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Autor Tópico: Tudo em relação ao cuidador informal  (Lida 127454 vezes)

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Offline SLB2010

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #150 em: 05/03/2024, 16:20 »
 
Guimarães recebe selo de mérito do Movimento Cuidar dos Cuidadores informais



A 3.ª edição da Rede de Autarquias que Cuidam dos Cuidadores Informais (RACCI) distinguiu projetos de 59 autarquias, entre os quais, o consórcio vimaranense “Guimarães, Concelho Cuidador”, com o selo de mérito do Movimento Cuidar dos Cuidadores informais.

Este projeto tem como objetivo reconhecer os municípios e as freguesias do território nacional com as melhores práticas e as medidas de apoio em benefício dos cuidadores informais e recebeu nesta edição 66 candidaturas a esta distinção. “Ao longo das últimas três edições desta iniciativa, são cada vez mais os projetos que têm conquistado reconhecimento, o que demonstra a aposta das autarquias locais nesta temática. No total das edições, são 125 os projetos premiados”, lê-se no comunicado enviado ao Fórum Municipal das Pessoas com Deficiência de Guimarães.

A avaliação, mediante critérios previamente definidos em regulamento, foi realizada por um júri independente composto por membros do Movimento, nomeadamente, Catarina Alvarez, em representação da Alzheimer Portugal, Celeste Campinho, presidente da Associação das Doenças da Tiróide, Margarida Costa, em representação da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Palmira Martins, em representação da RD Portugal e Vítor Neves, presidente da EuropaColon.

A formalização do consórcio “Guimarães, Concelho Cuidador” – uma iniciativa coordenada pelo município vimaranense e operacionalizada através de um Gabinete de Apoio ao Cuidador localizado na delegação de Guimarães da Cruz Vermelha Portuguesa – aconteceu em fevereiro de 2021.

Este programa pretende “agregar esforços e potenciar sinergias de todos os projetos e iniciativas que as entidades e associações locais estão a desenvolver nesta matéria, proporcionando-lhes os recursos e apoios necessários para a boa prossecução da sua atividade”, salientou a Vereadora da Ação Social, Paula Oliveira.

As 23 organizações que protocolaram este programa comprometeram-se a desenvolver várias atividades dirigidas aos cuidadores informais, disponibilizando, mais de 100 horas mensais, o que corresponde a cerca de 25 horas semanais de apoio especializado.

São parceiros deste projeto as seguintes entidades: Delegação de Guimarães da Cruz Vermelha Portuguesa, ACES Alto Ave, Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda, Associação Adaptar Vidas, Associação de Defesa dos Direitos Humanos de Guimarães, Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães, ASPEV – Associação Social de Pevidém Vida a Cores, Because I Care – Associação para Apoiar e Cuidar de Pessoas que Cuidam, CAISA – Cooperativa de Artes, Intervenção Social e Animação, Castreja – Cooperativa de Apoio Social e Cultural, Centro Juvenil de S. José, Centro Paroquial de Vila Nova de Sande, Centro Social da Paróquia de Santa Eulália de Nespereira, Centro Social Nossa Senhora do Carmo, Fraterna – Centro Comunitário de Solidariedade e Integração Social, Fundação Bomfim, Hospital da Senhora da Oliveira, Lar de Santa Estefânia, Palavras Infinitas – Núcleo de Inclusão, Comunicação e Media, Projeto Consigo e a Tempo Livre.

Este projeto de cooperação continua a aceitar parceiros sociais interessados em dinamizar estas respostas relacionadas, essencialmente, com o apoio psicológico individual, grupos de ajuda mútua e sessões de esclarecimento e de formação.

Esta iniciativa contou com o modelo de replicação do CASTIIS – Centro de Assistência Social à Terceira Idade e Infância de Sanguedo, que viu aprovado o projeto Cuidar de Quem Cuida como Título de Impacto Social (TIS), um dos quatro instrumentos de financiamento da iniciativa Portugal Inovação Social.

Esta entidade de Santa Maria da Feira tem apoiado a implementação do Programa “Guimarães Concelho Cuidador” estando concluída aa primeira fase deste projeto destinada à capacitação dos técnicos das redes de intervenção local.

