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Curiosidades & História / As 10 maiores palavras do Português
« Última mensagem por casconha em 20/10/2017, 15:48 »

As 10 maiores palavras do Português
Talvez não seja assim tão engraçado, mas não deixa de ser uma curiosidade inútil
que pessoas desocupadas adorariam ler, por isso eu posto mesmo assim...


10ª – Inconstitucionalissimamente (27 letras)
Sinônimo de anticonstitucionalissimamente.

9ª – Oftalmotorrinolaringologista (28 letras)
Profissional especializado nas doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta.

8ª – Anticonstitucionalissimamente (29 letras)
Maior advérbio da língua portuguesa, significa o mais alto grau de inconstitucionalidade.

7ª – Monosialotetraesosilgangliosideo (32 letras)
Substância presente em medicamentos como o sinaxial e o sygen.

6ª – Hipopotomonstrosesquipedaliofobia (33 letras)
Doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar
palavras grandes ou complicadas (como essa e as outras nove palavras).

5ª – Dimetilaminofenildimetilpirazolona (34 letras)
Substância ativa em vários comprimidos para dor de cabeça.

4ª – Tetrabrometacresolsulfonoftaleína (35 letras)
Termo específico da área de química.

3ª – Piperidinoetoxicarbometoxibenzofenona (37 letras)
Substância presente em medicamentos como o Baralgin

2ª – Paraclorobenzilpirrolidinonetilbenzimidazol (43 letras)
Substância presente em medicamentos como o Ultraproct

1ª – Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico (46 letras)
Relativo a uma doença pulmonar aguda causada pela aspiração de cinzas vulcânicas.

Que conclusão vocês tiram disso?
Eu descobri que todos médicos devem andar com um dicionário de baixo do braço.
2
Anedotas / O que as mulheres têm no meio das pernas?
« Última mensagem por casconha em 20/10/2017, 15:36 »
Perguntas difíceis

São Pedro, na triagem celeste, perguntou para o Americano:
- O que é mole, mas na mão das mulheres FICA duro?
O Americano pensou e disse:
- Esmalte.
- Muito bem, pode entrar - disse São Pedro.

************ ********* ********* ********
Perguntou ao italiano:
- Onde as mulheres têm o cabelo mais enrolado?
O Italiano respondeu:
- Na África.
- Certo. Pode entrar.

************ ********* ********* ********
Para o Alemão :
- O que as mulheres tem que tem seis letras, começa por B, termina com A não sai DA cabeça dos homens?
O Alemão respondeu:
- A Beleza ..
- Certo. Pode entrar.

************ ********* ********* ********
Para o Francês:
- O que as mulheres têm no meio das pernas?
O Francês respondeu:
- O Joelho.
- Muito Bem. Pode entrar também.

************ ********* ********* ********
E perguntou ao Inglês:
- O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira?
O Inglês respondeu:
- A cama.
- Ótimo. Pode entrar.

************ ********* ********* ********
E ao Espanhol:
- O que é redondo, tem duas letras, um furo no meio, começa com C, quem dá FICA feliz e quem ganha FICA mais ainda?
O Espanhol respondeu:
- CD!
-Certo! Entre também...!!!

************ ********* ********* ********
E ao Canadense:
- O que começa com B termina com A e para as mulheres usarem têm que abrir as pernas??
O Canadense respondeu:
- Bicicleta !
- Excelente! Entre também .. !!!

