentou ouvir a associação SerEspecial, mas a presidente, Joana Ferreira, respondeu por escrito dizendo apenas que "os pais da criança não querem mais declarações sobre o assunto".

O Agrupamento de Escolas Sebastião da Gama, ao qual pertence a Escola Básica da Azeda, afirmou já ter prestado todos os esclarecimentos ao Ministério da Educação, não prestando mais declarações.

Câmara de Setúbal “repudia violência”
Em resposta escrita à Lusa, a Câmara Municipal de Setúbal afirma que "repudia qualquer tipo de violência" e que está a acompanhar a ocorrência junto da direção do agrupamento, entidade com competência disciplinar, acrescentando que a escola cumpre o rácio legal de assistentes operacionais.

Fonte do Comando Distrital de Setúbal da PSP indicou à Lusa que a polícia não foi notificada, mas salientou a disponibilidade do programa Escola Segura para apoiar ações de sensibilização e prevenção de situações de 'bullying'.

A agência Lusa contactou também o Ministério da Educação, que terá sido informado do sucedido pelo Agrupamento de Escolas de São Sebastião, mas a meio da tarde ainda não tinha sido divulgada qualquer tomada de posição sobre o caso.


Fonte: https://sicnoticias.pt/pais/2026-05-05-crianca-de-6-anos-com-deficiencia-visual-tera-sido-agredida-por-colegas-em-escola-de-setubal-ca25fe52
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Pode o teclado substituir a velhinha caneta?

O recurso a provas digitais traz diversas vantagens, tais como maior eficiência na correção, redução do consumo de papel, o potencial para criar perguntas que utilizem vídeos ou animações, ou mesmo proporcionar aos alunos uma maior familiaridade com ferramentas tecnológicas de que necessitarão nas suas vidas profissionais. Por outro lado, a transição para este formato pode enfrentar vários obstáculos, como as infraestruturas digitais nas escolas e o grau de familiaridade de alunos e professores com estas ferramentas.

Já vários estudos analisaram o impacto nos resultados dos alunos da transição de provas em papel e caneta para provas digitais. Contudo, é particularmente relevante compreender quais os efeitos da mudança quando esta ocorre em larga escala, ou seja, ao mesmo tempo em várias escolas do sistema de ensino.

Neste contexto, conjuntamente com os meus colegas Luís Catela Nunes, Ana Reis e João Pereira dos Santos, investigámos o programa-piloto de adoção de provas digitais realizado em 2022 em Portugal, que abrangeu as diferentes provas de aferição do 2.º ao 8.º ano nesse ano letivo. Este texto baseia-se no artigo resultante dessa investigação. O programa-piloto não chegou a todas as escolas nem a todos os alunos: do total de cerca de 437 mil provas realizadas nesse ano, apenas cerca de 6182 foram feitas em formato digital, em aproximadamente 70 escolas.

As escolas que participaram neste programa-piloto não foram selecionadas com base numa regra clara nem através de uma experiência aleatória. Tal é relevante porque, à partida, não podemos saber se existiu algum fator que determinou a participação de certas escolas, e não de outras. Por essa razão, seguimos diferentes estratégias para garantir a comparabilidade entre escolas onde se realizaram e não se realizaram provas digitais.

Em primeiro lugar, verificamos que, em várias características observáveis, tais como a escolaridade dos pais, o acesso ao apoio social escolar ou a nacionalidade dos alunos, é semelhante a composição das escolas que participaram e das que não participaram no piloto. Em segundo lugar, estudámos escolas onde coexistiram provas em papel e digitais, o que significa que, dentro da mesma escola, alguns alunos realizaram provas em ambos os formatos. Em terceiro lugar, analisámos estudantes que realizaram uma prova em formato digital e outra em formato tradicional — por exemplo, alunos que fizeram a prova de Português do 8.º ano em papel e a prova de História do 8.º ano em ambiente digital —, o que nos permitiu comparar desempenhos controlando as características individuais dos alunos.

Em todas estas diferentes estimativas obtivemos um resultado semelhante: realizar a prova em formato digital penalizou o desempenho dos alunos, em média, em cerca de 5 pontos percentuais (numa escala de 0-100). Este efeito é ligeiramente mais acentuado entre os rapazes.