Para qualquer esclarecimento adicional contactar: gabineteapoiocuidador@cm-guimaraes.pt

Listagem de municípios distinguidos nesta edição do selo:

Albufeira, Almada, Almagreira, Amadora, Amarante, Arruda dos Vinhos, Cabeceiras de Basto,   Cantanhede, Caniço, Carriço, Castelo Branco, Celorico da Beira, Cinfães, Coruche, Cuba, Espinho, Évora, Felgueiras, Gondomar, Guimarães,  Ílhavo, Loures, Louriçal, Lousada, Machico, Mafra, Maia, Marco de Canaveses, Matosinhos, Mealhada, Miranda do Corvo, Mirandela, Montalegre, Moura, Nelas, Odemira, Oeiras, Ourém, Ovar, Paredes, Penafiel, Pombal, Portimão, Porto, Póvoa de Lanhoso, Queluz e Belas, Santa Maria da Feira, Santa Marta de Penaguião, Santiago do Cacém, São Pedro Fins, Sesimbra, Tavira, Trofa, Viana do Castelo, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia, Vila Pouca de Aguiar, Vila Verde, Vouzela.

O Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais foi lançado pela Merck Portugal em 2020, no seguimento de um projeto corporativo global, o “Embracing Carers” e conta com dezenas de associações portuguesas que têm como objetivo concretizar projetos capazes de ajudar, na prática, quem cuida, seja do marido, da mulher, de um filho, do pai, da mãe.



Fonte: https://forumdeficiencia.guimaraes.pt/?p=2849
 

Online migel

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #151 em: 23/04/2024, 21:12 »
 
 

Offline Pantufas

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #152 em: 14/08/2024, 10:58 »
 
Apesar do.envolvimento dos mesmos a Lei não os considera Cuidadores Informais...

Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais

Cerca de 4 a 10% dos menores de 18 anos assume, na União Europeia, funções de cuidado de familiares. No entanto, esta categoria de cuidadores é menos estudada e tem sido frequentemente ignorada parcial ou totalmente pelos decisores políticos, pelo que os números podem estar significativamente subestimados.
No Dia Internacional da Juventude, que se assinala hoje, chamamos a atenção para estes jovens, muitos dos quais - cerca de um terço - estão envolvidos em cuidados elevados ou muito elevados, realizando mesmo tarefas de cuidados pessoais, como vestir e lavar a pessoa cuidada.
#MovimentoCuidardosCuidadoresInformais #DiaInternacionaldaJuventude





Facebook 
 

Online Nandito

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #153 em: 05/09/2024, 09:33 »
 
Portugal tem quase 15 mil cuidadores informais e a maioria são mulheres

Lusa
5 set 2024 07:24



Portugal tem quase 15 mil cuidadores informais, dos quais mais de 9 mil são cuidadores principais, segundo dados do Instituto da Segurança Social relativos a julho, sobretudo mulheres com idade média próxima dos 60 anos.

De acordo com os dados do Instituto da Segurança Social (ISS), em julho havia 14.941 cuidadores informais, entre 9.201 cuidadores principais e 5.732 cuidadores não principais.

Segundo o ISS, o número total representa um crescimento de 1,6% em relação ao mês de junho, e de 21% quando comparado com o período homólogo.

Entre os dois tipos de cuidadores, foram os cuidadores informais não principais que registaram o maior aumento, com mais 23% do que em julho de 2023 e 2,5% do que em junho deste ano.

O cuidador informal principal abrange o cônjuge ou unido de facto, parente ou afim até ao 4.º grau da linha reta ou da linha colateral da pessoa cuidada, que acompanha e cuida desta de forma permanente, que com ela vive em comunhão de habitação e que não aufere qualquer remuneração de atividade profissional ou pelos cuidados que presta à pessoa cuidada.

O cuidador informal não principal inclui os cônjuges ou unidos de facto, parente ou afim até ao 4.º grau da linha reta ou da linha colateral da pessoa cuidada ou quem não tendo laços familiares viva em comunhão de habitação com a pessoa cuidada, que acompanha e cuida desta de forma regular, mas não permanente, podendo auferir ou não remuneração de atividade profissional ou pelos cuidados que presta à pessoa cuidada.

Apenas os cuidadores principais podem requerer o respetivo subsídio, que está ainda dependente dos rendimentos do agregado, pelo que apenas 5.340 cuidadores principais receberam a prestação, cujo valor médio foi de 351,30 euros.

Significa que mais de metade (57,9%) dos cuidadores principais teve direito ao subsídio.