************ ********* ********* ********
O Portugês virou-se e foi saindo de fininho...
São Pedro chamou-o :
- Você não vai responder à sua pergunta?
O Português falou:
- Sem chance. Errei todas as anteriores ...
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Caros colegas
Gostaria, se possível, de ser informado sobre a vossa opinião sobre qual a melhor associação que existe em Portugal para defender o interesse do portador de deficiencia visto que eu sou associado de uma determinada associação que me descrimina pelo facto de eu 'só ter' 65% de incapacidade,  ao contrário da ACAPO que defende o interesse de todos os deficientes fiscalmente relevante.
Obrigado
4
Deficiência Intelectual / Dislexia: a causa terá sido descoberta
« Última mensagem por migel em 20/10/2017, 11:20 »
Dislexia: a causa terá sido descoberta

De
Euronews

·<figure style="display:block;padding:56.25% 0 0 0;margin:0;height:0;overflow:hidden; position:relative;"><iframe src="http://pt.euronews.com/embed/394731"  width="560"  height="315"  frameborder="0"  allowfullscreen style="border:0;position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%"></iframe></figure>

Últimas notícias: 19/10/2017
As associações de disléxicos acolhem conclusões com cautela e recordam que outras causas anatómicas já foram citadas no passado


Afeta entre 5% a 10% da população mundial. A dislexia, uma desordem na capacidade de leitura, afeta as crianças em primeiro lugar e causa atrasos na aprendizagem de leitura e da ortografia.

A causa parece ter sido finalmente identificada por dois investigadores franceses. O problema estará na retina no fundo dos nossos olhos, em recetores de luz, mais precisamente na chamada mancha de maxwell responsável por afinar os detalhes da visão. Em pessoas sem dislexia, as duas manchas são assimétricas de um olho para o outro, permitindo ao cérebro distinguir, por exemplo, um “b” de um “d”.

A contrario, em pessoas com dislexia, as duas manchas são idênticas e provocam um efeito de espelho, logo uma confusão na leitura das letras.

O uso de uma lâmpada especial, denominada “lâmpada mágica” por estudantes disléxicos que o testaram, corrigiria a deficiência.

As associações de disléxicos acolhem estas conclusões com cautela e recordam que outras causas anatómicas já foram citadas no passado.

Fonte: http://pt.euronews.com/2017/10/19/dislexia-a-causa-tera-sido-descoberta
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Dia Nacional de Luta Contra a Dor assinala-se a 20 de outubro

no dia 19 de Outubro de 2017

A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) acaba de eleger os vencedores do concurso de desenho infantil “Vou Desenhar a Minha Dor”. A iniciativa distinguiu trabalhos feitos por crianças hospitalizadas, com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos, que traduziam as suas perspetivas da dor.

 

Os trabalhos admitidos foram divididos em dois escalões etários com base nas idades das crianças à data da conclusão do concurso: entre os 6 e os 8 anos e dos 9 aos 12 anos. No primeiro escalão, os vencedores foram Diogo Santos, Bianca Pontes, Filipa Brandão (Hospital de São João) e Afonso Abreu (Hospital Dr. Nélio Mendonça). Na faixa etária entre os 9 e os 12 anos, foram distinguidos os trabalhos de Leonor do Rosário (Hospital de Santa Maria), Paloma Costa (Centro Hospitalar Barreiro-Montijo), Pedro Nogueira (Hospital de São João), Inês Oliveira (Hospital Dr. Nélio Mendonça) e João Cachapa (Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca).

 

O concurso insere-se nas comemorações do Dia Nacional de Luta contra a Dor e tem como objetivo percecionar como é que as crianças hospitalizadas veem, descrevem e combatem a sua dor. A iniciativa pretende ainda sensibilizar o público em geral e os profissionais de saúde, em particular, para o problema da dor na criança e para o seu contexto físico-psicológico.

 

Em cada escalão, vão ser atribuídos às crianças cheques-oferta no valor de 250, 200 e 150 euros.

 

No mesmo dia da entrega dos prémios do concurso deste ano, será inaugurada a exposição “Desenhos da Minha Dor” no dia 20 de outubro, às 10h, no Hospital Pediátrico de Coimbra. Esta exposição organizada pela APED para além de apresentar trabalhos do concurso dos últimos 10 anos, vai fazer uma “viagem” sobre a Dor na Criança, desenvolvendo e chamando a atenção da temática.

