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Orientações estratégicas de intervenção para a política da juventude
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Tópico: Orientações estratégicas de intervenção para a política da juventude (Lida 1635 vezes)
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Sininho
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Orientações estratégicas de intervenção para a política da juventude
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em:
05/03/2013, 11:00 »
Orientações estratégicas de intervenção para a política da juventude
A
Resolução do Conselho de Ministros n.º 11/2013
aprova, na sequência da elaboração do Livro
Branco, as orientações estratégicas de intervenção para a política da juventude. Do documento, destacam-se os aspetos mais diretamente relacionados com os jovens com necessidades educativas especiais e/ou deficiências nas diversas áreas de intervenção.
Relativamente às orientações estratégicas de intervenção na área da
educação e formação
, considera-se, entre outros aspetos, que o alargamento da escolaridade obrigatória coloca novos desafios ao sistema educativo português que importa ultrapassar, garantindo para todos aqueles que o frequentam uma resposta formativa real que potencie uma verdadeira liberdade para a opção de projetos de vida futuros, mesmo
para aqueles que hoje estão afastados da escola e protagonizam comportamentos de risco.
Das linhas de intervenção, destaca-se:
Prosseguir o combate ao abandono escolar precoce.
Manter os exames no final de todos os ciclos
nas disciplinas estruturantes,
com as devidas adaptações para jovens com necessidades educativas especiais
.
Reforçar a orientação vocacional e profissional a todos os jovens durante o percurso escolar.
Promover a oferta de cursos de dupla certificação, aumentando o número de entidades parceiras, designadamente empresas e entidades formadoras. Alargar esta oferta aos jovens que não tenham concluído o 3.º ciclo do ensino básico e que poderão assim obter uma qualificação de nível 2 e a conclusão do 9.º ano de escolaridade, privilegiando, no entanto, os cursos de nível 4, visando a integração no mercado de trabalho ou prosseguimento de estudos para o ensino superior.
Desenvolver programas internacionais de intercâmbio escolar para todos, contemplando as necessidades especiais dos jovens com deficiência.
Promover estratégias de transição para a vida ativa dos jovens com deficiência.
Reforçar as condições para que os jovens com deficiência possam aceder às soluções tecnológicas que anulem ou minorem o impacto das suas limitações em ambiente escolar.
Promover as áreas do Desporto e das Artes, designadamente o Desporto Adaptado e as Artes Inclusivas, disseminando o seu ensino articulado por toda a rede e a competição entre escolas nas diferentes modalidades, incluindo as modalidades desportivas paralímpicas.
Promover a articulação intersetorial, designadamente nas áreas da educação, urbanismo e ordenamento do território, ambiente, família, trabalho e imigração, especialmente as respeitantes às populações estudantis oriundas de grupos minoritários e com deficiência.
Na área do
emprego e do empreendedorismo
, destaca-se como medidas de intervenção:
Promover programas de apoio à contratação de pessoas com deficiência, nomeadamente ao criar incentivos às empresas que os contratem.
Promover ações de sensibilização junto da opinião pública, em geral, e dos empregadores, em particular, sobre as competências profissionais dos jovens com deficiência.
Criar incentivos às empresas para fomento da empregabilidade juvenil, designadamente incentivos específicos à empregabilidade dos jovens com deficiência.
Dinamizar novos instrumentos de política de emprego e criação de empresas que contemplem medidas inclusivas para todos os jovens, independentemente da sua condição de saúde ou deficiência.
Na área da
participação cívica
, prevê-se:
Dinamizar novos instrumentos de política de emprego e criação de empresas que contemplem medidas inclusivas para todos os jovens, independentemente da sua condição de saúde ou deficiência.
Adequar as campanhas e informação políticas ao público jovem, incluindo os jovens com deficiência, em termos de apresentação, linguagem, meios de comunicação – leitura fácil, braille e língua gestual portuguesa — e design para todos.
Estimular a participação dos jovens com deficiência na vida cívica nomeadamente no que se refere à defesa dos seus direitos de cidadania.
Promover a acessibilidade física e ou à informação dos jovens com deficiência a espaços de informação e promoção de cidadania ativa.