Os dados do ISS mostram que, entre os 14.940 cuidadores, 61,6% têm o estatuto de cuidador principal, 84,4% são mulheres, com idade média de 58 anos, mas com uma concentração significativa na faixa etária dos 50 aos 59 anos (5.166 pessoas).

A maioria dos cuidadores (14.472) está apenas responsável por uma pessoa, mas há 468 casos de cuidadores que têm mais do que uma pessoa a cargo.

Na perspetiva da pessoa cuidada, o ISS adianta que há 15.207 pessoas, 54,8% das quais mulheres, com idade média de 62 anos, mas com mais de metade (8.626) concentrada na faixa etária acima dos 65 anos.

De entre as pessoas cuidadas, 15.152 têm um cuidador e as restantes 55 têm mais do que uma pessoa a cuidar delas.

Hoje, completam-se cinco anos da aprovação na Assembleia da República do Estatuto do Cuidador Informal (ECI).

SV // FPA

Lusa/Fim






Fonte: sapo.pt                     Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/portugal-tem-quase-15-mil-cuidadores_66d94fa926d3b34227fd24cb
"A justiça é o freio da humanidade."
 
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Online migel

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #154 em: 24/09/2024, 10:59 »
 
É com grande entusiasmo que anunciamos os oradores do nosso evento.
O Encontro decorrerá no dia 25 de setembro no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, com apoio da Câmara Municipal do Porto.


Inscrições: https://lnkd.in/deFN3T65





Autor: Rui Machado facebook
 
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Online migel

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #155 em: 09/10/2024, 20:40 »
 
"O Bloco chamou representantes dos cuidadores informais e do Governo ao Parlamento para avaliar o Estatuto do Cuidador Informal em Portugal. Há cerca de 200 mil cuidadores a tempo inteiro, mas apenas 15 mil têm acesso ao estatuto. As recentes alterações do Governo não resolveram os principais obstáculos, como a exclusão de pensionistas, a falta de reconhecimento da carreira contributiva e o valor insuficiente do subsídio.
A proposta de audições, aprovada por unanimidade, inclui a participação da Associação Nacional de Cuidadores, da Associação Alzheimer, dos autores de um estudo recente sobre cuidadores informais e da Secretária de Estado responsável pelo tema."




Fonte: Associação Nacional Cuidadores Informais-Panóplia Heróis
 
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Online Nandito

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #156 em: 05/11/2024, 19:33 »
 
Cuidadores informais: em quatro anos só foram aceites 27% dos pedidos de subsídio

SIC Notícias
Márcia Torres
Joaquim Gomes e
Vítor Moreira
14:47



Fonte de imagem: sicnoticias.pt

Veja o vídeo clicando no link oficial da noticia em baixo:

A Associação de Cuidadores Informais diz que os requerimentos aceites são poucos, devido aos critérios de exclusão que não deviam existir. Apenas metade das 33.000 pessoas que pediram estatuto de cuidador informal tiveram o processo aprovado.

No Dia do Cuidador Informal, que se assinala esta terça-feira, reforçam-se os apelos. Os cuidadores informais exigem que o acesso às ajudas e regalias seja mais simples e menos burocrático, já que o processo é tão exigente que muitos acabam por desistir mesmo tendo direito à ajuda do Estado.

A cuidar da filha há 31 anos, Maria pede apoio ao Estado para ter direito a uns dias de descanso. É cuidadora informal, mas foi-lhe negado o subsídio.


"Porque recebo 327 euros de reforma porque sou doente renal e Ana recebe o PSI [Prestação Social para a Inclusão] , então vive-se bem com 450 euros para a renda e para pagar todas as despesas extra. É isto um cuidador informal em Portugal", ironiza.

Nos últimos quatro anos, só foram aceites cerca de seis mil pedidos de subsídio, 27% do total dos requerimentos feitos.

A Associação de Cuidadores Informais diz que são muito poucos, devido aos critérios de exclusão que não deviam existir.

Apenas metade das 33.000 pessoas que pediram estatuto de cuidador informal tiveram o processo aprovado. A burocracia e falta de informação continuam a ser os maiores entraves.

No dia do cuidador informal, que se assinala esta terça-feira, a associação defende que sejam implementadas as medidas que já existem e pede consenso político para o reconhecimento financeiro dos cuidadores.






Fonte: sicnoticias.pt                     Link: https://sicnoticias.pt/pais/2024-11-05-video-cuidadores-informais-em-quatro-anos-so-foram-aceites-27-dos-pedidos-de-subsidio-067f1f81
"A justiça é o freio da humanidade."
 