 
PCD
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Reunião Nacional do Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus

no dia 18 de Outubro de 2017

Os dados mais recentes do Observatório da Diabetes, referentes a 2015, confirmam o impacto que esta patologia tem nos idosos: ao todo, mais de um quarto das pessoas entre os 60 e 79 anos vivia com esta patologia, um cenário grave, mas que tem tendência a agravar-se ainda mais. A ‘tempestade’ da diabetes do tipo 2 nos doentes idosos é, por isso, um dos temas em debate na 12ª Reunião Nacional do Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus (NEDM), da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, que se vai realizar nos dias 20 e 21, nas Caldas da Rainha, e que alerta para o crescimento da doença junto de uma população que também não tem parado de aumentar.

“A esperança de vida é cada vez maior, vivemos até mais tarde e este aumento da expectativa de vida induz novas doenças. Basta apenas pensar que um coração que bata 30 anos é diferente de um que bata 100”, refere Álvaro Coelho, presidente do NEDM. Mais ainda, acrescenta o especialista, uma vez que são várias as patologias, entre as quais se encontra a diabetes, que “têm relação com a idade. E o seu surgimento, o seu aumento e a sua prevenção requerem outro tipo de atitudes. Estamos a falar de uma situação preocupante e que custa caro aos serviços de saúde e aos doentes”.

No resto da população nacional, a prevalência da diabetes tem também vindo a crescer: em 2015, na população portuguesa com idades entre os 20 e os 79 anos (7,7 milhões de indivíduos), era de 13,3%, o que significa que mais do que um milhão de portugueses nesta faixa etária tinha diabetes.

 

A inovação é outro dos temas em destaque no encontro do NEDM. Dos sensores, aos smartphones, passando pelas aplicações, a inovação está cada vez mais ao serviço dos doentes com diabetes, mudando a vida, para melhor, a quem sofre com esta patologia. “Há imensa inovação e muita expectativa à sua volta. É, sem dúvida, uma mais-valia extraordinária e melhora a qualidade de vida destes doentes. E acredito que ainda estamos apenas numa fase transitória e que muitas novidades estão para vir”, afirma Álvaro Coelho.

“A diabetes é uma patologia que, sendo conhecida há mais de três mil anos, continua a surpreender com conceitos, descobertas e inovação”, refere o especialista. Aqui, o contributo é dado por diferentes áreas, da engenharia à biologia. “Nos últimos anos o conhecimento científico tem evoluído muito, assim como as tecnologias e têm-se conseguido retirar dividendos desta evolução, com o aumento dos recursos ao nosso dispor, para esta e para outras patologias.”

Por ser uma doença sistémica, que abrange mais do que um órgão, a abordagem feita à diabetes deve ser multidisciplinar. “É, por isso, uma doença que quase se confunde com o conceito de Medicina Interna”, refere Álvaro Coelho, que considera que, tendo em conta que mais de 50% da população que é vista pelos internistas tem diabetes, cada um destes médicos “tem também que ser um diabetologista”.


PCD
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Estudo “Cuidados Paliativos: o que sabem os portugueses”

no dia 18 de Outubro de 2017

A Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP), em parceria com as Farmácias Holon, Universidade Católica Portuguesa – Instituto de Ciências da Saúde e oObservatório Português dos Cuidados Paliativos (OPCP), promoveu um estudo de perceção sobre os cuidados paliativos em Portugal. A pesquisa permitiu conhecer o nível de informação da população e contribuir para o seu empowerment em saúde.

O Estudo “Cuidados Paliativos: o que sabem os portugueses” foi apresentado e discutido no Seminário“Vida com Dignidade e Qualidade até ao Fim”, com a intervenção de Sua Excelência o Presidente da República, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, no dia 14 de outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian, perante quase 300 cidadãos.