Procurámos também explorar possíveis explicações para este resultado. Em primeiro lugar, testámos se o efeito estaria relacionado com a qualidade da ligação à internet nas escolas. Recorrendo a dados sobre a capacidade das redes, concluímos que este não parece ser o principal fator por detrás dos resultados observados. Em seguida, quisemos perceber se determinados tipos de perguntas eram particularmente afetados pela introdução das provas digitais. Considerámos diferentes formatos: serem de resposta aberta, exigirem leitura ou interação com figuras, ou obrigarem o aluno a localizar informação numa parte anterior da prova. Os resultados indicam que as provas digitais tiveram um impacto negativo sobretudo no desempenho em questões de escolha múltipla ou em perguntas que envolviam interação com figuras. Os mecanismos cognitivos e não cognitivos que podem explicar este resultado merecem, por isso, investigação adicional.

Noutros contextos, chegou-se a conclusões semelhantes sobre os efeitos de curto prazo da digitalização, como em dois estudos — de Ben Backes e James Cowan, em 2019, e de John Gordanier, Orgul Ozturk e Crystal Zhan, em 2022 — que avaliaram a transição para provas digitais nos Estados do Massachusetts e da Carolina do Sul nos EUA.

Os resultados que obtivemos não implicam que as provas digitais devam ser descartadas. No entanto, sugerem que, no imediato e no curto prazo, a transição entre formatos de avaliação implica períodos de adaptação. Além disso, indicam também que a transição para o digital deve ser acompanhada por provas preparatórias ou testes-piloto (como já tem acontecido em Portugal) de forma a garantir uma familiarização progressiva com o formato digital. Assim, quando chegar o momento de realizar provas com impacto na avaliação final, essa transição estará consolidada.

Pedro Freitas

Fonte: Iniciativa Educação
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Contributos para a História da Educação Especial em Portugal e no Brasil



Hélder Henriques, docente da Escola Superior de Educação do IPCB, é organizador e um dos autores da obra Contributos para a História da Educação Especial em Portugal e no Brasil, uma publicação dedicada à reflexão histórica, científica e pedagógica sobre a evolução da Educação Especial nos dois países.A obra, editada pela EDUNITAU, reúne um conjunto diversificado de contributos académicos que procuram aprofundar o conhecimento sobre os desafios, avanços e limitações associados à deficiência e à inclusão educativa, abordando diferentes perspetivas de investigação e análise histórica.

Na sinopse da publicação, destaca-se a reflexão de Justino Magalhães, que sublinha a deficiência como “o verdadeiro desafio ao constructo humano, social, científico de humanitude e desenvolvimento”. Já José Geraldo da Silveira Bueno evidencia a importância dos vários artigos reunidos na obra para compreender os avanços alcançados na área da Educação Especial, sem ignorar os desafios que persistem nas sociedades contemporâneas.

A publicação constitui um importante contributo para investigadores, docentes, estudantes e profissionais das áreas da educação, inclusão e ciências sociais, reforçando igualmente a ligação, académica e científica, entre Portugal e o Brasil.

A obra tem apresentação na academia, criando um momento de reflexão sobre a Educação Especial e os desafios da inclusão.A obra está disponível para consulta na página da editora em https://editora.unitau.br/index.php/edunitau/catalog/book/171


Publicada por João Adelino Santos

 
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 Em dez anos, o número de alunos com necessidades específicas aumentou 29%. São quase 100 mil nas escolas

Numa década, o número de alunos com necessidades educativas específicas cresceu 29%: passou de 76.364 em 2014/15 para 98.200 em 2024/25. São mais 21.836 alunos, num contexto em que o número de matriculados nas escolas públicas diminuiu. Pelo meio, foi criado o regime jurídico da educação inclusiva (lei 54/2018) e é dada uma maior atenção ao diagnóstico destes alunos — ainda que faltem meios às escolas para que garantam uma educação efectivamente inclusiva.

O relatório intercalar de 2026 da Garantia para a Infância questiona se existem medidas suficientes para apoiar a educação inclusiva e evitar turmas segregadas e se há medidas suficientes para prevenir e reduzir a saída precoce da escola.

Continuação da notícia em Público
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