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Online hugo rocha

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #157 em: 06/11/2024, 14:55 »
 
Informação:
Alteração à Lei 100/2019
"No desenvolvimento das medidas de apoio à família, com especial enfoque na proteção dos idosos e de outros dependentes, entendeu o Governo valorizar e apoiar o papel do cuidador informal.
Pese embora o reconhecimento do papel fundamental do cuidador através da Lei n.º 100/2019, de 6 de setembro, que aprovou o Estatuto do Cuidador Informal (ECI) e que veio regular os direitos e os deveres do cuidador e da pessoa cuidada, persistem constrangimentos que obstam à sua efetiva aplicação, designadamente quanto ao descanso do cuidador e do seu pleno reconhecimento.
Como tal, importa criar as condições necessárias para garantir uma aplicação efetiva do ECI e assim, ir ao encontro do preconizado pelo XXIV Governo Constitucional, desde logo, garantindo modelos e respostas sociais que apoiem a permanência de idosos e outros dependentes nas suas casas, nas comunidades, pelo maior tempo possível, retardando ou evitando a institucionalização.
Neste sentido, procede-se à alteração do ECI, implementando medidas que ampliam e incentivam o acesso a este estatuto, simplificam o processo de reconhecimento e reforçam as condições de apoio, descanso e acompanhamento aos cuidadores.
Assim, altera-se o conceito de cuidador informal no sentido de permitir que quem não tem laços familiares com a pessoa dependente possa ser cuidador informal principal ou não principal, devendo, no caso de ser cuidador informal principal, viver em comunhão de habitação com a pessoa cuidada. É ainda eliminada a obrigação de mudar o domicílio fiscal sempre que o cuidador informal principal tenha laços familiares com o dependente.
Por outro lado, simplifica-se o procedimento de reconhecimento do estatuto de cuidador informal, eliminando a obrigatoriedade de uma nova verificação de incapacidade, através dos Serviços de Verificação de Incapacidades do Instituto da Segurança Social, I. P., sempre que a pessoa cuidada já é beneficiária do subsídio de complemento de 1.º grau, abreviando, deste modo, um processo que se revela muito moroso quando, na verdade, já foi realizada uma verificação dessa incapacidade por parte dos serviços competentes do ISS. Nestes casos, passa a ser suficiente uma declaração do médico de família ou dos serviços médicos de acompanhamento, que defina o prazo de transitoriedade, findo o qual a situação de dependência da pessoa cuidada é reapreciada.
Reforçam-se ainda as medidas de apoio ao cuidador informal, concretizando-se o acesso à bolsa de cuidadores como garantia do direito ao descanso do cuidador informal."


Fonte: Associação Nacional Cuidadores Informais-Panóplia Heróis
 
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Online hugo rocha

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #158 em: 07/11/2024, 12:29 »
 
Momentos do Cuidador - 1º Encontro

No âmbito do projeto CPDAI (Centro para a Prática Desportiva Autónoma e Independente) que tem como objetivo promover a inclusão de pessoas com deficiência no desporto e atividade física, a FPDD, em parceria com o Go Fit, associa-se à atividade “Momentos do Cuidador”. Esta iniciativa visa promover ações de sensibilização para quem cuida de outras pessoas, incluindo na prática desportiva, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida tanto dos cuidadores como das pessoas que beneficiam dos seus cuidados.
Uma atividade dedicada a cuidadores informais e à comunidade que irá decorrer nas instalações do Go Fit, no Campo Grande, no próximo dia 14 de novembro de 2024. Durante o evento, os participantes terão acesso a informações sobre diversos apoios disponíveis para cuidadores, além de experiências de bem-estar, incluindo relaxamento, massagens, alongamentos e outras práticas.
Convidamos todos os interessados a participar, sendo necessária inscrição prévia através do seguinte link:
https://docs.google.com/.../1FAIpQLSfTqyAQu68R9R.../viewform





Fonte: FPDD
 
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Online migel

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #159 em: 27/12/2024, 15:38 »
 
Fazer a diferença na vida de quem tanto se dedica ao cuidado dos outros é um dos objetivos dos projetos distinguidos com um Selo de Mérito digital no âmbito da Rede de Autarquias que Cuidam dos Cuidadores Informais, uma iniciativa do Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais, com o apoio da Merck, que está de volta.
As candidaturas estão abertas para a 4ª edição, que além da promoção das medidas de apoio a estes cuidadores visa ainda destacar o seu papel e as suas necessidades.