 

“A APCP e o OPCP, beneficiando de uma parceria de colaboração com as Farmácias Holon, pretenderam com esta pesquisa conhecer a realidade portuguesa face ao desenvolvimento e proliferação dos cuidados paliativos no nosso país, nos últimos 10 anos. Através dos resultados obtidos podemos concluir que existe um bom conhecimento acerca do conceito, mas menor nos objetivos e forma de trabalho dos cuidados paliativos, e existem também fatores que continuam a condicionar, de forma grave, a disparidade deste conhecimento. Estamos perante uma total mudança de paradigma. As pessoas sabem o que são estes cuidados e que têm direito a usufruir deles sendo, por isso, expectável que os exijam junto dos profissionais de saúde e, acima de tudo, que exijam uma maior resposta por parte do nossoServiço Nacional de Saúde”, explica Manuel Luís Capelas, presidente da APCP.

 

Conclusões do Estudo:

    Mais de 90% dos inquiridos sabe o que são cuidados paliativos, no entanto 6,6% pensa que são cuidados que atrasam ou adiam a morte;
    64,9% referem que nunca tiveram qualquer contacto com equipas de cuidados paliativos embora já tivessem ouvido falar destas equipas;
    6,7% nunca ouviram falar sobre equipas de cuidados paliativos;
    Apenas 75% dos cidadãos identifica adequadamente os objetivos dos cuidados paliativos, apesar de 90% afirmarem saber o que são estes cuidados;
    Mais de 80% dos sujeitos gostariam de ser cuidados/tratados em cuidados paliativos ou em unidades decuidados paliativos;
    50% associam a palavra “bem-estar” a cuidados paliativos e 49,2% a “tranquilidade”;
    A palavra “cancro” continua ainda a ser bastante associada a estes cuidados (36,9%);
    A escolaridade, rendimento, idade e local de residência (urbana e zona rural) continuam a influenciar os resultados ao nível do conhecimento destes cuidados.

 

“Apesar destes resultados serem favoráveis e tendo em conta todos os fatores influentes, importa reforçar o processo de disseminação dos conceitos-chave dos cuidados paliativos junto da sociedadeportuguesa, através de campanhas e ações de formação, visto em alguns setores os resultados obtidos apontarem para défices importantes”, conclui Manuel Luís Capelas.

 

Os inquéritos foram aplicados em Farmácias Holon do continente e ilhas, de julho a setembro de 2017, a uma amostra acidental de 795 sujeitos, com mais de 18 anos.

 
PCD
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Notícias de saúde / Encontro da Fundação Portuguesa do Pulmão
« Última mensagem por Pantufas em 20/10/2017, 11:05 »
Encontro da Fundação Portuguesa do Pulmão


no dia 18 de Outubro de 2017

A cidade do Porto inaugurou a série de Encontros anuais da Fundação Portuguesa do Pulmão, foi nos dias 16 e 17 de outubro, na Casa do Médico - Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos.

"Saúde Respiratória em Portugal" foi o mote da 1.ª edição deste Encontro. Segundo a Prof.ª Doutora Marta Drummond, estiveram  em destaque temas que certamente interessam aos médicos pneumologistas e ao legislador, por forma a poder ir ao encontro das necessidades dos doentes com patologia respiratória no mundo contemporâneo: os insuficientes respiratórios crónicos e as viagens de avião, as cartas de condução nos doentes com síndrome de apneia obstrutiva do sono, a reabilitação respiratória em meio hospitalar e em ambulatório, entre outros.

Durante este Encontro, o Presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão, Prof. Doutor José Alves,  apresentou uma Campanha dirigida à População para incentivar todos os fumadores a procurar os profissionais de saúde para garantir a identificação precoce de doença respiratória crónica e deixar de fumar.