Na área da
emancipação jovem
, destaca-se:
Promover políticas sociais concertadas (educação, saúde, habitação, emprego, família) de modo a que os
jovens com deficiência possam autonomamente tomar decisões e fazer escolhas suportadas e conscientes no que ao seu presente e futuro diz respeito.
Adotar medidas de valorização da imagem pública da juventude, que tenha em conta a diversidade de aspetos relacionados como o género, etnia, deficiência, cultura e religião.
No âmbito da
mobilidade e jovem português no mundo
, destaca-se:
Criar medidas para desconstruir estereótipos relacionados com etnia, deficiência, género, raças e culturas, sendo fundamental o envolvimento das escolas, IPSS e técnicos de ação social para o efeito.
Envolver as famílias na definição das respostas políticas para a resolução das problemáticas múltiplas que atingem os jovens filhos de imigrantes, designadamente os jovens com deficiência.
Promover a autonomia dos jovens com deficiência através de uma adequada política de mobilidade.
Criar programas de intercâmbio europeu/internacional para jovens estudantes com deficiência.
Na área da
prevenção rodoviária
, destaca-se:
Reforçar a educação rodoviária nas escolas desde o ensino básico ao superior, com materiais e metodologias pedagógicas inovadoras, nomeadamente face às necessidades educativas especiais dos jovens com deficiência.
Ao nível da
saúde e prevenção de comportamentos de risco
, prevê-se:
Criar condições de acesso aos jovens com deficiência para o desenvolvimento de práticas sociais saudáveis, combatendo comportamentos destrutivos ou de isolamento.
Disponibilizar consultas de nutrição em locais acessíveis para jovens com deficiência e com serviço de intérpretes de língua gestual portuguesa para os jovens surdos.
Ao nível da
cultura, inovação e criatividade
, destaca-se:
Desenvolver medidas conducentes à garantia de acessibilidade física e à informação dos jovens com deficiência aos espaços culturais.
Apoiar e estimular a criação artística dos jovens com deficiência.
Promover o acesso à cultura e às artes por parte de todos os jovens, incluindo os jovens com deficiência, nomeadamente através da melhoria de acessibilidade aos locais e equipamentos culturais.
Quanto ao
voluntariado
, releva:
Promover a prática do voluntariado junto dos jovens com deficiência, nomeadamente junto daqueles jovens ou adultos que por interrupção do seu percurso de vida passam a viver num quadro de dependência/incapacidade.
Ao nível do
combate à desigualdade de oportunidades e inclusão social
, referem-se as condições de vida dos jovens com deficiência, incluindo-se nesta categoria a diversidade de incapacidades permanentes físicas, intelectuais ou sensoriais, fortemente discriminadas em Portugal nos apoios (escolar, acompanhamento vocacional, inserção no mercado de trabalho) que lhes permitam um acesso a uma cidadania digna.
Nas linhas de intervenção, destaca-se:
Reforçar o papel do desporto enquanto forma de inclusão nos jovens, com particular destaque para os jovens com deficiência, através do desporto adaptado.
Apostar cada vez mais nos Centros de Recursos para a Inclusão (CRI’s).
Promover nas escolas a realização de visitas de estudo para alunos a organizações que apoiam cidadãos com necessidades especiais/problemas de saúde/ condições diferentes daquelas que conhecem.
Incremento e melhoria nos apoios para as entidades públicas ou privadas no acolhimento de pessoas com deficiência.
Ao nível da
habitação
, salienta-se:
Criar mecanismos facilitadores do acesso a soluções residenciais por parte dos jovens com deficiência, nomeadamente na sua adaptação às suas necessidades funcionais, quer ao nível de assessorias técnicas quer com linhas de financiamento específico.
No
associativismo
, prevê-se:
Estimular o associativismo dos jovens com deficiência.
Divulgar nos media nacionais, com maior audiência, momentos ou espaços claramente acessíveis a todos os
jovens, designadamente aos jovens com deficiência visual ou auditiva, através da áudio -descrição e língua gestual portuguesa, que impulsionem o associativismo no sentido de promover o conhecimento e a ligação de jovens não associados ao meio associativo.
O documento está repleto de boas intenções! Para quando a sua concretização?!
in
http://inclusaoaquilino.blogspot.pt/
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