Mais informações e inscrições aqui: https://movimentocuidadoresinformais.pt/racci-edicao-4/
#MerckPortugal #MovimentoCuidardosCuidadoresInformais #RACCI



Fonte: facebook Merck Portugal
 
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Online Nandito

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #160 em: 09/01/2025, 09:57 »
 
Governo irá apresentar "muito em breve" novo apoio domiciliário para cuidadores informais

MadreMedia / Lusa
8 jan 2025 19:23




A secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão revelou hoje que existem atualmente mais de 16 mil cuidadores informais, tendo anunciado que irá apresentar em breve um novo modelo de apoio domiciliário e uma bolsa de cuidadores.

Perante os deputados da comissão parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, a pedido do Bloco de Esquerda, para debater a realidade dos cuidadores informais, Clara Marques Mendes assumiu que o descanso do cuidador “é uma preocupação desde a primeira hora” do atual Governo porque “não está a acontecer como devia” e “compromete o cuidado aos cuidadores”.

Por lei, o cuidador tem direito anualmente a 30 dias de descanso, mas para que isso aconteça a pessoa cuidada tem de concordar ficar temporariamente ao cuidado de uma instituição.

De acordo com Clara Marques Mendes, não só a falta de vagas em instituições é um problema, como a falta de alternativas também e aproveitou para anunciar que “muito em breve”, o Governo vai apresentar um novo modelo de apoio domiciliário, criado em conjunto entre o Ministério do Trabalho e o Ministério da Saúde, que poderá arrancar como projeto piloto e que visa “tornar os apoios mais amplos e mais integrados”.

“Efetivamente, o apoio domiciliário que nós temos atualmente em termos de serviço social é um apoio domiciliário que é muito curto para aquilo que pretendemos ter, quer nas situações de alternativas ao descanso ao cuidador, quer para as pessoas que queiram ter apoio domiciliário e permanecer na sua habitação e não terem que ser institucionalizadas”, salientou Clara Marques Mendes.

Acrescentou que está também a ser estudada a possibilidade de existirem “vagas especiais”, no âmbito do apoio domiciliário, para estes casos, mas não concretizou.

De acordo com a secretária de Estado, o novo modelo irá prever que quem peça apoio domiciliário possa escolher o serviço “consoante as suas necessidades” e que os serviços tenham componente social e médica.

“A preocupação é alargar as valências, alargar a oferta, mas também alargar o tempo de prestação de apoio domiciliário”, adiantou.

A secretária de Estado anunciou também que, paralelamente, estão a trabalhar para criar uma bolsa de cuidadores, que será “um importante instrumento para permitir o descanso do cuidador”, e que será também apresentada “muito em breve”.

Sobre a bolsa de cuidadores, a governante adiantou que já há um “desenho”, mas que o projeto ainda vai ser testado, revelando apenas que está a ser pensada a hipótese de integrarem a bolsa pessoas que tenham sido cuidadoras e possam, por isso, dar utilidade à experiência adquirida.

De acordo com Clara Marques Mendes, entre janeiro e dezembro de 2024, houve 1.595 pessoas que ocuparam uma vaga na Rede Nacional de Cuidados Continuados e outras 68 em Estruturas Residenciais para Idosos no âmbito do descanso do cuidador.

Por outro lado, revelou que existem 16.212 cuidadores informais ativos, entre 8.198 cuidadores principais e 8.013 cuidadores não principais.

Disse também que desde a entrada em vigor das alterações feitas pelo atual Governo ao Estatuto do Cuidador Informal, em novembro de 2024, houve 1.671 pessoas que pediram o estatuto, havendo 646 processos pendentes a aguardar documentação, 576 que estão em análise, 209 pedidos deferidos e 228 indeferidos.

Adiantou igualmente que a partir do dia 29 de janeiro entrará em funcionamento uma nova plataforma através da qual serão carregados todos estes dados.

Sobre o orçamento previsto, matéria sobre a qual foi várias vezes questionada pelos deputados, a secretária de Estado disse que estão definidos 28,1 milhões de euros e que essa verba foi definida tendo em conta a execução de 2024, que foi de 23 milhões de euros.

Referiu que este valor é para o pagamento do subsídio do cuidador informal e que não estão aqui incluídas medidas como o descanso do cuidador ou o apoio domiciliário, tendo deixado a garantia que se houver necessidade, haverá reforço de orçamento.