Fonte: PCD
 
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Atletismo / Re: Camp. Internacionais S.Down - V.N.Gaia, POR 17
« Última mensagem por migel em 20/10/2017, 10:57 »
Camp. Internacionais S.Down - V.N.Gaia, POR 17


Portugal abre com 19 medalhas

João Paulo Rebelo passou por Gaia

 

Começaram os “Jogos” em Vila Nova de Gaia. O mote foi dado por Elisa Cidade, Vereadora do Município que substituiu o Presidente, Eduardo Vítor Rodrigues na pomposa Cerimónia de Abertura que decorreu no Auditório Municipal de Gaia na noite de ontem.

Durante a manhã do dia 12 de outubro, João Paulo Rebelo, Secretário de Estado da Juventude e Desporto, fez questão em marcar presença no Complexo Desportivo da Lavandeira para interagir com os atletas com Síndrome de Down das 15 delegações presentes nestes Campeonatos Internacionais SU-DS GAIA 2017. O Secretário de Estado passou inicialmente pela Pista de Atletismo, seguidamente pelo Centro de Alto Rendimento de Ténis de Mesa, pelo Pavilhão de Basquetebol e, por fim, pelas instalações do CAR de Taekwondo onde iria decorrer a competição de Judo. Finalizou a visita após conhecer ainda as facilidades de estadia deste CAR, onde almoçou com o Presidente da ANDDI, José Costa Pereira, o Diretor de Instalações de Gaia, Mário Duarte, com o Padrinho do evento, Lenine Cunha e com os elementos da organização da ANDDI e da FPDD.

Já no dia 13, começaram efetivamente as competições, com destaque para as competições de Judo. Depois de uma manhã dedicada a uma aula de Judo inclusiva, onde se notou a presença de várias crianças de uma escola próxima das instalações e ao Open Nacional “Gaia 2017+i”, de tarde realizou-se o 1º Campeonato da Europa JUDOWN, onde os judocas portugueses arrecadaram 11 medalhas – 6 de ouro, 3 de prata e 2 de bronze – nas diferentes categorias.



Neste mesmo dia teve também inicio as provas de Ténis de Mesa e de Atletismo. Na primeira Portugal arrecadou a medalha de bronze na competição por equipas com João Soldado Gonçalves, João Pedro Rodrigues, Fábio Ramalho e Pedro Azevedo. A Seleção francesa foi ouro e a Turquia foi prata. Já no Atletismo, os atletas lusos abriram com chave de ouro em provas de lançamentos realizadas no Estádio da Maia (dado que na Lavandeira não é possível realizar alguns destes concursos), arrecadando 7 medalhas – 4 ouro, 2 prata e 1 bronze.

Amanhã, 14 de outubro, estes campeonatos prosseguem no Complexo da Lavandeira, onde terá inicio a competição de Basquetebol 3x3.


ANDDI
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Atletismo / Camp. Internacionais S.Down - V.N.Gaia, POR 17
« Última mensagem por migel em 20/10/2017, 10:53 »
Camp. Internacionais S.Down - V.N.Gaia, POR 17


Portugal conquista 78 medalhas



Decorreu em Vila Nova de Gaia de 12 a 15 de outubro os Campeonatos Internacionais SU-DS para atletas com Síndrome de Down.

Este evento juntou o 4º Campeonato da Europa Open de Atletismo IAADS, o 1º Campeonato da Europa Open de Judo JUDOWN, o 1º Campeonato da Europa Open de Ténis de Mesa ITTADS e o Challenge Internacional de Basquetebol 3x3 IBA21.

Em competição estiveram 109 atletas de 15 países: África do Sul, Austrália, Brasil, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Itália, Iraque, Macau, México, Polónia, Suécia, Suíça, Turquia e Portugal.

Portugal conquistou no conjunto das quatro competições um total de 78 Medalhas, 60 no Atletismo (28 Ouro / 20 Prata / 12 Bronze), 11 no Judo (6 Ouro / 3 Prata / 2 Bronze), 6 no Ténis de Mesa (4 Ouro / 2 Prata) e 1 medalha de prata no Basquetebol.


Fonte: ANDDI
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