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Autor Tópico: Próteses para o joelho nos hospitais públicos podem depender da "sorte"  (Lida 207 vezes)

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Próteses para o joelho nos hospitais públicos podem depender da "sorte"

13 DE FEVEREIRO DE 2018 - 10:25
Regulador da saúde lamenta que doentes no Algarve dependam da "sorte" para terem um 'joelho novo'. Esperas chegam a oito anos.


Foto: Juan Carlos Ulate/Reuters
Nuno Guedes com Maria Augusta Casaca

Sem capacidade de resposta para fazer todas as cirurgias que são necessárias, o Centro Hospitalar e Universitário do Algarve admite que é "muito insuficiente" o dinheiro que tem para encaminhar para o privado doentes que precisam de colocar uma prótese no joelho.

A afirmação está na resposta a uma investigação da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) que aponta críticas ao hospital, mas também à Administração Regional de Saúde do Algarve e à Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).

O jornalista Nuno Guedes conta o que se passa com as próteses nos hospitais públicos
O documento lido pela TSF revela que no início de 2016 existia uma limitação orçamental considerada como "inultrapassável" que levava a que existissem 35 doentes na Lista de Inscritos para Cirurgia de colocação de uma prótese no joelho "com data de inscrição desde 2008", ou seja, há oito anos.

Desses 35 doentes, 27 já tinham ultrapassado os Tempos Máximos de Resposta Garantidos pelo Estado, mas o hospital dizia que não os podia encaminhar para o privado, como define a lei, porque o limite de gastos definido pelo governo para estas operações ao joelho na região já tinha sido ultrapassado.

Na prática, no Algarve apenas se pode pagar a privados 25 mil euros por ano para colocar próteses no joelho o que dá apenas para duas operações anuais (cada operação custa cerca de 8.700 euros), algo que segundo o hospital, onde existe uma clara falta de meios, é manifestamente pouco.

José Viegas conta à TSF que partiu uma perna há alguns anos e depois disso a situação piorou bastante. Tem que colocar uma prótese no joelho, mas aguarda por uma consulta de ortopedia no Hospital de Faro desde 2015.

José Viegas conta que ainda nem sequer foi chamado para a consulta após a qual será colocado em lista de espera
Um "bloqueio" que se estende, também, mas de forma não tão grave, às próteses para os ombros colocadas na região.

Sorte ou azar

Na deliberação a ERS conclui que "em caso algum pode um utente ficar dependente da realização de uma cirurgia no âmbito do Serviço Nacional de Saúde consoante a sua 'sorte', isto é, consoante a região à qual pertence o prestador em causa tenha ou não já disponibilidade financeira para efetuar tal cirurgia".

Nas reclamações que deram origem a este processo os doentes revelam o drama de esperar anos por uma prótese para um joelho.

Um dos doentes tinha deixado de conseguir andar, sublinhando que chegou a fazer medições, moldes de gesso e várias provas mas depois, quando chegou à altura de colocar a prótese, ficou tudo em "stand-by".

Outra doente conta que aos 66 anos estava "cada vez mais dependente" nas atividades do dia-a-dia por falta da prótese, situação que podia ser "evitada" se a cirurgia não tivesse demorado anos.

Em setembro de 2017, quando fez um novo ponto da situação à ERS, o hospital do Algarve garantia estar a fazer um esforço para responder rapidamente a estes casos, apesar da "falta de recursos médicos de Ortopedia e Anestesiologia", explicando que tinha em lista de espera 24 doentes que aguardavam uma cirurgia para colocar uma prótese no joelho e 21 para uma substituição total do ombro.

Fonte: TSF
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