Sobre a condição de recurso e o facto de o cuidador não poder acumular o subsídio com a pensão de velhice, Clara Marques Mendes disse que não haverá, para já, novas alterações ao ECI, mas não recusou limiarmente essa possibilidade.







Fonte: 24.sapo.pt                      Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/governo-ira-apresentar-muito-em-breve-novo-apoio-domiciliario-para-cuidadores-informais?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
"A justiça é o freio da humanidade."
 
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Offline Fisgas

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #161 em: 09/01/2025, 11:55 »
 
Governo irá apresentar "muito em breve" novo apoio domiciliário para cuidadores informais

MadreMedia / Lusa
8 jan 2025 19:23




A secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão revelou hoje que existem atualmente mais de 16 mil cuidadores informais, tendo anunciado que irá apresentar em breve um novo modelo de apoio domiciliário e uma bolsa de cuidadores.

Perante os deputados da comissão parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, a pedido do Bloco de Esquerda, para debater a realidade dos cuidadores informais, Clara Marques Mendes assumiu que o descanso do cuidador “é uma preocupação desde a primeira hora” do atual Governo porque “não está a acontecer como devia” e “compromete o cuidado aos cuidadores”.

Por lei, o cuidador tem direito anualmente a 30 dias de descanso, mas para que isso aconteça a pessoa cuidada tem de concordar ficar temporariamente ao cuidado de uma instituição.

De acordo com Clara Marques Mendes, não só a falta de vagas em instituições é um problema, como a falta de alternativas também e aproveitou para anunciar que “muito em breve”, o Governo vai apresentar um novo modelo de apoio domiciliário, criado em conjunto entre o Ministério do Trabalho e o Ministério da Saúde, que poderá arrancar como projeto piloto e que visa “tornar os apoios mais amplos e mais integrados”.

“Efetivamente, o apoio domiciliário que nós temos atualmente em termos de serviço social é um apoio domiciliário que é muito curto para aquilo que pretendemos ter, quer nas situações de alternativas ao descanso ao cuidador, quer para as pessoas que queiram ter apoio domiciliário e permanecer na sua habitação e não terem que ser institucionalizadas”, salientou Clara Marques Mendes.

Acrescentou que está também a ser estudada a possibilidade de existirem “vagas especiais”, no âmbito do apoio domiciliário, para estes casos, mas não concretizou.

De acordo com a secretária de Estado, o novo modelo irá prever que quem peça apoio domiciliário possa escolher o serviço “consoante as suas necessidades” e que os serviços tenham componente social e médica.

“A preocupação é alargar as valências, alargar a oferta, mas também alargar o tempo de prestação de apoio domiciliário”, adiantou.

A secretária de Estado anunciou também que, paralelamente, estão a trabalhar para criar uma bolsa de cuidadores, que será “um importante instrumento para permitir o descanso do cuidador”, e que será também apresentada “muito em breve”.

Sobre a bolsa de cuidadores, a governante adiantou que já há um “desenho”, mas que o projeto ainda vai ser testado, revelando apenas que está a ser pensada a hipótese de integrarem a bolsa pessoas que tenham sido cuidadoras e possam, por isso, dar utilidade à experiência adquirida.

De acordo com Clara Marques Mendes, entre janeiro e dezembro de 2024, houve 1.595 pessoas que ocuparam uma vaga na Rede Nacional de Cuidados Continuados e outras 68 em Estruturas Residenciais para Idosos no âmbito do descanso do cuidador.

Por outro lado, revelou que existem 16.212 cuidadores informais ativos, entre 8.198 cuidadores principais e 8.013 cuidadores não principais.

Disse também que desde a entrada em vigor das alterações feitas pelo atual Governo ao Estatuto do Cuidador Informal, em novembro de 2024, houve 1.671 pessoas que pediram o estatuto, havendo 646 processos pendentes a aguardar documentação, 576 que estão em análise, 209 pedidos deferidos e 228 indeferidos.

Adiantou igualmente que a partir do dia 29 de janeiro entrará em funcionamento uma nova plataforma através da qual serão carregados todos estes dados.

Sobre o orçamento previsto, matéria sobre a qual foi várias vezes questionada pelos deputados, a secretária de Estado disse que estão definidos 28,1 milhões de euros e que essa verba foi definida tendo em conta a execução de 2024, que foi de 23 milhões de euros.

Referiu que este valor é para o pagamento do subsídio do cuidador informal e que não estão aqui incluídas medidas como o descanso do cuidador ou o apoio domiciliário, tendo deixado a garantia que se houver necessidade, haverá reforço de orçamento.

Sobre a condição de recurso e o facto de o cuidador não poder acumular o subsídio com a pensão de velhice, Clara Marques Mendes disse que não haverá, para já, novas alterações ao ECI, mas não recusou limiarmente essa possibilidade.







Fonte: 24.sapo.pt                      Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/governo-ira-apresentar-muito-em-breve-novo-apoio-domiciliario-para-cuidadores-informais?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques


Podiam a ter interrogado sobre outra temáticas, por ex  Reforma antecipada, PSI, e vida independente ... que no fundo engloba tudo 
 
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Online migel

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #162 em: 25/01/2025, 15:49 »
 
 

Online migel

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #163 em: 01/02/2025, 15:36 »
 
"𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢́𝐩𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚 𝐜𝐫𝐢𝐚 𝐆𝐚𝐛𝐢𝐧𝐞𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐀𝐩𝐨𝐢𝐨 𝐚𝐨 𝐂𝐮𝐢𝐝𝐚𝐝𝐨𝐫




O Município de Braga, em parceria com a Associação de Cuidadores, Familiares e Amigos de Braga (ACFAB), deu mais um passo importante na valorização e apoio aos cuidadores informais. Esta sexta-feira, 31 de janeiro, foi assinado um protocolo de colaboração para a criação do Gabinete de Apoio ao Cuidador, que estará localizado no Gabinete Municipal de Saúde, no shopping de Santa Tecla, e deverá começar a funcionar em meados de fevereiro.
Este anúncio foi feito durante o I Congresso Cuidadores em Rede, que decorre no Forum Braga, um evento dedicado a debater os desafios e soluções para melhorar as condições de vida e trabalho dos cuidadores.
Sameiro Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, destacou a importância de construir uma rede de apoio sólida e colaborativa: "Num mundo cada vez mais complexo e interligado, é fundamental que possamos proporcionar recursos, conhecimento e, acima de tudo, empatia para aqueles que estão na linha da frente do cuidado."

👉Leia mais em https://t.ly/6QtsA
 
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Online Nandito

Re: Tudo em relação ao cuidador informal
« Responder #164 em: 03/03/2025, 10:45 »
 
Saúde e Bem-estar do Cuidador Informal: Cuidar é Cuidar-Se!

J.M.A
Isabel Lucas
Rita Marques
3 mar 2025 09:25



Freepik


Ser Cuidador informal é um ato de amor e dedicação, mas também um desafio que pode comprometer a saúde e o bem-estar dos próprios cuidadores. A sobrecarga física e emocional exige apoio, reconhecimento e estratégias para garantir um cuidado equilibrado e sustentável. Valorizar o Cuidador é um compromisso de todos. Um artigo de opinião de Isabel Lucas, doutora em Psicologia, com a colaboração de Rita Marques, doutora em Enfermagem.

Ser Cuidador informal implica respeito por Si e pelo Outro, é um ato de amor e de dedicação intensa, que exige compromisso e entrega. O Cuidador inesperadamente e de forma repentina, na maioria das situações, assume a responsabilidade de cuidar de um familiar próximo ou amigo, que habitualmente por doença, envelhecimento ou outra situação fica dependente.

Neste ato de cuidar os desafios são grandes e impactantes, quer a nível físico, quer psicológico. A cada dia a carga de trabalho e as dinâmicas do cuidar são intensas e exigentes e o apoio na maioria das situações é inexistente, o que coloca em risco a sua própria saúde e o bem-estar. É importante que o Cuidador esteja atento e saiba prevenir situações de desgaste, mobilizando recursos, e que saiba ler sinais de exaustão para garantir um cuidado sustentável, comprometido e equilibrado. O compromisso do Cuidar é respeitar-se e respeitar o Outro, mantendo o compromisso, a responsabilidade repartida e preservando a autonomia da pessoa cuidada e de si próprio.



Isabel Lucas e Rita Marques, ambas com o cargo de Professora Coordenadora da Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa – Lisboa.

O Cuidador assume um conjunto de ações e cuidados (mobilização da pessoa, banho, alimentação, medicação, outros hábitos de vida e o bem-estar da pessoa, tarefas domésticas, entre outras), que, se por um lado são gratificantes, por outro lado podem ter consequências negativas e danosas para o Si, como sejam: o desgaste físico com a fadiga crónica; as dores, o cansaço e as lesões músculo-esqueléticas; e o desgaste emocional e psicológico por elevados níveis de tensão emocional, stresse, ansiedade, falta de reconhecimento, receio de falhar e ainda o isolamento social, sem rede de apoio, com a solidão e com o afastamento das interações sociais (amigos e trabalho), que se pode traduzir em frustração, tristeza e perda de esperança.

Neste ato de cuidar os desafios são grandes e impactantes, quer a nível físico, quer psicológico. A cada dia a carga de trabalho e as dinâmicas do cuidar são intensas e exigentes.

O Cuidador informal deve, em articulação com a equipa de saúde, mobilizar os recursos disponíveis na comunidade para apoio no alívio da carga e partilha de responsabilidades, assegurando o melhor bem-estar para Si e para a Pessoa cuidada e Família ou Amigos. Existem alguns apoios que podem ser mobilizados como: Suporte Social – estatuto do Cuidador informal, com o respetivo apoio financeiro e no zelo de alguns direitos sociais, bem como outros apoios locais e de proximidade (centros de dia, serviço de apoio domiciliário, unidades de saúde com plano de intervenção específico, associações e grupos voluntários de apoio); formação e capacitação, com programas de formação (curso sobre os cuidados fundamentais à pessoa dependente em casa, comunicação, partilha de experiências e a gestão das emoções) ou de substituição do Cuidador para o seu descanso e autocuidado (prática de atividade física, atividades de leitura, relaxamento ou hobbies). Estes possibilitam ao Cuidador segurança, melhor preparação, expressar emoções, conforto, motivação, sentir-se pertença e reduzir o isolamento social.

O ato de cuidar do Outro é de extrema importância e de amor, que exige respeito pelo Cuidador informal e não significa sacrifício absoluto ou deixar de ser Pessoa.

No ato de cuidar do outro é importante ainda definir um conjunto de estratégias facilitadoras do Cuidar e que contribuem para reduzir o desgaste, aliviar a carga de trabalho e promover um ambiente harmonioso e equilibrado. Assim, é fundamental saber definir limites e pedir ajuda (a outros familiares, amigos ou profissionais de saúde); manter hábitos de vida saudáveis (prática de atividade física, alimentação equilibrada e sono); assegurar momentos de descanso, revitalização e de renovação da energia (reserve tempo para as suas atividades de lazer, hobbies e momentos de relaxamento); usar a tecnologia a favor do cuidado (para cursos online, aulas online, gestão de tarefas, organizar horários, fazer sessões de relaxamento ou atividade física) e estabelecer uma rotina organizada, flexível e com prioridades bem definidas.

O ato de cuidar do Outro é de extrema importância e de amor, que exige respeito pelo Cuidador informal e não significa sacrifício absoluto ou deixar de ser Pessoa. É fundamental que a sociedade, as instituições e os próprios cuidadores reconheçam a necessidade de apoio e que utilizem os recursos disponíveis para garantir um cuidado sustentável e equilibrado. A valorização do Cuidador e da sua saúde e bem-estar são fundamentais e da responsabilidade do próprio, mas também de todos, para que cada Cuidador informal possa ter uma vida mais digna e harmoniosa. Assim, como contributo de suporte contínuo, de orientação, de apoio e estímulo ao autocuidado, surgiu a ideia deste livro, Cuidar, Confortar e Recuperar, destinado ao Cuidador Informal.

Cuidar do outro exige, sobretudo, saber cuidar de si próprio!


Isabel Lucas

Professora Coordenadora da Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa – Lisboa; doutorada em Psicologia; mestre em Gestão de Recursos, especialista em Enfermagem de Reabilitação. Autora do livro Cuidar, Confortar e Recuperar (LIDEL Saúde e bem-estar).

Rita Marques

Professora Coordenadora da Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa – Lisboa; doutorada em enfermagem; mestre e especialista em Enfermagem Médico-Cirúrgica e de Reabilitação. Autora do livro Cuidar, Confortar e Recuperar (LIDEL Saúde e bem-estar).



Imagem de abertura do artigo cedida por Freepik.





Fonte: lifestyle.sapo.pt                       Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/saude-e-bem-estar-do-cuidador-informal-cuidar-e-cuidar-se?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
"A justiça é o freio da humanidade."
 
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